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18 janeiro, 2011
UEFA, Comissão Europeia e EGBA em sintonia pelo Fair Play Financeiro e Jogo Limpo
A Comissão Europeia anunciou publicamente o seu plano geral no domínio do desporto, um ano após a introdução deste sector como competência da EU. Com este dado novo, a Comissão reforça a dimensão europeia do desporto e tanto organizações desportivas, como indústria de apostas desportivas manifestam a sua satisfação sobre pontos comuns no interesse na preservação da integridade no Desporto e na diversificação do financiamento para o movimento desportivo.
Comissão reforça a dimensão europeia do desporto
A Comissão Europeia adoptou novas propostas destinadas a reforçar as dimensões social, económica e organizativa do desporto. Os atletas, as organizações desportivas e os cidadãos deverão retirar benefícios dos planos, que decorrem do novo papel da UE conferido pelo Tratado de Lisboa, de apoiar e coordenar a política do desporto nos Estados-Membros. Estão previstas acções nas áreas em que os desafios não podem ser superados exclusivamente a nível nacional. As propostas da Comissão surgem na sequência de uma consulta realizada junto dos Estados-Membros e partes interessadas do desporto, e integram a experiência adquirida com a implementação do Livro Branco do Desporto de 2007.
Na opinião de Androulla Vassiliou, a Comissária Europeia responsável pela Educação, Cultura, Multilinguismo e Juventude: «O desporto é importante para a economia da Europa e uma componente essencial do seu modelo social. As medidas que adoptamos hoje realçam o contributo do desporto para a nossa economia e sociedade e ajudarão a melhorar a forma como o desporto é gerido.»
As propostas da Comissão, apresentadas num documento intitulado «Desenvolver a Dimensão Europeia do Desporto», abrangem três áreas principais: o papel social do desporto, a sua dimensão económica e a organização do desporto. Cada capítulo propõe acções a realizar pela Comissão Europeia e os Estados-Membros.
No que respeita à dimensão económica do desporto, a Comissão recorda a importância de: As associações desportivas instituírem mecanismos para a venda colectiva dos direitos de transmissão, de modo a garantir uma distribuição adequada das receitas. Dar maior ênfase aos direitos de propriedade intelectual relativos ao desporto. Trocar boas práticas para promover a transparência e a sustentabilidade financeira do desporto. Fiscalizar a aplicação da legislação relativa aos auxílios estatais no domínio do desporto. Explorar plenamente os aspectos relacionados com o desporto dos Fundos Estruturais. Desenvolver dados estatísticos comparáveis sobre o desporto em todos os Estados-Membros.
O documento, ou comunicação como é conhecido, será agora enviado ao Conselho e ao Parlamento Europeu para debate e posterior seguimento nos Estados‑Membros.
Comissão reforça a dimensão europeia do desporto - Perguntas Frequentes
Porque um documento (Comunicação) sobre o desporto?
O Artigo 165º do Tratado de Lisboa, concedeu à União Europeia um mandato para apoiar, coordenar e completar as iniciativas desportivas política pelos Estados-Membros. As propostas contidas na comunicação foram desenvolvidas em consonância com as novas responsabilidades da União Europeia e antecedida por uma consulta com as partes interessadas no primeiro semestre de 2010. Este processo destaca a natureza transversal do desporto em termos de suas ligações com as actuais políticas da UE em áreas como a educação, saúde, mercado interno e da concorrência.
O comunicado baseia-se no Livro Branco de 2007 sobre o Desporto. O seu objectivo é reforçar o desporto a nível da UE através de uma selecção de medidas que serão de grande valor, tanto para o desporto como para os Estados-Membros.
Qual é a diferença entre este Documento e o Livro Branco do Desporto de 2007?
Esta comunicação é o primeiro documento de política de cooperação da UE no domínio do desporto, desde a entrada em vigor do Tratado de Lisboa. É com base no Livro Branco sobre o Desporto de 2007, que se criou um quadro para a política da UE neste domínio. A Comissão Europeia continuará a aplicar o Livro Branco no Desporto, enquanto que o desenvolvimento de acções adicionais será baseada na nova comunicação que visam melhorar as condições sociais, economicas e de organização do desporto.
Que modelo de desporto apoia a comunicação?
O modelo de comunicação suporta um desporto baseado nos princípios da boa governação, o diálogo entre as partes, no caso, organizações desportivas e as autoridades públicas. Para alcançar este objectivo, a Comissão visa uma abordagem equilibrada que tira proveito das novas possibilidades oferecidas pelo Tratado, nomeadamente no que diz respeito à natureza específica do desporto, respeitando integralmente a legislação da UE.
A comunicação abrange as apostas desportivas e os jogos de sorte e azar?
Vários aspectos do jogo e apostas desportivas são particularmente relevantes para o desporto (por exemplo a integridade, direitos e apostas desportivas, o financiamento sustentável no desporto). A Comissão Europeia dirige-se a esta indústria na presente comunicação. Como referimos, estamos cientes das preocupações do sector desportivo em relação à evolução dos mercados nacionais de jogo e teremos em conta os interesses do desporto nesta área.
E quanto ao reconhecimento dos direitos relacionados com as organizações desportivas?
A Comissão europeia congratula-se com o princípio de que os organizadores de eventos desportivos têm o direito de controlar e explorar comercialmente os seus eventos (competições). No entanto, a exploração comercial do desporto profissional deve ser acompanhada por uma redistribuição forte e de mecanismos de solidariedade. Portanto, a Comissão recomenda a venda colectiva dos direitos de transmissão por parte das associações desportivas, a exemplo.
Ainda em relação com a questão dos direitos para organização de competições desportivos, existem também outros direitos comerciais, incluindo os direitos de propriedade intelectual gerido pelos proprietários dos direitos desportivos. O movimento desportivo deve participar estreitamente no trabalho da Comissão no domínio dos direitos de propriedade intelectual, especialmente nos debates em curso sobre o programa Digital da União Europeia.
UEFA apoia o Fair play financeiro e luta contra as apostas ilegais e os resultados combinados
A UEFA aplaudiu a Comunicação sobre Desporto da Comissão Europeia, publicada esta terça-feira, considerando-a um avanço muito positivo para o desporto e para o futuro do futebol europeu.
A Comunicação propõe formas através das quais as novas competências da União Europeia (UE) no desporto, criadas pelo Tratado de Funcionamento da UE, podem ser implementadas. Na Comunicação, a União Europeia oferece o seu apoio a muitos dos valores centrais e políticas-chave da UEFA, entre as quais:
• Os Regulamentos de Fair Play Financeiro da UEFA
• A venda centralizada dos direitos televisivos
• Direitos de propriedade intelectual específicos referentes aos organizadores de competições desportivas
• Luta contra as apostas ilegais e os resultados combinados
• Quatro áreas centrais do Modelo Europeu de Desporto
A UEFA mostra-se particularmente satisfeita por constatar o apoio dado aos Regulamentos de Fair Play Financeiro pela Comissão Europeia nesta sua Comunicação sobre Desporto. A Comissão Europeia recomenda também a centralização da venda dos direitos de transmissão, aspecto essencial para a estabilização financeira futura do futebol europeu em todos os níveis, desde as "raízes" até ao futebol profissional.
