13 setembro, 2011

A criação de um mercado único de jogo online responsável na UE (parte 2)


No seguimento do meu artigo: ("Jogo Online na União Europeia: Políticos e Indústria debatem regras comuns"), transcrevo a declaração oficial das duas entidades europeias - a EGBA ((European Gaming & Betting Association)) e RGA (Remote Gambling Association) participantes activos na conclusão do Livro Verde para a Indústria de Jogo em linha (online).

Título: "A criação de um mercado único de jogo online responsável na União Europeia"

1. Livro Verde - uma janela de oportunidade

A EGBA e RGA, juntas representam mais de 30 empresas, as maiores e mais bem posicionadas no sector de jogos de sorte e azar na internet. Todas estão devidamente reguladas na Europa, grande parte cotada nas bolsas de valores, e algumas com importantes interesses na indústria do jogo terrestre (offline). Os nossos membros lideram os negócios de comércio eletrónico nos segmentos: casinos, poker e apostas desportivas online, de forma inovadora e segura.

O actual Livro Verde lançado pelo Comissário Barnier é uma oportunidade muito esperada para examinar cuidadosamente o estado do mercado de jogos e apostas na União Europeia, e estabelecer um quadro político e regulamentar que reconheça a procura destes produtos por um número crescente de consumidores, tratando de proporcionar um retorno seguro e livre de ilegalidades e assim puder disfrutar de jogos online atractivos e de qualidade. Se não houver uma oferta competitiva regulada, sites de outras jurisdições e operadores do mercado negro estarão na linha da frente para chegar ao consumidor. Como resultado, a Europa vai perder as receitas geradas e a oportunidade de proteger os consumidores e a ordem pública.

A indústria regulamentada (legalizada) na Europa espera que a União Europeia tome as decisões certas. Uma liderança política no Parlamento Europeu e a iniciativa de conduzir o relatório são, portanto, de importância vital.

2. Jogo online na UE: A dimensão do mercado e os números

O jogo online é uma indústria de caracter inerente internacional que contribui cada vez mais para a economia da União Europeia através da inovação, receitas fiscais, criação de emprego (por exemplo, mais de 23% na Suécia apenas desde 2009) e geração de negócios numa ampla gama de empresas subsidiárias em sectores como tecnologias de informação, publicidade e serviços financeiros e jurídicos.

O mercado da União Europeia de jogo online representou 11% do mercado total de jogo e foi avaliado em 10 mil milhões de euros em GGR (receitas brutas do jogo) em 2010. O sector espera alcançar 13% do mercado total em 2012 (12,5 mil milhões de euros GGR). Este crescimento não será prejudicial ao segmento tradicional (offline) que irá reter a maior parte do total do mercado europeu, passando de 79,6 mil milhões de euros GGR em 2008 para 83,7 mil milhões de euros GGR em 2012 quando estima-se que represente aproximadamente 87% do total do mercado. Existem receitas que vão para causas sociais e desportivas, incluindo o desporto de formação, portanto, não são uma ameaça.

Vale a pena referir que nas jurisdições onde estão licenciados o jogo privado e as lotarias nacionais (por exemplo, Itália, França e Reino Unido), estas não sofrem com a concorrência e conseguem manter e desenvolver o seu négocio sem dificuldades.

Em 2010, o mercado da UE para jogos online de fortuna e azar representaram 45% da quota de mercado global online e conseguiram pela primeira vez produzir campeões da europa na internet, que até agora tinha sido de domínio das corporações dos Estados Unidos da América. Mas essa liderança permanece frágil e está ameaçada pela crescente segmentação de regulamentação do mercado da União Europeia.

3. O papel da regulação

O jogo é uma actividade que está sujeita a uma estrita regulamentação legal - uma posição que apoiamos incondicionalmente. Um número crescente de Estados-Membros estão actualmente a regular a indústria e a introduzir um sistema de licenciamento. Portanto, o debate de hoje trata de garantir que os consumidores tenham acesso a serviços seguros, devidamente regulados e competitivos.

O desenvolvimento de normas nacionais demasiado restritivas apenas demonstrou um exito limitado em canalizar os consumidores para operadores de apostas online domésticos e longe de websites do mercado negro ou operadores que tenham licenças noutras jurisdições. Estes operadores poderiam estar potencialmente em qualquer lugar do mundo e não poderiam funcionar tão bem com os mesmos altos padrões de regulação e de operadores licenciados na Europa.

Como evidencia o crescente número de referências ao Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias (TJCE), a decisões prejudiciais, as regulamentações nacionais incoerentes e discriminatórias são também um risco de serem incompatíveis com o Tratado da União Europeia. Para um sector que é - por natureza - transfronteiriço o surgimento de 27 diferentes modelos de regulação não pode ser o melhor caminho a seguir. Cria-se inconsistência e aumenta o custo de fornecimento, em detrimento dos consumidores da União Europeia.

A EGBA e a RGA apoiam o desenvolvimento de medidas regulamentares específicas no âmbito da UE, que para ser eficaz, deve adaptar-se aos aspectos transfronteiriços da actividade.

O objectivo fundamental de qualquer legislação da União Europeia sobre o jogo online deve ser para proteger os consumidores contra a criminalidade e garantir o acesso ao mercado de operadores legítimos e regulados. Esta abordagem é essencial para promover a cooperação transfronteiriça e executar medidas de protecção e prevenção, evitando requisitos desnecessários e onerosos.

Um estudo realiado em 2010 pela empresa Price Waterhouse Coopers mostra que os custos de um único operador da União Europeia para obter e manter uma licença francesa é de 8,7 milhões de euros, mesmo que o operador da UE já tenha autorização de trabalhar em um ou vários outros Estados Membros da UE. Esses incargos a operadores legítimos são injustificados e oferecem uma clara vantagem competitiva para os sites ou operadores do mercado negro fora da União Europeia que não estejam sujeitos ao mesmo imposto e as restrições regulamentares.

4. Comissão Europeia (CE) deve manter o seu papel de guardiã dos Tratados

A jurisprudência do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) esclareceu que, na ausência de regras harmonizadas na União Europeia, os Estados-Membros têm liberdade para decidir sobre o seu quadro regulamentar nacional, mas devem - independentemente da escolha - respeitar o Tratado da União Europeia . Em particular, as restrições nacionais à livre circulação de serviços devem estar em consonância com os objectivos definidos, com base em condições justas e transparentes e não pode discriminar operadores da União Europeia.

Estão em curso processos por infracção iniciados pela Comissão Europeia contra vários Estados-Membros. No entanto, desde o início de 2008, não houve progressos e não existiu novos processos abertos, embora tenha havido várias denúncias.

Enquanto isso, o Tribunal de Justiça da União Europeia tem continuado a emitir decisões de falhas prejudiciais (15 casos no total, desde 1994, sete ainda estão pendentes). Entre 2006 e 2010, foram notificados à Comissão de Investigação de Mercado Único mais de 150 projectos de decretos e leis, e muitos receberam primeiro uma advertência formal da Comissão por não cumprirem com a legislação da União Europeia.

