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Liga dos Campeões: Sorteio e Calendário 2013-2014

17 agosto, 2013


A meu ver foi um bom sorteio para Porto e Benfica, cabeças de série no sorteio que evitaram a maior parte dos principais clubes europeus na Liga dos Campeões 2013-2014, mas estão longe de poderem atirar foguetes com a sorte que lhes calhou. Os dragões, apesar de terem ficado com a equipa com o ranking mais baixo de todas em prova (o Áustria de Viena), terão pela frente dois ossos bem duros de roer –Atlético de Madrid e Zenit, os grandes candidatos a discutirem com os campeões nacionais o apuramento. Do lado das águias, há uma equipa que assusta: a constelação de estrelas do Paris Saint-Germain. Depois, sobram Olympiacos e Anderlecht, campeões na Grécia e na Bélgica.

Para os mais saudosistas, o sorteio acabou por ser bom. Hulk, agora estrela no Zenit, irá, pela primeira vez em toda a carreira, defrontar o FC Porto, clube que lhe deu projeção mundial. Mas também há Cristian Rodríguez, não tão amado pelos dragões, que estará do lado do Atlético de Madrid.

Os benfiquistas também terão oportunidade de rever caras conhecidas quando defrontarem o Olympiacos. Na baliza dos campeões gregos, está um mal-amado na Luz: o guarda-redes Roberto, que passou uma temporada para esquecer de águia ao peito mas ainda dá que falar, sobretudo pelo negócio que agora o levou até ao emblema do Pireu, via Atlético de Madrid. Seguramente mais aplaudido será Saviola, o argentino que foi decisivo no último título nacional das águias.

De resto, as bolas da UEFA acabaram por não criar um verdadeiro grupo da morte, embora haja alguns que se preveem bastante interessantes, como o F, onde estão Arsenal, Marselha, Borussia Dortmund e Nápoles. Houve ainda um curioso emparelhamento italo-espanhol, com Real Madrid a juntar-se à Juventus e Barcelona ao AC Milan, e o brinde acabou por sair ao Chelsea. A equipa de José Mourinho ficou num grupo com personagens secundárias no futebol europeu: Schalke, Basileia e Steaua de Bucareste.

Grupo D (Benfica)

Os encarnados começam e acabam a prova em casa. A maior dificuldade está prevista para a segunda jornada, quando a equipa de Jorge Jesus se deslocar a Paris, onde, como é hábito, haverá muitos portugueses nas bancadas. Roberto e Saviola voltam à Luz a 23 de outubro.


PSG

Xeique do Catar dá tudo para dominar futebol na França e alcançar sonho de vencer Liga dos Campeões. Fundado em 1970 com o apoio de algumas figuras poderosas a nível financeiro de Paris, o PSG entrou numa nova era há dois anos, ao ser comprado pelo xeque do Catar Nasser Al-Khelaifi. Os petrodólares começaram a entrar sem limite nos cofres do clube fruto da ambição do novo dono em levar o PSG à vitória na Champions, tornando-o também dominador a nível interno. Nasser Al-Khelaifi investiu em três anos mais de 360 milhões de euros em contratações – Cavani chegou este ano por 64 –, e após a desilusão da época de estreia (sem qualquer título), venceu o campeonato em 2012/2013, perdendo nos quartos de final da Champions ante o Barcelona, após ter vencido o grupo com o FC Porto. Perdendo Carlo Ancelotti para o Real Madrid, e falhadas várias tentativas para encontrar sucessor, o PSG escolheu Laurent Blanc, que começou mal a liga: um triunfo em três jogos, após vencer a supertaça.


Olympiacos

Todo-poderoso na Grécia, o Olympiacos nunca conseguiu expressar a sua força a nível interno nas provas europeias. Numa época em que a final disputa-se na Luz, o campeão helénico – venceu oito títulos nos últimos dez anos –, apresenta-se reforçado por dois ex-benfiquistas. Saviola é uma das figuras, destacando-se também o muito contestado guardião Roberto, emprestado pelo Atlético de Madrid após ter sido recentemente vendido pelo Benfica (face ao incumprimento do fundo de investimento que o colocou no Saragoça), numa equipa que conta ainda com Paulo Machado e os conhecidos Salino e Contreras. O confronto com o Olympiacos, que nunca fez melhor do que chegar aos quartos, pode ter ainda como motivação para os encarnados corrigir o pesado desaire de 5-1, em Atenas, de 2008/2009, na Taça UEFA, com Quique Flores.


Anderlecht

Luís Filipe Vieira garantiu que a aposta do Benfica no mercado sérvio ia virar uma moda. Pois o Anderlecht está a seguir o exemplo das águias e optou por contratar dois jogadores sérvios para substituir as principais saídas na equipa. Biglia e Mbokani renderam 18 milhões de euros ao campeão belga, que atacou dois jovens, o médio Milivojevic e o avançado Mitrovic, que deu nas vistas no recente Europeu de sub-19. Vencedor das duas últimas edições do campeonato, o Anderlecht, com muita juventude, dá força ao crescimento do futebol da Bélgica, destacando-se duas pérolas que prometem dar que falar: o extremo Bruno e o “10” Praet. Em 2012/2013, o Anderlecht ficou-se pela fase de grupos, no último lugar, e mostrou-se até mais perigoso fora; empatou com AC Milan e Málaga, que se qualificaram, sofrendo dois desaires no seu reduto.

