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Alemanha: Leis de Jogo Online entre Conservadorismo e a Ruptura total

08 setembro, 2011


Na Alemanha, a questão de regulamentar o jogo online está na ordem do dia. De um lado a maioria dos estados (Länder) que se mostra contra a entrada de operadores privados numa afronta à lei concorrencial que rege as leis da União Europeia. Estes quinze estados alemães baseiam a sua tese nos receios que uma abertura poderá provocar nos seus cidadãos, nomeadamente a excessiva oferta e dependência ao jogo. Por outro lado, mesmo dentro das fronteiras alemãs existem estados que tal como as histórias de Asterix e Obelix imprimem a ousasia em derrotar o conservadorismo exacerbado de quem tem o controlo da actividade - casinos e lotarias nacionais. O que faz lembrar isto?

No caso, Schleswig-Holstein, um dos 16 estados que formam a famosa Länder, passou das palavras à acção e definiu a abertura total até Março de 2012 do mercado de jogo online no seu território de serviços. Sem barreiras ou condicionalismos, este estado do norte da Alemanha vai permitir a entrada de todos os operadores que tenham sediamento num pais do espaço comercial europeu às suas licenças nos segmentos de apostas desportivas, poker e outros (com excepção aos jogos de casino - ruleta, blackjack e baccarat).

Vale a pena recordar que actualmente a lei sobre jogos e apostas que cobre toda a Alemanha expira em 31 de dezembro de 2011. Segundo os dados disponíveis, mais de 90% dos operadores de jogo na Alemanha não têm licenças de exploração e com esta nova decisão de Schleswig-Holstein é esperado uma maior protecção dos indivíduos/jogadores com a regulação da indústria através do licenciamento dos operadores.

O mercado pararelo (jogo ilegal) na Alemanha é estimado em 5 mil milhões de euros e com esta medida regulamentar, o governo espera arrecadar cerca de 40 a 60 milhões de euros em impostos e licenças para os cofres do estado. As licenças terão uma durabilidade de cinco anos e o estado alemão deverá cobrar um imposto de 20% das receitas brutas dos operadores.

Mas nem tudo são rosas! O Tribunal Federal de Justiça da Alemanha, a mais mais alta instância cível nacional decidiu contra a entrada da Bwin.Party Digital Entertainment juntamente com outras empresas de nomeada para operarem legalmente em território alemão, companhias estas, que tinham movido cinco requerimentos com a justificação de que a lei concorrencial estava ferida de morte porque apenas as empresas controladas pelo monopólio estatal tinham oportunidade de oferecer apostas desportivas online, o que viola as regras europeias.

Para já, foi enviada uma acção cívil por parte da bwin, mas com o fim da actual lei de jogo no final do ano e com os avanços registados a exemplo em Schleswig-Holstein e os movimentos políticos na União Europeia poderemos esperar novidades numa indústria que domina as atenções no espaço europeu.

Regular e legislar a Indústria de jogo e apostas online, manter os monopólios estatais, harmonizar políticas europeias para todos os estados-membros ou cada um por si é a questão do momento.

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União Europeia dá luz verde à Dinamarca para abertura do mercado de jogo online

05 setembro, 2011


Muito boas notícias para a Dinamarca e para a luta dos operadores que tentam encontrar mecanismos legais de aprovação para abertura de um mercado devidamente legal de jogo e apostas online na união europeia. Foi a própria Comissão Europeia que deferiu a favor dos interesses dinamarqueses numa decisão que irá permitir em 2012 a regulação do mercado de jogo na internet naquele país.

A origem no entrave político teve como partida uma queixa apresentada pelos casinos dinamarqueses e pela associação dinamarquesa de slot machines contra a política de impostos aprovada para as casas de apostas online. Estes (operadores licenciados online) iriam pagar 20% sobre as receitas brutas do jogo, enquanto os casinos locais dinamarqueses pagam actualmente entre 45% e 71% da receita bruta.

A Comissão Europeia defende neste caso que ao abrigo das regras da União Europeia a liberalização da indústria acompanhada por uma baixa taxa de imposto é um facto que favorece o desenvolvimento positivo do mercado e ajuda adequadamente a sua legalização e legislação para operadores e jogadores compensando as distorções na concorrência.

No entanto, esta decisão da Comissão Europeia não tardou a obter reacções positivas. Clive Hawkswood, director da Remote Gambling Association (RGA), expressou de imediato a sua satisfação e defendeu a decisão da Comissão Europeia, afirmando que “as empresas online fazem parte de uma ambiente internacional altamente competitivo e que as políticas fiscais devem ser definidas de acordo com esse contexto” .

O operador de apostas online Betsafe mostrou-se, também, muito agradado com esta decisão e anunciou que a empresa planeia lançar as suas marcas no mercado de apostas online da Dinamarca e estabelecer patrocínios com a primeira liga dinamarquesa, que passará a denominar-se Betsafe League.

Por sua vez, Martin Cruddace, da Betfair, acredita que o caso dinamarquês pode ser encarado como um protótipo perfeito de um modelo de regulamentação Europeu.

A regulamentação das apostas online na Dinamarca será aplicada a partir de dia 1 de Janeiro de 2012, momento em que os dois tipos de licenças (apostas desportivas e jogos de casino) entram em vigor. As apostas em corridas de cavalos e no bingo continuarão a ser exclusivas do monopólio estatal Danske Spil.

Recorde, o estado actual do mercado de jogo onilne na região escandinava, nomeadamente o caso da Noruega, que também encontra resistências locais.

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Há 10 anos que o Jogo Online "campeia" sem que o Governo actue - Mário Assis Ferreira (Casino Estoril)

26 agosto, 2011


Palavras fortes e directas de Mário Assis Ferreira, Presidente do Conselho de Administração dos casinos Estoril-Sol na tarde informativa da RTP Informação acerca da não resolução do problema Jogo Online em Portugal.

Sem papas na língua, Assis Ferreira debitou críticas ao papel dos sucessivos governos pela não implementação de medidas cautelares e repressivas contra uma actividade (Jogo e Apostas Online) que cresce a olhos vistos, enquanto os casinos portugueses sofrem perdas de lucros anuais.

Vídeo
* Entrevista de Mário Assis Ferreira à RTP Informação


De facto, tenho que concordar com o Senhor Mário Assis Ferreira no aspecto burucrático governamental que se arrasta há mais de 10 anos para a construção de vez de uma regulação da actividade do jogo online, e ao mesmo tempo, estes, contribuirem para os cofres do Estado com os seus impostos. É uma questão de igualdade.

Por outro lado, é de conhecimento público a vontade desses mesmos operadores internacionais de Jogo apostas online em participar legalmente no mercado português. Falta, como sabemos vontade politíca e principalmente flexibilização ou aceitação do monopólio que rege o jogo em Portugal. Também se nunca se sentarem à mesa para debater os problemas que os separam, nomeadamente a questão da segurança e adicção, numa chegarão a um entendimento.

Agora uma coisa é verdade, o Jogo Online é uma das actividades com maior crescimento na europa e no mundo. Não vale a pena tapar o sol com a peneira e fingir que não existe. A Europa, o Conselho europeu e os países-membros tomaram consciência do fenómeno e criaram um livro de recomendações (Livro Verde) na tentativa de uniformizar uma política única para esta emergente Indústria. As próprias operadoras de renome internacional trabalham directamente com as instituições e governos europeus e seguem à risca a constituição dos países onde os mercados estão devidamente regulados. Casos de França, Itália, Espanha, entre outros.

Portugal, pode até um dia decidir não aceitar a presença de operadores de jogo a dinheiro na internet .pt, mas digo quase garantidamente que as medidas restritivas resultantes não vão ter sucesso, apenas perpetua o mercado negro. Quem acreditar no contrário está um pouco distante da realidade.

Para terminar, aproveito um comentário de Mário Assis Ferreira, numa entrevista ao site Dinheiro Vivo.

Que medidas deveriam ser tomadas em relação ao jogos online?

Mário Assis Ferreira: "O governo anterior tinha criado um grupo de trabalho para estudar esta questão, e inclinava-se para uma monitorização desses sites, em que fosse proibido o pagamento via sistema financeiro. O jogo clandestino, que é o que significa aqui jogo online, é uma actividade parasita, quer do ponto de vista de emprego quer do ponto de vista fiscal. Era importante que a actividade assim que fosse regulada, o jogo online fosse devolvido aos casinos. É importante salientar que os casinos são uma montra da actividade de turismo e representam 70% do turismo, e o turismo representa 10% do PIB. É importante garantir a sobrevivência deste sector e tomar um conjunto de medidas que permitissem aos casinos voltar a ser um cartão de visita do turismo nacional."