Nestes tempos de crise económica, é mais importante do que nunca que a Comissão Europeia cumpra o seu papel de guardiã do Tratado e continue a perseguir os casos de infracção de uma forma sistemática para corrigir as falhas legislativas existentes, de modo a evitar o desenvolvimento de novas normas nacionais que não estejam em conformidade com a legislação da UE, e assim, criar mais distorções no mercado.

A Comissão Europeia deve agir agora, antes que outros governos nacionais implementem regulamentos incompatíveis com o direito comunitário, o que levaria muitos anos corrigir, sem a intervenção adequada da Comissão.

5. Jogo Responsável é o nosso objectivo comum

Os operadores europeus estão comprometidos com o jogo responsável e têm investido fortemente em mecanismos para reduzir os danos sociais. As medidas aplicadas desempenham um papel importante na prevenção de riscos e afastam possíveis preocupações.


6. Integridade no Desporto

Os operadores licenciados de apostas desportivas, os seus clientes, e o desporto podem eles próprios serem vitímas de operadores ilegais sem escrúpulos, os actores corruptos, fraudulentos e criminosos.

A indústria europeia de apostas e jogos online investe somas consideráveis ​​em sistemas de integridade e usa tecnologia sofisticada capaz de monitorizar cada aposta, e detectar todo o padrão de actividades suspeitas em tempo real. Através de plataformas como a Association of European Sports Security (ESSA) avançamos com acordos de intercâmbio de informações com as principais organizações desportivas europeias que entraram em vigor há vários anos. As principais organizações desportivas, como o COI e a FIFA reconheceram recentemente que a verdadeira ameaça à integridade do desporto não é da indústria licenciada de apostas desportivas mas parte de grupos internacionais de crime organizado e mercados de apostas ilegais que se encontram principalmente na Ásia.

Em 2010, a EGBA, ESSA e RGA desenvolveram com os atletas da União Europeia e com a Federação de Jogadores Profissionais do Reino Unido, programas educacionais com base em contactos directos nos balneários para fornecer orientações claras aos desportistas profissionais na Europa. Este programa destina-se a mais de 8500 atletas em quatro países e sete modalidades desportivas. Através de um código de conduta comum, os atletas profissionais são informados sobre os fundamentos de apostas desportivas para evitar conflitos de interesse ou risco de comprometer a sua integridade e imparcialidade no jogo.

7. Prevenção à lavagem de dinheiro

A indústria licenciada opera num ambiente altamente transparente e estritamente regulamentado (por exemplo, operações de jogo online estão abrangidos pela terceira directiva de branqueamento de capitais e todas as licenças dos operadores de jogo incluem relevantes requisitos que são especifícos para o sector).

A natureza da internet significa que há perfeita e rigorosa auditoria para todas as transações e um estrito "conhecimento do seu cliente" aplicada a todos os operadores licenciados. Em conjunto, estas medidas garantem que, ao contrário das crenças de alguns, o jogo online é uma realidade muito pouco atractiva para a lavagem e branqueamento de capitais.

8. Prevenção para o problema do jogo

O desenvolvimento, nos últimos anos, do jogo na Internet não tem gerado um aumento de incidências de casos relacionados com problemas com jogo na população em geral. A taxa da população que sofre com problemas (dependência) de jogo na Europa é estimada entre os 0,5 e os 3% no total. No entanto, a Internet permite agora, pela primeira vez a capacidade de investigar o comportamento em jogo real em vez de basear-se em auto-relatos. Como resultado, a política pode basear-se agora no que as pessoas realmente fazem ao contrário do que elas pensam que estão a fazer - Movemo-nos a partir da formulação de políticas baseadas na opinião política baseada em factos concretos.

9. Protecção dos menores

Os operadores de jogo online na Europa desenvolveram ferramentas sofisticadas para evitar que pessoas menores de idade participem em jogos a dinheiro e para verificar a idade e identidade dos indivíduos, tais como:

- Informação no site com um link com uma clara mensagem "proíbido a menores de 18 anos"

- Confirmação de idade durante o processo de registo
- Formação para todos os funcionários envolvidos na verificação de idade
- Controlos de rotina adicionais para verificações de clientes de modo a garantir a conformidade com as restrições de idade
- Bloqueio da Conta e devolução se houver suspeita que existe partipação de menor de idade.

Estas medidas revelaram-se eficazes em todos os lugares onde foram aplicadas e isso tem foi confirmado pela Children’s Charities’ Coalition no Reino Unido no relatório "segurança da Internet 2010, que cita o jogo online como um exemplo de sucesso a ser seguido por outras indústria de comércio electrónico apenas para adultos.

Recentemente, a EGBA e a RGA têm trabalhado com uma vasta gama de intervenientes (professores universitários, especialistas em problemas derivados com o jogo, criminologistas, etc). Em fevereiro de 2011, foi dado um importante avanço na credibilização da Indústria de jogo online com a publicação por parte do Comité Europeu de Normalização (CEN) em conjunto com a EGBA e RGA, de um inovador acordo "134 Medidas Responsáveis do Jogo Remoto", o primeiro acordo pan-europeu que visa proporcionar o mais elevado nível de protecção para o utilizador/jogador online na União Europeia.

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11 setembro, 2011

Jogo Online na União Europeia: Políticos e Indústria debatem regras comuns (Parte I)


Quando existe a oportunidade histórica de juntar à mesa, políticos (comissários, eurodeputados), entidades credenciadas da Indústria de jogo online e especialistas na àrea, em pleno parlamento europeu, posso depreender que existe receptividade política em ouvir sugestões e propostas de uma actividade ainda muito subjugada pela vontade de cada estado-membro.

Com o lançamento do Livro Verde para a Indústria de Jogo Online, o parlamento europeu aceitou de vez a importância crescente da actividade no velho continente que regista uma facturação comercial de muitos milhões de euros e onde outros tantos milhões de cidadãos europeus utilizam os seus computadores para jogarem a dinheiro. Consciente que é preciso haver regras, e para haver regras é necessário uma disciplina regulatória comum, a europa quer desenvolver um diploma que sirva de modelo às melhores práticas, tais como salvaguardar o interesse público através da protecção de quem acede a estes sites, saber que tipo de produtos/serviços oferecem estas empresas de apostas ou jogo online e toda a forma legal: leis (normas jurídicas); factos sociais; justiça; jogo responsável, tributação; condutas, etc.

Convém recordar que actualmente cada país membro (EU) tem a sua interpretação sobre definição de regras na Industria de jogo online. Grande parte já tem legislação ou regulamentação do mercado de jogo na internet.

Outros (poucos já) tais como Portugal, continuam inertes a assistir de poltrona aos desenvolvimentos políticos das suas congéneres europeias. O vazio legal continua, a ilegalidade perpetua, e as decisões não saem da gaveta. Esperamos que as futuras decisões no centro político europeu ajudem os nossos governantes a pensar melhor este tema.

A Parte 2, deste artigo pode ser consultada neste link, onde apresento as medidas concretas, e o que está a ser discutido no seio da europa.