O presidente da UEFA, Michel Platini, afirmou: "Estou muito satisfeito por ver que a Comissão Europeia se encontra do nosso lado em tantas questões fundamentais para o futuro do futebol europeu. A Comissão reconhece a necessidade de colocar as finanças do futebol em ordem, algo que os Regulamentos de Fair Play Financeiro da UEFA ajudarão a concretizar. A abordagem positiva da Comissão Europeia no que toca ao modelo europeu do desporto é, também, uma excelente notícia para o futebol."
A Comunicação da Comissão Europeia confere o seu apoio a quatro aspectos-base do modelo europeu do desporto: competições abertas; estrutura piramidal das competições, com os princípios de promoção e despromoção; organização do desporto a nível nacional; e solidariedade financeira entre as "raízes" e o desporto profissional.
A Comissão Europeia reconhece que existe uma ligação entre as apostas ilícitas e os resultados combinados. A UEFA mostra-se pronta para contribuir com quaisquer políticas desenvolvidas pela UE nesta área, em particular no que toca a uma abordagem pan-europeia na luta contra todos os tipos de fraude desportiva. Esta Comunicação explicita ainda os direitos específicos dos organizadores de eventos desportivos no contexto das apostas, algo que a UEFA tem já vindo a advogar.
A UEFA apoia, assim, a Comunicação e acredita que esta irá ajudar a formar a base para uma estrutura legal mais coerente para o desporto na União Europeia.
Michel Platini referiu: "A estabilidade financeira tem de se encontrar combinada com uma estabilidade legal, o que permanece para nós como um dos aspectos mais cruciais. Precisamos, também, de uma acção urgente numa questão à qual dou extrema importância, que é a luta contra os resultados combinados. Desejo trabalhar em conjunto com todos os parceiros relevantes para esta questão, visto que o mundo do desporto não pode resolver, sozinho, este problema."
A EGBA (European Gaming & Betting Association): Rejeita qualquer e todas as formas de corrupção no desporto
O anúncio deixa claro que as ameaças potenciais que comprometam a integridade no desporto são muitas e podem estar relacionadas com o jogo ilegal, mas também com os objectivos desportivos.
Sigrid Ligné, Secretária-Geral da EGBA, deixou claro, que: "Nós rejeitamos todas as formas de corrupção no desporto. A Comissão reconhece os esforços da União Europeia para regular as empresas privadas de jogo online e as partes interessadas no desporto para combater as ameaças relacionadas com o jogo ilegal. Infelizmente, a comunicação não aborda a prevenção e o combate à corrupção alimentada pelo desporto."
A Comunicação reconhece a contribuição financeira existente da actividade das apostas desportivas, por exemplo, através de impostos ou acordos comerciais. Sigrid Ligné também salienta a necessidade de preservar a estabilidade financeira do sector do desporto, assegurando também que as leis do mercado interno e concorrência sejam respeitadas.
De acordo com Sigrid Ligné: "A indústria do desporto tem muito a ganhar com uma melhor aplicação do mercado interno e com regras da concorrência como desporto regulamentado da UE, se os operadores de jogos na internet não forem impedidos por alguns Estados-Membros de assinar acordos comerciais de IPTV/ para transmissão ao vivo ou ofertas de patrocínio com as organizações desportivas ".
No entanto, a EGBA adverte contra a criação de novos ou específicos direitos de propriedade intelectual sobre o desporto, já que, vai prejudicar o delicado equilíbrio que existe actualmente entre os interesses públicos e privados e que irá aumentar a importância do mercado interno e questões de direito concorrência.
Sigrid Ligné confirmou: "Com o lançamento do Livro Verde sobre o jogo online, urge à Comissão europeia em concentrar os seus esforços no reforço dos direitos existentes sobre a propriedade intelectual no Desporto ao invés de desenvolver novas ideias."
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17 janeiro, 2011
Livro Verde para Indústria de Jogo Online publicado em Março 2011
O chefe da Comissão para Serviços e Mercado Interno da União Europeia, Michel Barnier prometeu e cumpriu a promessa de ver publicado o Livro Verde para a Indústria de Jogo On-line no espaço europeu. A data da publicação do referido documento está agendada para meados de Março.
Esta era uma das medidas mais esperadas pelos operadores de jogos de sorte e azar na internet, e que proporcionará uma análise às eventuais futuras orientações nos mercados na União Europeia, suscitando um debate com as partes interessadas. O Livro verde examina ainda os diferentes obstáculos à realização do mercado interno neste domínio, a questão da legislação/regulamentação e as soluções a adoptar para uma harmonização da regulamentação comunitária. Por outro lado, o Livro verde considera as diferentes opções para melhorar a cooperação entre as autoridades públicas e privadas pela aplicação prática das leis de jogo nos Estados-Membros.
A publicação do documento estava inicialmente marcada para o final de 2010 ou janeiro de 2011, mas a Comissão europeia decidiu adiar a data para ter a certeza de encontrar o equilíbrio certo sobre as questões-chave relacionadas com o jogo online.
Para aqueles leitores que têm acompanhado os meus artigos sobre regulamentação de jogo na zona europeia, podem constatar que na Europa, existe pouca coesão entre os diferentes países a respeito das leis e regulamentos dos jogos de sorte e azar na internet. Actualmente, cada país da União Europeia tem uma ideia diferente sobre como lidar com regras e legislação do jogo online. A União Europeia pretende agora unir os estados membros através de um relatório publicado por Michel Barnier, que oferece uma proposta de resolução.
O relatório, que contém 48 páginas, abrange uma vasta variedade de questões que são importantes para as empresas que operam na internet e governos nacionais que pretendam regular a actividade do jogo online. O relatório aborda várias questões, incluindo a segurança do jogador, prevenção de fraudes, operações financeiras, técnicas de marketing e tributação.
Trata-se de um projecto importante, pois, pela primeira vez na história da União Europeia, o assunto da indústria de jogo online ocupa o centro das atenções e a dimensão económica em que se assenta configura-se como uma oportunidade de entendimento. Não vai ser fácil, mas acredito, que esta iniciativa orientada para o futuro, a Europa vai destacar-se na liderança em relação a uma matéria que ainda sofre muitas resistências.
Esta decisão vai automaticamente produzir um efeito dinamizador. Os Estados-Membros e as autoridades regionais, os grupos interessados e os parceiros internacionais vão enviar as suas sugestões para uma futura política e harmonização do jogo online.
A consulta sobre a futura política de lei de jogo para a União está lançada. O Livro Verde constitui o primeiro passo para este debate público, rumo unificar os processos da indústria da União Europeia.
Aguardamos com expectativa os próximos desenvolvimentos.
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12 janeiro, 2011
Honeycomb Android 3.0 - Operadoras de jogo online seguem evolução
A inovação tecnológica no segmento de telemóveis não tem limites, e as operadoras de jogos na internet não querem perder uma corrida por um mercado cada vez mais apetecível e rentável.