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Programa do Governo superficial na questão regular apostas online

24 agosto, 2011


Depois de ler e rever o programa do XIX Governo Constitucional português, formado como sabemos pelo PSD/CDS, tentei encontrar possíveis medidas e soluções para o continuo vazio legal existente no sector de apostas desportivas online e o que constatei foi um vago de promessas sem abordar directamente o problema.

Sem uma única palavra relacionada com a indústria - "Jogo Online", "Apostas Online" -, retive no entanto uma frase na página 101 da "pasta" Desporto e Juventude onde diz o seguinte:

- Analisar a gestão de direitos desportivos visando a optimização do financiamento público e privado do desporto;

Bem, eu diria que os sucessivos governos passam o tempo a analizar, a fazer estudos, e praticamente meia europa concluiu ou está em vias de finalizar as suas reformas relacionadas com o jogo e apostas na internet. É importante focar sem dúvida o financiamento no desporto, onde neste campo as empresas de apostas online têm tido papel importante nomeadamente no futebol profissional onde patrocinam clubes e competições, mas tudo ainda, como disse, cheio de entraves de ordem legal, com entidades (casinos e Santa Casa) a contestarem em tribunal a falta de regulação nas nossas leis para permissão de actividades em Portugal por parte dos operadores internacionais/privados.

Também, a meu ver, poderiam estar incluídas algumas ideias sobre o que pensa o governo português, sobre o combate às apostas ilegais, a corrupção associada à combinação de resultados desportivos no nosso desporto e que presentemente não tem qualquer medida de controlo prática. Não menos importante, sabendo que o mercado português movimenta valores na ordem dos 700 milhões de euros/ano, não estará o estado interessado em captar as respectivas receitas fiscais inerentes ao jogo online? E os jogadores? Haverá interesse em proteger os portugueses que jogam a dinheiro na internet?

São muitas questões relevantes que deixo no ar, e que não foram mencionadas no programa do Governo. O Partido Socialista (PS) deixou uma herança de promessas neste assunto "apostas desportivas online". Basta conferir as declarações do então Secretário do Desporto Laurentino Dias, aquando de uma conferência internacional sobre o tema adiantou a disponibilidade para o governo avançar para uma regulação da indústria, sem menosprezar os interesses da Santa Casa detentora dos direitos do jogo em Portugal.

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Facebook autoriza publicidade de apostas e casinos online no seu site

09 agosto, 2011


Quando as empresas pensam em opções para publicitar na internet de modo a cativar os consumidores a utlizar os seus produtos e serviços, obviamente o Facebook aparece actualmente na linha da frente. Uma rede social, que reúne perto de 750 milhões de utilizadores, jamais (minha opinião) poderá ser desprezada pelas empresas, seja em que actividade sectorial for.

No caso da Indústria de apostas e casinos na internet, estes não tinham opção. A rede social Facebook mostrou-se sempre contra a promoção de serviços e produtos destas empresas no seu site, até que esta semana, decidiu alterar a sua regulamentação interna e permitir anúncios relacionados com a referida actividade.

Na verdade, nem todas as empresas de jogo online terão oportunidade de anunciar nesta rede social, nomeadamente as norte-americanas. A nova politica do Facebook é restrita apenas aos países (18 em todo o mundo) em que a actividade do jogo online está já devidamente legalizada ou legislada e incluem todos os segmentos/produtos: apostas desportivas, jogos de casino, poker e bingo. A Inglaterra, numa previsão de mercado, será dos países onde a publicidade relacionada terá maior crescimento. Além disso, o Facebook fixou o preço de 30 mil euros para os afiliados anunciantes.

Apesar do controlo apertado, por parte do Facebook, as notícias são positivas para as principais empresas de apostas que terão uma excelente oportunidade de publicitar na maior rede social do mundo. O Facebook que gerou, em 2010, dois mil milhões de dólares em receitas provenientes de publicidade, quando em 2006 não ultrapassou os 40 milhões de dólares. Uma companhia de análise de mercado estima que, em 2012, as receitas relacionadas com publicidade ascenderão a uns astronómicos seis mil milhões de dólares.

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França: Relatório sugere alterações na regulamentação da lei de jogo e apostas online. Actuais práticas fiscais visadas

01 junho, 2011


Fez um ano, em 12 de maio, que a França abriu o seu novo mercado totalmente legislado e regulamentado de jogo e apostas online. Desde o início, que a Lei em vigor é um assunto muito sensível. Apesar de servir de exemplo para outros mercados emergentes (Espanha, e fala-se em Portugal), os operadores online e profissionais do sector manifestaram sempre que as estruturas fiscais e leis impostas sobre o tema são injustas e passíveis de criar obstáculos a um mercado rentável e competitivo para todos.

Agora, a AFJEL (L'Association Française du Jeu en Ligne) - A Associação Francesa de Jogos Online, apresentou à comissão financeira da Assembleia nacional francesa um relatório em que discute os seus pontos de vista sobre estes temas. De referir, que os mentores deste trabalho foram Jean-François Lamour (presidente, e ex-relator do projecto de lei (jogo on-line) e Aurélie Filippetti (Partido Socialista francês).

O objectivo do novo relatório é recomendar a implementação de algumas reformas de modo a que o mercado de jogo e apostas online em França seja mais justo tanto para os jogadores, como para os operadores licenciados no país. No relatório, é especificado em detalhe os pontos chave para uma regulamentação mais eficaz.

Por exemplo, as operadoras acham que as restrições estabelecidas na Lei impedem quase por completo alterações à forma legal. Neste caso, citando a questão dos jogos de poker online disponíveis, as opções são limitadas apenas à Pot Limit Omaha e Texas Hold’em. Além disso, o problema estende-se aos casinos online em geral, que estão a sofrer com a falta de opções disponíveis de modo a atrair os jogadores para os seus sites.

Outra questão importante são os impostos praticados. Os operadores argumentam que os impostos exigidos pelo governo francês são bastante elevados e a maioria dos operadores licenciados não têm margem suficiente de lucro para operar com resultados financeiros positivos. Em vez de definir uma taxa de imposta com base no valor das apostas de cada jogador, o governo, deverá sim, arrecadar uma parcela da receita bruta dos operadores.

De acordo com Jean-François Lamour e Aurélie Filippettias, o quadro que foi criado, é bastante satisfatório. Eles, contudo, apontam para uma lacuna - a contínua oferta de jogo ilegal (não licenciado) e revelam algumas conclusões para o actual crescimento do mercado negro (pararelo): a ineficiência das medidas de bloqueio (endereços IP´s), falta de meios da ARJEL (regulador), mas também numerosas restrições técnicas e elevado nível de tributação que pesa sobre a atractividade do mercado legal. Também é apontado a falta de meios humanos e financeiros dedicados à luta contra o problela do jogo on-line (Adicção).

É sugerido, portanto, uma série de recomendações comuns como as modificações que poderiam ser adoptadas através de medidas legislativas (Lei de Finanças de 2012 ou propostas projecto de lei específico) ou por decretos.

Resumo do Relatório proposto à Assembleia Nacional

Após uma breve introdução, recordando o contexto da adopção da Lei 12 de maio e os objectivos do presente relatório, ou seja, para avaliar a implementação da lei, os seus resultados e limites, o relatório está dividido em cinco partes:

1. A primeira parte, descreve e analisa as principais condições da abertura do mercado: supervisão da ARJEL, a criação de uma comissão para o jogo online, a regulamentação da publicidade, a luta contra a lavagem de dinheiro, direitos desportivos, moderadores de jogo.

2. A segunda parte sublinha as questões actuais: status (estado) dos antigos monopólios, as restrições e limitações de licenciamentos de segmentos, as questões fiscais, e a luta contra os sites ilegais.

3. A terceira parte, aborda as evoluções possíveis da lei
4. A contribuição de Aurélie Filippettias
5. A contribuição de Jean-François Lamour

I. Análise do mercado de Apostas e Jogo online em França
Uma avaliação positiva do quadro geral

- Os dois intervenientes sublinham a rapidez do processo de implementação da Lei, desde que foi publicada por decreto (em 6 meses). Eles insistem sobre o importante papel desempenhado pela ARJEL para regular o sector, mas denunciam o atraso de medidas por parte do comité consultivo para o Jogo Online

Jean-François Lamour e Aurélie Filippettias recordam também o histórico dos números e factos publicados pela ARJEL e afirmam que não houve o fenómeno de "canibalização", ou seja, que o sector de jogo online não enfraqueceu o offline (físico). Eles, contudo, expressam as suas preocupações sobre a redução do número de operadores online no mercado (afirmando que o mercado não é o "El Dorado" esperado", e as consequências que tal diminuição pode produzir no orçamento do Estado.