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08 setembro, 2011

Alemanha: Leis de Jogo Online entre Conservadorismo e a Ruptura total


Na Alemanha, a questão de regulamentar o jogo online está na ordem do dia. De um lado a maioria dos estados (Länder) que se mostra contra a entrada de operadores privados numa afronta à lei concorrencial que rege as leis da União Europeia. Estes quinze estados alemães baseiam a sua tese nos receios que uma abertura poderá provocar nos seus cidadãos, nomeadamente a excessiva oferta e dependência ao jogo. Por outro lado, mesmo dentro das fronteiras alemãs existem estados que tal como as histórias de Asterix e Obelix imprimem a ousasia em derrotar o conservadorismo exacerbado de quem tem o controlo da actividade - casinos e lotarias nacionais. O que faz lembrar isto?

No caso, Schleswig-Holstein, um dos 16 estados que formam a famosa Länder, passou das palavras à acção e definiu a abertura total até Março de 2012 do mercado de jogo online no seu território de serviços. Sem barreiras ou condicionalismos, este estado do norte da Alemanha vai permitir a entrada de todos os operadores que tenham sediamento num pais do espaço comercial europeu às suas licenças nos segmentos de apostas desportivas, poker e outros (com excepção aos jogos de casino - ruleta, blackjack e baccarat).

Vale a pena recordar que actualmente a lei sobre jogos e apostas que cobre toda a Alemanha expira em 31 de dezembro de 2011. Segundo os dados disponíveis, mais de 90% dos operadores de jogo na Alemanha não têm licenças de exploração e com esta nova decisão de Schleswig-Holstein é esperado uma maior protecção dos indivíduos/jogadores com a regulação da indústria através do licenciamento dos operadores.

O mercado pararelo (jogo ilegal) na Alemanha é estimado em 5 mil milhões de euros e com esta medida regulamentar, o governo espera arrecadar cerca de 40 a 60 milhões de euros em impostos e licenças para os cofres do estado. As licenças terão uma durabilidade de cinco anos e o estado alemão deverá cobrar um imposto de 20% das receitas brutas dos operadores.

Mas nem tudo são rosas! O Tribunal Federal de Justiça da Alemanha, a mais mais alta instância cível nacional decidiu contra a entrada da Bwin.Party Digital Entertainment juntamente com outras empresas de nomeada para operarem legalmente em território alemão, companhias estas, que tinham movido cinco requerimentos com a justificação de que a lei concorrencial estava ferida de morte porque apenas as empresas controladas pelo monopólio estatal tinham oportunidade de oferecer apostas desportivas online, o que viola as regras europeias.

Para já, foi enviada uma acção cívil por parte da bwin, mas com o fim da actual lei de jogo no final do ano e com os avanços registados a exemplo em Schleswig-Holstein e os movimentos políticos na União Europeia poderemos esperar novidades numa indústria que domina as atenções no espaço europeu.

Regular e legislar a Indústria de jogo e apostas online, manter os monopólios estatais, harmonizar políticas europeias para todos os estados-membros ou cada um por si é a questão do momento.

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05 setembro, 2011

União Europeia dá luz verde à Dinamarca para abertura do mercado de jogo online


Muito boas notícias para a Dinamarca e para a luta dos operadores que tentam encontrar mecanismos legais de aprovação para abertura de um mercado devidamente legal de jogo e apostas online na união europeia. Foi a própria Comissão Europeia que deferiu a favor dos interesses dinamarqueses numa decisão que irá permitir em 2012 a regulação do mercado de jogo na internet naquele país.

A origem no entrave político teve como partida uma queixa apresentada pelos casinos dinamarqueses e pela associação dinamarquesa de slot machines contra a política de impostos aprovada para as casas de apostas online. Estes (operadores licenciados online) iriam pagar 20% sobre as receitas brutas do jogo, enquanto os casinos locais dinamarqueses pagam actualmente entre 45% e 71% da receita bruta.

A Comissão Europeia defende neste caso que ao abrigo das regras da União Europeia a liberalização da indústria acompanhada por uma baixa taxa de imposto é um facto que favorece o desenvolvimento positivo do mercado e ajuda adequadamente a sua legalização e legislação para operadores e jogadores compensando as distorções na concorrência.

No entanto, esta decisão da Comissão Europeia não tardou a obter reacções positivas. Clive Hawkswood, director da Remote Gambling Association (RGA), expressou de imediato a sua satisfação e defendeu a decisão da Comissão Europeia, afirmando que “as empresas online fazem parte de uma ambiente internacional altamente competitivo e que as políticas fiscais devem ser definidas de acordo com esse contexto” .

O operador de apostas online Betsafe mostrou-se, também, muito agradado com esta decisão e anunciou que a empresa planeia lançar as suas marcas no mercado de apostas online da Dinamarca e estabelecer patrocínios com a primeira liga dinamarquesa, que passará a denominar-se Betsafe League.

Por sua vez, Martin Cruddace, da Betfair, acredita que o caso dinamarquês pode ser encarado como um protótipo perfeito de um modelo de regulamentação Europeu.

A regulamentação das apostas online na Dinamarca será aplicada a partir de dia 1 de Janeiro de 2012, momento em que os dois tipos de licenças (apostas desportivas e jogos de casino) entram em vigor. As apostas em corridas de cavalos e no bingo continuarão a ser exclusivas do monopólio estatal Danske Spil.

Recorde, o estado actual do mercado de jogo onilne na região escandinava, nomeadamente o caso da Noruega, que também encontra resistências locais.

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02 setembro, 2011

Irlanda planeia nova lei de jogo e apostas online em 2012


As ultrapassadas leis de jogo na Irlanda que datam de 1936 e 1956, vão sofrer alterações significativas no segundo trimestre de 2012, conforme anunciado pelo Ministro da Justiça Alan Shatter. A nova regulamentação, onde até aqui não estava incluído a indústria de jogo online (apostas realizadas na internet) vai permitir encaixes importantes através da tributação e do licenciamento dos operadores.

Os irlandeses, conhecidos pelo seu especial fascínio em apostas hípicas (corridas de cavalos) onde a actividade tem um peso importante na sua cultura e economia, têm ao seu dispor várias formas de participar usando os meios tradicionais, como também as mais múltiplas opções online.

Como este e outro tipo de apostas online não estão associadas nas actuais leis, são os próprios apostadores/jogadores que tornam-se alvo vulnerável para qualquer tipo de riscos inerentes com o não cumprimento dos parâmetros de funcionamento e controlo de qualidade sobre a indústria.

"As lacunas na actual lei, como por exemplo a ausência de regulação para o jogo online, estão a expor os jovens e outras pessoas vulneráveis a riscos inaceitáveis”, esclareceu o ministro da Justiça irlandês"

A nova lei vai permitir que o Ministério da Justiça tenha total controlo sobre esta actividade, nomeadamente no que diz respeito ao licenciamento e supervisão das empresas. Até aqui, estas funções eram repartidas com o Ministério das Finanças irlandês.