Depois da recente bem sucedida aposta na versão 2.2 para tablets, telemóveis Android, as equipas de designers e engenheiros das empresas de jogos online preparam um novo sistema operacional para o novo Android 3.0 (também conhecido como Honeycomb da Google) e que terá a nova tecnologia da Google em comunicações móveis.
O Android é o sistema de eleição para a maioria dos tablets. O desenvolvimento é impulsionado pela Google, não implica custos de aquisição para os fabricantes e, por ser de código-fonte aberto, pode ser adaptado livremente às especificidades de cada aparelho.
Na semana passada, durante a apresentação do Android 3.0 (Honeycomb) foi revelado que usaram nos tablets tecnologia de terceira geração, de modo a criar efeitos holográficos. Esta nova versão da plataforma Android tem uma interface totalmente renovada, concebida para dispositivos com ecrãs de maiores dimensões. Contará com multi-tasking, notificações mais esbeltas, acesso a todo o Android Market, várias melhorias no browser (tabbed browsing, form auto-fill, sincronização de marcadores como Google Chrome e navegação em modo privado), aperfeiçoamento do home screen com implementação em 3D e widgets redesenhados e mais ricos. Terá também acesso ao novo Google Maps 5.0, acesso a 3 milhões de eBooks e permite também usar Google Talk (chamadas de vídeo e voz entre contactos).
O tablet usado para a apresentação foi o Motorola Xoom, equipado com um processador dual-core e um ecrã com resolução 1280×800.
Nesta perspectiva, prevê-se que os designers das empresas de jogo online tirem proveito dos novos dispositivos, utilizando as escolhas de terceira geração e o novo sistema operacional como forma de vencerem neste mercado em crescimento. O mercado do Android continua a crescer rapidamente e é importante para os criadores de jogos na net, desenvolvam opções atraentes para os consumidores.
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07 janeiro, 2011
Investimento das Casas de Apostas Online no Desporto francês
Um dos grandes beneficiados com a abertura regulada do jogo online em França, tem sido o movimento desportivo. Muitas das casas de apostas na internet, canalizaram os seus recursos financeiros em acções de marketing em clubes e competições, de modo a dar visibilidade e retorno às sua marcas. Para já, o efeito desta mediatização publicitária não compensou o investimento feito, já que os aspectos indirectos relacionados com a elevada carga fiscal sobre as apostas desportivas, tem levado a um abrandamento no volume de negócios neste segmento.
É verdade, que a maioria dos operadores, usam os meios de comunicação tradicionais, como a televisão, imprensa e rádio para chegar aos consumidores. Mas existem outros, como as privadas BetClick e a Everest Poker, ou as públicas, France Pari e PMU, que optaram pelo patrocínio activo no desporto francês.
De acordo, com o Instituto de Estudos da Kantar Media, os valores referenciais em 2010, referem que uma parceria entre umas destas casas de apostas com um clube de topo da Ligue 1 ascende em média a 6 milhões de euros. No caso da Federação Francesa de Futebol, através da sua selecção nacional, o valor é de 4 milhões de euros.
Não é apenas o futebol o grande contemplado com estas receitas, também os clubes de ponta da Liga Nacional de Rugby francesa, recebem por volta de dois milhões de euros, 1 milhão pela participação na Rugby XV, 1,65 milhões para o líder do Top 14 e 500 mil euros para os clubes abaixo.
Actualmente, a exemplo, a BetClick é exibida nas camisolas do Olympique de Lyon e Olympique de Marselha, no caso do futebol. No rugby, o Toulouse, e no andebol, o Montpellier.
Segundo palavras, de Sandrine Mangia-Park, Directora da Everest Poker Francesa: "Esta é uma grande oportunidade para a marca fazer crescer a sua reputação. O Olympique Lyon é um clube de prestígio, que compartilha os nossos valores, a paixão pelo jogo, paciência, seriedade, vontade de arriscar e ambição. "
O patrocínio desportivo permite que as operadoras usem em sua legitimidade formas de reforçar a sua imagem aos olhos do público francês, mas também serve para analisar emedir os efeitos emergentes desta aposta concreta no desporto. Se o patrocínio desportivo é uma forma eficaz para recrutar e reter um público não familiarizado com as apostas desportivas, o mercado de jogos online em França não produziu, até ao momento, os retornos que os operadores licenciados estavam à espera na abertura do mercado.
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06 janeiro, 2011
Beleza das meninas Bwin MotoGP nas boxes do Estoril
Este é um post diferente no Aposta X, podem considerar uma prenda atrasada. São as fotos das belas meninas da Bwin durante a passagem da MotoGP pelo Grande Prémio no Estoril. Nas boxes, para quem acompanha o mediático circo do Motociclismo mundial, pode inclusíve tirar fotos com estas belas modelos.
Loiras ou morenas, confira as fotos sensuais deste atractivo extra do patrocinador oficial, a casa de apostas online Bwin.
* cliquem nas fotos para ampliar
Fotos: Bwin
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05 janeiro, 2011
Espanha: Poker e Apostas de intercâmbio sofrem com nova lei de jogo. Jogadores contra excesso tributário
Como informei há dias, a Espanha passa por uma reformulação da sua lei de jogo, estando nesta altura em discussão o novo Projecto de Lei, que em princípio será lançado durante este ano. A verdade, é que já são conhecidas as principais linhas que o vão reger, e sem demoras, já sofre constestação de todos os envolvidos. Quer dizer, todos menos o governo espanhol, que para já não se pronunciou.
Mas para, a Associação Espanhola de apostadores na Internet (AEDAPI), que ofereceu a sua experiência em todo o processo de regulamentação, acusa o governo de não ter tomado em consideração os conhecimentos dos operadores privados online, a indústria tradicional, nem os usuários especialistas em Internet.
Segundo esta organização, se não for alterado o Projecto de Lei, a Espanha poderá ter uma das piores regulamentações da Europa, o que seria altamente prejudicial para empresas e apostadores/usuários.
O Projecto de Lei propõe que a tributação aplicada sobre as casas de apostas seja sobre o volume de negócios e não sobre lucros brutos. A AEDAPI tem manifestado várias vezes que este tipo de imposto sobre o volume facturado é altamente prejudicial para a indústria, já que não pode oferecer produtos competitivos, o que vai afectar directamente o usuário.
O regulamento proposto pelo Projecto de Lei vai levar a que muitos usuários procurem o mercado ilegal incentivando a conduta fraudulenta e forçando muitos operadores a repensar a sua presença em Espanha. Este efeito em cadeia trará sérias repercussões na capacidade do governo em conseguir as metas previstas na captação de receita fiscal.
No caso especifico do Poker online e das Apostas de intercâmbio, dois dos segmentos na interntet com mais sucesso no mundo, sofrerão bastante com a alta carga fiscal. Neste tipo de jogos os operadores têm uma comissão sobre os ganhos de cada jogador, um valor que não tem qualquer ligação directa com a quantidade de dinheiro jogado. Portanto, para existir um imposto sobre o volume total, não haveria lógica existir este tipo de operadores no mercado. Os criadores do projecto de lei que regulamenta o jogo em Espanha, parecem não entender as necessidades dos jogadores na Internet, o ambiente em que opereram e os negócios adjacentes.