De acordo com os deputados (Lamour e Filippettias), a lei teve em conta essencialmente questões de ordem pública e social, embora a regulamentação da publicidade ao jogo (eles afirmam que não houve "inundação de publicidade"), as medidas para evitar lavagem de dinheiro (afirmam que "o sector do jogo offline causa mais problemas"), e à prevenção de conflitos de interesse. No entanto, relativamente ao jogo problemático (Adicção), o conjunto de delegados reforça a mensagem que as medidas postas em prática são insuficientes.

Acerca dos antigos monopólios, os deputados consideram que o mercado é competitivo, embora o peso da FDJ e PMU mantenha-se forte, especialmente graças a "subsídios cruzados". A este respeito, o relatório refere-se em grande parte o parecer da Autoridade da Concorrência prestados em fevereiro de 2011.

Sobre os direitos desportivos, os dois deputados numa primeira avaliação consideram os resultados "encorajadores". Segundo eles, as primeiras dificuldades para abrir um diálogo entre os operadores e as federações desportivas foram superadas. Além disso, sublinham que o custo para os operadores é "modesto" e não poderia ser uma fonte de desequilíbrio do seu modelo de negócio.

O reconhecimento de que uma oferta de jogo online ilegal prevalece.

É referido pelos mentores do relatório, existir uma oferta residual de jogo ilegal na ordem dos 10% a 15% de acordo o apuramento do Governo e a reguladora ARJEL - e ainda por cima, com todos os tipos de segmentos incluídos, ou seja, jogos de casino e lotarias.

Está a ser feita ainda uma reflexão sobre as razões para esta oferta ilegal persistir. Os meios para lutar contra a oferta de sites e produtos ilegais parece ser insuficiente. Por exemplo, o mecanismo financeiro de bloqueio, tal como previsto no artigo 62, não foi usado ainda. Além disso, a "cyberpatrouilleurs" (sistema de protecção) tem falta de dinheiro. É também referido que os operadores online licenciados têm que lidar com "grandes restrições", nomeadamente relacionadas com a elevada carga fiscal em alguns segmentos de jogo. O segmento de poker é muito restrito e, pouco atraente para lançar um negócio competitivo.

Finalmente, os deputados, afirmam que o sistema fiscal francês é muito elevado comparado com outros países regulamentados e explicam em medida o descontentamento dos operadores pelo actual sistema de tributação. "Não será legítimo perguntar sobre o sistema fiscal, já que a sua rentabilidade e, portanto, quadro regulamentar, não parece ser assegurado?", e acrescentam que "uma redução da tributação poderá permitir aumentar o rácio de receitas fiscais de travar o oportunismo do mercado negro (jogo ilegal).

II. Recomendações comuns

- Reforçar os mecanismos de auto-exclusão e de moderação
- Reforçar os meios humanos e financeiros do "cyber crime informático"
- Permitir que os jogadores registados num outro operador licenciado em outro país europeu possa ter acesso a torneios de poker "fr".
- Criar um modelo de direitos desportivos para apostas hípicas (corridas de cavalo)

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bwin.party é a nova patrocinadora do Circuito Padel Pro Tour

27 abril, 2011


A Bwin.party, a maior empresa do mundo de jogo online, acaba de assinar um acordo de patrocínio de três anos do circuito de Padel Pro Tour, que passa agora a ser conhecido comobwin Padel Pro Tour”. A marca bwin tornou-se o patrocinador oficial e parceiro de apostas ao vivo com direitos de exclusividade para a transmissão de todos os eventos da modalidade.

Norbert Teufelberger, co-CEO da bwin.party, comenta:

Estamos orgulhosos de ser os patrocinadores do Padel Pro Tour, um desporto que está a tornar-se cada vez mais popular na Europa e no resto do mundo. É um jogo emocionante de se assistir e agora vai ser emocionante apostar.“

Javier Ron, Director Geral do Padel Pro Tour, afirma:

Estamos muito satisfeitos por ter a bwin.party como parceira nesta nossa 6ª temporada e neste espectáculo extraordinário que é o Padel profissional. Acreditamos que este acordo contribuirá decisivamente para o desenvolvimento do Padel e para a sua expansão na Europa.“

Na sua actividade de patrocínio, a marca bwin sempre apostou fortemente em desportos de massas tais como o futebol, automobilismo e basquetebol, a nível nacional e internacional. A lista de patrocínios é já extensa: a Bwin.party é a patrocinadora principal do Real Madrid, parceira mundial da FIBA, (a Federação Internacional de Basquetebol) e de todos os seus campeonatos europeus e mundiais desde 2004. A bwin.party tem vindo a patrocinar também os MotoGP de Jerez e do Estoril.


Sobre o Padel:

É um desporto relativamente recente, com cerca de dez milhões de jogadores mas é considerado um dos desportos que mais tem crescido no mundo. Desenvolvido no final dos anos sessenta na América do Sul, o moderno jogo de Padel Ténis foi introduzido na Europa através de Marbella, no sul de Espanha, durante a década de 1970.

O que diferencia o Padel dos demais desportos de raquete como o ténis e o squash é o facto de a área de jogo ser fechada em ambas as extremidades com vidro, o que faz com que estas recoloquem a bola em jogo, dando mais emoção e dinamismo à disputa de um ponto. A singularidade do jogo permite aos jogadores usar as paredes circundantes que compõem o court a devolver a bola, aumentando a sua popularidade como um desporto de espectador. www.bwinpadelprotour.com

Sobre o bwin.party:

A bwin.party digital entertainment é a maior empresa do mundo de jogo online. A empresa foi formada a partir da fusão da bwin Interactive Entertainment AG e a PartyGaming Plc a 31 de Março de 2011. Estabelecido, licenciado e regulamentado em Gibraltar, o Grupo tem mais de 3.100 funcionários em escritórios na Europa, Índia, Israel e EUA. A bwin.party é também licenciada em Alderney, França e Itália e ocupa uma posição de liderança em cada um dos seus produtos-chave como apostas desportivas online, poker, casino e bingo com as maiores marcas mundias de jogo online como bwin, PartyPoker, PartyCasino e Foxy Bingo. O nosso software, as nossas plataformas de jogos online e um alargado portfólio de jogos diferenciam-nos da nossa concorrência.

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Fonte: Bwin

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Alemanha implementa projecto polémico para controlar jogo e apostas online

20 abril, 2011


O braço de ferro entre operadores de jogo e apostas online e o governo federal mantêm-se bem acesso na Alemanha. As tentativas de encontrar um modelo que satisfaça todos os envolvidos levanta cada vez mais discussão. De um lado, a Alemanha, que apesar de algumas derrotas no Tribunal de Justiça Europeu, continua a ditar as regras do jogo, através do seu monopólio estatal aplicando agora novas leis, que segundo os operadores voltam a ser contrárias ao direito comunitário e que beliscam a competitividade da indústria.

A nova ruptura nasce depois do estado de Schleswig-Holstein, um dos 16 estados federais alemães que compõem a Länder, ter anunciado um projecto de lei em que complementa a introdução de novos produtos, como o poker online, casinos online, e claro, as apostas desportivas online, tudo inserido num modelo legislado e regulamentado. Empresas como a Bwin, Jaxx, PokerStars, William Hill, Betfair ou a Associação de bookmakers alemães declararam o seu apoio às intenções do estado de Schleswig-Holstein em reformular as suas leis de jogo.

Na notificação de intenções apresentada à comissão reguladora de jogos alemã, o estado de Schleswig-Holstein, garantiu a preservação do monopólio de lotarias e apostas alemão, mas também a possibilidade de oferecer produtos de outros jogos na internet para jogadores alemães. O projecto sofreu desde logo reacção negativa por parte dos restantes presidentes dos estados alemães (Länder) alemães, que apenas autorizam o segmento de apostas desportivas online, em detrimento de outros produtos e serviços.

Na sequência de tal decisão, o presidente da Bwin, Norbert Teufelberger, define esta negação como contrária ao direito europeu e, sobretudo, ignorante das realidades do mercado.

Para o grupo de empresas da Indústria, a regulação única e exclusiva das apostas desportivas online está condenada ao fracasso, enquanto a proposta do estado de Schleswig-Holstein apresenta-se como um modelo prático, uma vez que atende às diretrizes do Tribunal de Justiça Europeu, e à criação de um ambiente justo dando possibilidade às empresas respeitáveis oportunidade de oferecer aos clientes alemães produtos seguros, atraentes e compatíveis com o direito europeu. O actual mercado "negro" existente poderia ser regulamentado, e as receitas fiscais (que aprovassem) seriam protegidas.