No projecto governamental é também abordado um possível aumento dos impostos sobre as receitas de 1% para 2%, facto que está a perturbar as relações entre estado e operadores locais. Por exemplo, a Paddy Power, maior operadora de apostas da Irlanda apela vivamente para não haver agravamento fiscal porque isto será um golpe na competitividade daqueles que sempre operaram no país, em detrimento dos operadores que exercem a sua actividade a partir de sediamento em paraísos fiscais.

A Paddy Power emprega actualmente 800 pessoas (todas na Irlanda) e caso o plano de aumento de impostos siga em frente, pensa seriamente em seguir a estratégia comercial dos seus concorrentes. Obviamente a deslocação da base de operações da Paddy Power para um país com melhores incentivos fiscais trariam certamente melhores resultados financeiros para a empresa. Mesmo assim, e fruto de uma relação de muitos anos, a Paddy Power espera que o governo irlandês tenha em conta a sua opinião sobre esta matéria.

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26 agosto, 2011

Há 10 anos que o Jogo Online "campeia" sem que o Governo actue - Mário Assis Ferreira (Casino Estoril)


Palavras fortes e directas de Mário Assis Ferreira, Presidente do Conselho de Administração dos casinos Estoril-Sol na tarde informativa da RTP Informação acerca da não resolução do problema Jogo Online em Portugal.

Sem papas na língua, Assis Ferreira debitou críticas ao papel dos sucessivos governos pela não implementação de medidas cautelares e repressivas contra uma actividade (Jogo e Apostas Online) que cresce a olhos vistos, enquanto os casinos portugueses sofrem perdas de lucros anuais.

Vídeo
* Entrevista de Mário Assis Ferreira à RTP Informação


De facto, tenho que concordar com o Senhor Mário Assis Ferreira no aspecto burucrático governamental que se arrasta há mais de 10 anos para a construção de vez de uma regulação da actividade do jogo online, e ao mesmo tempo, estes, contribuirem para os cofres do Estado com os seus impostos. É uma questão de igualdade.

Por outro lado, é de conhecimento público a vontade desses mesmos operadores internacionais de Jogo apostas online em participar legalmente no mercado português. Falta, como sabemos vontade politíca e principalmente flexibilização ou aceitação do monopólio que rege o jogo em Portugal. Também se nunca se sentarem à mesa para debater os problemas que os separam, nomeadamente a questão da segurança e adicção, numa chegarão a um entendimento.

Agora uma coisa é verdade, o Jogo Online é uma das actividades com maior crescimento na europa e no mundo. Não vale a pena tapar o sol com a peneira e fingir que não existe. A Europa, o Conselho europeu e os países-membros tomaram consciência do fenómeno e criaram um livro de recomendações (Livro Verde) na tentativa de uniformizar uma política única para esta emergente Indústria. As próprias operadoras de renome internacional trabalham directamente com as instituições e governos europeus e seguem à risca a constituição dos países onde os mercados estão devidamente regulados. Casos de França, Itália, Espanha, entre outros.

Portugal, pode até um dia decidir não aceitar a presença de operadores de jogo a dinheiro na internet .pt, mas digo quase garantidamente que as medidas restritivas resultantes não vão ter sucesso, apenas perpetua o mercado negro. Quem acreditar no contrário está um pouco distante da realidade.

Para terminar, aproveito um comentário de Mário Assis Ferreira, numa entrevista ao site Dinheiro Vivo.

Que medidas deveriam ser tomadas em relação ao jogos online?

Mário Assis Ferreira: "O governo anterior tinha criado um grupo de trabalho para estudar esta questão, e inclinava-se para uma monitorização desses sites, em que fosse proibido o pagamento via sistema financeiro. O jogo clandestino, que é o que significa aqui jogo online, é uma actividade parasita, quer do ponto de vista de emprego quer do ponto de vista fiscal. Era importante que a actividade assim que fosse regulada, o jogo online fosse devolvido aos casinos. É importante salientar que os casinos são uma montra da actividade de turismo e representam 70% do turismo, e o turismo representa 10% do PIB. É importante garantir a sobrevivência deste sector e tomar um conjunto de medidas que permitissem aos casinos voltar a ser um cartão de visita do turismo nacional."

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24 agosto, 2011

Programa do Governo superficial na questão regular apostas online


Depois de ler e rever o programa do XIX Governo Constitucional português, formado como sabemos pelo PSD/CDS, tentei encontrar possíveis medidas e soluções para o continuo vazio legal existente no sector de apostas desportivas online e o que constatei foi um vago de promessas sem abordar directamente o problema.

Sem uma única palavra relacionada com a indústria - "Jogo Online", "Apostas Online" -, retive no entanto uma frase na página 101 da "pasta" Desporto e Juventude onde diz o seguinte:

- Analisar a gestão de direitos desportivos visando a optimização do financiamento público e privado do desporto;

Bem, eu diria que os sucessivos governos passam o tempo a analizar, a fazer estudos, e praticamente meia europa concluiu ou está em vias de finalizar as suas reformas relacionadas com o jogo e apostas na internet. É importante focar sem dúvida o financiamento no desporto, onde neste campo as empresas de apostas online têm tido papel importante nomeadamente no futebol profissional onde patrocinam clubes e competições, mas tudo ainda, como disse, cheio de entraves de ordem legal, com entidades (casinos e Santa Casa) a contestarem em tribunal a falta de regulação nas nossas leis para permissão de actividades em Portugal por parte dos operadores internacionais/privados.

Também, a meu ver, poderiam estar incluídas algumas ideias sobre o que pensa o governo português, sobre o combate às apostas ilegais, a corrupção associada à combinação de resultados desportivos no nosso desporto e que presentemente não tem qualquer medida de controlo prática. Não menos importante, sabendo que o mercado português movimenta valores na ordem dos 700 milhões de euros/ano, não estará o estado interessado em captar as respectivas receitas fiscais inerentes ao jogo online? E os jogadores? Haverá interesse em proteger os portugueses que jogam a dinheiro na internet?

São muitas questões relevantes que deixo no ar, e que não foram mencionadas no programa do Governo. O Partido Socialista (PS) deixou uma herança de promessas neste assunto "apostas desportivas online". Basta conferir as declarações do então Secretário do Desporto Laurentino Dias, aquando de uma conferência internacional sobre o tema adiantou a disponibilidade para o governo avançar para uma regulação da indústria, sem menosprezar os interesses da Santa Casa detentora dos direitos do jogo em Portugal.

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22 agosto, 2011

Liga Portuguesa recheada de jogadores estrangeiros


A aposta no jogador português pelos clubes profissionais é dos temas mais sensíveis no futebol nacional. Desde há (+/-) dez anos, que o número de estrangeiros inscritos superam os de nacionalidade local. A regulamentação existente, e as estruturas que mandam no futebol também não parecem muito preocupadas em reverter esta situação. Hoje, pensam no presente, temos uma selecção que continua a dar cartas, mas, e depois do mundial 2014? Os actuais craques Cristiano Ronaldo, Nani, entre outros estarão perto do final de carreira, e as opções válidas a médio prazo estão escondidas em divisiões menores ou sem espaço de progressão.

