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Ranking de Clubes UEFA 2012: Coeficientes dos clubes portugueses e europeus

31 agosto, 2012


O ranking de coeficientes dos clubes da UEFA ao contrário do ranking tipo Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS) tem critérios realistas e importantes para a definição dos clubes representativos das respectivas federações da europa pelos vários "potes" a sorteio. Quanto melhor for esse coeficiente, obviamente bem melhor posição estará na atribuição dos grupos na Liga dos Campeões ou Liga Europa.

Neste campo, e atraindo as atenções para os clubes portugueses, o FC Porto destaca-se do demais ocupando o 7ª lugar com 93.466 pontos obtidos nas últimas cinco épocas desportivas. Na 14ª posição aparece o Benfica com 80.466 pontos, o Sporting em 20ª lugar com, 65.466 pontos, e por fim, o Braga na 26ª posição. Já fora do top 100, e consequentemente sem hipóteses de serem cabeça-de-série, aparece o Nacional da Madeira no lugar 103ª. Ainda constam as equipas portuguesas do Marítimo, Vitória de Guimarães, Académica de Coimbra, Paços de Ferreira e Vitória de Setúbal.

Na frente da tabela, aparecem Barcelona, Manchester United e Bayern de Munique no top 3, clubes que fizeram as melhores campanhas nos últimos 5 anos.

Sistema de pontos atribuídos na Liga dos Campeões

Eliminação na primeira pré-eliminatória – 0.5 pontos
Eliminação na segunda pré-eliminatória – 1 ponto
Presença na fase de grupos – 4 pontos
Vitória em jogo da fase de grupos – 2 pontos
Empate em jogo da fase de grupos – 1 ponto
Presença nos oitavos-de-final – 4 pontos

Desde 2009/2010, os clubes recebem um ponto adicional por atingirem os oitavos-de-final, quartos-de-final, meias-finais e final.

Nota: Não são atribuídos pontos aquando da eliminação na terceira pré-eliminatória ou nos "play-offs", visto que esses clubes rumam à Liga Europa e receberão, então, os pontos referentes à participação nessa prova.

Sistema de pontos atribuídos na Liga Europa

Eliminação na primeira pré-eliminatória – 0.25 pontos
Eliminação na segunda pré-eliminatória – 0.5 pontos
Eliminação na terceira pré-eliminatória – 1 ponto
Eliminação nos "Play-offs" – 1.5 pontos
Vitória em jogo da fase de grupos – 2 pontos
Empate em jogo da fase de grupos – 1 ponto

A partir de 2009/2010, os clubes garantem um mínimo de dois pontos por atingirem a fase de grupos e recebem um ponto adicional se atingirem os quartos-de-final, meias-finais ou final.

* Os desempates por pontapés da marca de grande penalidade não interferem no sistema de cálculo.

Cálculo do coeficiente

O coeficiente dos clubes é determinado a partir da soma de todos os pontos conquistados nas anteriores cinco temporadas, mais 20 por cento do coeficiente da respectiva federação referente a esse mesmo período (33 por cento antes de 2009)

Ranking de Clubes da UEFA 2012

1. FC Barcelona - 141.462 pontos
2. Manchester United - 120.507 pontos
3. Bayern Munique - 119.494 pontos
4. Real Madrid - 116.462 pontos
5. Chelsea - 115.507 pontos
6. Arsenal - 101.507 pontos
7. FC Porto - 93.466 pontos
8. Inter de Milão - 92.962 pontos
9. Atlético de Madrid - 91.462 pontos
10. Valencia - 89.462 pontos

11. Olympique Lyon - 86.500 pontos
12. Shakhtar Donetsk - 86.118 pontos
13. AC Milan - 81.962 pontos
14. SL Benfica - 80.466 pontos
15. CSKA Moscovo - 76.766 pontos
16. Olympique de Marselha - 76.500 pontos
17. Schalke - 72.494 pontos
18. Liverpool - 69.507 pontos
19. Manchester City - 66.507 pontos

20. Sporting Clube de Portugal - 65.466 pontos
21. Villarreal - 65.462 pontos
22. Dynamo Kiev - 65.118 pontos
23. Zenit St Petersburgo - 62.766 pontos
24. Ajax - 61.717 pontos
25. PSV Eindhoven - 61.717 pontos
26. SC Braga - 61.466 pontos
27. Werder Bremen - 58.494 pontos
28. Twente - 56.717 pontos
29. Metalist Kharkiv - 54.618 pontos
30. Olympiacos - 53.520 pontos

31. Tottenham Hotspur - 53.507 pontos
32. Paris Saint-Germain - 53.500 pontos
33. Hamburgo - 53.494 pontos
34. Juventus - 52.962 pontos
35. Sevilha - 52.962 pontos
36. AS Roma - 51.462 pontos
37. Estugarda - 49.494 pontos
38. Bordéus - 48.500 pontos
39. Athletic Bilbao - 47.462 pontos
40. Bayer Leverkusen - 45.494 pontos

41. Standard de Liège - 45.440 pontos
42. Basileia - 44.735 pontos
43. Fulham - 43.507 pontos
44. FC Copenhaga - 42.980 pontos
45. Lille - 42.500 pontos
46. Rubin Kazan - 42.266 pontos
47. Anderlecht - 41.440 pontos
48. Udinese - 40.962 pontos
49. Nápoles - 40.962 pontos
50. Fiorentina - 40.962 pontos

51. Spartak Moscovo - 39.766 pontos
52. Wolfsburgo - 39.494 pontos
53. AZ Alkmaar - 39.217 pontos
54. Panathinaikos - 39.020 pontos
55. Borussia Dortmund - 38.494 pontos
56. BATE Borisov - 38.125 pontos
57. Galatasaray - 35.960 pontos
58. Club Brugge - 35.440 pontos
59. APOEL Limasol - 35.266 pontos
60. Besiktas - 33.460 pontos

61. Hannover - 32.494 pontos
62. PAOK Salónica - 28.520 pontos
63. Celtic - 28.178 pontos
64. Red Bull Salzburgo - 27.975 pontos
65. Hapoel Tel-Aviv - 27.425 pontos
66. Hertha Berlin - 26.494 pontos
67. Cluj - 26.084 pontos
68. Steaua Bucureste - 26.084 pontos
69. Fenerbahçe - 25.960 pontos
70. Aston Villa - 25.507 pontos