Mathias Dahms da Jaxx SE/mybet, disse na mesma linha: "Outros estados deveriam seguir o exemplo de Schleswig-Holstein, caso contrário estamos a caminhar para um monopólio estatal virtual. O modelo proposto por outros estados da federação torna quase impossível o sucesso do negócio, obrigando-os praticamente a retirar-se do mercado alemão.

Para piorar ainda mais o cenário na Indústria de jogo online na Alemanha, a nova legislação, contém uma regulação que monitoriza de perto os jogadores. A medida gerou a maior controvérsia, levando à oposição dos jogadores que já apontaram os riscos que possam surgir.

A legislação utiliza o "Network Lock", um programa de controlo da Internet e que pode ser usado para bloquear sites, censurar conversas compartilhadas e mensagens instantâneas. Com base no conteúdo, o programa pode bloquear e censurar automaticamente alguns comentários na "net" por usuários que residam na Alemanha. Portanto, se um jogador quiser procurar por algo que o governo alemão considere "inaceitável", então essa pessoa não terá acesso a tais sites. A ideia é combater os sites de jogo online não licenciados no país.

As vozes critícas do presente regulamento, acreditam que existem formas mais eficazes de garantir que os cidadãos mantenham-se dentro das práticas legais em relação ao jogo e apostas online. Segundo, essas pessoas, a lei de bloqueio - Network Lock -, serve apenas para controlar de maneira ostensiva todos os movimentos de trafégo na rede. Acreditam que não só invadem os seus direitos de privacidade como jogadores na internet, como de todos os cidadãos residentes na Alemanha.

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Ladbrokes desistiu do negócio para compra da Casino 888

12 abril, 2011


Sem dúvidas, a Ladbrokes é uma das empresas mais antigas e respeitadas na indústria de apostas. A casa de jogo online, cujas raízes remontam a 1886, tem 14 mil funcionários na Grã-Bretanha, com cerca de 16 mil empregados no total. A Ladbrokes um dos líderes mundiais no mercado, opera tanto no Reino Unido, como na Irlanda, Bélgica e Espanha e tem mais de 2700 lojas de apostas.

Além de sua enorme presença fisíca no mercado, a empresa também possui uma extensa rede de sites online, acessíveis através da Internet, como por telefone. No segmento por telefone, atendem na ordem das 85 mil chamadas de consumidores, enquanto no segmento de jogo pela internet possuem mais de 800 mil clientes activos.

As apostas são oferecidas em 13 locais, em 9 idiomas diferentes e onde é possível utilizar até 17 moedas alternativas. Numa tentativa de revitalizar a empresa, a Ladbrokes pensou em comprar a companhia de casinos online 888, um dos concorrentes directos no mundo do jogo na internet.

Mas a ideia de um possível negócio ficou oficialmente afastada, porque de acordo com a análise discutida internamente, a aquisição não serve os interesses da empresa e dos accionistas do grupo. Alguns rumores sugerem que uma das razões pela qual a compra não se realizou, foi o baixo preço de mercado das acções da 888.

Como uma desgraça não vem só, as acções da 888 perderam 10% do seu valor após conhecimento público do falhanço negocial. Pelo contrário, as acções da Ladbrokes tiveram uma substancial subida na Bolsa de valores. Vários analistas do sector dizem que a decisão é definitivamente a melhor para a Ladbrokes, no entanto, é imperativo que a empresa defina o seu papel estratégico dentro da indústria de apostas online de modo a segurar a sua relevância no mercado, onde este está cada vez mais competitivo.

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Apostas Online: Experiência espanhola à atenção do governo português, por Sacha Michaud

18 março, 2011


O jornal "O JOGO" deu uma entrevista bem interessante a Sacha Michaud, um dos mais activos impulsionadores pela regulamentação das apostas online em Espanha e que expressou o seu conhecimento sobre a Indústria e desenvolvimentos políticos, que poderão em breve, ser aplicados em Portugal.

Sacha Michaud, presidente da Associação Espanhola de Apostadores por Internet (AEDAPI), esteve em Portugal para se reunir com operadores do sector, no sentido de passar a experiência vivida em Espanha, onde já foi possível encontrar um entendimento para regular um negócio que, nos dias de hoje, pode ser fundamental para o desporto em geral.

"Estou a falar com operadores que também são sócios em Espanha. Decidiu-se que deveria ser formada uma comissão, formada pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional, os Casinos e a Santa Casa da Misericórdia, para proceder à análise de como regular a futura lei deste sector", explicou Sacha Michaud, explicando ainda quem fica a perder com o actual vazio legislativo português.

É que, em Portugal, o jogo é regulado pela Santa Casa da Misericórdia, mas as apostas online não estão enquadradas na legislação, razão pela qual os conflitos jurídicos se sucedem e as dúvidas substituem o potencial investimento:

"Quem é prejudicado por isto? Os operadores, que não têm um quadro legal sob o qual operar e condições para poderem investir, com garantia de permanência a longo prazo. Mas também os consumidores, que não têm defesa e informação relativamente às boas práticas comerciais das empresas, e o próprio Estado, que fica privado de uma receita fiscal importante, já que os operadores estão a pagar os seus impostos nos países onde têm licença."

"Portugal deve seguir o exemplo"

Sacha Michaud conhece bem o caminho para a regulamentação no país vizinho e deixa um conselho aos legisladores portugueses: "Estivemos envolvidos durante cinco anos no processo legislativo em Espanha e, agora, o governo entendeu, finalmente, a necessidade de legislar sobre o assunto e parece que tudo está no bom caminho. É importante que Portugal siga o exemplo."

Questionado sobre a disponibilidade dos operadores para aumentar o investimento e estendê-lo às mais diversas modalidades desportivas, Sacha Michaud foi peremptório: num quadro legal adequado, essa é uma garantia.

"Claro que sim. Mais do que acreditarem na minha palavra, basta ver o que sucedeu nos mercados em que a regulamentação existe. Está demonstrado que o investimento cresce e os benefícios aumentam em todos os sectores", afirma o presidente da AEDAPI.

Certo é que, enquanto esperam pela legislação, os operadores pugnam por um estudo adequado das suas especificidades, para evitar uma regulamentação inadequada, como sucede, de momento, em França.

"É muito importante regular o sector, mas é fundamental que se legisle bem e de forma consciente para que todas as partes envolvidas possam sair beneficiadas", assegura, antes de explicar o estado do desenvolvimento legislativo no resto da Europa, onde, de momento, a realidade evolui em contextos diferentes: "Há duas velocidades na regulamentação do espaço europeu. Por um lado, está em curso o processo mais rápido, com cada estado a regular o seu mercado nacional, mas está também em estudo uma regulamentação para todo o espaço da União Europeia.

O vazio legislativo e o papel desempenhado pela Santa Casa da Misericórdia, que tem o monopólio do sector no território nacional, deram origem a um conflito com as casas de apostas online, mas nem este duelo travou os patrocínios de algumas empresas do sector.

"É um conflito interessante. O dinheiro envolvido neste sector é necessário para as competições e para os clubes, principalmente neste momento de crise", observa Sacha Michaud, consciente de que algumas das competições nacionais já foram, e continuam a ser, apoiadas por casas de apostas online, assim como alguns clubes de futebol profissional.

Urgente será ultrapassar as dificuldades, até porque, como aponta o presidente da Associação Espanhola de Apostadores por Internet, o negócio continuará a existir, independentemente do quadro legislativo português:

"Para a Santa Casa, o sector é um monopólio e pretendem estender esse monopólio à internet. O problema é que, com ou sem patrocínios, o negócio não deixa de existir num espaço virtual e comum e o utilizador português pode sempre investir através de empresas sediadas fora do país, sem benefícios para os portugueses."

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Holanda vai abrir e regulamentar mercado de jogo e apostas online

15 março, 2011


Na senda do progresso de regulamentar e licenciar o mercado de jogo e apostas na internet, o governo de coligação da Holanda deu parecer favorável para colocar em prática um plano de licenciamento em linha com os modelos recentemente adoptados por Itália e França.

Deste modo, a Holanda prevê abrir o novo mercado já em 2012, com a exploração a visar apenas as empresas nacionais, e então, em 2015, avançar para a internacionalização com a abertura das suas portas aos operadores estrangeiros.

Não pense que este foi um processo simples. Os governos anteriores tinham sempre decretado a proibição dos jogos na internet, e o avanço do ideal progressista deve-se em parte ao novo governo de coligação, com uma abordagem bem mais liberal.

A mudança da opinião governamental, começou em parte, nas políticas de restrições ao jogo online, sistematicamente atacadas em tribunal com o intuito de travar o desenvolvimento da indústria no país. A razão defendida: «interesse público». O reflexo destas políticas de contenção foi o aumento de ano para ano de milhares de jogadores holandeses no mercado de jogo proibido ou ilegal.