Com este projecto de lei pretendem-se a aplicar uma taxa fiscal de 5% sobre cada aposta ou sobre o total da aposta.
Vejamos alguns exemplos que o impacto destas taxas teriam nos principais produtos/segmentos no mercado espanhol.
Apostas Desportivas Online:
A margem das casas de apostas online varia entre os 7% e os 8%, dependendo dos resultados de desempenho. Esta margem é utilizada para as despesas com pessoal, marketing, publicidade, tecnologia. Ou seja, não é uma margem líquida. Com os 5% que o governo espanhol quer aplicar, as empresas ficam com 2% ou 3%, o que é insuficiente para cobrir os custos.
Desta forma, as casas de apostas têm duas opções:
- Aumento da margem: Isso pode ser feito pagando uma quantidade de prémios inferior por cada aposta realizada deixando o cliente/apostador com menos vantagens, e com menos hipótese de vencer tornando as apostas desportivas numa especie de slot machine. bizarro não?
- Abandono do mercado espanhol e ver perdido um investimento anual de 100 milhões de euros em publicidade e patrocínios, por parte destas casas de apostas online. Um cenário que não deve interessar a ninguém, digo eu.
Poker Online: A modalidade que está a ter melhores resultados é o Poker a dinheiro (cash Poker), que funciona cobrando um pequeno rake (comissão) e que também tem limites máximos e não pelo volume. Se for aplicada a taxa proposta directamente a comissão fica logo sem efeito. Aplicada esta fórmula fiscal, proibir o jogo vai dar ao mesmo.
Na Itália, foi também inicialmente aplicada a taxa sobre o volume e os jogadores acabaram por migrar para sites no estrangeiro e continuar a jogar. Agora o governo italiano, perante a debandada, pensa em rectificar a lei.
Betting Exchange (Apostas de intercâmbio) Um Intercâmbio de apostas é um site (exemplo Betfair) no qual os apostadores trocam apostas de forma anónima. O Intercâmbio de apostas intervém apenas tomando uma comissão dos ganhos dos apostadores. Esta comissão está na ordem dos 2 a 5% sobre o lucro líquido dos jogadores.
Por exemplo, um jogador perde 10 euros, e o outro ganha 9,5 euros, fica a comissão de 0,5 euros para a casa de apostas. Portanto, nesta operação foi movimentado um volume de 20 euros. Mas com a nova lei de jogo a taxa será de 1 euro, ou seja, a taxa aplicada retira o lucro ao apostador vencedor e a comissão à casa de apostas!
Jogos de Casino: Jogos populares como roleta, blackjack ou Baccarat será inevitavelmente inviável.
Em conclusão, esta lei é prejudicial não só para as empresas do sector, bem como para os consumidores dos seus produtos. Se estas casas de apostas, decidirem aumentar as suas margens para pagar os impostos, certamente a oferta/ganhos serão muito baixas.
Segundo a AEDAPI, aprovado o Projecto de Lei, como está, muitas operadoras seriam obrigadas a cessar as suas actividades em Espanha, facto que afectaria negativamente diversos sectores da economia espanhola. É necessário um quadro regulamentar competitivo de modo a que não se proporcione o jogo ilegal.
Aos interessados, puderão consultar todo o projecto de lei de jogo em Espanha, neste site.
Para mais informações sobre o desenrolar deste processo em Espanha, consultar o blog de Laura Guillot.
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03 janeiro, 2011
Jogo online cresceu 12,5% em 2010
De acordo com a H2 Gambling Capital, agência de consultoria inglesa, a Indústria de Jogo Online apresentou um crescimento de 12,5% com uma receita bruta de 29,95 mil milhões de dólares em 2010, mesmo sem contabilizar os números das apostas no Campeonato do Mundo de Futebol, o crescimento do sector atingiu os 11,4% o que representa um desempenho resiliente numa época de grandes dificuldades na economia global.
Os segmentos de bingo e casinos online obtiveram as melhores performances, com um crescimento na receita bruta de 28,4% para 2,67 mil milhões de dólares no bingo, e de 13,3% para 6.24 mil milhões de dólares para o casino em relação ao ano de 2009.
No entanto, o popular poker online gerou o crescimento mais lento em relação a todos os produtos no ano de 2010, com 7,1%, para 5,6 mil milhões de dólares. Esta tendência de queda acentuada, deve-se em medida pelo atraso no desenvolvimento do mercado francês e italiano, neste segmento.
Em relação a 2009, o número de sites de apostas on-line em operações também baixou. Dos 2400 sites de jogo em actividade na internet, 160 fecharam as portas. A explicação para este desfecho, tem a ver com a consolidação, amadurecimento do mercado e intensificação da concorrência, que vem separando os mais aptos dos menos preparados.
O relatório também revela que a aposta em jogos online em serviços móveis, tais como telemóveis e os smartphones tem também contribuído para o crescimento da Indústria.
Por fim, a H2 Gambling Capital acredita que poderá haver um crescimento mais vincado nos próximos anos, embora esteja dependente de mercados como a Bélgica, Dinamarca, Grécia e Espanha que prometeram regular as suas leis de jogo permitindo também a entrada de empresas terrestres no mercado online.
A H2 Gambling Capital apresentará os resultados finais em Março ou Abril de 2011, estando também previsto publicar as suas projecções para o mercado de Jogo Online entre o período de 2011 a 2015.
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31 dezembro, 2010
Liga Zon Sagres 2010/11 - Análise da 1ª volta
Practicamente a terminar a primeira volta da Liga Zon Sagres 2010/11, é já possível fazer uma reflexão das primeiras 14 jornadas do nosso futebol e conferir os destaques e desilusões e prognosticar o que acontecerá até final.
No arranque desta edição da Liga Portuguesa, eram muitos os que apostavam forte no Benfica. Na verdade, a equipa de Jorge Jesus vinha de um triunfo incontestável na passada edição do campeonato reunindo todos os condimentos para continuar nova prestação gloriosa aliando os resultados desportivos ao espectáculo. A verdade é que nem um dos objectivos foi cumprido. Derrotas consecutivas, problemas de assimilação dos novos jogadores, e um FC Porto demolidor, deixaram o Benfica a 8 pontos dos dragões e a renovação do título bastante suspeita.
A perda de jogadores como Ramires e Di Maria não foi bem gerida, os reforços ainda não convenceram, e Jorge Jesus está pressionado, em virtude dos resultados de momento. Até mesmo Fábio Coentrão caiu de produção, fazendo com que Carlos Martins, muitas vezes preterido no onze inicial, assumisse destaque, especialmente após os jogos que fez pela selecção. O fracasso na Liga dos Campeões, onde se depositava muita expectativa, quase foi o fim para Jesus. No entanto, o actual campeão começa finalmente a esboçar uma boa reacção após a eliminação na Champions League. Actualmente é a única equipa capaz de lutar pelo campeonato. Na minha minha humilde opinião, os estragos de início de época, com 4 derrotas em cinco jogos serão a causa do Benfica não bisar na Liga Portuguesa.