Por outro lado, alguém acredita que FC Porto, Benfica, Sporting, Braga conseguiriam bater-se actualmente no panorama internacional com plantéis compostos maioritariamente por jogadores portugueses. A verdade é que os bons valores nacionais estão a jogar no estrangeiro, nos melhores clubes da europa, mas parece que a torneira do talento está a esvaziar-se. Talvez, e porque sinceramente o futebol está transformado na procura obsessiva pelo sucesso imediato, seria prudente, especialmente para os três grandes a aposta gradual no jovem jogador português.

São precisamente os três maiores clubes portugueses que reúnem menos jogadores portugueses nos seus quadros principais. O FC Porto conta somente com quatro jogadores portugueses na equipa, enquanto Benfica e Sporting contam com sete. Os dragões, contudo, utilizam 75% dos seus portugueses entre os titulares (Rolando, João Moutinho e Silvestre Varela). Os leões têm utilizado quatro dos sete "lusos" no onze habitual (Rui Patrício, João Pereira, Daniel Carriço e André Santos). Já as àguias, tirando ocasionalmente Rúben Amorim, joga preferencialmente com onnze estrangeiros, num clube que até meados dos anos 80 apenas contava com portugueses.

Globalmente, a Liga Portuguesa Zon/Sagres 2011/2012 registou 438 novos jogadores, sendo apenas 184 (42%) portugueses. Os 58% restantes são de distintas nacionalidades, sendo 140 de nacionalidade brasileira (32% do total e 55% dos estrangeiros). Os argentinos vêm (bem) atrás, com 12 atletas inscritos em Portugal, seguido de Cabo Verde (11) e Uruguai (8). Os clubes com mais portugueses na liga principal são Vitória de Setúbal e Olhanense (17 portugueses), com Paços de Ferreira, Beira-Mar e Feirense (16 nacionais) logo atrás.

Todos os números da Liga Portuguesa
* quadro estatístico que se segue é fonte do site mais futebol

Total de Jogadores: 438

Portugueses: 184 (42%)

Estrangeiros: 254 (58%)

Brasileiros: 140 (32%)

Europa (215)
Portugal: 184
Espanha: 7
França: 6
Eslovénia: 3
Holanda: 2
Bélgica: 2
Sérvia: 2
Montenegro: 2
Áustria: 1
Croácia: 1
Itália: 1
Roménia: 1
Bulgária: 1
Rússia: 1
Israel: 1

América do Sul/Norte (176)
Brasil: 140
Argentina: 12
Uruguai: 8
Paraguai: 3
Colômbia: 3
Chile: 3
Peru: 2
Bolívia: 1
Venezuela: 1
EUA: 1
México: 1
Haiti: 1

África (46)
Cabo Verde: 11
Nigéria: 6
Guiné: 5
Camarões: 4
Senegal: 4
Angola: 3
Moçambique: 2
Marrocos: 2
Costa do Marfim: 2
Mali: 2
Argélia: 1
Líbia: 1
Benin: 1
Gana: 1
Tunísia: 1

Ásia
China: 1

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18 agosto, 2011

Dimensão financeira da Liga dos Campeões


Querem um exemplo da dimensão financeira da Liga dos Campeões? Para terem um alcançe da brutalidade dos valores envolvidos, a maior e melhor competição de clubes do planeta - a Champions League - rende nada mais nada menos que 754,1 milhões de euros anuais, o que deixa (pasmem-se!) o Campeonato do Mundo FIFA a 458,1 milhões de euros de distância. No total, o Mundial de futebol factura 296 milhões de euros, numa competição que se realiza apenas de quatro em quatro anos.

Mas a atracção da Liga dos Campeões não passa apenas pelos prémios envolvidos, ou pelo desempenho desportivo de cada clube. A simples participação de um colosso da europa é garante imediato de publicidade pelo mundo inteiro, e oportunidade de negócio via marketing ou presença em qualquer região deste globo. A Champions League traz exposição e ajuda os clubes a expandirem as suas marcas e espalharem adeptos e fãs pelo mundo. Não é por acaso, que clubes como o Real Madrid e o Manchester United conseguem ter seguidores nos mais distantes locais do seu mercado de origem, como a Ásia.

Devido ao alto nível de facturação através do marketing, a Liga dos Campeões representa a forma mais importante de divulgação, de estar continuamente nas emissões televisivas de todo o mundo. Ganham as marcas patrocinadoras dos clubes, que têm um "veículo" de imagem quase inigualável para atingir outros mercados, e obviamente os clubes que usam através do sucesso desportivo novos públicos.

Na temporada passada, por exemplo, o Manchester United, somou aos seus cofres 53,2 milhões de euros, pouco mais que o Barcelona, que se ficou pelos 51 milhões de euros. A razão para o vice-campeão da europa ganhar mais do que o vencedor é simples. Os direitos de TV pagos ao Manchester United foram de 28,8 milhões de euros, enquanto os catalães receberam 18,8 milhões de euros – valores pagos pelas redes de televisão dos respectivos países. Como os ingleses recebem mais pelos direitos televisivos, o terceiro que mais facturou foi o Chelsea, que levou 44,5 milhões. Depois seguiu-se o Schalke 04 com 39,75 milhões e o Real Madrid (39,3 milhões).

Os bons encaixes em prémios monetários permitem que clubes como o Manchester United e Barcelona mantenham uma vida financeira mais saudável. Os Red Devils têm uma dívida enorme, ainda em função da compra do clube pela família Glazer, em 2005 – que fez empréstimos para a compra ficando o clube com a dívida. Embora o regresso aos lucros no último ano, o ManUnited não pode sonhar sequer ficar fora da Champions.

O Barcelona, por sua vez, é outro grande clube que precisa da Liga dos Campeões como quem precisa de comida para a boca. Donos de uma folha de salários gigantesca, que correponde a 60% do orçamento anual, o Barça tem uma realidade em que quanto mais vence competições, mais gasta em prémios de desempenho. Na época passada, a equipa de futebol venceu tudo, tal como as equipas de andebol e basquetebol a nível europeu. A acrescentar aos 60% foram outros 20% em prémios.


Afinal de contas, a simples passagem de um qualquer clube pela fase de grupos da Liga dos Campeões rende no total uma média anual entre os 15 e 20 milhões de euros, o que para um clube menos famoso é um Jackpot. Já para um colosso como o Real Madrid, líder de facturação, com rendimentos na casa 440 milhões de euros, atingir 25 ou 30 milhões de euros num ano, ajuda, mas não vai além de 6% do total da facturação. Tal como disse acima, importante é estar presente na Champions e abrir novos horizontes garantindo os melhores contratos e mercados.

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16 agosto, 2011

Ranking Clubes Futebol no Facebook e Twitter


Até nas redes sociais o Real Madrid, Barcelona e Manchester United dominam as massas de audiência. Estes três gigantes do futebol europeu e mundial dobram os números do quarto classificado Arsenal, numa classificação onde países como Espanha, Inglaterra, Turquia, Alemanha, Itália, Brasil, Argentina, México França e Portugal arrastam também milhares de fãns.