Calendário do Benfica Liga dos Campeões 2013-2014

1ª Jornada 17/09/2012
Benfica - Anderlecht
Olympiacos - Paris SG

2ª Jornada 02/10/2012
Paris SG - Benfica
Anderlecht - Olympiacos

3ª Jornada 23/10/2012
Anderlecht - Paris SG
Benfica - Olympiacos

4ª Jornada 05/11/2012
Paris SG - Anderlecht
Olympiacos Benfica

5ª Jornada 27/11/2012
Anderlecht - Benfica
Paris SG - Olympiacos

6ª Jornada 10/12/2012
Benfica - PSG
Olympiacos - Anderlecht

Grupo G (FC Porto)

O FC Porto irá abrir e fechar a prova fora de casa, mas o primeiro jogo será com o adversário mais acessível, o Áustria Viena. Os dragões evitam a deslocação à Rússia em dezembro, quando já há muito frio. O regresso de Hulk ao Estádio do Dragão será no dia 23 de outubro.


Atlético de Madrid

Dois títulos europeus e uma Taça do Rei resumem a transformação que Diego Simeone operou, mas o Atlético de Madrid é de boas recordações. Durante largos anos, a razia de títulos do Atlético era tão grande que até o próprio clube ironizava sobre o que levava os adeptos a não desarmar. Aliás, em dezembro de 2011, e apesar da recente conquista da Liga Europa (com Quique Flores no comando), os colchoneros estavam em 13º na Liga espanhola, facto que levou a direção a apostar numa antiga glória do clube: Diego Simeone. Como argentino, ser do Atlético voltou a ser bom. Para além do 3º lugar da época passada, que significou entrada direta na Champions, a glória chegou com a conquista da Taça do Rei, contra o Real Madrid e em pleno Santiago Bernabéu. Um título que Simeone juntou à Liga Europa de 2011/2012 (3-0 ao super Athletic Bilbao de Bielsa) e à Supertaça Europeia (4-1 ao Chelsea numa exibição de gala de Falcao). Com um plantel que não é mais forte do que muitos dos que o Atlético teve em anos recentes, Simeone montou uma equipa super competitiva, que arrancou a Liga com duas grandes vitórias (3-1 em Sevilha e 5-0 ao Rayo Vallecano) e que perdeu a Supertaça sem ter sofrido qualquer derrota frente ao Barcelona (1-1, 0-0).


Zenit São Petersburgo

O mesmo treinador, mas um plantel bastante retocado para melhor. O Zenit volta a encontrar o FC Porto na fase de grupos da Champions League, como em 2011/2012, quando venceu os dragões por 3-1 em São Petersburgo e empatou (0-0) na Invicta, apurando-se para os oitavos de final e para a eliminação aos pés do Benfica. O vice-campeão russo eliminou Nordsjaelland (6-0 no total) e Paços de Ferreira (8-3) para chegar a esta edição da Champions, onde já contará com o lateral-esquerdo Ansaldi (ex-Rubin e alvo antigo do Benfica). Aliás, o Zenit reforçou-se bem, prevendo-se que o lateral-direito Smolnikov (ex-Krasnodar) e o médio Shatov (ex-Anzhi) tenham entrada direta e que os veteranos Arshavin e Tymoschuk constituam boas alternativas a um onze onde as figuras são Hulk, Danny e o médio goleador Shirokov, que marca sempre às equipas portuguesas.


Áustria de Viena

Campeões após sete anos de jejum, os violetas anunciaram o croata Bjelica como sucessor do técnico Stöger. Manter a base do plantel campeão foi objetivo afiançado, apesar do assédio a Suttner e Hosiner, surgindo o extremo Royer, ex-Hannover, como principal reforço. Após eliminar, com sofrimento, FH e Dínamo Zagreb, o Áustria estreia-se nesta fase como equipa mais frágil de um grupo onde os pontos que conquistar poderão definir quem seguirá em frente. Organizada num 4x3x3, que parte de um 4x5x1/4x4x1x1, a formação de Viena é débil defensivamente, sobretudo nas bolas paradas e em velocidade, mas sabe explorar a rapidez, mobilidade e as diagonais dos atacantes, como também o poder de fogo do acutilante Stankovic.