71. Saint-Étienne - 25.500 pontos
72. Málaga - 25.462 pontos
73. Lazio - 24.962 pontos
74. Dinamo Zagreb - 24.866 pontos
75. Sampdoria - 23.962 pontos
76. Lech Poznań - 23.650 pontos
77. Everton - 23.507 pontos
78. Racing Santander - 23.462 pontos
79. Stoke City - 22.507 pontos
80. Deportivo da Corunha - 22.462 pontos

81. Sparta Praga - 22.345 pontos
82. Glasgow Rangers - 22.178 pontos
83. Birmingham City - 21.507 pontos
84. Portsmouth - 20.507 pontos
85. Getafe - 20.462 pontos
86. Trabzonspor - 19.960 pontos
87. Lokomotiv Moscovo - 19.766 pontos
88. Aalborg - 19.480 pontos
89. Genk - 19.440 pontos
90. Heerenveen - 19.217 pontos

91. Newcastle United - 17.507 pontos
92. Nancy - 17.500 pontos
93. Levante - 17.462 pontos
94. Anorthosis Famagusta - 17.266 pontos
95. Palermo - 16.962 pontos
96. Unirea Urziceni - 16.584 pontos
97. AEK Atenas - 16.520 pontos
98. Montpellier - 16.500 pontos
99. Auxerre - 16.500 pontos
100. Áustria de Viena - 16.475 pontos

Restantes clubes portugueses

103. Nacional da Madeira - 15.966 pontos
125. Marítimo da Madeira - 12.966 pontos
126. Vitória de Guimarães - 12.966 pontos
137. Académica de Coimbra - 11.466 pontos
138. Paços de Ferreira - 11.466 pontos
139. Vitória de Setúbal - 11.466 pontos

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Ranking de clubes IFFHS 2012: Barcelona líder e Sporting 1ª clube português

28 agosto, 2012


O sempre divertido ranking da Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS) actualizou a sua base de dados e divulgou uma lista com 529 clubes e respectivos coeficientes e posições no futebol mundial. Da Europa à América do Sul, passando pela Àsia e África, este ranking absorve todas as competições continentais.

No que toca a impressões sobre as equipas portuguesas, o Sporting mantêm a liderança neste capítulo nacional. Os leões ocupam o 27ª lugar, mas mesmo assim desceram dez posições em relação ao último ranking. O Benfica prossegue no segundo lugar apesar da queda do 62ª para o 73ª lugar. No terceiro posto vem o Braga ocupando a posição 90ª (desceu do 71ª lugar), e por fim, já fora do top 100 encontra-se o FC Porto na posição 107ª, quando no mês anterior ocupava o lugar 99ª. Aindam estão representados neste ranking as equipas do Marítimo no lugar 167ª e a Académica de Coimbra na posição 412ª.

No que respeita ao Top 10, o Barcelona segue consecutivamente há várias semanas em primeiro lugar, seguido das equipas sul-americanas do Universidad de Chile e Boca Juniors. Convém referir que muitas das equipas da América do Sul competiram durante os últimos meses na Libertadores e Sul-americana, acabando por reflectir o grande número de equipas deste continente nos primeiros lugares. O Corinthians, por exemplo, venceu a Copa Libertadores, mas por outro lado, não tem feito uma boa carreira no seu campeonato nacional e aparece apenas no oitavo lugar.

Depois temos casos de grandes clubes europeus e sul-americanos muito mal classificados e alguns nem constam no top 100. É daquelas coisas dificil de entender, mas as regras do IFFHS são mesmo assim: este ranking tem em conta todos os resultados nos campeonatos, taças nacionais e competicões de clubes das seis confederações continentais e da FIFA.

Ranking (Setembro 2012) da Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS)

1. FC Barcelona 343,0 pontos
2. Universidad de Chile 300,0 pontos
3. Boca Juniors 286,0 pontos
4. Real Madrid 281,0 pontos
5. Atlético de Madrid 264,0 pontos
6. Chelsea 256,0 pontos
7. Bayern Munique 248,0 pontos
8. Corinthians 248,0 pontos
9. Athletic de Bilbao 240,0 pontos
10. Vélez Sarsfield 227,0 pontos

11. Libertad Asunción 226,0 pontos
12. Twente 222,0 pontos
13. Santos 217,0 pontos
14. Basileia 213,0 pontos
15. Fluminense 212,0 pontos
16. Nápoles 211,0 pontos
17. Vasco da Gama 208,0 pontos
18. PSV Eindhoven 200,0 pontos
19. Manchester City 196,0 pontos
20. Celtic 194,5 pontos

21. AC Milan 194,0 pontos
22. Olympiakos 194,0 pontos
23. Valencia 194,0 pontos
24. Hannover 194,0 pontos
25. Deportivo Quito 192,0 pontos
26. Anderlecht 190,0 pontos
27. Sporting Clube de Portugal 189,0 pontos
28. Inter de Milão 185,0 pontos
29. Borussia Dortmund 184,0 pontos
30. Lyon 181,0 pontos

31. Schalke 180,0 pontos
32. Manchester United 177,0 pontos
33. Monterrey do México 174,0 pontos
34. Juventus 173,0 pontos
35. Marselha 173,0 pontos
36. Internacional Porto Alegre 172,0 pontos
37. Metalist Kharkiv 171,0 pontos
38. Lazio 170,0 pontos
39. Viktoria Plzeň 169,5 pontos
40. Arsenal 169,0 pontos

41. Emelec do Equador 167,5 pontos
42. Espérance da Tunisia 166,5 pontos
43. Paris Saint-Germain 166,0 pontos
44. Liverpool 164,0 pontos
45. FC Copenhaga 160,0 pontos
46. Udinese 160,0 pontos
47. Santos Laguna do México 157,5 pontos
48. Maribor 157,5 pontos
49. Ulsan Hyundai FC da Coreia do Sul 157,0 pontos
50. Tottenham 156,0 pontos

51. Olimpia do Paraguai 153,5 pontos
52. Arsenal Sarandí da Argentina 153,0 pontos
53. PAOK 152,0 pontos
54. AZ Alkmaar 149,5 pontos
55. Shakhtar Donetsk 3 149,5 pontos
56. Universidad Católica do Chile 147,5 pontos
57. Fenerbahçe 147,5 pontos
58. Steaua de Bucareste 147,0 pontos
59. Cluj 146,5 pontos
60. Dinamo Zagreb 145,5 pontos