Agora, com o regulamento do mercado dos jogos online, o governo holandês vai ser capaz de fornecer supervisão, combater as actividades ilegais e oferecer um ambiente mais seguro, controlado e moderno de jogo para todos os seus cidadãos.

Os benefícios da regulamentação serão também importantes para os cofres do Estado holandês. A estimativa é que numa primeira fase de licenciamento nacional, as receitas anuais com taxas e impostos ascedam a 10 milhões de euros, e, em 2015, com a entrada das operadoras internacionais o valor aumente significativamente.

Quanto à distribuição das receitas provinientes da actividade (jogo online), grande parte será para o movimento desportivo (desporto em geral).

No projecto, está anunciado a criação de uma autoridade reguladora de jogo online, à imagem do que existe em França com a ARJEL, ou na Itália com a AAMS. Actualmente a entidade estatal Holland Casino detém o pleno monopólio do jogo naquele país. Com o novo plano de abertura do mercado de jogos online, em 2012, o monopólio será suspenso e, assim, os jogadores podem começar a escolher entre uma vasta gama de operadores nacionais licenciados.

Portanto, em 2012, apostas desportivas online, poker, lotarias, e bingo serão actividades legais na Holanda. Em 2015, mais produtos poderão ser licenciados, segundo o governo local.

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Espanha: 2010 gerou receitas de 315 milhões de euros no Jogo Online e Apostas

18 fevereiro, 2011


Poucos são os segmentos indústriais que nestes últimos anos podem fechar as contas e apresentar lucros. Em Espanha, e seguindo a tendência mundial, o sector de apostas e jogo online continua o seu crescimento sustentado alcançando um lucro de 315 milhões de euros em 2010.

Os resultados financeiros estimativos apresentados pela Associação Espanhola de apostadores na Internet (AEDAPI), fixou um crescimento de facturação em 20% em relação a 2009 e cerca de 370 mil jogadores/usuários activos em Espanha, o que representa uma subida em 33% comparativamente com o ano de 2009 (280 mil jogadores activos).

Quanto às comunidades autónomas espanholas onde o número de jogadores registados é mais acentuado: Madrid e Catalunha dominam, seguido pela Andaluzia, Valência, Castilha e León.

No relatório é discriminado as variações dos segmentos de jogos, com as apostas desportivas online a gerar lucros de mais de 110 milhões de euros, obtendo um aumento de 21% em relação a 2009. O segmento de Poker, um dos mais populares, registou um crescimento de 26% em relação a 2009, com um lucro de 85 milhões de euros. Em relação aos jogos de casino e outros jogos de habilidade as receitas cifram-se nos 120 milhões de euros, com uma subida efectiva de quase 14% em relação ao ano homólogo.

Quanto ao desporto favorito dos espanhóis para fazer as suas apostas desportivas na internet, o futebol é o denomidador comum, com volumes de apostas na ordem dos 70 por cento. O ténis e o basquetebol também apresentam crescimento nos últimos anos, como também os desportos motorizados e as corridas cavalo mostram alguma popularidade entre os nossos hermanos.

Investimento em publicidade e patrocínios em Espanha

Ainda de acordo com a AEDAPI, estima-se que as empresas de apostas e jogo online invistam anualmente mais de 100 milhões de euros em patrocínios e publicidade desportiva. Neste sentido, praticamente todos os clubes da Liga Espanhola de futebol tem um patrocinador pertence à indústria de jogos online. Entre os casos mais ilustres, a Bwin com o Real Madrid, Valência com a Unibet, a Betfair com o FC Barcelona, ​​juntando-se outras grandes alianças como Interapuestas com o Espanyol de Barcelona e o Sevilha com a 12bet.

Numa análise da AEDAPI, a redistribuição dos valores em publicidade são que, 60 destes 100 milhões de euros anuais destinam-se à aquisição de espaços publicitários, principalmente através de anúncios na rádio, jornais, banners em sites, ou anúncios na televisão através do poker patrocinado. Sucintamente, estima-se que cerca de 30 milhões de euros sejam aplicados em publicidade online, 20 milhões em páginas de anunciantes de jornais e emissoras de rádio, e 10 milhões seriam referentes a despesas de patrocínio em programas de televisão nas principais redes do país.

Os restantes 40 milhões de euros são distribuídos pelos patrocínios de clubes desportivos da Primeira e Segunda divisão espanhola nas modalidades de basquetebol, andebol e outras.

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A crescente importância dos telemóveis na Indústria de jogo online

16 fevereiro, 2011


Longe vão os tempos em que os telemóveis apenas se limitavam a chamadas de voz e o tradicional SMS. Nos dias de hoje, a indústria de aparelhos móveis permite ao utilizador realizar todo o tipo de operações sem a necessidade de um desktop ou computador portátil. A evolução proporcionou oportunidades para muitos sectores de negócio, e a Indústria de jogo online não foi excepção.

Nos dias de hoje, uma operadora de jogos de fortuna e azar descurar a importância desta realidade, é o caminho para o fracasso. O boom dos jogos online em dispositivos móveis é agora. Dizer que actualmente os dispositivos móveis têm um papel cada vez maior é já óbvio.

A este propósito, Clive Hawkswood, director-executivo da Remote Gambling Association, disse que enquanto os dispositivos fixos, tais como os computadores continuam como tecnologia dominante para os jogadores e apostadores, o crescimento no sector das comunicações móveis é inevitável. "

"O jogo continua, como alguns dizem na vanguarda da tendência geral, no desejo aparentemente de acompanhar as tecnologias inovadoras para os consumidores.", explicou.

Clive Hawkswood afirmou que as pessoas querem produtos e serviços que estejam disponíveis 24 horas por dia nos sete dias da semana e, portanto, as restrições dos Estados sobre o jogo remoto não são uma opção viável a longo prazo ou mesmo a curto prazo. A única abordagem realista a ser tomadas pelos governos é criar um "bom modelo de licenciamento regulamentado."

Os comentários deste perito surgem após a britânica William Hill anunciar o lançamento de um novo aplicativo para Android que permitirá aos seus clientes aceder a mais de 40 mil jogos (entre todos os segmentos) e mercados especializados.

As aplicações para telemóveis des empresas de jogo online já estão no mercado através da plataforma Android 2.3. As operadoras que investiram neste momento têm já um interessante segmento de mercado. Sem dúvida, este novo dispositivo pode ser o "veículo" para que os operadores de casinos móveis e salas de poker inovem e garantam um público mais amplo.

A Sony Ericsson lançou o Xperia Play Smartphone, o primeiro smartphone com certificado PlayStation, durante o Mobile World Congress, realizado em Barcelona. O Xperia Play oferece um sistema operativo Android 2.3 (Gingerbread) com interface Timescape, tem um processador Snapdragon a 1 GHz com processador gráfico Adreno que permite jogar em 3D até 60fps, um ecrã táctil multi-toque de 4” com resolução FWVGA e uma câmara de 5,1 MP com AF e flash LED (sem gravação de vídeo HD). Outras características incluem WiFi, Bluetooth e 512 MG de RAM, e um GPS.

No entanto é quando se desliza o painel com os controlos de jogo que se percebe qual é o trunfo deste telemóvel e qual o fim a que se destina: jogar! Este painel tem um D pad digital, 2 touch pads analógicos, 2 botões próximos dos cantos e ainda os habituais ícones PlayStation (círculo, cruz, quadrado e triângulo).



A Spin3 um dos expositores habituais nas anteriores edições do Mobile World Congress, através do seu director, Matti Zinder, disse que "2010 foi um ano de avanços para o sistema operativo Android, mas que 2011 está perfilado para ser o ano de domínio no sector de aparelhos móveis. Os analistas da consultora Canalys já denominaram a Android como a plataforma móvel líder no mundo, superando pela primera vez a plataforma Symbian da Nokia".

As empresas de jogo e apostas online, tais como a Bwin, William Hill, Betfair, Bet365, BetClic, Paddy Power, VC entre outras já perceberam o potencial fantástico deste mercado de Gambling (jogo) nos telemóveis. A internet revolucionou o modo de se jogar no século passado e os novos aparelhos de telemóveis vão marcar este ínicio do Século 21.

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Gibraltar e Malta - Os grandes centros de Jogo Online da Europa

20 janeiro, 2011

Gibraltar

Na Europa, países como Malta e Gibraltar, são conhecidos por oferecer sistemas tributários competitivos que atrairam as operadoras de apostas online, contribuindo assim para a criação e abertura de empresas nas suas jurisdições e estimular as suas economias. Convém referir, que estes dois terrítórios, são considerados - em termos regulação do jogo, uma jurisdição da União Europeia.