Calendário do FC Porto Liga dos Campeões 2013-2014

1ª Jornada 18/09/2012
Áustria Viena - FC Porto
Atlético de Madrid - Zenit

2ª Jornada 01/10/2012
Zenit - Áustria Viena
FC Porto - Atlético de Madrid

3ª Jornada 22/10/2012
FC Porto - Zenit
Áustria Viena - Atlético de Madrid

4ª Jornada 06/11/2012
Zenit - FC Porto
Atlético de Madrid - Áustria Viena

5ª Jornada 26/11/2012
FC Porto - Áustria Viena
Zenit - Atlético de Madrid

6ª Jornada 11/12/2012
Áustria Viena - Zenit
Atlético de Madrid - FC Porto

Grupos da Liga dos Campeões 2013-2014

Grupo A:
Manchester United (ENG)
Shakhtar Donetsk (UKR)
Bayer Leverkusen (GER)
Real Sociedad (ESP)

Grupo B:
Real Madrid (ESP)
Juventus (ITA)
Galatasaray (TUR)
FC Copenhaga (DEN)

Grupo C:
SL Benfica (POR)
Paris Saint-Germain (FRA)
Olympiacos (GRE)
Anderlecht (BEL)

Grupo D:
Bayern Munique (GER)
CSKA Moscovo (RUS)
Manchester City (ENG)
Viktoria Plzen (RTC)

Grupo E:
Chelsea (ENG)
Schalke 04 (GER)
Basileia 1893 (SUI)
Steaua de Bucareste (ROU)

Grupo F:
Arsenal (ENG)
Marselha (FRA)
Borussia Dortmund (GER)
Nápoles (ITA)

Grupo G:
FC Porto (POR)
Atlético de Madrid (ESP)
Zenit (RUS)
Áustria de Viena (AUT)

Grupo H:
FC Barcelona (ESP)
AC Milan (ITA)
Ajax (NED)
Celtic (SCO)

Ranking da UEFA 2013-2014

1- Espanha 78,141
2- Inglaterra 71,177
3- Alemanha 69,927
4- Itália 55,605
5- Portugal 54,466
6- França 50,166
7- Rússia 40,332
8- Holanda 39,812
9- Ucrânia 35,466
10- Bélgica 32,700
11- Turquia 30,000

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Apostas desportivas: Desastrosa regulamentação na Alemanha confirma fracasso

15 agosto, 2013


A Alemanha tem sido sempre um dos grandes objectivos estratégicos das empresas de jogo e apostas online por razões fáceis de entender - poderoso economicamente e politicamente - e que poderia servir de matriz ou "alavanca" para uma revolução da indústria a nível europeu. Quem não partilhou das mesmas ambições foram os próprios políticos locais que enveredaram por um caminho totalmente oposto protegendo os monopólios de jogo estatais e restringindo a concorrência e entrada de novos players e segmentos (apostas desportivas). Este comportamento foi denunciado e declarado inconstitucional pelo Tribunal europeu ao que os alemães trataram de modificar as suas leis, corrigindo a primeira emenda ao Tratado Interestadual (1 GlüÄndStV)(1), concluindo agora os especialistas passado um ano que a abertura restritiva vai ter um efeito totalmente fracassado. Estes ecos, confirmam as preocupações das maiores empresas europeias de jogo e da Comissão Europeia relativas à regulamentação alemã e sua aplicação.

O Tratado Interestadual de jogo alterado entrou em vigor a 1 de julho de 2012 e anunciou a reforma dos jogos de azar na Alemanha depois do Tribunal Europeu de Justiça (TJUE) considerar que a normativa alemã infringia a legislação europeia em 2010. De acordo com o Tratado, o mercado está aberto a apenas 20 fornecedores de apostas desportivas por um período de sete anos. Ao procederem desta forma, o Tratado tem por objectivo canalizar o mercado negro e a luta contra a dependência do jogo.

A Comissão Europeia foi rápida em manifestar a sua preocupação pela normativa (lei) vigente, particularmente em relação à problemática limitação de fornecedores e de não ter em conta o poker online e os jogos de casino no Tratado. A Comissão Europeia não considera que uma restrição do número total de licenças atribuídas seja o meio adequado para alcançar os objectivos estabelecidos (ver a notificação do Tratado Interestadual de Jogo 2011/0188/D). Em combinação com os estreitos limites impostos à organização de apostas desportivas, a limitação faz com que seja extremamente difícil oferecer uma segmentação atractiva de apostas desportivas online na Alemanha.

Estas preocupações da Comissão Europeia parecem agora confirmar-se: Um ano depois da entrada em vigor, a nova regulamentação sobre as apostas desportivas demonstraram ser um fracasso, e passado um ano dos sete que constam na emenda de abertura, não existe nenhum operador de apostas desportivas admitido no mercado. O procedimento escolhido pelas autoridades do estado federal para emitir as 20 licenças de apostas desportivas não cumprem com os requisitos europeus: não conseguiram oferecer aos candidatos informação clara e fiável sobre os critérios de licitação a utilizar no contexto. Isto conduziu a numerosos casos litigiosos do prestadores de serviços (empresas de apostas) e vários adiamentos de concessões de licença por parte da administração. Não está claro quando serão concedidas as licenças, e inclusivamente as autoridades aguardam por pelo menos 80 procedimentos, com a participação de candidatos não aceites (preteridos) como de titulares de licenças efectivas. Além disso, o poker online e as empresas de casino não fazem parte da abertura limitada do mercado, apesar de obstante o facto de este segmento de mercado constituir uma parte muito maior que o das apostas desportivas.