61. APOEL Nicósia 144,0 pontos
62. Jeonbuk Hyundai Motors da Coreia do Sul 143,0 pontos
63. Club Brugge 143,0 pontos
64. Dinamo Kiev 140,5 pontos
65. Cerro Porteño do Paraguai 139,5 pontos
66. Al-Hilal do Sudão 139,5 pontos
67. Grémio de Porto Alegre 138,0 pontos
68. Lanús da Argentina 137,0 pontos
69. Lille 135,0 pontos
70. Unión Española do Chile 134,5 pontos

71. Genk 134,0 pontos
72. Anzhi Makhachkala 133,5 pontos
73. Sport Lisboa e Benfica 132,0 pontos
74. AEL Limassol 132,0 pontos
75. Standard de Liège 131,0 pontos
76. Rapid Bucareste 130,5 pontos
77. BATE Borisov 129,0 pontos
78. Flamengo 129,0 pontos
79. Bordéus 128,0 pontos
80. Ajax 126,5 pontos

81. São Paulo 126,0 pontos
82. Kashiwa Reysol do Japão 125,0 pontos
83. Rosenborg 125,0 pontos
84. Legia Varsóvia 125,0 pontos
85. Vaslui 125,0 pontos
86. Cruz Azul do México 124,5 pontos
87. Nacional de Montevideo 124,0 pontos
88. Málaga 123,0 pontos
89. Pohang Steelers da Coreia do Sul 123,0 pontos
90. Sporting Clube de Braga 122,0 pontos

91. Sparta de Praga 121,5 pontos
92. LDU do Equador 121,5 pontos
93. Levante 120,0 pontos
94. Independiente da Argentina 120,0 pontos
95. Esteghlal FC do Irão 119,0 pontos
96. Rubin Kazan 119,0 pontos
97. Bayer Leverkusen 119,0 pontos
98. Barcelona Guayaquil do Equador 118,5 pontos
99. Nacional Medellín da Colombia 118,5 pontos
100. Tigre da Argentina 118,0 pontos

101. Hapoel Tel-Aviv 118,0 pontos
102. Borussia Mönchengladbach 118,0 pontos
103. Al-Merreikh do Sudão 118,0 pontos
104. Al-Hilal da Arábia Saudita 117,5 pontos
105. Zenit St. Petersburgo 117,0 pontos
106. Partizan Belgrado 117,0 pontos
107. Futebol Clube do Porto 117,0 pontos
108. Panathinaikos 117,0 pontos
109. Montpellier 116,0 pontos
110. Coritiba 116,0 pontos

111. Red Bull Salzburgo 115,0 pontos
112. Palmeiras 114,0 pontos
113. Bursaspor 114,0 pontos
114. Besiktas 112,5 pontos
115. Al-Ittihad Jeddah da Arábia Saudita 112,5 pontos
116. Newcastle 112,0 pontos
117. Junior Barranquilla da Colombia 111,5 pontos
118. FC Tokyo do Japão 110,0 pontos
119. Everton 110,0 pontos
120. Rennes 110,0 pontos

Restantes clubes portugueses

167. Marítimo da Madeira 96,5 pontos
412. Associação Académica de Coimbra 62,0 pontos

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Ranking UEFA: Portugal, França e Itália na luta pelo 4ª posto

26 agosto, 2012


A presente época 2012/2013, poderá nas melhores das hipóteses levar Portugal ao quarto lugar da hierarquia do futebol europeu de clubes. Para que esse objectivo seja possível, os seis clubes portugueses nas competições europeias terão de somar pontos e esperar que França e Itália mantenham as fracas prestações dos últimos anos. Neste momento Portugal ocupa o 6ªlugar a somente meio ponto dos franceses e a 2,813 pontos da Itália.

Na frente do ranking seguem destacados Espanha e Inglaterra, com a Alemanha a consolidar o terceiro lugar fruto dos excelentes resultados obtidos nos últimos 5 anos.

Este ranking determina o número de lugares destinados a cada federação na temporada seguinte das competições de clubes da UEFA.

Sistema de pontos

1. Cada clube conquista dois pontos por uma vitória e um ponto por empate (um ponto por vitória e meio ponto por empate em encontros que digam respeito a pré-eliminatórias e "play-offs").

2. Clubes que atinjam os oitavos-de-final, quartos-de-final, meias-finais e final da Liga dos Campeões, ou quartos-de-final, meias-finais e final da Liga Europa recebem um ponto extra por cada uma destas rondas em que marquem presença.

3. São, ainda, atribuídos quatro pontos pela presença na fase de grupos da Champions League e quatro pontos extra pela qualificação para os oitavos-de-final.

Cálculo do coeficiente

O coeficiente é calculado através da obtenção de um valor médio: dividindo o número total de pontos obtidos pelo número total de clubes que, nessa temporada, representam a federação no conjunto das duas competições de clubes da UEFA. O valor obtido é, depois, somado aos valores das quatro temporadas anteriores, obtendo-se assim o coeficiente. Caso duas federações apresentem o mesmo coeficiente, será colocada em primeiro lugar a que ostentar um valor mais elevado na temporada mais recente.

Ranking UEFA completo dos países 2012/2013 (actual)

1. Espanha 77.882 pontos (7 equipas/7)
2. Inglaterra 73.249 pontos (7 equipas/7)
3. Alemanha 68.471 pontos (7 equipas/7)
4. Itália 55.314 pontos (6 equipas/6)
5. França 53.000 pontos (6 equipas/6)
6. Portugal 52.501 pontos (6 equipas/6)
7. Ucrânia 46.258 pontos (4 equipas/6)
8. Holanda 43.729 pontos (3 equipas/7)
9. Rússia 41.665 pontos (4 equipas/6)
10. Grécia 32.800 pontos (2 equipas/5)

11. Bélgica 32.600 pontos (3 equipas/5)
12. Turquia 27.700 pontos (2 equipas/5)
13. Chipre 26.333 pontos (1 equipa/4)
14. Dinamarca 25.100 pontos (2 equipas/5)
15. Áustria 24.875 pontos (1 equipa/4)
16. Suíça 24.175 pontos (2 equipas/4)
17. Israel 22.125 pontos (2 equipas/4)
18. Roménia 20.824 pontos (2 equipas/5)
19. Polónia 20.750 pontos (0 equipas/4)
20. Bielorrússia 20.625 pontos (1 equipa/4)