O FC Porto de Villas Boas é actualmente a equipa mais temível de Portugal. É a única equipa invicta (em 26 jogos na época, e 36 em sequência, se considerarmos o fim da era Jesualdo Ferreira) e um dos únicos na Europa. A regularidade da equipa, tanto dentro como fora da Liga Portuguesa (não esquecer a boa campanha também na Liga Europa), muito em virtude do óptimo desempenho de seus jogadores-chave, como Falcão, João Moutinho e, principalmente, Hulk, permite aos Dragões serem considerados os principais favoritos, hoje, ao título português. O momento alto da época, foi claramente os cinco golos aplicados ao Benfica. Atenção, o Porto lidera com excelente vantagem, mas nestes últimos jogos vem apresentando um certo desgaste. Veremos como se portará o FC Porto nos decisivos meses de Janeiro e Fevereiro.
Quanto ao Sporting, o filme da época 2009/10 só não é repetido porque os leões encerram o ano no “pódio”, ainda que com uma campanha paupérrima. Até mesmo o promissor desempenho na Liga Europa deu espaço a jogos impróprios, que não comprometeram a vaga assegurada à próxima fase, mas que enervaram os adeptos. Paulo Sérgio ainda tenta encontrar um modelo táctico a uma equipa em que principalmente os médios não sabem em que posição irão actuar. O eterno resolve, Liedson caiu de produção vertiginosamente. Por sua vez, a boa notícia foi mesmo o “regresso” de Hélder Postiga. O avançado vem fazendo uma boa época, voltou à selecção e nela deixou a sua marca. É uma das raras luzes no túnel leonino na actual época. Estranho apenas é o desaparecimento de Diogo Salomão da equipa. O jovem que o Sporting foi buscar ao Real Massamá no verão e que tão boa conta deu, não mais tem aparecido na equipa. A expectativas do Sporting até final passam necessáriamente por um lugar no pódio. Não acredito que mais do que o terceiro posto.
O 7º lugar do Braga é uma decepção? Em partes. Já era esperado que os bracarenses fossem ter problemas para dividir-se entre duas competições, em especial por se tratar de uma estreia na Liga dos Campeões. O desempenho na Liga Zon Sagres é, até ao momento, fraco, e os pontos perdidos para adversários mais modestos comprometeu o sonho de voltar à Liga dos Campeões. Porém, a irregularidade dos rivais permite que a Liga Europa - onde a equipa ainda sobrevive - seja plenamente possível.
Depois as surpresas
A grande surpresa do campeonato é a União de Leiria. Treinada por Pedro Caixinha, os avançados N’Gal e Carlão são destaques da equipa do Lis. O brasileiro, aliás, está de malas feitas para os japoneses do Kashiwa Antlers, e será um importante desfalque para a segunda parte da época.
Quanto ao Vitória de Guimarães tem feito uma óptima prova. A equipa treinada por Manuel Machado já complicou a vida aos três grandes, ao vencer Benfica e Sporting (este último, fora de casa) e empatar com o imbatível Porto. O bom desempenho de jogadores como João Ribeiro e o lateral Bruno Teles, vêm sendo decisivos para que os vitorianos regreseem às competições europeias.
Quanto aos restantes, destaque para a ascensão algo demorada do Marítimo, a queda de produção da Acadêmica e Olhanense, e o destino quase selado do da descida para os últimos Portimonense e Naval. A equipa da Figueira da Foz fez apenas cinco pontos até o momento, e só ganhou uma partida - na segunda jornada. Não acredito que o recém chegado Carlos Mozer consiga salvar uma equipa, que errou demasiado no planeamento da temporada.
Melhores golos da 1 à 14 jornada da Liga Portuguesa 2010/2011
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27 dezembro, 2010
Grécia: A proibição total dos jogos teve efeitos exactamente contrários aos pretendidos...
A Grécia, mergulhada numa gigantesca crise económica, procura todas as formúlas de angariar receitas fiscais para combater o seu mega-buraco financeiro. O país esteve perto de entrar em incumprimento no início do ano, tendo recebido em Maio um empréstimo de 110 mil milhões de euros da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI), em troca de reformas, medidas drásticas de austeridade e cortes no sector público.
Para lutar contra a bancarrota total, o governo grego apresentou um programa de privatizações a três anos que prevê arrecadar sete mil milhões de euros em receitas. Uma das medidas a ser implementada, será o fim da proibição do jogo em todas suas formas (estabelecimentos fisícos e internet) e a criação de um projecto de lei para legalizar o mercado para as empresas de apostas.
As mudanças visam aumentar a receita do governo em mil milhões de euros nos próximos dois ou três anos, o que equivale a um terço da poupança pela redução de salários, reformas e pensões na função publica, ou mesmo a 100% do programa de investimentos públicos do governo. Além de que será a Grécia a receber os impostos e taxas dessas apostas online dos seus cidadãos e não empresas estrangeiras.
O responsável pela pasta das Finanças da Grécia, George Papaconstantinou, afirmou que o mercado de apostas ilegais no país, vale cerca de 4 mil milhões de euros por ano. Isto vem provar que os gregos adoram jogar e que a proibição apenas teve efeitos contrários aos pretendidos.
o Tribunal de Justiça Europeu, depois de queixas de várias empresas, declarou que a Grécia violou as leis da União Europeia, devido a essa proibição total - ou seja, alguma coisa que começa por violar a liberdade de circulação de bens e serviços. O Tribunal de Justiça impôs uma multa de 32 mil euros por dia e por isso foi preciso também fazer esta nova legislação.
A proibição total dos jogos de azar, diz agora o Ministério, teve efeitos exactamente contrários aos pretendidos. Na actualidade estima-se que operem na Grécia mais de 250 sites de apostas online, talvez 20 mil jogos electrónicos de lazer em máquinas de benefício limitado e um número de 150 mil computadores que oferecem jogos de azar ilegais.
A OPAP SA, a maior empresa de jogos na Europa, onde o governo tem uma participação de 35%, tem o monopólio das apostas desportivas grega até 2020. O Estado prevê assim, para 2011, a recuperação de 500 milhões de euros só com a lei, até porque espera dar oito ou nove autorizações para abrir lojas de apostas no país (além da Lotaria Nacional, do Estado, e do Totobola). Com o IVA que vai sacar mais a percentagem acordada para poder instalar legalmente uma empresa no país, o Estado espera ir buscar dinheiro que o ajude a salvar-se desta crise.
No entanto, Giorgos Petalotis, porta-voz do governo disse que jogo online "deveria ser legalizado e tributado com taxas elevadas."
O objectivo principal do projecto de lei, que vai arrancar em Janeiro de 2011, será a abertura controlada do mercado para proteger o interesse público, e combater a ilegalidade actual. Por outro lado, o Ministério das Finanças tem como objectivo salvaguardar o Estado e arrecadar o que puder de um mercado devidamente regulado.