Maarten Haijer, Secretário-geral da EGBA, diz que: "Muitas perguntas sobre as apostas desportivas continuam sem resposta na Alemanha, apesar do concurso de atribuição de licenças estar em funcionamento há muitos meses. Mesmo que se a atribuição estiver correta, os resultados da regulamentação do mercado vai trazer desvantagens para todos os envolvidos, e não apenas para o sector de publicidade, provedores de apostas e autoridades, como também para o desporto amador e profissional que dependem estritamente das empresas de apostas.

A lenta atribuição de licenças demostra como é problemático o modelo de regulação escolhido pelas autoridades alemãs. A EGBA considera que as preocupações da Comissão Europeia apenas podem ter resolução se a abordagem regulatória for revista completamente ou o procedimento de concurso for iniciado de novo. Em qualquer caso, a regulação alemã é um modelo único na Europa. Em outros países europeus os operadores de apostas são admitidos no mercado sobre uma amplo catálogo de medidas criteriosas. Por outra parte, a atribuição de licenças de apostas desportivas praticado no Estado de Schleswig-Holstein desde 2011, apresenta-se um êxito e um exemplo na própria Alemanha: nesse território, as licenças apenas são concedidas aos provedores (operadores) que possam demostrar padrões e critérios elevados de cumprimento de fiabilidade, qualidade, rentabilidade e segurança. Estes procedimentos demonstraram o seu êxito na prática e não provocaram nenhum atraso ou batalhas legais como registado no resto da Alemanha.

Maarten Haijer conclui: "A Alemanha é um bom exemplo de como um compromisso político que ninguém quer rejeitar, pode criar um processo muito medíocre. Para os nossos associados que estão em actividade em toda a Europa, a abordagem alemã é incompreensível, tendo em conta as especificações europeias bem sucedidas e a persistência de problemas em matéria de legislação europeia."

À luz dos problemas processuais de licenciamento, a realização dos objectivos políticos da canalização do mercado negro e na luta contra o vício do jogo foram relegados para segundo plano. A Comissão Europeia tem previsto uma intensa avaliação da regulação alemã no quadro de uma inspeção do Tratado Interestadual de jogo em 2014. É esperado que o procedimento utilizado para emitir licenças seja objecto de avaliação.

Os consumidores alemães têm o direito de receber uma oferta regulada de forma eficiente que satisfaça a procura de entretenimento digital e assim evitar que que os consumidores necessitem de jogar online na Àsia, por exemplo. Para apoiar a definição de políticas claras, coerentes e colocar à disposição dos responsáveis políticos nacionais e de outras partes interessadas a sua experiência, a EGBA, muito em breve estabelecerá uma sucursal em Berlim para representar a indústria online.

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Liga Espanhola 2013-2014: Real, Barça e os portugueses

31 julho, 2013


A nova época em Espanha, tal como acontecerá em Portugal (Porto e Benfica) vai ser uma questão a dois entre o Barcelona, campeão em título, e o Real Madrid. Não é uma novidade, apenas uma tendência que tem vindo a acentuar-se desde que, em 2004, o Valência quebrou a hegemonia dos rivais pela última vez. E nem o facto de blaugrana e merengues terem trocado de treinadores – Tata Martino substituiu Tito Vilanova que saiu por motivos de saúde; Carlo Ancelotti ocupou o lugar de José Mourinho – será suficiente para que a chamada “classe-média” possa aspirar a algo mais do que lutar pela Liga dos Campeões.

Aliás, a diferença de valores entre os dois colossos e os restantes clubes, quase todos em grandes dificuldades financeiras, terá aumentado ainda mais. Falcao, Soldado, Llorente, Negredo e Navas, entre outros, rumaram a outras paragens, enquanto Isco e Illarramendi reforçaram o Real Madrid.

No primeiro campeonato pós-Mourinho – que em três anos incendiou o futebol espanhol e mesmo tendo sido capaz de quebrar a hegemonia do Barcelona saiu do Real Madrid sem a glória que ambicionava –, as grandes figuras da prova continuam a ser Messi e Cristiano Ronaldo, que têm vindo a travar um duelo à parte para se afirmarem como melhores jogadores e goleadores da actualidade. São eles os líderes indiscutíveis de plantéis luxuosos e os seus treinadores confiam que sejam capazes de levar as duas equipas ao título.

Contudo, Neymar, contratado pelo Barcelona, promete ser outra grande atração do campeonato e sendo certo que este é um ano de adaptação ao futebol europeu, o brasileiro vai procurar justificar porque é apontado como candidato a ser eleito no futuro o melhor do mundo.