21. República Checa 20.225 pontos (2 equipas/4)
22. Croácia 19.333 pontos (1 equipa/4)
23. Suécia 14.625 pontos (2 equipas/4)
24. Eslováquia 14.208 pontos (0 equipas/4)
25. Sérvia 14.125 pontos (1 equipa/4)
26. Escócia 13.391 pontos (1 equipa/5)
27. Noruega 13.375 (2 equipas/5)
28. Bulgária 12.250 pontos (0 equipas/4)
29. Hungria 11.750 pontos (1 equipa/4)
30. Eslovénia 9.708 pontos (1 equipa/4)

31. Geórgia 9.166 pontos (0 equipas/4)
32. Finlândia 8.508 pontos (0 equipas/5)
33. Azerbaijão 8.041 pontos (1 equipa/4)
34. Bósnia e Herzegovina 7.833 pontos (0 equipas/4)
35. Moldávia 7.666 pontos (0 equipas/4)
36. República da Irlanda 7.375 pontos (0 equipas/4)
37. Lituânia 6.500 pontos (0 equipas/4)
38. Cazaquistão 5.958 pontos (0 equipas/4)
39. Letónia 5.791 pontos (0 equipas/4)
40. Islândia 5.416 pontos (0 equipas/4)

41. Montenegro 5.250 pontos (0 equipas/4)
42. Macedonia 5.250 pontos (0 equipas/4)
43. Albânia 4.166 pontos (0 equipas/4)
44. Malta 3.958 pontos (0 equipas/4)
45. Liechtenstein 3.500 pontos (0 equipas/1)
46. Luxemburgo 3.375 pontos (0 equipas/4)
47. Irlanda do Norte 3.083 pontos (0 equipas/4)
48. País de Gales 2.583 pontos (0 equipas/4)
49. Estónia 2.208 pontos (0 equipas/4)
50. Arménia 1.750 pontos (0 equipas/4)

51. Ilhas Faroé 1.583 pontos (0 equipas/4)
52. San Marino 0.666 pontos (0 equipas/3)
53. Andorra 0.500 pontos (0 equipas/3)

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Rafael Nadal embaixador da PokerStars

23 agosto, 2012


A empresa PokerStars conseguiu contratar Rafa Nadal como seu novo embaixador, numa altura em que o mercado legalizado espanhol de jogo e apostas online é já uma realidade. A visibilidade desta aposta num dos melhores jogadores de ténis de todos os tempos pode vir a ajudar o segmento de poker no país vizinho, que actualmente debate-se com problemas relacionados com a elevada tributação imposta aos jogadores e empresas o que tem causado impacto negativo na competitividade da actividade e perda acentuada de receitas.

Tem havido conversações entre associações de jogadores profissionais, empresas online e autoridades legais de modo a encontrarem um ponto de equilibrio nos impostos a apurar e evitar assim a debandada geral dos players para países com tributações mais apetecíveis, ou mesmo não reguladas. Este é um dos problemas que tenho apontado nos mercados regulados. Regular sim, mas não matar a "galinha dos ovos de ouro" com políticas e tributações que levem os jogadores a refugiar-se no mercado negro.

Quanto a Rafael Nadal, representará a PokerStars em torneios online, acções de solidariedade e campanhas publicitárias.

"O Rafa Nadal representa tudo o que de bom tem a competição - a mistura de talento, intelecto, dedicação e força mental que se encontram nos campeões de todos os desportos," disse Mark Scheinberg, presidente da PokerStars. "Estamos orgulhosos por contar com o Rafa como nosso embaixador, e mal podemos esperar pela oportunidade de o ajudarmos a melhorar o seu jogo."

"Não é segredo nenhum que adoro competir e que dou o meu melhor em tudo, quer seja no ténis, golfe ou vídeo jogos. Quando descobri o poker, escolhi a PokerStars porque eles compreendem o que é preciso para ser o melhor e associarem-se às qualidades dos campeões. Estou muito contente por trabalhar com eles," foram as declarações de Rafa Nadal.

A PokerStars apresentou o seu spot publicitário: um anúncio para a Aplicação Mobile protagonizado por Rafael Nadal!

No press release que acompanhava a apresentação do anúncio estavam também presentes as afirmações de Nadal:

"Ainda sou relativamente "novo" a jogar poker e estou concentrado em ser um bom jogador, pelo que não tive muitas dificuldades em representar neste vídeo. Como a PokerStars tem uma versão mobile posso jogar com amigos em qualquer lugar quer seja no meu telemóvel ou tablet!"

A estrela do ténis mundial que se associou à sua Team SportStars afirmou ainda esperar progredir utilizando algumas das suas "skills" do court.

"Os meus amigos sabem que sou naturalmente competitivo, o que me foi útil na minha carreira de ténis. Espero que algumas das coisas que desenvolvi no ténis me ajudem a melhorar o meu jogo de poker."

O spot de aproximadamente 30 segundos foi filmado em Barcelona e faz parte de uma séria de anúncios aos quais Rafael Nadal dará a cara.

Alex Payne, PokerStars Chief Marketing Officer, não poupou elogios a Nadal:

"O Rafa é um atleta altamente competitivo, um estratega reconhecido pela sua integridade tanto dentro como fora do court de ténis. Esta qualidades fazem dele um embaixador ideal para a PokerStars e para o jogo do poker. A ligação de Nadal permitirá corrigir a percepção de algumas pessoas sobre o jogo e dar enfâse à mistura de estretégia e divertimento que compõe o poker quando jogado com responsabilidade."

Vídeo do spot de Nadal



Nadal aprende a fazer Bluf



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Jogo Online e Publicidade na UE: Exemplo prático de Fragmentação

21 agosto, 2012



O artigo que se segue vem confirmar as palavras do Comissário para o Mercado Interno da UE, Michel Barnier, de que é preciso caminhar para uma harmonização e evitar a fragmentação das leis de jogos e apostas online no espaço EURO para que "casos" como o que vou relatar não intupam o Tribunal de Justiça da UE.

No processo concreto, dois casinos online eslovenos pediram autorização à Àustria para fazer publicidade dos seus produtos naquele país. O pedido acabou indeferido pelo Ministério Federal das Finanças àustriaco, o qual motivou um recurso para o Tribunal de Justiça (TJEU) tendo como resposta: "Um Estado-Membro pode proibir a publicidade aos casinos situados noutro Estado-Membro quando a protecção dos jogadores nesse Estado não for equivalente à garantida a nível nacional".