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26 dezembro, 2010
França: UEFA exige comissão sobre apostas online
O organismo que rege todo o futebol europeu, a UEFA, confirmou a exigência de uma comissão sobre valores cobrados pelas empresas de jogo online a operar em França nas competições desportivas que organiza.
Antes do Natal, a UEFA enviou uma declaração com as condições que foram exigidas, e nessa reivindicação foi pedido 1% sobre o rendimento dos jogos da Liga dos Campeões, Liga Europa, Euro-2012 (qualificação) e europeu de sub-21 que se realizem em solo francês e, ainda, todos aqueles das empresas de apostas que estejam sediadas em França.
A UEFA baseou-se na lei francesa sobre jogos online de sorte e azar, que permite por exemplo, a Liga de Futebol francesa cobrar uma taxa de 1% aos usuários da Internet nas apostas na Ligue 1 e Ligue 2. Contudo, a UEFA decidiu ir mais longe na interpretação da lei francesa. O documento abrange tanto os jogos disputados em França como no estrangeiro, sempre que as apostas sejam registradas por empresas com licença de operar em França.
Essa interpretação foi objecto de contestação, no início de novembro, pela Entidade Reguladora para jogos online, ARJEL, que no seu parecer em resposta à UEFA alertou que o quadro jurídico da lei do jogo se limita apenas a França. Contudo, a UEFA, ignorou o presente parecer e sem dar um ultimato aos operadores, o organismo desportivo europeu vem dizer que no futuro não vão puder realizar apostas de eventos promovidos pela UEFA, se não assinarem o documento. Caso não o façam, serão processados no Tribunal da Grande Instância de Paris, para resolver o contencioso.
Ficam algumas perguntas no ar. Em que medida e UEFA vai ter em conta a opinião da ARJEL? E que consequências trará esta medida para os países que tem a suas leis de apostas na internet regulamentadas?
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22 dezembro, 2010
Acordo detalhado da Fusão entre a Bwin e PartyGaming
O plano de fusão apresentado pela Bwin Interactive Entertainment AG e a PartyGaming Plc foi revelado e o novo grupo vai estar cotado na Bolsa de Valores de Londres com 51.6% das acções a pertencer à Bwin e as restantes 48.4% à PartyGaming.
Uma das novidades, é a denominação oficial da nova empresa que vai passar a chamar-se: bwin.party Digital Entertainment Plc.
Os dois gigantes do jogo online estão assim numa posição ideal para aproveitar a rápida consolidação da indústria de jogos online e para abrir novos mercados pelo mundo. As sinergias anuais resultantes da presente operação de fusão será aproximadamente de um total de 55 milhões de euros: estima-se que quase três quartos desse montante será gerado no exercício financeiro de 2012, atingindo sinergia total em 2013.
Esta fusão foi anunciada por ambas as partes a 29 de Julho através de um documento de 478 páginas em que está descrita a futura organização daquela que será a maior empresa de jogo online do mundo.
Neste documento, fica definido que ambas as empresas manterão as suas marcas principais mas operarão sob a designação bwin.party Entertainment PLC, com sede em Gibraltar.
O documento destaca ainda que a nova empresa resultante da fusão se focará na regulação dos mercados, investirá num laboratório para desenvolver novos produtos no âmbito dos jogos sociais, procurará parcerias a longo prazo com associações desportivas e estará preparada para a regulação do jogo online nos Estados Unidos. Para além disto, não estará de fora a possibilidade de novas aquisições no futuro
"A indústria de jogo on-line está a atravessar uma fase de consolidação, pelo que o tamanho e a diversificação geográfica dos operadores no mercado é mais crucial do que nunca", diz Norbert Teufelberger, co-CEO da bwin. "Os nossos produtos e objectivos de mercado complementam-se perfeitamente, e nós continuamos a expandir a nossa liderança em tecnologia em todos os segmentos chave do produto: apostas desportivas, poker, casino, bingo e jogos", disse Teufelberger.
O plano de fusão que foi publicado contém todos os detalhes da fusão proposta e pode ser transferido, juntamente com outros documentos, na página da bwin em: http://www.bwin.org/.
No documento, poderá ler os objectivos e a estratégia da fusão do novo grupo. Os elementos principais são os seguintes:
• Trabalhar sobre a regulamentação e os mercados regulamentados.
• Organizar o grupo em torno dos principais produtos-alvo.
• Oferecer a melhor experiência ao cliente e reforçar a confiança nas marcas líderes.
• Posisionar o Grupo para entrar no mercado dos EUA.
• Explorar novos canais de distribuição.
• Investir em desenvolvimento, através de equipas dedicadas à inovação.
• Desenvolver relacionamentos de longo prazo com as organizações desportivas.
• Participar numa maior consolidação na indústria de jogos online.
A Comissão Executiva da Bwin deve convocar uma assembleia geral extraordinária a 28 de janeiro de 2011 recomendando que os acionistas votem a favor da fusão. Se as assembleias gerais da bwin e PartyGaming aprovarem a fusão, os accionistas titulares de acções da Bwin receberão 12,23 acções da PartyGaming por cada acção da bwin. Esta troca é feita automaticamente e sem custos para o accionista. Os accionistas que desejarem tornar-se accionistas bwin.party podem vender as suas ações antecipadamente no Banco de Viena ou exercer o seu direito a uma liquidação em dinheiro das suas acções. O montante do pagamento em dinheiro foi fixado em 23,52 euros. Os peritos independentes confirmaram que tanto a relação de troca e o montante da compensação monetária é adequado.
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21 dezembro, 2010
Karin Klein da Bwin: "Proibir o jogo é incentivar o crescimento do jogo ilegal"
A Bwin, empresa austríaca de jogo online tem sido ao longo dos anos uma das maiores impulsionadores da legalização e regulamentação da indústria pelos diversos países europeus. Apologistas de um mercado concorrencial, têm ditado algumas das principais directrizes do sector no sentido de clarificar regras, ideais e comportamentos associados ao modelo de jogo.
Em Espanha, o jornal CincoDías entrevistou Karin Klein, directora de Compliance e regulamentação da Bwin, no sentido de exprimir as suas ideias quanto ao novo projecto de lei que regulará o mercado em terras espanholas.
Segue-se a entrevista.
- Como analisa o mais recente projecto de lei de jogo em Espanha?
- Estamos convencidos de que um dos pilares de uma regulamentação justa e competitiva é a inclusão na mesma de todos os produtos/segmentos de jogo. No entanto, não se deve negligenciar uma adequada tributação para o jogo na internet, factor essencial para uma regulação justa e competitiva e isso preocupa-nos , tendo em conta o imposto previsto no projecto final publicado pela imprensa.
- É negativo para o consumidor diferenciar as apostas com taxas diferentes?
- Aplicar diferentes cargas fiscais sobre os diferentes tipos de produtos seria totalmente contraproducente para os consumidores. Embora existam diferentes produtos de apostas desportivas é de vital importância compreender que o consumidor não encontra diferença entre elas. O consumidor apenas vê apostas desportivas e tributar um tipo de produto em relação a outro causaria uma distorção no mercado.
- Que aspectos deve contemplar o projecto de lei que nos dias de hoje não está incluído?