No caso de Malta, foi o primeiro Estado da União Europeia a regular totalmente o jogo online. Já Gilbratar, recebeu em meados dos anos 90 vários operadores de apostas, que abandonaram o Reino Unido. As licenças de Jogo Remoto de apostas são emitidas pela Gibraltar Regulatory Authority (Autoridade Reguladora de Gibraltar) ao abrigo do disposto no Gambling Act 2005. As empresas que pretendem operar a partir de Gibraltar estão sujeitas a um rigoroso processo de candidatura e as licenças apenas são concedidas às de reputação e competência comprovada e com um historial e um plano de actividades realista.

Tanto Gibraltar como Malta são considerados um dos principais centros internacionais que regulam o jogo remoto de forma eficaz e responsável. Na verdade, ests países tornaram-se uma referência de como o i-Gaming deve ser regulamentado. Como reflexo da sua postura profissional sobre a regulamentação do jogo na internet, estes territórios são o destino preferencial para a indústria de jogo online.

Para puderem suportar tal número de empresas, e em qualidade, os dois estados tiveram que apostar forte na sua capacidade de infra-estruturas de telecomunicações. Em ambos os países, o nível de oferta de novas tecnologias é dos mais mais progressistas e desenvolvidos do mundo para jogo remoto e actividades de e-Business. Nesta àrea, está a ser implementado o centro de Novas tecnologias da SmartCity, um projecto da Dubai Internet City, com investimento estimado em 300 milhões de dólares, de modo a permitir a entrada de empresas mundiais de i-Gaming que queiram estabelecer uma presença na Europa.

O sucesso da regulamentação do jogo online em Malta e Gibraltar tem ajudado a economia destes dois países, mas a a indústria enfrenta agora desafios sobre as questões transfronteiriças, nomeadamente no que outros países da União Europeia pretendem limitar a prestação de serviços de jogo aos seus cidadãos.

A jurisprudência tem-se suportado numa linha de interpretação segundo a qual os Estados-Membros têm a faculdade de fixar os objectivos da sua política de jogos e definir o nível de protecção desejado, pelo que podem proibir operadores de oferecerem jogos de fortuna e azar pela internet no seu território, mesmo que se encontrem legalmente estabelecidos noutro Estado-Membro onde forneçam serviços.

Afinal de contas, muitos dos governos da UE nunca viram com bons olhos a questão de não puder tributar este negócio devido os detentores de licenças de jogo online operarem a partir de jurisdições fiscais mais favoráveis.

Malta

O modelo adoptado por Malta e Gibraltar com políticas fiscais atractivas, - válida para todo o território da UE entra em conflito com a autonomia de cada Estado em estabelecer a sua política de jogo, uma vez que a aplicação do princípio do reconhecimento mútuo se encontra vedada ao sector, e por essa via a harmonização do mercado, conforme pretendem as organizações representantes dos operadores.

Este contencioso, deu azo a um crescente número de queixas por empresas de apostas desportivas sobre as limitações no acesso aos mercados nacionais. A Comissão Europeia viria a instaurar vários processos de infracção contra Estados-Membros a fim de verificar se as medidas nacionais limitando a oferta transfronteiriça de apostas desportivas online eram compatíveis com as disposições do artigo 49º do Tratado União Europeia, que garante a livre circulação de serviços.

A Comissão, que no passado se recusou a participar nestas questões, mantendo-se irredutível em torno dos procedimentos individuais de infracção, compreendeu finalmente o repto lançado pelas iniciativas do Parlamento e do Conselho para alcançar um acordo político sobre o estatuto legal do jogo tradicional e do jogo online na Europa. Como disse, esta semana, o Comissário para Serviços e Mercado Interno da União Europeia, Michel Barnier, prometeu apresentar o Livro Verde para a Indústria de Jogo Online na UE, onde se espera em breve atingir uma harmonização do mercado.

Actualmente, existem nove processos de infracção a serem analisados pela Comissão sobre questões transfronteiras, nomeadamente na Alemanha, Hungria, França, Àustria, Bélgica, Suécia, Itália e Holanda. Neste contexto, esclareceu Michel Barnier: - "Eu quero lançar um diálogo construtivo [sobre o jogo] com o Parlamento, Estados-Membros e as partes interessadas".

Enquanto se aguarda pelas resoluções para uma uniformização das leis de jogo na Europa, o Reino Unido, por exemplo, perspectiva alterar o seu modelo altamente liberalizado, para um sistema bem mais restritivo - à imagem do que se sucede no resto da europa. De acordo com um documento do governo britânico, pretende-se impedir empresas de operar sem licença obtida pela sua Comissão de Jogos. Se a versão final da proposta for aplicada, então todos os operadores licenciados nos estados membros do Espaço Económico Europeu (Malta e Gibraltar), terão que solicitar uma licença de exploração adicional no Reino Unido. Da mesma forma, o Primeiro-Ministro da Irlanda, Brian Cowen, anunciou que o governo irlandês quer introduzir uma legislação que exija das empresas de jogos estrangeiras a obtenção de uma licença para operar no mercado online irlandês. Na Bélgica, esperam-se mudanças significativas no regulamento existente sobre apostas e jogos online que, em algumas partes são consideradas incompatíveis com a legislação da União Europeia, os certificados serão emitidos apenas para operadores já existentes. Vai ser muito difícil, senão impossível, para um operador estrangeiro da UE obter uma licença, na Bélgica.

Na Holanda o jogo online é legal, mas o governo ainda não emitiu qualquer licença para o poker online, bingo e casinos online.

Para concluir pode-se dizer com segurança que Gibraltar e Malta como membros da União Europeia tem todas as condições para manter e fazer crescer a sua importância como grandes centros para a indústria de jogo online. À luz dos recentes desenvolvimentos legais e políticos é bastante provável que a maior fatia do negócio do jogo on-line fique instalada neste dois países. A dificuldade destas considerações está dependente da forma como a União Europeia, no seu conjunto, responderá à questão de se e como regulará o jogo de controlo remoto. O futuro desta forma de comércio está dependente tanto de acontecimentos técnicos como legais, que são bastante complicados de prever.

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Bwin lança a primeira aplicação de Poker real money para iPhone

19 janeiro, 2011


O Texas Hold’em cash games já está disponível na App Store

A bwin, empresa líder de entretenimento online, acaba de lançar a primeira aplicação de poker real money para o iPhone. A aplicação já está disponível na App Store no Reino Unido e na Áustria e estará presente em mais países muito brevemente.

Graças a esta aplicação desenvolvida pela bwin para o iPhone, os nossos clientes podem, pela primeira vez, mostrar o que valem na maior rede de poker do mundo através do famoso iPhone” explica Berthold Kao, responsável pela gestão do produto RNG & Mobile na bwin.

A Bwin poker iPhone app oferece novas possibilidades aos entusiastas de poker.

A combinação do jogo mais popular de todos, o Texas Hold’em, o interface intuitivo e o fácil registo, trazem toda a emoção e diversão para o mundo móvel.

O próprio design da aplicação facilita a navegação e permite uma imagem muito nítida. A melhor mão de um jogador é exibida automaticamente e o histórico da sessão em curso é exibida num toque.

Com o iPhone app de poker, continuamos a ampliar a nossa liderança no sector de entretenimento móvel. Juntamente com a aplicação bwin Casino Live e para o iPhone, conseguimos oferecer aos nossos clientes um portfólio completo“ conclui Berthold Kao.

Fonte: Bwin

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Espanha: Poker e Apostas de intercâmbio sofrem com nova lei de jogo. Jogadores contra excesso tributário

05 janeiro, 2011


Como informei há dias, a Espanha passa por uma reformulação da sua lei de jogo, estando nesta altura em discussão o novo Projecto de Lei, que em princípio será lançado durante este ano. A verdade, é que já são conhecidas as principais linhas que o vão reger, e sem demoras, já sofre constestação de todos os envolvidos. Quer dizer, todos menos o governo espanhol, que para já não se pronunciou.

Mas para, a Associação Espanhola de apostadores na Internet (AEDAPI), que ofereceu a sua experiência em todo o processo de regulamentação, acusa o governo de não ter tomado em consideração os conhecimentos dos operadores privados online, a indústria tradicional, nem os usuários especialistas em Internet.

Segundo esta organização, se não for alterado o Projecto de Lei, a Espanha poderá ter uma das piores regulamentações da Europa, o que seria altamente prejudicial para empresas e apostadores/usuários.

O Projecto de Lei propõe que a tributação aplicada sobre as casas de apostas seja sobre o volume de negócios e não sobre lucros brutos. A AEDAPI tem manifestado várias vezes que este tipo de imposto sobre o volume facturado é altamente prejudicial para a indústria, já que não pode oferecer produtos competitivos, o que vai afectar directamente o usuário.