Caso prático

Tribunal de Justiça da União Europeia

Comunicado de Imprensa n.° 101/12

Acórdão no processo C-176/11

HIT e HIT LARIX/Bundesminister für Finanzen

A publicidade aos casinos estrangeiros pode ser proibida em determinadas condições

Na Áustria, para se fazer publicidade aos casinos situados no estrangeiro é necessário uma autorização prévia. Para a obter, a entidade que explore um casino situado noutro Estado-Membro deve provar que a proteção legal dos jogadores prevista nesse Estado «corresponde pelo menos» à proteção legal austríaca. Em virtude desta proteção, o acesso aos casinos é reservado apenas às pessoas maiores de idade, a direção do casino deve observar o comportamento dos jogadores a fim de determinar se a frequência e a intensidade da sua participação no jogo ameaçam o seu mínimo de sobrevivência, e os clientes podem intentar diretamente uma ação civil contra a direção por incumprimento dessas obrigações.1

1 Segundo o governo austríaco, a aplicação destas regras preventivas conduziu a uma limitação importante do número de jogadores, tendo mais de 80 mil pessoas sido sujeitas em 2011 a restrições ou a proibições de entrada nos casinos austríacos. Por outro lado, o número de casinos foi limitado na Áustria a um máximo de quinze.

As sociedades eslovenas HIT e HIT LARIX exploram casinos na Eslovénia. Pediram ao Bundesminister für Finanzen (Ministro Federal das Finanças, Áustria) autorização para fazerem publicidade, na Áustria, aos seus casinos situados na Eslovénia. O ministério indeferiu o pedido pelo facto de a HIT e a HIT LARIX não terem provado que as disposições legais eslovenas em matéria de jogos de fortuna ou azar asseguravam um nível de proteção dos jogadores comparável ao previsto na Áustria.

O Verwaltungsgerichtshof (Tribunal administrativo, Áustria), no qual a HIT e a HIT LARIX interpuseram recurso contra essas decisões de indeferimento, pergunta ao Tribunal de Justiça se uma legislação como a legislação austríaca, é compatível com a livre prestação de serviços garantida pelo direito da União.

No acórdão proferido, o Tribunal de Justiça recorda que a legislação de jogos de fortuna ou azar é um dos domínios em que há divergências consideráveis de ordem moral, religiosa e cultural entre os Estados-Membros. Assim, na falta de harmonização comunitária na matéria, os Estados-Membros podem fixar os objetivos da sua política em matéria de jogos de fortuna ou azar, e definir com precisão o nível de proteção pretendido.

Assim, a mera circunstância de o Estado-Membro ter escolhido um sistema de proteção diferente do adotado por outro Estado-Membro não pode ter incidência na apreciação da necessidade e da proporcionalidade das disposições tomadas nesta matéria. Estas devem ser apreciadas apenas à luz dos objetivos prosseguidos pelas autoridades competentes do Estado-Membro interessado e do nível de proteção que pretendem garantir.

Foi à luz destes elementos que o Tribunal de Justiça respondeu que o direito da União Europeia não se opõe à legislação austríaca uma vez que esta se limita a exigir, para conceder a autorização de fazer publicidade, que esteja provado que no outro Estado-Membro a regulamentação aplicável assegura uma proteção, no essencial, de um nível equivalente contra os riscos do jogo ao que ela própria garante.

Essa legislação, que restringe a livre prestação de serviços, é justificada pelo objetivo de proteção da população contra os riscos inerentes aos jogos de fortuna ou azar. Tendo em consideração esse objetivo, a referida legislação não parece constituir um ónus excessivo para as entidades que exploram os casinos estrangeiros e, em consequência, é suscetível de respeitar o princípio da proporcionalidade.

A situação seria todavia diferente, e essa regulamentação deveria então ser considerada desproporcionada, se exigisse que, no outro Estado-Membro, as regras fossem idênticas ou se impusesse regras sem relação direta com a proteção contra os riscos do jogo.

De qualquer modo, compete ao órgão jurisdicional de reenvio certificar-se de que as disposições legais controvertidas se limitam a subordinar a autorização de fazer publicidade a estabelecimentos de jogo situados noutro Estado-Membro ao requisito de a legislação desse último Estado dar garantias substancialmente equivalentes às da legislação nacional relativamente ao objetivo legítimo de proteger os particulares contra os riscos ligados aos jogos de fortuna ou azar.

Prontamente, a EGBA (Associação Europeia de Jogos e Apostas online) lançou um comunicado sobre este processo com o título: "TJUE: Os Estados-Membros devem comparar os requesítos de protecção ao consumidor para os jogos de azar transfronteiriço."

A EGBA acolhe com satisfação o esclarecimento do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) que um Estado-Membro não pode proibir a publicidade aos jogos de azar em outro Estado-Membro, pelo simples facto de que a protecção concedida no referido Estado-Membro não seja idêntica às suas normas nacionais.

A sentença define uma série de esclarecimentos importantes sobre a forma como os Estados-Membros devem abordar a publicidade para os jogos e apostas transfronteiriços:

• Quando a concessão de autorizações para realizar publicidade "os níveis de protecção dos jogadores existentes nos diferentes sistemas jurídicos em questão, devem ser previamente comparados" (parágrafo n º 28).

• Um Estado-Membro pode exigir que "a normativa aplicável em outro Estado-Membro assegure a protecção contra os riscos de jogo na sua essência a um nível equivalente as garantias desse mesmo Estado-Membro (parágrafo n. 31).

• No entanto, não pode exigir "regras/normativas em outro Estado-Membro, que sejam idênticas", o que seria desproporcionado (parágrafo n º 32).

• Em qualquer caso, os Estados-Membros "não podem impor regras/normas sem relação directa com a protecção contra os riscos do jogo" (parágrafo n º 32). Se os Estados-Membros impõem regras que protegem os titulares, essas disposições não podem justificar as restrições à livre prestação de serviços, como decidido na sentença referente ao processo Costa and Cifone (C-72/10).

A decisão do TJEU demonstra mais uma vez que a harmonização é necessária urgentemente. Os membros da EGBA devem cumprir as normas da EGBA e as Medidas de Jogo Remoto Responsável estalecidas pelo Comité Europeu de Normalização, que na maioria das quais excedem as exigências das leis nacionais de jogos de fortuna e azar online. As normativas actuais de protecção aos jogadores aplicadas pelos operadores não estão actualmente sendo tomadas em conta.