- De momento é difícil avaliar com exactidão o projecto completo, porque publicaram-se vários nos últimos meses. No último já apareceu definido o modelo de tributação, e que nos mereceu a nossa preocupação. Além disso, não se deve esquecer que ainda não realizou uma consulta pública com as operadoras, facto que consideramos absolutamente necessário para proceder a uma regulação justa.
- Com as actuais características do projecto, terá a Bwin uma filial em Espanha?
- A exigência de que os operadores tenham obrigatoriedade de ter estabelecimento com Sede permanente em Espanha, como apareceu na primeira versão publicada pela imprensa e ainda assim eliminada na segunda, é na nossa opinião contrária ao direito comunitário e do princípio da liberdade de estabelecimento, porque a lei comunitária permite criar um estabecimento num Estado-Membro e desenvolver o seu negócio em outro.
- O que aconteceria se os operadores de jogo online não se estabelecessem em Espanha?
- Na Internet a oferta de jogo está simplesmente à distância de um clique, independentemente de onde se encontra o jogador. Uma proibição total do jogo, desenvolveria a criação de um enorme mercado negro internacional, onde os consumidores não estão protegidos e o dinheiro saíria para fora do país. Uma regulamentação com uma tributação muita elevada para o jogo online apenas vai incentivar o crescimento do mercado negro e seria contraproducente, para não mencionar a redução do investimento em publicidade ou patrocínios.
- Outros países europeus já regulamentaram o sector. Em sua opinião, qual é a lei mais adequada?
- Para desenvolver uma legislação eficiente no jogo online é essencial por uma lado regular todos os produtos/segmentos e, por outro, estabelecer uma carga tributária razoável, que poderia ser na ordem dos 10% a 20% sobre o valor apostado menos os montantes pagos em prémios. Por exemplo, nas apostas fechadas cerca de 90% a 92% do montante é devolvido em prémios para os jogadores e o operador fica com os 8%, que deve abranger todas as suas despesas. Por exemplo, em França, o imposto é de 8% do volume de negócios e assim, nenhuma empresa pode operar de forma lucrativa.
Bwin não tem interesse na licitação de 30% da LAE (Loterías y Apuestas del Estado)
Desde que foi publicada a intenção do Governo em privatizar 30% da Lotaria e Apostas do Estado (LAE) foi associado o nome da Bwin como um dos possíveis candidatos. Mas actualmente, nada está mais longe da verdade. "A Bwin continua apenas concentrada nos seus produtos no mercado on-line em países abrangidos pela regulamentação, por isso neste momento não está interessado em uma aquisição deste tipo", diz Karin Klein.
A responsável pela pasta da regulamentação do grupo de apostas com sede em Viena reconhece que a privatização "é uma grande notícia para o sector. Além disso, Karin Klein esclarece que a Bwin "não pode entrar em avaliações das possíveis consequências de uma privatização da LAE para o mercado espanhol". "Agora, a Bwin concentra todos os seus esforços no acompanhamento do processo de regulamentação, que espero venha a resultar num regulamento que protega os interesses dos consumidores, além de compreender a natureza do canal da Internet para finalmente trazer para os cofres do Estado os impostos derivados desta "actividade económica", explica Klein para tentar reforçar o peso dos operadores online nas negociações que devem dar luz à uma nova lei de jogo em Espanha.
Se as previsões do sector estiverem correctas, a nova lei de jogo poderá estar finalizada em 2011. Segundo Karin Klein, a lei deverá levar em conta o âmbito transfronteiriço do jogo online. "Uma abordagem puramente nacional é insuficiente para resolver a questão dos jogos de sorte ou azar na internet." "A indústria online não conhece fronteiras", realça a responsável da Bwin.
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20 dezembro, 2010
Ladbrokes em conversações para comprar a 888 Holdings
Depois da fusão da Bwin com a PartyGaming, mais um grande negócio em perspectiva. A Ladbrokes Plc, a casa de apostas britânica fundada em 1886, afirmou domingo que está em negociações preliminares para assumir o controlo da empresa de jogo on-line 888 Holdings.
O jornal Sunday Telegraph publicou anteriormente que a Ladbrokes tinha feito uma oferta de cerca de 70 libras por acção, ou um total de 240 milhões de libras (372,5 milhões de dólares), pela 888, que também tem sido pretendida por outras empresas. As acções da empresa fecharam sexta-feira a valer 49 libras.
"Não existe nenhuma certeza de que estes encontros preliminares indiquem uma última proposta de oferta à 888, nem o fim de qualquer negociação para qualquer possível nova oferta", disse Harrow Ladbrokes através de um comunicado enviado por e-mail. Por sua vez, Andrew Benbow, porta-voz da 888 empresa sediada em Gibraltar, preferiu não tecer comentários.
A Ladbrokes tentou comprar a 888 há quatro anos por 470 milhões de libras. No entanto, o negócio não se concluiu quando o Departamento de Justiça dos Estados Unidos começou o processo de investigação da indústria de jogo.
Desde abril, Richard Glynn, novo director-geral da Ladbrokes, tem procurado fortalecer o segmento de jogos online da empresa após a reorganização da gestão da unidade em julho, já que os jogos na internet tiveram um crescimento mais lento em relação aos seus concorrentes. As reuniões entre as empresas também reflectem a pressão que as operadoras enfrentam actualmente com a intensificação da concorrência e abertura dos mercados na Europa e EUA.
Nos tempos que correm, os governos estão a permitir a entrada de empresas de jogo online estrangeiras de forma a que possam oferecer os seus produtos em território nacional, sob pretexto da regulamentação e da angariação de impostos (tributação).
Segundo a agência de consultoria inglesa, a H2 Gambling Capital, as empresas que operam em mercados offshore, tiveram um aumento de clientes provinientes de países em que o jogo na internet é proíbido, com os números a aumentarem mais de 10 vezes entre 2003 e 2010, e com valores na ordem dos 6,5 mil milhões de euros.
Os EUA, Canadá, Dinamarca, França, Itália, Irlanda e Espanha estão entre os países que alteraram ou estão a considerar a revisão das regras do jogo online ou na internet.
A 888, que presta serviços à Harrah's Entertainment Inc anunciou no mês de Novembro que as receitas operacionais totais no terceiro trimestre foram de 61 milhões de dólares, com poucas alterações em relação ao trimestre anterior.
A 17 de Dezembro, as acções da Ladbrokes subiram 0,4% na Bolsa de Valores de Londres para fechar em 127,5 libras, avaliando a empresa em 1,2 mil milhões de libras.
O ano de 2011 será de consolidação, e seguramente que na indústria de jogos on-line serão anunciadas outras fusões e aquisições. O mote está dado.
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13 dezembro, 2010
Bwin e BetClic exigem alterações urgentes na Lei de Jogo francesa. Fisco elevado é uma das causas
Quase a completar sete meses desde a sua abertura em França, o mercado regulamentado de jogo online tem passado por momentos controversos no entender dos grandes operadores internacionais. As divergências quanto às altas taxas de impostos aplicadas a empresas e jogadores e a impossibilidade das casas de apostas em lançar novos segmentos/jogos no mercado estão a castigar o investimento feito e a limitar seriamente a competitividade da indústria.