O primeiro clube português não chega a entrar no Top 10, mas mesmo assim o Benfica consegue a 22ª posição a nível mundial. Considerando os dados geográficos e populacionais de Portugal, é sem dúvida um resultado fantástico. O FC porto, segue em segundo lugar, ocupando a 34ª posição e o Sporting bem mais longe, 58ª lugar.

Para os clubes profissionais de futebol portugueses, acho devem reforçar a importância estratégica da presença nas redes sociais, como ponto de contacto entre os seus adeptos e simpatizantes, bem como canal de implementação de acções/mecanismos inovadores. Além de puderem promover os seus serviços e produtos, devem ter em conta um relacionamento de uma forma mais directa, informal e espontânea.

Ranking Facebook/Twitter de Clubes de Futebol

*Para os totais por clube apresentados foram recolhidos os dados conjuntos no facebook e twitter.

1°) Real Madrid: 21.505.226 seguidores
2°) Barcelona: 21.174.338 seguidores
3°) Manchester United: 18.853.421 seguidores
4°) Arsenal: 8.347.466 seguidores
7°) Galatasaray: 6.369.096 seguidores
9°) Fenerbahce: 4.997.449 seguidores
10°) Besiktas: 2.909.117 seguidores
11°) Boca Juniors: 2.569.201 seguidores
12°) Juventus: 2.340.196 seguidores
13°) Bayern Munique: 2.057.197 seguidores
14°) Corinthians: 1.690.509 seguidores
15°) Chivas Guadalajara: 1.658.971 seguidores
16°) Marselha: 1.463.985 seguidores
17°) Flamengo: 1.452.162 seguidores
18°) São Paulo: 1.205.182 seguidores
19°) Manchester City: 1.086.405 seguidores
20°) River Plate: 1.062.867 seguidores
21°) Tottenham: 870.915 seguidores
22°) SL Benfica: 789.271 seguidores
23°) Palmeiras: 755.812 seguidores
24°) Club America: 729.025 seguidores
25°) Paris SG: 643.130 seguidores
26°) Inter de Milão: 603.888 seguidores
27°) Cruz Azul: 603.077 seguidores
28°) Borussia Dotmund: 550.949 seguidores
29°) Nápoles: 516.438 seguidores
30°) Santos: 468.720 seguidores
34°) FC Porto: 397.025 seguidores
58°) Sporting CP: 200.422 seguidores

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12 agosto, 2011

Pro Evolution Soccer 2012 está a chegar! Liga Portuguesa incluída!


Adivinhem quem está ai a bater à porta? O PES 2012, conhecido como Pro Evolution Soccer 2012, um dos simuladores de futebol com mais sucesso de vendas em Portugal chega às lojas a 29 de Setembro. Os mais ansiosos já podem conhecer melhor as novidades do jogo a partir do download da versão DEMO, que terá na capa da versão o "nosso" Cristiano Ronaldo.

Num primeira observação, graficamente é perceptível que PES 2012 tem algumas semelhanças com o seu antecessor. Os menus para escolha dos modos de jogo e das próprias equipas são basicamente os mesmos. Os gráficos também não sofreram alterações muito drásticas (talvez com excepção à robótica dos jogadores e imagens dos adeptos). Alguns jogadores, os mais famosos, estão praticamente cara chapada. Casos de Lionel Messi, e até mesmo do "novato" Neymar.

Mas o que mais interessa aos jogadores offline ou online – sim, os gráficos também são importantes, mas hoje as diferenças sob essa óptica nos simuladores de futebol são tão reduzidas entre um (PES) e outro (FIFA) que a atenção a esses pontos já não são fulcrais - é mesmo a jogabilidade. E aí é onde a Konami revela as principais alterações. Principais, mas não exactamente cristalinas. Talvez pela boa receptividade que o PES 2011 obteve na crítica pública e nas vendas (70 milhões de unidades em todo o mundo) – embora o FIFA 11 tenha superado o PES no mercado - a opção foi a de desenvolver mecanismos que tornassem a partida mais fluida, mas sem que isso alterasse muito a forma como o jogo era jogado.

Uma das novidades é a movimentação dos jogadores sem bola. Esse era um dos "problemas" das jogabilidade de PES 2011 que a versão 2012 chega para corrigir, através de um mecanismo que poderá ser acionado manualmente. Uma das formas de isso ser desenvolvido é a partir da tecnologia Teammate Control, em que é possível comandar dois jogadores de campo ao mesmo tempo, acionando o sistema pelos botões analógicos. Em declarações à imprensa especializada, a Konami considera o Teammate Control como o marco de PES 2012 e do “novo momento” da franquia.

O que não significa, por sua vez, uma maior facilidade para se marcar golos, já que, segundo os responsáveis pelo jogo, a inteligência artificial da marcação (principalmente) à zona foi aprimorada. E de facto, ultrapassar quem nos defende em jogadas individuais passa a ser bem complicado. Ao mesmo tempo, o bug dos defesas – o tal que não importava se tinhamos o CR7 ou Messi pela frente com o defesa a levar sempre a melhor, foi eliminado. Já os guarda-redes continuam a alternar entre grandes defesas e "frangos" que não lembram a ninguém.


E quanto às competições do novo PES 2012? A novidade, e o grande momento pelo quais esperávamos, será a licença parcial da Liga Portuguesa. Sim, a Liga Zon/Sagres fará parte do pacote de opções do novo PES 12. Contudo, uma liga onde somente FC Porto, Sporting e Benfica estão oficialmente licenciados. Os restantes quinze clubes - inclusive o Braga, que foi licenciado no PES 2010 e 2011 - estarão com as famosas alcunhas. A Liga Espanhola estará completamente licenciada, tal como a Ligue 1 francesa. A Liga dos Campeões, Liga Europa e a Libertadores serão as outras competições disponíveis.

Os comentários aos jogos na edição portuguesa serão feitos por Pedro Sousa (Rádio Renascença) e Luis Freitas Lobo.

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09 agosto, 2011

Facebook autoriza publicidade de apostas e casinos online no seu site


Quando as empresas pensam em opções para publicitar na internet de modo a cativar os consumidores a utlizar os seus produtos e serviços, obviamente o Facebook aparece actualmente na linha da frente. Uma rede social, que reúne perto de 750 milhões de utilizadores, jamais (minha opinião) poderá ser desprezada pelas empresas, seja em que actividade sectorial for.

No caso da Indústria de apostas e casinos na internet, estes não tinham opção. A rede social Facebook mostrou-se sempre contra a promoção de serviços e produtos destas empresas no seu site, até que esta semana, decidiu alterar a sua regulamentação interna e permitir anúncios relacionados com a referida actividade.

Na verdade, nem todas as empresas de jogo online terão oportunidade de anunciar nesta rede social, nomeadamente as norte-americanas. A nova politica do Facebook é restrita apenas aos países (18 em todo o mundo) em que a actividade do jogo online está já devidamente legalizada ou legislada e incluem todos os segmentos/produtos: apostas desportivas, jogos de casino, poker e bingo. A Inglaterra, numa previsão de mercado, será dos países onde a publicidade relacionada terá maior crescimento. Além disso, o Facebook fixou o preço de 30 mil euros para os afiliados anunciantes.