Ao contrário de outros anos, o Real Madrid ainda não contratou nenhum galáctico – Bale ainda é uma hipótese –, mas Carlo Ancelotti viu o plantel reforçado com vários jogadores, entre os quais se destaca o talentoso Isco. Resta saber se isso será suficiente para o treinador italiano contrariar uma equipa que, mesmo apresentando menos soluções no plantel, tem um modelo de jogo consolidado.

Nas duas últimas temporadas o campeão espanhol somou 100 pontos, recorde estabelecido por Mourinho e igualado por Vilanova. Desde que o Valência foi campeão em 2004, os últimos nove títulos foram divididos por Real (3) e Barça (6).

O campeonato espanhol regista um saldo positivo se contabilizarmos as contratações de jogadores de outras ligas e as vendas para o estrangeiro, onde se destaca a de Falcao para o Mónaco a troco de 60 milhões de euros. Contudo, a eventual chegada de um galáctico para o Real Madrid poderá equilibrar as contas.

Para já, a maior contratação foi protagonizada por Neymar, que reforçou o Barcelona. Contudo, com Florentino Pérez na presidência dos merengues, esse campeonato tem sido sempre ganho pelo Real Madrid. E caso venha a consumar-se o interesse em Bale, do Tottenham, é até possível que os blancos superem o valor pago por Cristiano Ronaldo, em 2009, que até hoje é um recorde mundial.

A liga espanhola perdeu vários portugueses– como Ricardo Carvalho, Nunes, Bruno Gama e Zé Castro, entre outros –, mas o contingente não ficou muito reduzido. Com as chegadas de Carriço, Diogo Figueiras (Sevilha), Flávio Ferreira (Málaga), Hélder Barbosa (Almeria) e Sérgio Pinto (Levante) e o regresso de Nélson (Almeria), a armada lusa é constituída por 18 jogadores. Dos que já se encontravam em Espanha, Hélder Postiga e Pizzi mudaram de emblema: o primeiro trocou o Saragoça pelo Valência e o segundo o Corunha pelo Espanhol via cedência por parte do Benfica.

Colocados em oito emblemas diferentes, os portugueses vão também enfrentar desafios e metas muito diferentes. A correr pelo título, objectivamente, estará o trio merengue formado por Cristiano Ronaldo, Pepe e Fábio Coentrão, sendo que este último pode deixar o Real Madrid. Com a ambição de chegar aos lugares de acesso à Champions League, encontramos Tiago (Atlético de Madrid) que agora tem a companhia de David Villa, João Pereira, Ricardo Costa e Postiga (Valência), Beto, Carriço e Diogo Figueiras (Sevilha).

O Málaga é o clube que tem a maior representação portuguesa, com Flávio Ferreira a juntar-se esta época a Antunes, Duda e Eliseu. Mas, depois de ficar fora da Europa por castigo da UEFA, o emblema andaluz parte para a nova época com expectativas bem mais modestas. A Europa é o sonho do Espanhol, onde o veterano Simão terá agora a companhia de Pizzi. No Levante, Sérgio Pinto traz experiência a uma equipa que está na Liga Europa, enquanto Nélson quer ajudar o Almeria a segurar a manutenção.

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Liga Italiana 2013-2014: Quem trava a Juventus?

30 julho, 2013


Nova época, a mesma favorita. Bicampeã, a Juventus volta a partir como a grande candidata à conquista do scudetto da Serie A. Este ano, todavia, terá pela frente um sério concorrente: o renovado Nápoles.

O presidente Aurelio De Laurentis não teve outra alternativa que não vender Cavani, mas aproveitou os 63 milhões de euros provenientes dos cofres do Paris SG para rechear o plantel com nomes sonantes.

Começando por Pepe Reina para a baliza, passando por Raúl Albiol para a defesa e Callejón e Higuaín para o ataque napolitano, a revolução atingiu também o banco: para o comando técnico chegou Rafa Benítez, considerado pelo próprio presidente como “o melhor reforço da equipa” – afirmação facilmente sustentável atendendo ao seu palmarés, onde constam, entre vários outros títulos de monta, uma Liga dos Campeões e duas Ligas Europa – a última das quais conquistada na época agora finda, pelo Chelsea ao Benfica.

A campeã Juventus, todavia, também não hesitou na hora de dotar o seu plantel com mais soluções, tendo em conta não só a revalidação do título mas também a afirmação europeia, onde tem ficado aquém do esperado. O reforço mais sonante dá pelo nome de Carlos Tévez: aos 29 anos, o argentino ex-Manchester City vai estrear-se na Liga italiana e oferece a Antonio Conte garantias de experiência de Champions League. Também para o ataque chegou outro nome de peso: Llorente, campeão europeu e mundial pela Espanha.

Num patamar mais abaixo, além dos rivais de Milão surgem a Fiorentina, que contratou Mario Gomez ao Bayern de Munique; a Roma, reforçada com o médio holandês Strootman e o avançado marfinense Gervinho; e a Lázio que apostou na melhoria do meio-campo, com as chegadas de Biglia (ex-Anderlecht) e Felipe Anderson (ex-Santos).