A Secretária Geral da EGBA, Sigrid Ligné, acrescenta: "Saudamos a decisão do Tribunal de Justiça que confirma que os Estados-Membros não podem regular o mercado de jogos de azar isoladamente, mas devem ter em conta a protecção garantida pelos Estados-Membros".

"A decisão do TJEU demostra mais uma vez que as legislações de protecção ao consumidor de jogos de azar na União Europeia estão fragmentadas, o que pode ser bom para os advogados, mas não é certamente do interesse dos consumidores. É necessário colocar em práctica a proposta do Comissário Barnier para desenvolver uma base europeia comum de princípios e medidas de protecção, de modo que a que todos os cidadãos estejam protegidos, onde quer que estejam e seja qual for o site legalizado onde estejam conectados."

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Como regulamentar os jogos e apostas na Europa? Parlamento EU dá algumas respostas

17 agosto, 2012


Cada vez estou mais convencido que a União Europeia está a liderar bem o processo de alargar horizontes e discutir a indústria de jogo e apostas online como uma actividade de interesse público inserido numa componente sócio-económica com claras referências a quem consome estes produtos. Tudo começou há um ano com o lançamento do Livro verde do Mercado Interno que convidou todos os interessados a fazer os seus juízos e considerações de como alcançar um senso comum, ou seja, elaborar uma lei regulatória que sirva de matriz e política única para todos os países da zona euro.

Este caminho de se encontrar uma formúla mágica que resolva todas as divergências que existem especificamente em cada juridição não é definitivamente um processo fácil. Como sabemos, vários países europeus avançaram com as suas próprias leis de jogo, uns já com muitos anos de experiêncoa, outros recém criados, e boa parte, encontram-se ainda em fase embrionária.

Michel Barnier, Comissário para o Mercado Interno da UE juntou à mesa do Parlamento Europeu boa parte dos actores (legisladores, eurodeputados, responsáveis desportivos e indústria de jogo) para a discussão: "Como regular os jogos e apostas na Europa - Percurso e perspectivas de futuro."

Discurso de Michel Barnier

No seu discurso, Michel Barnier destacou a Resolução de 15 de novembro de 2011, que na sua globalidade vai de encontro à opinião da Comissão. O Parlamento pede na resolução medidas específicas a nível europeu, respeitando o princípio da subsidiariedade.

O que podemos, e deveremos fazer a nível europeu? Ajudar os Estados-Membros para efectivamente regular os jogos e apostaa online, de acordo com suas próprias tradições nacionais, mas também em conformidade com o Tratado da UE.

Porquê? Para proteger eficazmente os consumidores e todos os cidadãos, e responder às expectativas legítimas dos operadores de jogos e apostas online.

Existe um valor acrescentado europeu na protecção de nossos cidadãos, no respeito pelo princípio da subsidiariedade? Sim, porque nenhum Estado-Membro consegue lidar sozinho com todos os riscos associados a esta actividade.

No entanto, este valor acrescentado pode assumir diferentes formas:

- Maior eficácia nas medidas a adoptar frente a sites ilegais, muitas das vezes alojados em paraísos fiscais;

- Desenvolvimento - onde seja permitido - uma alternativa legal que seja suficientemente atractiva de forma a eliminar permanentemente qualquer oferta ilegal e, portanto, não regulamentada;

- Pode - e deve - também assumir a forma de medidas de apoio para prevenir qualquer desvio indesejável possa resultar de desenvolvimento descontrolado do jogo e apostas online.

Temos que enfrentar estes desafios juntos. É por isso que vou propor à Comissão Europeia que adopte um plano de acção para regular e supervisionar eficazmente os jogos e apostas online.

Este plano deve fornecer respostas detalhadas para os problemas identificados (I) e uma metodologia para a acção (II).

I - Respostas detalhadas:

Ainda é muito cedo para revelar em detalhe, mas eu gostaria de mencionar três elementos principais que devem ser incluídos em qualquer acção futura:

1. Primeiro elemento: Proteger os consumidores e cidadãos

Quase 7 milhões de europeus jogam na internet online ou offline. O nosso objetivo deve ser o de oferecer protecção a esses consumidores, como, aliás, devemos proteger todos os cidadãos contra os riscos potenciais. Qualquer que seja o seu Estado-Membro de residência.

a) A primeira exigência, na minha opinião é a de desenvolver um conjunto de garantias fundamentais aplicáveis ​​em toda a Europa.

A consulta demonstrou que todos os Estados-Membros tomaram medidas para proteger os consumidores. No entanto, estas medidas podem ser muito diferentes.

Estou convencido de que, através da persuasão e do diálogo - entre os Estados-Membros, mas também com a indústria - se possa desenvolver uma base europeia comum de princípios e medidas de protecção. Assim que todos os cidadãos estejam protegidos, onde quer que estejam e seja qual for o site legal a que eles estiverem conectados.

b) Segundo elemento: proteger os menores

As crianças usam a internet todos os dias. Temos que encontrar maneira de os impedir de terem acesso a sites de jogos de azar online.

Existem soluções técnicas em forma de filtros, mas temos que assegurar que a tecnologia se desenvolva na direcção correcta e, em particular, que as ferramentas de verificação de idade tenhamm a maior taxa de eficácia.

Além da tecnologia, a verdadeira chave é aumentar a consciência dos riscos, em primeiro lugar entre os pais, mas também na intensificação da educação consciente sobre segurança.

Por último, é vital para a indústria de jogos online assumir a sua responsabilidade.

c) Terceiro elemento: Publicidade responsável

Precisamos de regras claras sobre esta matéria em todos os Estados-Membros. Deveria ser obrigatório fornecer determinadas informações.

Refiro-me, naturalmente, a um sinal (aviso) que diga que o acesso ao site de jogo e apostas online é proibido para os menores de idade, e que seja suficientemente visível. Mas também é necessário colocar advertências sobre os riscos financeiros, sociais e de saúde associados ao jogo compulsivo e comportamento adictivos.

Já temos na Europa legislação que protege os interesses dos consumidores vulneráveis, para qualquer que seja o produto ou serviço adquirido, tal como as regras que proíbem as prácticas comerciais agressivas ou fraudulentas. Temos que considerar a melhor forma de complementar estas normas gerais, com regras específicas sobre jogos de azar online.

d) Um último requisito: prevenir e tratar a adicção

Até agora, foram realizados estudos suficientes para estabelecer conclusões definitivas sobre a magnitude e gravidade do problema.