O regulamento proposto pelo Projecto de Lei vai levar a que muitos usuários procurem o mercado ilegal incentivando a conduta fraudulenta e forçando muitos operadores a repensar a sua presença em Espanha. Este efeito em cadeia trará sérias repercussões na capacidade do governo em conseguir as metas previstas na captação de receita fiscal.

No caso especifico do Poker online e das Apostas de intercâmbio, dois dos segmentos na interntet com mais sucesso no mundo, sofrerão bastante com a alta carga fiscal. Neste tipo de jogos os operadores têm uma comissão sobre os ganhos de cada jogador, um valor que não tem qualquer ligação directa com a quantidade de dinheiro jogado. Portanto, para existir um imposto sobre o volume total, não haveria lógica existir este tipo de operadores no mercado. Os criadores do projecto de lei que regulamenta o jogo em Espanha, parecem não entender as necessidades dos jogadores na Internet, o ambiente em que opereram e os negócios adjacentes.

Com este projecto de lei pretendem-se a aplicar uma taxa fiscal de 5% sobre cada aposta ou sobre o total da aposta.

Vejamos alguns exemplos que o impacto destas taxas teriam nos principais produtos/segmentos no mercado espanhol.

Apostas Desportivas Online:

A margem das casas de apostas online varia entre os 7% e os 8%, dependendo dos resultados de desempenho. Esta margem é utilizada para as despesas com pessoal, marketing, publicidade, tecnologia. Ou seja, não é uma margem líquida. Com os 5% que o governo espanhol quer aplicar, as empresas ficam com 2% ou 3%, o que é insuficiente para cobrir os custos.

Desta forma, as casas de apostas têm duas opções:

- Aumento da margem: Isso pode ser feito pagando uma quantidade de prémios inferior por cada aposta realizada deixando o cliente/apostador com menos vantagens, e com menos hipótese de vencer tornando as apostas desportivas numa especie de slot machine. bizarro não?

- Abandono do mercado espanhol e ver perdido um investimento anual de 100 milhões de euros em publicidade e patrocínios, por parte destas casas de apostas online. Um cenário que não deve interessar a ninguém, digo eu.

Poker Online: A modalidade que está a ter melhores resultados é o Poker a dinheiro (cash Poker), que funciona cobrando um pequeno rake (comissão) e que também tem limites máximos e não pelo volume. Se for aplicada a taxa proposta directamente a comissão fica logo sem efeito. Aplicada esta fórmula fiscal, proibir o jogo vai dar ao mesmo.

Na Itália, foi também inicialmente aplicada a taxa sobre o volume e os jogadores acabaram por migrar para sites no estrangeiro e continuar a jogar. Agora o governo italiano, perante a debandada, pensa em rectificar a lei.

Betting Exchange (Apostas de intercâmbio) Um Intercâmbio de apostas é um site (exemplo Betfair) no qual os apostadores trocam apostas de forma anónima. O Intercâmbio de apostas intervém apenas tomando uma comissão dos ganhos dos apostadores. Esta comissão está na ordem dos 2 a 5% sobre o lucro líquido dos jogadores.

Por exemplo, um jogador perde 10 euros, e o outro ganha 9,5 euros, fica a comissão de 0,5 euros para a casa de apostas. Portanto, nesta operação foi movimentado um volume de 20 euros. Mas com a nova lei de jogo a taxa será de 1 euro, ou seja, a taxa aplicada retira o lucro ao apostador vencedor e a comissão à casa de apostas!

Jogos de Casino: Jogos populares como roleta, blackjack ou Baccarat será inevitavelmente inviável.

Em conclusão, esta lei é prejudicial não só para as empresas do sector, bem como para os consumidores dos seus produtos. Se estas casas de apostas, decidirem aumentar as suas margens para pagar os impostos, certamente a oferta/ganhos serão muito baixas.

Segundo a AEDAPI, aprovado o Projecto de Lei, como está, muitas operadoras seriam obrigadas a cessar as suas actividades em Espanha, facto que afectaria negativamente diversos sectores da economia espanhola. É necessário um quadro regulamentar competitivo de modo a que não se proporcione o jogo ilegal.

Aos interessados, puderão consultar todo o projecto de lei de jogo em Espanha, neste site.

Para mais informações sobre o desenrolar deste processo em Espanha, consultar o blog de Laura Guillot.

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Jogo online cresceu 12,5% em 2010

03 janeiro, 2011


De acordo com a H2 Gambling Capital, agência de consultoria inglesa, a Indústria de Jogo Online apresentou um crescimento de 12,5% com uma receita bruta de 29,95 mil milhões de dólares em 2010, mesmo sem contabilizar os números das apostas no Campeonato do Mundo de Futebol, o crescimento do sector atingiu os 11,4% o que representa um desempenho resiliente numa época de grandes dificuldades na economia global.

Os segmentos de bingo e casinos online obtiveram as melhores performances, com um crescimento na receita bruta de 28,4% para 2,67 mil milhões de dólares no bingo, e de 13,3% para 6.24 mil milhões de dólares para o casino em relação ao ano de 2009.

No entanto, o popular poker online gerou o crescimento mais lento em relação a todos os produtos no ano de 2010, com 7,1%, para 5,6 mil milhões de dólares. Esta tendência de queda acentuada, deve-se em medida pelo atraso no desenvolvimento do mercado francês e italiano, neste segmento.

Em relação a 2009, o número de sites de apostas on-line em operações também baixou. Dos 2400 sites de jogo em actividade na internet, 160 fecharam as portas. A explicação para este desfecho, tem a ver com a consolidação, amadurecimento do mercado e intensificação da concorrência, que vem separando os mais aptos dos menos preparados.

O relatório também revela que a aposta em jogos online em serviços móveis, tais como telemóveis e os smartphones tem também contribuído para o crescimento da Indústria.

Por fim, a H2 Gambling Capital acredita que poderá haver um crescimento mais vincado nos próximos anos, embora esteja dependente de mercados como a Bélgica, Dinamarca, Grécia e Espanha que prometeram regular as suas leis de jogo permitindo também a entrada de empresas terrestres no mercado online.

A H2 Gambling Capital apresentará os resultados finais em Março ou Abril de 2011, estando também previsto publicar as suas projecções para o mercado de Jogo Online entre o período de 2011 a 2015.

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Acordo detalhado da Fusão entre a Bwin e PartyGaming

22 dezembro, 2010


O plano de fusão apresentado pela Bwin Interactive Entertainment AG e a PartyGaming Plc foi revelado e o novo grupo vai estar cotado na Bolsa de Valores de Londres com 51.6% das acções a pertencer à Bwin e as restantes 48.4% à PartyGaming.

Uma das novidades, é a denominação oficial da nova empresa que vai passar a chamar-se: bwin.party Digital Entertainment Plc.

Os dois gigantes do jogo online estão assim numa posição ideal para aproveitar a rápida consolidação da indústria de jogos online e para abrir novos mercados pelo mundo. As sinergias anuais resultantes da presente operação de fusão será aproximadamente de um total de 55 milhões de euros: estima-se que quase três quartos desse montante será gerado no exercício financeiro de 2012, atingindo sinergia total em 2013.

Esta fusão foi anunciada por ambas as partes a 29 de Julho através de um documento de 478 páginas em que está descrita a futura organização daquela que será a maior empresa de jogo online do mundo.

Neste documento, fica definido que ambas as empresas manterão as suas marcas principais mas operarão sob a designação bwin.party Entertainment PLC, com sede em Gibraltar.

O documento destaca ainda que a nova empresa resultante da fusão se focará na regulação dos mercados, investirá num laboratório para desenvolver novos produtos no âmbito dos jogos sociais, procurará parcerias a longo prazo com associações desportivas e estará preparada para a regulação do jogo online nos Estados Unidos. Para além disto, não estará de fora a possibilidade de novas aquisições no futuro

"A indústria de jogo on-line está a atravessar uma fase de consolidação, pelo que o tamanho e a diversificação geográfica dos operadores no mercado é mais crucial do que nunca", diz Norbert Teufelberger, co-CEO da bwin. "Os nossos produtos e objectivos de mercado complementam-se perfeitamente, e nós continuamos a expandir a nossa liderança em tecnologia em todos os segmentos chave do produto: apostas desportivas, poker, casino, bingo e jogos", disse Teufelberger.

O plano de fusão que foi publicado contém todos os detalhes da fusão proposta e pode ser transferido, juntamente com outros documentos, na página da bwin em: http://www.bwin.org/.