Rivais de Milão continuam em crise sem fim à vista. Candidatos crónicos, os dois rivais de Milão voltam a partir um passo atrás dos principais favoritos. O AC Milan decidiu dar nova oportunidade ao técnico Massimiliano Allegri, mas recusou abrir os cordões à bolsa – a contratação mais “sonante” foi o médio Poli, ex-Sampdória. Já o Inter de Milão, nono classificado em 2012/2013, “reforçou-se” bem mas no comando técnico, assegurando os serviços de Walter Mazzarri, ex-Nápoles. O plantel, todavia, não dará para muito mais do que lutar por um lugar europeu.

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Regresso da Liga Inglesa 2013-204 com Mourinho e AVB

29 julho, 2013


A Premier League 2013/2014, promete mais ainda o olhar atento dos portugueses sobre dois dos mais conceituados treinadores nacionais. A Inglaterra anda animada pelo regresso do Special One ao Chelsea, o que irá permitir o primeiro embate contra André Villas-Boas, um dos seus antigos adjuntos, que continua à frente do Tottenham. No campo das transferências, o Tottenham já levou uma valente bicada do Chelsea ao perder a contratação do brasileiro Willian do Anzhi Makhachkala quando este inclusive já tinha feito testes médicos em White Hart Lane.

O regresso do campeonato inglês marca o regresso de José Mourinho à Premier League e aos blues. Um regresso, diga-se, muito aguardado do Special One. Mas se José Mourinho, por si só, é motivo de interesse em qualquer liga e não deixa ninguém indiferente, este ano há ainda o aliciante extra de reecontrar André Villas-Boas. O treinador do Tottenham trabalhou com o compatriota no FC Porto, Chelsea e Inter, mas desde que iniciou carreira a solo ainda não enfrentou um dos seus mestres. Em Portugal, tal como Mourinho, Villas-Boas ganhou o campeonato, Taça a e Liga Europa na mesma época no Porto.

Contudo, sendo certo que os dérbis londrinos entre as duas equipas treinadas pelos portugueses prometem muito sal e pimenta, a verdade é que Mourinho e Villas-Boas partem para a época com expectativas diferentes. No Chelsea, pede-se a José Mourinho a vitória no campeonato, prova que o português já ganhou em 2004/2005 e 2005/2006. No Tottenham, não obstante a chegada de vários reforços, a ambição é um pouco mais modesta e a meta é a qualificação para a Champions League.

Criada na época 1992/1993 para lançar o futebol inglês rumo à modernidade, a Premier League teve em Alex Ferguson a sua figura de proa durante os últimos 21 anos. Vencedor de 13 títulos durante esse período de tempo, o ex-técnico do Manchester United decidiu retirar-se no final da época passada e a sua saída apimentou ainda mais uma temporada que já se esperava escaldante devido ao regresso de Mourinho ao Chelsea. Contratado para o lugar do veterano técnico, o também escocês David Moyes parece estar com dificuldades para colocar o Manchester United nos níveis de outrora e as exibições menos conseguidas na pré-época galvanizaram um restrito lote de candidatos ao título liderado por Chelsea e Manchester City.

Munido da base que venceu o Mundial de Clubes, a Liga Europa e que ficou em terceiro na Premier League, o Chelsea do agora “Happy One” ainda recebeu Willian, Schurrle, Van Ginkel, Lukaku e De Bruyne (os dois últimos regressaram de empréstimo) para tomar de assalto um troféu que escapa aos blues desde 2009/2010. Já o Manchester City gastou 111 milhões e contratou Manuel Pellegrini para impor um estilo mais ofensivo e atraente que permita recuperar o título de campeão perdido para o rival de Manchester. A aparente fragilidade do United também abriu espaço de manobra ao Arsenal que, porém, ainda não conseguiu seduzir nenhum reforço de peso (Suárez e Rooney são os desejados) que possa fazer a diferença para os mais diretos rivais na luta pelo título. Tottenham e Liverpool prometem lutar por um lugar na Champions, mas ainda não parecem capazes de lutar pelo título.

O milionário Manchester City manteve a política de investimento das últimas épocas. Em contraste com a timidez do rival Manchester United no mercado, os citizens abriram os cordões à bolsa e gastaram 111 milhões de euros na aquisição de quatro presentes de luxo para Manuel Pellegrini: Fernandinho, Jovetic, Negredo e Jesús Navas. Para além deste quarteto, o top das dez maiores transferências da Liga Inglesa também alberga dois jogadores que vão ser comandados por André Villas-Boas no Tottenham: Roberto Soldado e Paulinho. Mais comedido do que em anos anteriores, o Chelsea “só” tem na lista Schurrle, internacional alemão contratado ao Byer Leverkusen por 22 milhões de euros.