Apesar do controlo apertado, por parte do Facebook, as notícias são positivas para as principais empresas de apostas que terão uma excelente oportunidade de publicitar na maior rede social do mundo. O Facebook que gerou, em 2010, dois mil milhões de dólares em receitas provenientes de publicidade, quando em 2006 não ultrapassou os 40 milhões de dólares. Uma companhia de análise de mercado estima que, em 2012, as receitas relacionadas com publicidade ascenderão a uns astronómicos seis mil milhões de dólares.

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05 agosto, 2011

Sorteio da Liga dos Campeões e Liga Europa favorável aos clubes portugueses


O passado recente das equipas portuguesas nas competições europeias foi excepcional, com o primeiro lugar no ranking na época 2010/2011, e consequente subida ao sexto posto da hierarquia da UEFA (5 últimas temporadas), mais a garantia de três equipas na Champions League em 2011/12 (uma na pré-eliminatória e duas na fase de grupos), mas não existe tempo para dormir à sobra da bananeira. É preciso continuidade e evitar facilidades principalmente contra algumas equipas mais fracas como ditou o sorteio da Liga dos Campeões e Liga Europa 2011/2012.

O ideal será afastarmo-nos dos russos e ucranianos e tentar ultrapassar a França, actual quinta classificada no ranking de clubes UEFA. Como já perdermos duas equipas (Nacional da Madeira e Vitória de Guimarães) das seis que entraram nas provas europeias, será importante ressalvar que os futuros pontos conquistados serão dividos pelo total de equipas (6).

Os quatro clubes portugueses habituais sobreviventes nesta altura na fase de grupos, FC Porto, Benfica, Sporting e Braga não se podem queixar da sua sorte no sorteio dos grupos das duas competições. Na minha opinião, todas elas são favoritas para chegar à fase do mata-mata (Fevereiro/Março), no que proporciona boas possibilidades para somar pontos.

O FC Porto, actual campeão nacional e da Liga Europa é o único cabeça-de-série não pertencente às quatro principais ligas da europa (Inglaterra, Espanha, Alemanha e Itália), e ficaram inseridos no grupo dos ucranianos do Shakhtar Donetsk, russos do Zenit São Petesburgo e cipriotas do APOEL Nicósia. Não há dúvidas quem é o grande favorito, e em condições normais o Porto vencerá o grupo G. O APOEL está longe de ser uma ameaça - Zenit e Shakhtar são obstáculos complicados, principlamente a actuar nos seus estádios.

O Zenit, do ex-portista Bruno Alves está actualmente na luta pelo título russo (é líder, com mais dois pontos que Dinamo e CSKA), tem a seu favor a maior rodagem da sua equipa, já que que a Liga Russa está na segunda volta. O Shakhtar Donetsk, por sua vez, contam com uma equipa forte - em tese, surgem como principais candidatos ao segundo lugar do grupo - e já aprontaram na última época, terminando a fase de grupos a frente do Arsenal e alcançando os quartos de final da LC, caindo aos pés do campeão Barcelona.

O Benfica, por sua vez, ao mesmo tempo que terá pela frente o poderoso Manchester United, não deverá ter muitas dificuldades diante de Basileia da Suíça e Otelul Galati da Roménia e, se tudo correr dentro da normalidade, os encarnados devem ficar com a segunda posição do grupo B. Pesa contra a equipa da Luz, contudo, o facto de na última temporada, também num grupo em que era favorito - encarou o Schalke 04 em crise, um Lyon longe da equipa que dominara o futebol francês e um Hapoel Tel-Aviv que não metia medo algum - a equipa de Jorge Jesus ter quase ficado fora até da Liga Europa.

Pelo menos a perspectiva do presente Benfica em relação ao ano passado é bem melhor - mesmo sem a eficiência e grande regularidade de Fábio Coentrão, vendido ao Real Madrid. O vice-campeão português mostrou na pré-temporada, nas pré-eliminatórias da Liga dos Campeões e no início da própria Liga Portuguesa - mais coesão e regularidade. Na frente, o espanhol Nolito encaixou que nem uma luva. No meio-campo, Pablo Aimar e Nico Gaitán ganharam dois colegas para o sector que prometem uma boa disputa pela titularidade: Alex Witsel, que foi decisivo contra o Twente, e Bruno Cesar. Jorge Jesus parece ter encontrado a sua equipa ideal, sinal que não foi visível durante parte da época 2010/2011. Parece mais ciente do grupo que tem.

* Calendário completo da Liga dos Campeões 2011/2012

Na Liga Europa, Sporting e Braga também não têm muitas desculpas para não avançarem para a fase seguinte, depois de apuramentos difíceis ante Nordsjaelland e Young Boys, respectivamente. Os leões terão pela frente Lazio, Zurich e Vaslui. São favoritos, juntamente com os italianos. No entanto, o péssimo início de época, ligaram o alarme em Alvalade. Os vários reforços ainda estão à procura do melhor entrosamento, e Domingos Paciência ainda não encontrou um onze tipo.

Em Braga, Leonardo Jardim também tenta encontrar a formação ideal, mas tem conseguido melhores resultados que os de Domingos no Sporting. O clube perdeu Pizzi para o Atlético de Madrid, mas Hélder Barbosa, tem brilhado a grande altura. Na Liga Europa, enfrentará o Club Brugge, Birmingham e Maribor. Em tese, o grupo mais "complexo" dos quatro clubes portugueses. Ingleses e belgas são complicados, mas longe de assustarem. Apesar de terem eliminado o Nacional, os Blues da segunda divisão inglesa só melindram no seu ambiente, tal como provou frente ao Nacional. O Brugge, por sua vez, é emblemas de referência da Bélgica, mas actualmente vive momentos bem mais modestos.

* Calendário completo da Liga Europas 2011/2012

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02 agosto, 2011

O Dinheiro da Liga dos Campeões e Liga Europa


Quem viveu o início dos anos 90, deve recordar-se da desconfiança que foi um dia a UEFA criar um novo modelo competitivo para a prova máxima de clubes na europa. Anteriormente chamada de Taça dos Clubes Campeões Europeus, onde apenas os vencedores dos campeonatos nacionais tinham presença, toda a competição era disputada no seu sistema mais puro. Sem fase de grupos, nem cabeças de série, os clubes disputavam uma série de eliminatórias até encontrar-se o campeão continental. Hoje, e olhando para trás, passaram já 19 anos de Liga dos Campeões e com a evolução do formato, podemos dizer que tanto a UEFA, como um restrito número de clubes beneficiaram sobremaneira no campo financeiro e marketing.