A Comissão Europeia está a consultar especialistas no contexto do projecto Alice Rap, com o objectivo de desenvolver definições comuns e uma melhor avaliação da natureza e magnitude dos riscos. Mas temos de ir mais longe, para desenvolver uma política eficaz no combate à adicção e baseado na realidade actual.

2. Passo agora para o segundo elemento principal da nossa acção: prevenção de fraudes

A consulta apontava para a necessidade de uma maior clareza na aplicação da directiva sobre branqueamento de capitais em jogos de azar e apostas desportivas e para a necessidade de garantir a igualdade de condições para todos os operadores regulamentados da União Europeia (online e offline).

Vamos ter isso em conta na nossa proposta para a Quarta Directiva de branqueamento de capitais, que deverá ser conhecida em outubro ou novembro.

Também prevemos incluir um pacote de medidas para combater melhor todas as outras formas fraudulentas. Por exemplo, devemos abordar a questão do roubo de identidade e garantir a segurança das equipas de jogos de azar online.

3. Terceiro elemento: a integridade do desporto

A protecção da integridade das competições desportivas merece especial atenção. Os valores sociais que envolvem o desporto estão em perigo.

Não existe outro tipo de fraude tão flagrante que seja capaz de ser dominada por apenas um Estado-Membro. Por isso, têm de garantir uma cooperação efectiva entre os reguladores nacionais, os operadores de jogos e apostas desportivas online e federações desportivas para evitar manipulação de resultados.

Temos também que considerar normas minímas em matéria de conflitos de interesses, talvez com a proibição de certos tipos de jogos de azar ou a criação de sistemas de controlo mais rigorosos.

Androulla Vassiliou (Comissária Europeia responsável pela área da Educação, Cultura, Multilinguismo e Juventude), falou sobre a viciação de resultados estabelecidos a nível europeu e que é deve ser penalizado criminalmente. Concordo que este é um tema interessante, mas de difícil implementação.

Precisamos de continuar a pensar nisso, mas a prioridade imediata será a de criar a base para uma acção europeia para apoiar a integridade do desporto. O nosso plano de acção irá contribuir para isso de uma maneira muito real.

A popularidade do desporto em todo o mundo e a natureza internacional dos jogos online significa que qualquer acção europeia deve fazer parte de iniciativas globais mais amplas.

É por isso que damos uma grande importância ao papel activo da União Europeia no âmbito do COI e do Conselho da Europa, que ainda recentemente tomou uma série de medidas num contexto que ultrapassa unicamente as competências da UE.

A nossa Comunicação a ser apresentada nos próximos meses vai estabelecer uma metodologia de acção, que eu quero que seja eficaz.

II - Uma metodologia que utilize todas as ferramentas disponíveis e que leve em conta a diversidade de situações.

Como podemos passar os objectivos do nosso plano de acção da realidade para o terreno? Vou citar três maneiras:

1. Primeiro: com a participação dos Estados-Membros e do desenvolvimento da cooperação administrativa

Eu disse, aquando da resolução de novembro de 2011, que a nossa prioridade terá que passar pelo trabalho conjunto entre Estados-Membros num espírito de mútua confiança.

Com esta finalidade, foram realizadas três reuniões informais com os reguladores nacionais, que tiveram grande sucesso. Todos entenderam a necessidade de debater ideias e projectos, mesmo assim, ainda houve necessidade de convencer os envolvidos para se atingir um nível cooperação necessário.

Vamos colocar em práctica as estruturas necessárias para uma cooperação administrativa eficaz no nosso plano de acção.

Proponho a criação de um grupo de peritos, composto por representantes dos Estados-Membros, para ajudar na preparação e avaliação de iniciativas europeias. Deveremos continuar a desenvolver uma relação estreita e privilegiada com os reguladores.

2. Em segundo lugar, fomentar o desenvolvimento de uma série de oportunidades de jogos e apostas desportivas legais onde sejam permitidas.

Esta é provavelmente a única maneira de dissuadir efectivamente os consumidores para os muitos sites de jogos e apostas ilegais disponíveis - sabemos que será sempre difícil de demove-los completamente.

Consciente desta realidade, alguns Estados-Membros decidiram liberalizar parcialmente o mercado de jogos e apostas online.

Neste caso - e gostaria de lembrá-los que esta é uma decisão que compete a cada Estado-Membro fazer - é importante para os consumidores distinguir os sites legais dos ilegais.

Além disso, também é importante para os operadores de jogo e apostas legalizados puder oferecer produtos ou segmentos suficientemente atractivos para que sejam uma alternativa credível aos sites ilicítos, caso contrário, os consumidores continuarão recorrendo aos prestadores ilegais e não regulados.

3. Finalmente, é essencial que sejam respeitadas as normas europeias

O Parlamento Europeu tem chamado com razão a Comissão Europeia para que continue investigando as situações de não-conformidade com o Tratado Europeu ou com a jurisprudência do Tribunal de Justiça, que forneceu neste caso importantes orientações.

Por isso, vou pedir ao meu departamento para contactar todos os Estados-Membros afectados por casos a decorrer ou reclamações a fim de lhes recordar as regras aplicáveis ​​e sugerir que as situações problemáticas sejam corrigidas em conformidade com a jurisprudência actual.

Se as infracções flagrantes persistirem, não hesitarei em propor aos meus colegas que os procedimentos adequados sejam tomados ou reavivados.

O desenvolvimento de uma política mais activa para apoiar os Estados-Membros devem ser acompanhado de uma forte determinação por parte Comissão Europeia em fazer cumprir as normas comuns uma vez já estejam claramente estabelecidas.

Vamos trabalhar com o Parlamento Europeu, com todos os Estados-Membros e todas as partes interessadas para garantir a aplicação rápida e o controlo eficaz das normas europeias que decidimos estabelecer.

Para ver o primeiro artigo sobre este seminário, é favor consultar o seguinte link.

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Apostas Desportivas em debate no Parlamento Europeu

16 agosto, 2012


Como regulamentar os jogos de azar e as apostas desportivas na Europa? Este foi o tema de um seminário realizado no Parlamento Europeu. A parte 2 deste artigo pode ser consultado no seguinte post.