Principais transferências da Liga Inglesa 2013/2014

Fernandinho - Skakhtar Donetsk - Manchester City - 40 milhões de euros
Willian - Anzhi Makhachkala - Chelsea - 34,8 milhões de euros
Roberto Soldado - Valência - Tottenham - 30 milhões de euros
Jovetic - Fiorentina - Manchester City - 26 milhões de euros
Negredo - Sevilha - Manchester City - 25 milhões de euros
Schurrle - Bayer Leverkusen - Chelsea - 22 milhões de euros
Navas - Sevilha - Manchester City - 20 milhões de euros
Paulinho - Corinthians - Tottenham - 19,8 milhões de euros
Carroll - Liverpool - West Ham - 17,5 milhões de euros
Wanyama - Celtic - Southampton - 14,5 milhões de euros
Wilfried Bony - Vitesse - Swansea - 14 milhões de euros

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Juventus liderou tabela de receitas da UEFA 2012-2013

27 julho, 2013


Nas receitas dos grandes da Europa, a Juventus superou em mais de 10 milhões de euros a verba arrecadada pelo Bayern de Munique, vencedor da Champions League.

A UEFA publicou as contas oficiais relativas à distribuição das receitas da Champions e da Europa League. O bolo total da prova principal atingiu 904.6 milhões de euros e como de costume foi repartido por três parcelas: participação na fase de grupos (275,2 milhões de euros), performance desportiva (219,8 milhões de euros) e “marketpool” televisivo (409,6 milhões de euros).

Apesar de não ter passado dos quartos de final da Champions League, a Juventus foi o clube com receitas mais elevadas, com um total recorde de 65,3 milhões de euros – muito superior ao dos finalistas Bayern (55 milhões de euros) e Borússia Dortmund (54,2 milhões de euros). O Top 10 dos clubes que receberam mais dinheiro da UEFA inclui outra equipa italiana (AC Milan), três espanholas (Real Madrid, Barcelona, Málaga), uma francesa (Paris SG) e duas inglesas (Chelsea, Manchester United). O clube de Londres, no entanto, só entra neste ranking milionário porque amealhou quase 11 milhões de euros com a passagem (vitoriosa) pela Liga Europa. Na época anterior (2011/2012), recorde-se, o Chelsea arrecadara o maior “prizemoney” da UEFA: 59,9 milhões de euros.


O enorme peso da parcela do “market-pool” – distribuída pelos 32 clubes da Liga dos Campeões de acordo com o valor proporcional dos respetivos mercados televisivos – continua a provocar algumas incongruências na distribuição dos dinheiros europeus. Juventus e AC Milan beneficiaram do facto de terem sido as duas únicas equipas italianas na fase de grupos e dividiram entre si uma fatia de mais de 81 milhões de euros a título de “marketpool”.

Clubes com fraca prestação desportiva – como o Manchester City (28,8 milhões de euros), o Lille (22 milhões de euros) ou o Nordsjaelland da Dinamarca (20,4 milhões de euros), por exemplo – receberam mais do que o FC Porto (19,8 milhões de euros), uma das equipas que alcançaram os oitavos de final da prova.

Apesar de ter participado na fase de grupos da Liga dos Campeões e de ter chegado à final da Liga Europa, o Benfica arrecadou 19.654.144 milhões de euros, menos dinheiro – precisamente 108 mil e 856 euros – do que o FC Porto. O Braga amealhou 11,2 milhões de euros – apenas Dínamo Zagreb (10,5 milhões de euros) e BATE Borisov (10,9 milhões de euros) somaram menos –, mas poderá contar com um cheque adicional de 2,1 milhões de euros por ter sido uma das 20 equipas participantes nos “play-offs”.

A UEFA distribuiu um bolo de apenas 209 milhões de euros pelos 56 clubes (48 na fase de grupos mais oito repescados da Champions League) que participaram na Europa League de 2012/2013, incluindo os portugueses Marítimo, Académica (ambos 2,2 milhões de euros) e Sporting (2 milhões de euros). No total, foi canalizado para os clubes portugueses quase 57 milhões de euros em prémios monetários.

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Quantos jogadores federados de futebol existem em Portugal?

25 julho, 2013


Todos nós sabemos que a base de recrutamento da selecção portuguesa de futebol está cada vez mais limitada pela falta de aposta dos jogadores jovens a nível dos principais clubes nacionais. Neste momento, Paulo Bento, como qualquer português com conhecimentos sobre futebol conseguiria fazer uma convocatória, mas teria dificuldades em encontrar substitutos aos tradicionais 15 ou 16 nomes.

Mas afinal quantos jogadores federados existem em Portugal? Esta foi uma resposta que fui pesquisar ao site da F.P.F., e num universo de 10 milhões de cidadãos em território nacional apenas 153.647 atletas (amadores/profissionais/camadas jovens) praticaram a modalidade de futebol na temporada 2012/2013. As grandes cidades, como Lisboa, Porto, Braga, Aveiro e Leiria dominam a tabela de praticantes atingindo os cincos dígitos contrastando com o interior dos país onde casos como Bragança e Portalegre não atraem muito mais de dois mil praticantes para a modalidade de futebol. Quero salientar que nestes 153.647 praticantes, estão incluídos os jogadores de futebol de todos os escalões masculinos, femininos, como também o futsal.