Estas são ideias partilhadas por dois grandes nomes do sector de jogo online europeu, a Bwin e Betclic, que numa entrevista, através dos seus directores-gerais em França dão o seu ponto de vista e apontam para uma reestruturação do modelo em vigor.
Após uma primeira reivindicação de Stéphane Courbit, CEO da Betclic Everest Group na edição de 28 de novembro do jornal Le Figaro, foi agora a vez de Carlo Costanzia, presidente da Bwin/França aumentar o tom numa entrevista à revista especializada iGaming. Em cima da mesa: o imposto muito alto, que inevitavelmente limita a taxa de retorno para os seus jogadores e a pouca variedade de jogos disponíveis para os seus clientes.
Carlo Costanzia, ex-presidente da Gioco Digitale, operadora italiana comprada pela Bwin no passado Verão, foi em julho nomeado pela gigante austríaca para gerir os seus negócios em França. Depois de cinco meses à frente da Bwin/França, Costanzia duvida que exista actualmente um operador a fazer dinheiro no mercado francês: "A oferta de jogos licenciados é muito limitada, a tributação é proibitiva, a taxa de retorno para os jogadores, é limitada a 85%, enquanto que no mercado internacional são de 90% a 95 por cento. Tudo isto prejudica a competitividade da disposição legal e impede-nos (operadores) de nos diferenciar uns dos outros."
Bastante mais duro nas palavras, e sem demoras, Stéphane Courbit, quer alterações urgentes na Lei de jogo. O CEO da Betclic Everest Group diz: "Nós não podemos esperar até dezembro de 2011 para alterar a cláusula de revisão para mudar a lei." e acrescenta: "a lei francesa é um absurdo na sua execução", e não fica por aqui: "Esta é a pior Lei na Europa e com ela não nos permite simplesmente existir neste mercado."
Na mesma linha do que foi dito pelo CEO da Bwin, Stéphane Courbit afirmou: "Estamos sobrecarregados de impostos, e no âmbito dos jogos autorizados é um mercado muito limitado e a taxa de retorno para os jogadores é baixa demais. A actual lei, em França, coloca os operadores numa posição de não querer garantir nenhuma licença junto da ARJEL.
Para sustentar a sua tese, o principal accionista da BetClic lembrou que o segmento de apostas desportivas irá ter prejuízo de 25 milhões de euros este ano no mercado francês, enquanto em 2009, era rentável."
Poker poupado
Os ataques dos dois gestores da Bwin e BetClic concentram-se principalmente nas apostas desportivas e apostas de corridas de cavalos. O Poker parece representar um problema menor. Carlo Costanzia explica: "A França tem sido mais restritiva nas apostas, e era no segmento de apostas que existia maior capacidade de desenvolvimento em relação ao Poker (já que este permite a introdução de jogos a dinheiro)."
Depois recordou que a França também havia autorizado os jogos de poker enquanto, por exemplo na Itália ainda estão proibidos. O Presidente da Bwin/França adianta os progressos que deverão ser feitos: "A oferta em Itália é mais aberta, com jogos de habilidade (como Blackjack, Gin rummy ou Gamão) autorizados, além de poker. Carlo Costanzia diz: "É verdade que o poker só é permitido em França. E, no entanto, apenas os segmentos de Texas Hold'em e Omaha, entre outras variantes tem sido mantido inexplicavelmente longe do campo da regulamentação francesa.
Stéphane Courbit sem papas na língua
Por fim, o CEO da Betclic Everest Group parte para uma ofensiva, indo directamente para as ameaças: "Ou a lei evolui para uma maior equidade, ou vamos ter que desafiar o monopólio da FDJ, baseando-se na execução da lei e parcialidade que tem sido dada à PMU (operador francês de apostas de corridas de cavalos)."
Stéphane Courbit anunciou também a suspensão da publicidade na televisão em 2011 e uma redução de 80% do seu investimento no desporto francês, onde é o grande patrocinador de clubes e competições: "Este será um balde de àgua fria para o mundo do desporto em França, mas somos obrigados pelo ambiente e pela atmosfera criada".
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10 dezembro, 2010
Estados-membros dispostos a dar os primeiros passos no sentido da harmonização do jogo online
A mudança de abordagem da União Europeia a respeito da indústria de jogo on-line continua em andamento. Pela primeira vez, os Estados-Membros da União Europeia (EU) reconheceram que uma legislação puramente nacional em relação aos jogos on-line não é suficiente, clarificando o caminho para uma maior cooperação entre os Estados.
As conclusões do Conselho sobre os jogos e apostas nos Estados-Membros da União Europeia representam um marco no debate político em torno do jogo on-line na Europa.
De acordo com a Associação dos operadores de jogo e apostas online (EGBA -European Gaming & Betting Association), orgão que representa o sector licenciado da União Europeia (UE), este recente passo vai dar um novo impulso à consulta da Comissão Europeia sobre o Livro Verde acerca dos jogos on-line, porque é a primeira vez que os Estados-Membros são unânimes sobre o assunto desde que se começou a discutir o jogo on-line no âmbito do Conselho em 2008. O Livro Verde da Comissão Europeia está previsto para este mês de dezembro ou no início de 2011.
O Livro Verde é um documento da responsabilidade da Comissão Europeia, que tem por objectivo fomentar a reflexão sobre um assunto específico, a nível da UE. Convida à participação no processo de consulta e debate dos temas em consideração. Concluído este processo, o Livro Verde dá lugar ao Livro Branco que é documento, publicado pela Comissão Europeia, que agrega propostas de acção comunitária em domínios específicos. Pode surgir na sequência de um Livro Verde.
Sigrid Ligné, secretária-geral da EGBA, disse: "A importância destas conclusões para o jogo online na União Europeia não pode ser subestimada. Os Estados-Membros têm apoiado expressamente a discussão em profundidade sobre jogos de sorte ou azar na internet nos seus mercados internos, tal como proposto pelo Comissário Barnier. Pela primeira vez, também por unanimidade, concordaram em trabalhar em medidas concretas para melhorar a cooperação transfronteiriça. A EGBA congratula-se com o trabalho da Presidência belga na União Europeia e com este resultado notável."
Os Estados-membros chegaram a acordo sobre uma série de acções que as autoridades reguladoras nacionais podem realizar e que irão reforçar a cooperação entre eles. Os Estados incluem a cooperação em matérias de protecção do consumidor, a integridade no desporto, a redução dos encargos administrativos desnecessários e a partilha das melhores práticas no que diz respeito às medidas de jogo responsável.
Sigrid Ligné acrescenta: "Desde que o Comissário Michel Barnier abordou a possível aplicação do Livro Verde sobre esta indústria, o debate sobre a matéria de jogos on-line tem evoluído rapidamente. O panorama alterou-se. Apenas há um ano atrás, estas conclusões teriam sido impensáveis. A EGBA apoia plenamente os esforços da Comissão de publicar o Livro Verde, o mais rapidamente possível."
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