No documento, poderá ler os objectivos e a estratégia da fusão do novo grupo. Os elementos principais são os seguintes:

Trabalhar sobre a regulamentação e os mercados regulamentados.
Organizar o grupo em torno dos principais produtos-alvo.
Oferecer a melhor experiência ao cliente e reforçar a confiança nas marcas líderes.
Posisionar o Grupo para entrar no mercado dos EUA.
Explorar novos canais de distribuição.
Investir em desenvolvimento, através de equipas dedicadas à inovação.
Desenvolver relacionamentos de longo prazo com as organizações desportivas.
Participar numa maior consolidação na indústria de jogos online.

A Comissão Executiva da Bwin deve convocar uma assembleia geral extraordinária a 28 de janeiro de 2011 recomendando que os acionistas votem a favor da fusão. Se as assembleias gerais da bwin e PartyGaming aprovarem a fusão, os accionistas titulares de acções da Bwin receberão 12,23 acções da PartyGaming por cada acção da bwin. Esta troca é feita automaticamente e sem custos para o accionista. Os accionistas que desejarem tornar-se accionistas bwin.party podem vender as suas ações antecipadamente no Banco de Viena ou exercer o seu direito a uma liquidação em dinheiro das suas acções. O montante do pagamento em dinheiro foi fixado em 23,52 euros. Os peritos independentes confirmaram que tanto a relação de troca e o montante da compensação monetária é adequado.

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Operadores de Jogo Online apostam nas plataformas móveis

29 novembro, 2010


Cada vez mais os nossos telemóveis estão a deixar de ser simples equipamentos onde podemos fazer e receber chamadas para se tornarem uma extensão (ou substituição) das nossas mentes e dos nossos PC’s. Conseguimos com eles aceder à Internet, recolher e partilhar informação e até, fazer quase tudo o que fazemos nos computadores convencionais. Com a melhoria das capacidades de processamento e apresentação da informação começa a criar-se caminho para outros tipos de aplicações que vão permitir uma maior interacção destes com o seu utilizador.

Bwin lança aplicativo para jogos no iPhone

O lançamento dos smartphone, e em especial, a nova versão Iphone 4G proporcionou evolução e oportunidades de negócios para as empresas de jogos online que encontram nestes produtos algumas respostas para a expansão dos seus mercados de forma a atrair novos clientes.

Este Iphone 4G da Apple, tem gerado bastante atenção dos operadores de jogo online, oferecendo interfaces muito mais eficientes e que permitem jogar em casinos móveis. A Paddy Power e a Betfair foram as primeiras operadoras a lançar aplicações para o iPhone e, agora, a gigante de apostas desportivas online, Bwin anunciou o lançamento de seu novo aplicativo para o jogo, concebido em mente para este aparelho.

O novo aplicativo da Bwin, a Bwin Live oferece aos jogadores a possibilidade de apostar numa grande variedade de desportos, incluindo futebol, automobilismo e basquetebol.

O aplicativo já está disponível no Reino Unido e Áustria, e a Bwin espera expandir a cobertura para outros países no futuro "Graças à Bwin Live, os jogadores da Bwin têm agora a opção de apostar nos seus iPhones, numa excelente interface, sendo possível verificar o estado e detalhes das respectivas apostas", explicou Berthold Kao da Bwin.

A Bwin também informou que está a trabalhar num aplicativo para a gama Android. Ao que parece, a empresa austríaca está planear ganhar terreno no mercado dos jogos móveis e está a tomar as medidas adequadas nesse sentido.

Full Tilt Poker lança aplicativo de apostas para telemóveis Android

Outra operadora de jogo online, a Full Tilt Poker acaba de anunciar o lançamento de um novo aplicativo para telemóveis Androide, que utiliza programas de software como o Flash 2.2 e 10.1. Com a nova aplicação, os jogadores podem entrar nas suas contas no site da Full Tilt Poker, podendo jogar poker online a dinheiro.

O aplicativo ainda está em fase Beta, e portanto, os jogadores da Full Tilt terão que esperar um pouco mais até ao lançamento da versão final. No entanto, o aplicativo já foi descargado por um grande número de jogadores deixam a espectativa que esta iniciativa seja um sucesso.

Actualmente, existem ainda muito poucas aplicações no mercado que permitam aos jogadores fazer apostas com dinheiro, e a Full Tilt é, certamente, pioneira neste segmento. A expectativa é que outros operadores de poker online começem a fazer algo semelhante nos próximos meses.

O poker online é de longe, o segmento mais popular dos jogos online. Portanto, é natural que os operadores de casinos e os jogos online sejam os primeiros a expandir os seus serviços para os aplicativos de jogos para telemóveis.

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Bet365 recebe o prémio EGR de Casa de Apostas do Ano

25 novembro, 2010


A Bet365 e a Betfair arrecadaram três prémios cada na EGR Awards 2010, com a empresa de apostas sediada em Stoke-on-Trent, Grã-Bretanha, a vencer o tão cobiçado prémio de Operador do ano.

A Bet365 venceu o troféu perante uma curta lista que incluía a 888, a Betsson, a Partygaming, a Unibet e a Betfair, sendo esta última a mais apontada para a conquista do mesmo.

A empresa fundada há 10 anos por Denise Coates venceu o prémio de melhor Casino Online e website com melhor performance, patrocinado pela firma de monitorização de performance Gomez.

A Betfair venceu os prémios de Inovação, Casa de apostas Móvel e de Casa de apostas desportivas da Grã-Bretanha do ano, sendo que a William Hill era a mais forte favorita a arrecadar este último prémio.


Manfred Bodner, da Bwin, recebeu o prémio de Contribuição excepcional para a indústria, o mais prestigiante prémio para os gestores de topo na indústria eGaming. No seu discurso de aceitação, agradeceu à indústria pelos “10 anos divertidos” bem como ao co-fundador Norbert Teufelberger, afirmando que o prémio é na realidade para toda a empresa.

Este prémio é atribuído ao operador europeu que vencer a dura concorrência das várias empresas europeias do mercado de apostas online. Foi feita uma menção especial ao seu contributo para a construção da marca, às suas decisões inovadoras nos anos iniciais da bwin e aos serviços prestados a toda a indústria.

“Sinto-me muito honrado de aceitar este prémio tão distinto. Enche-nos a todos de orgulho, a mim e a todo o staff da bwin, por nos ser reconhecido o esforço e o pioneirismo. Estas distinções demonstram que a bwin dita as directrizes do sector e vai continuar a fazê-lo” acrescentou Bodner.

O Operador Austríaco Bwin que planeia fundir-se com a Partygaming no primeiro trimestre do próximo ano venceu também na categoria de Casa de apostas desportivas europeias, derrotando concorrentes como a a BetClic, a Betsson e a Unibet.

O prémio para maior ascendente foi para a NeioGames Partners, ao passo que o prémio de futuro potencial foi para a Costa Bingo.

O anfitrião na noite foi o comediante de televisão Jack Whitehall, que entreteu a plateia de mais de 800 pessoas da indústria de apostas online.

Tom Barley, da Estrabet, venceu o primeiro prémio no sorteio da noite, recebendo um iPad. Lisa Slocombe, da Ladbrokes, recebeu o segundo prémio, um fim-de-semana no South Lodge Hotel em Sussex, enquanto que Issac Ward da Paddypower recebeu o terceiro prémio, um cabaz da Fortnum e Mason.

O evento angariou também dinheiro para o Great Ormond Street Hospital, com a PartyGaming a doar £20.000.

Vencedores de 2010:

Affiliate Programme – Virgin Games
Innovation – Betfair
Mobile Operator – Betfair
Marketing Capaign – Gamesys
Social Networking Operator – WooHoo Bingo
Asian Operator – SBOBet
One-to-Watch – Costa Bingo
Lottery Operator – Intralot
Customer Relations Operator – Paddy Power
Sports-betting Innovation – Buzz Sports
Financial Betting Operator – London Capital Group
Slots Operator – Party Gaming
Italian Operator – Lottomatica
Skill Gaming Operator – King.com
White Label Operator – Metro (MEGaming)
Socially Responsible Operator – 888.com
Best Website Performance – Bet365
Best Mobile Performance – Blue Square
Innovative Gaming site of the Year – QuickThinkMedia
Gaming Community of the Year – Pokerstrategy.com
Gaming Comparison site of the Year – Oddschecker
Gaming Review Site of the Year – Bettingpro.com
European Sports Betting Operator – Bwin
UK Sports Betting Operator – Betfair
Casino Operator – Bet365
Bingo Operator – Tombola
Poker Operator – PKR
Rising Star – NeoGames Partners
Operator of the Year – Bet365
Outtanding Contribution to the Industry – Manfred Bodner, Bwin

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