Hoje embora tenhamos melhores condições estruturais para a prática do futebol ou de qualquer outra modalidade, a exemplo o elevado número de campos relvados ou sintéticos por distrito, sofremos com o problema da natalidade - número de nascimentos cada vez mais em decréscimo e com o elevado desinteresse ou absentismo da nossa população jovem.

Mais tarde, por volta dos 40 anos é vê-los a encher os ginásios. Particularmente conheci muitas pessoas (M/F) nos meus tempos de estudos que nas aulas de educação física fugiam ou arranjam sempre desculpas para não fazer as aulas, e hoje é vê-los a dar forte e feio em qualquer ginásio ou espaço público. Ok, mais vale tarde que nunca!

Associação de futebol distrital VS Número de praticantes federados

Angra do Heroísmo (Açores) - 2302 federados
Aveiro - 13352
Beja - 2464
Braga - 15166
Bragança - 1864
Castelo Branco - 2547
Coimbra - 6777
Évora - 3222
Algarve - 5806
Ilha da Madeira - 3184
Guarda - 2361
Horta (Açores) - 1427
Leiria - 10194
Lisboa - 24642
Ponta Delgada (Açores) - 3178
Portalegre - 2072
Porto - 23989
Santarém - 6798
Setúbal - 9201
Viana Castelo - 4627
Vila Real - 2873
Viseu - 5601

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Novas camisolas dos clubes espanhóis 2013-2014

23 julho, 2013

Para terminar por este ano o capítulo dos novos equipamentos de futebol dos principais campeonatos da europa, apresento os kits dos 20 clubes de Espanha que compõem a La Liga, com destaque para o Real Madrid, Barcelona e Atlético de Madrid que dominam a competição no país vizinho.

Como disse anteriormente, podem recordar todas as camisolas lancadas esta época 2013/2014, tal como de anteriores anos através desta label/categoria do aposta x.

Novos equipamentos dos clubes da Liga Espanhola - La Liga 2013-2014

Novos equipamentos do FC Barcelona 2013/2014


Novos equipamentos do Real Madrid 2013/2014


Novos equipamentos do Atlético de Madrid 2013/2014


Novos equipamentos do Valência 2013/2014


Novos equipamentos do Sevilha 2013/2014


Novos equipamentos do Athletic de Bilbao 2013/2014


Novos equipamentos da Real Sociedad 2013/2014


Novos equipamentos do Espanyol 2013/2014


Novos equipamentos do Bétis 2013/2014


Novos equipamentos do Málaga 2013/2014


Novos equipamentos do Celta de Vigo 2013/2014


Novos equipamentos do Rayo Vallecano 2013/2014


Novos equipamentos do Levante 2013/2014


Novos equipamentos do Getafe 2013/2014


Novos equipamentos do Granada 2013/2014


Novos equipamentos do Valladolid 2013/2014


Novos equipamentos do Osasuna 2013/2014


Novos equipamentos do Elche 2013/2014


Novos equipamentos do Villarreal 2013/2014


Novos equipamentos do Almería 2013/2014


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Novas Camisolas dos clubes italianos 2013-2014

20 julho, 2013


Como têm reparado, estou a publicar a habitual crónica anual com as novas camisolas dos principais campeonatos de futebol europeus. Hoje é a vez da Série A Italiana, que apresenta alguns dos clubes mais famosos do velho continente, e que mais kits vendem pelo mundo fora. De realçar o bom gosto da AS Roma que mantém as suas linhas tradicionais bem simples, já num plano mais discutível os alternativos do Milan e Nápoles.

Novos equipamentos dos clubes da Liga Italiana - Serie A 2013-2014

Novos equipamentos da Juventus 2013/2014


Novos equipamentos do AC Milan 2013/2014


Novos equipamentos do Inter de Milão 2013/2014


Novos equipamentos do Nápoles 2013/2014


Novos equipamentos da AS Roma 2013/2014


Novos equipamentos da Fiorentina 2013/2014


Novos equipamentos da Lazio 2013/2014


Novos equipamentos da Udinese 2013/2014


Novos equipamentos do Catania 2013/2014


Novos equipamentos do Parma 2013/2014


Novos equipamentos do Chievo Verona 2013/2014


Novos equipamentos do Bolonha 2013/2014


Novos equipamentos da Sampdoria 2013/2014


Novos equipamentos da Atalanta 2013/2014


Novos equipamentos do Torino 2013/2014


Novos equipamentos do Génova 2013/2014


Novos equipamentos do Cagliari 2013/2014


Novos equipamentos do Sassuolo 2013/2014


Novos equipamentos do Hellas Verona 2013/2014


Novos equipamentos do Livorno 2013/2014


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