Ainda se lembram, por exemplo, do La Valletta de Malta disputar diversas vezes jogos na antiga TCE, ou Estrela vermelha e Steaua Bucureste serem dos melhores clubes da europa? O futebol de elite hoje está destinado a ser decidido por Ligas de quatros poderosos países e porventura, de década a década lá aparece um FC Porto a exemplo a quebrar a hegemonia. O dinheiro, o prestigio da regularidade (por diversos factores), e um certo monopolismo tomou conta do desporto rei na europa.

Apesar de "os" do costume serem os grandes centros de facturação de prémios monetários da europa, uma simples falha numa presença na Champions League ou uma passagem pela Liga Europa, como foi caso do Liverpool e Juventus, pode representar um grande retrocesso na competitividade interna e externa dos mesmos.

Para constar, o FC Porto que colocou as mãos no troféu da Liga Europa 2010/2011, e onde apenas perdeu um jogo realizou um encaixe financeiro de 6,3 milhões de euros (sem somar as receitas de bilheteira e transmissões televisivas). Já o Benfica e Braga, tal como as equipas que acederam à fase de grupos da Liga dos Campeões meteram automaticamente nos cofres 7,2 milhões de euros. Abismal diferença, não!

A Liga dos Milhões é vital para o planeamento de um clube com aspirações. Os números explicam. A edição da LC de 2010/2011, distribuiu um total de 754.1 milhões de Euros pelos 32 participantes da Champions League. O maior valor foi entregue ao Manchester United com 53.1 milhões de Euros, enquanto o menor valor foi para o MSK Zilina com 7.4 milhões de Euros.

A somar a este montante, a UEFA distribuiu também cerca de 13.3 milhões de Euros aos clubes que participaram nas primeiras 3 rondas de qualificação da Champions League e um valor fixo de 2.1 milhões de euros aos 20 clubes que participaram no play-off sem conseguir o acesso à fase de grupos.

As receitas da Champions League proporcionaram também ao organismo máximo do futebol europeu, alocar cerca de 69.9 milhões de Euros em pagamentos de solidariedade a Federações Nacionais, destinados a programas de desenvolvimento da formação de jovens jogadores.

Do total de 754.1 milhões de Euros distribuídos pela UEFA aos clubes que participaram na Champions League, 40,8% foram distribuídos em bónus de participação, jogos e performance, 45,2% repartidos através do Market-Pool (direitos televisivos) e 14% em prémios de performance nas eliminatórias finais da prova

- É possível observar a força da liga inglesa tanto em desempenho desportivo quanto nos acordos televisivos. Na lista das 10 equipas que mais facturaram estão Manchester United, Chelsea, Tottenham e Arsenal. Agora entendem o drama que é ficar de fora do certame. Certo, Juventus e Liverpool?

Distribuição de Prémios da Liga dos Campeões 2010/2011

1. Manchester United - 53.197.000 €
2. FC Barcelona - 51.025.000 €
3. Chelsea - 44.523.000 €
4. Schalke - 39.750.000 €
5. Real Madrid - 39.288.000 €
6. Inter de Milão - 37.982.000 €
7. Bayern Munique - 32.562.000 €
8. Tottenham - 31.133.000 €
9. AS Roma - 30.087.000 €
10. Arsenal - 29.983.000 €
11. AC Milan - 25.790.000 €
12. Marselha - 25.085.000 €
13. Valencia - 24.056.000 €
14. Lyon - 22.656.000 €
15. Panathinaikos - 22.370.000 €
16. Shakhtar Donetsk - 21.288.000 €
17. FC Copenhaga - 21.248.000 €
18. Bursaspor - 20.048.000 €
19. Glasgow Rangers - 18.526.000 €
20. CFR Cluj - 18.412.000 €
21. Werder Bremen - 17.456.000 €
22. Rubin Kazan - 13.746.000 €
23. Auxerre - 13.720.000 €
24. Spartak Moscovo - 13.713.000 €
25. Twente - 13.432.000 €
26. Ajax - 12.328.000 €
27. SC Braga - 11.842.000 €
28. SL Benfica - 11.834.000 €
29. Basileia - 10.994.000 €
30. Hapoel Tel-Aviv - 10.104.000 €
31. Partizan - 8.510.000 €
32. MSK Zilina - 7.412.000 €

Na Liga Europa 2010/2011, a UEFA distribuiu um total de 150.3 milhões de Euros aos 56 clubes participantes. O maior valor foi entregue aos espanhóis do Villarreal (semi-finalista) com cerca de 9 milhões de euros, enquanto o valor mais baixo, (excluídos dos clubes provenientes da fase de grupos da Champions) foi para o FC Lausanne, com 1.1 milhões de euros.

Do total de 904.3 milhões de Euros que a UEFA reuniu para distribuir pelos clubes participantes em ambas as competições europeias, 83,4% foram distribuídos pelos 32 clubes da Champions League, enquanto os 56 clubes da Europa League repartiram os restantes 16,6%, uma proporção de 1 para 5.

Distribuição de Prémios da Liga Europa 2010/2011

1. Villarreal - 9.048.112 €
2. Besiktas - 8.463.083 €
3. FC Porto - 7.837.046 €
4. Bayer Leverkusen - 7.422.203 €
5. Manchester City - 6.131.224 €
6. Liverpool - 6.131.224 €
7. Estugarda - 5.593.831 €
8. SC Braga - 4.528.191 €
9. Borussia Dortmund - 4.492.868 €
10. Zenit St. Petersburgo - 4.141.253 €
25. Sporting CP - 2.142.962 €
27. SL Benfica - 1.928.191 €

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24 julho, 2011

Bwin patrocina FIBA (Basquetebol) até 2014


O site Bwin.party, que faz parte do grupo austríaco Bwin, anunciou a renovação do seu contrato de patrocínio com a Federação Internacional de Basquetebol (FIBA). O novo acordo tem validade até final de 2014, e envolve todos os eventos oficiais realizados pela entidade nesse período. Esta acção, segue a linha de alianças da empresa líder no segmento de apostas desportivas online que está presente em algumas das principais competições mundiais, tal como clubes desportivos.

Norbert Teufelberger, Co-CEO do Bwin.party, disse: “A promoção do desporto sempre foi um componente essencial da história da nossa marca. Basquetebol, futebol e motociclismo são os três pilares da nossa estratégia de patrocínio."

Actualmente com 3100 empregados, a Bwin.party tem escritórios na Europa, Índia, Israel e Estados Unidos. Em 2010, a empresa gerou uma facturação total de 830,1 milhões de euros.

Como parte do acordo, a Bwin.Party vai promover alguns dos eventos mais importantes da FIBA, incluindo o Eurobasket, o campeonato do mundo e as eliminatórias de classificação para os Jogos Olimpícos. Todos estes acontecimentos desportivos, poderão ser acompanhados via internet no stream do site da Bwin.

Também a FIBA mostra-se bastante satisfeita com a aliança alcançada. A Federação Internacional de Basquetebol acredita que o acordo é uma grande plataforma para obter patrocínios especialmente para o basquetebol internacional, um mercado que está a ter um crescimento bastante rápido. A FIBA também informou que está a trabalhar com Bwin.Party no sentido de combater as apostas ilegaismanipulação e combinação de resultados.

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