Detlev Zenglein, director-geral do Sistema de Alerta Precose da FIFA (EWS, na sigla em inglês), participou no debate – uma dos três do evento – dedicada às apostas desportivas. O EWS é uma empresa sem fins lucrativos criada pela entidade que dirige o futebol mundial para monitorar as apostas em todas as competições e jogos que ela organiza, com o objectivo de salvaguardar a integridade da modalidade.

O debate foi presidido por Damien Abad, eurodeputado e relator da resolução do parlamento europeu sobre jogos de azar online no mercado europeu, e foi aberta com um discurso de Michaela Ragg, diretora-assistente da Interpol para a Integridade do Desporto. O painel também contou com representantes da Comissão Europeia, do COI e da FIFPRO, além de membros da indústria das apostas desportivas online.

Entres os assuntos debatidos na conferência estavam os efeitos da falta de uma legislação comum europeia contra as apostas ilegais e da cooperação das polícias nos estados-membros. A primeira reunião foi sobre o novo plano de acção da União Europeia, enquanto a segunda estava focada na protecção dos consumidores europeus.

"A integridade do desporto está sendo constantemente ameaçada pelas novidades da moderna indústria das apostas e as oportunidades de manipulação decorrentes delas", explicou Zenglein. "Portanto, as autoridades públicas nacionais, europeias e mundiais, as agências de fiscalização, o movimento do desporto e os operadores de jogos e apostas na internet devem fazer tudo que estiver a seu alcance para poder proteger a integridade do desporto no que diz respeito ao mercado de apostas."

"Isto inclui a adopção de um possível instrumento legal internacional contra a manipulação de resultados, cujo objectivo seria garantir que os sistemas legais e administrativos de cada país contassem com as ferramentas jurídicas, conhecimento técnico e os recursos necessários para combater esse fenómeno. As distintas abordagens nacionais às leis sobre apostas desportivas online têm que ser coordenadas, no que diz respeito à regulamentação da integridade desportiva", afirmou o gerente-geral do EWS.

"O objectivo prioritário deve ser que federações desportivas, autoridades públicas, casas de apostas e legisladores nacionais concordem em manter uma troca vital de informações. Isto também passa por entrar em acordo quanto aos tipos de apostas disponíveis ou que agem contra a integridade dos desportos. Portanto, é preciso chegar a uma condição de obrigatoriedade jurídica que force os operadores a trabalhar em conjunto com as federações desportivas nacionais e internacionais e outras organizações, além de com as agências de monitorização no desporto", concluiu Zenglein.

Abad também comentou a questão, afirmando que a legislação da União Europeia deveria alcançar o "equilíbrio adequado" entre o fomento da protecção ao consumidor e a promoção dos jogos de azar online. Apesar de respeitar o princípio da subsidiariedade dos países-membros da UE, o eurodeputado acredita que a entidade e o parlamento europeu têm um papel fundamental nessa questão. Para ele, o plano de acção também deve abordar outros temas relacionados, como o combate da fraude e da lavagem de dinheiro e a integridade do desporto.

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Apostas ilícitas: Andebol francês sob suspeita. Irmãos Karabatic e Montpellier investigados

10 agosto, 2012


As notícias que chegam de França indiciam mais um escândalo de apostas desportivas online, e desta vez, envolvendo a melhor equipa de andebol na última década da Liga Francesa, o Montpellier. Para terem uma ideia, o Montpellier Agglomération Handball venceu os últimos 10 campeonatos de forma consecutiva e conta com a maioria dos seus jogadores nas principais selecções da europa.

Sinceramente, eu como grande amante da modalidade andebol a par do futebol tenho dificuldades em aceitar que jogadores da craveira dos irmãos Karabatic, senhores de um palmarés quase inalcançável no andebol moderno, tivessem coragem de manipular um jogo da sua própria equipa em troca de um punhado de milhares de euros.

Os relatos em França, dizem que vários jogadores (e respectivas mulheres) da equipa do Montpellier apostaram contra a sua própria equipa num jogo, em Rennes, frente ao Cesson-Sevigne, que na altura precisava da vitória para evitar a despromoção. O resultado final foi de 31-28, e acabou por beneficiar a equipa de Rennes e por consequente encher os bolsos a parte da equipa do Montpellier.

Segundo o que alega o Ministério público francês, através de dados prestados pela entidade reguladora de apostas desportivas online em França (Française des Jeux - FDJ) foram apostadas verbas muito elevadas no jogo Rennes Cesson-Sevigne X Montpellier Handball com a particulariedade de terem sido a favor da equipa muito menos favorita. Aliás, para conhecimento geral, o Rennes Cesson-Sevigne não vencia em sua casa o Montpellier há mais de 10 anos.

Vamos imaginar este cenário de apostas concretas. A odd para a vitória do Montpellier valia pouco mais de 1.05 (5 cêntimos por cada euro apostado) e uma possível vitória do Cesson-Sevigne rendia 13 euros (por cada euro apostado). Se conforme diz a imprensa francesa, que o lucro total das apostas foi de 200 mil euros, dá para perceber que foi investido milhares de euros numa aposta em que 100% das pessoas comuns nem sequer arriscava tal previsão.

Outro facto curioso, e que pode eventualmente servir de defesa dos implicados. Os irmãos Karabatic e outros craques da equipa não participaram nesse encontro devido a lesões e poupanças do treinador do Montpellier já que na semana anterior tinham já conquistado o campeonato. No total de 26 jornadas que tem a Liga francesa de andebol, o Montpellier venceu 23 jogos, empatou 1 e perdeu curiosamente 2 jogos frente aos últimos classificados, Rennes e Nimes (este desceu efectivamente de divisão.).

Em França, e nos países onde existe regulamentação efectiva dos jogos de apostas desportivas online, os jogadores de qualquer modalidade estão impedidos de apostar encontros dos seus campeonatos e muito menos das suas respectivas equipas. Esses acordos existem, são assinados a cada época desportiva a favor da ética e do regular funcionamento das competições.

As fotos e vídeo apresentadas neste post dizem respeito ao jogo em causa.

Leia sobre um artigo do Aposta X, em que falei sobre o Código de Conduta sobre Apostas Desportivas. Atletas profissionais mais informados hoje.


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Bwin e Manchester United novos parceiros na plataforma de apostas do clube

05 agosto, 2012


A Bwin, que já conta com alianças comerciais de sucesso com os colossos do futebol europeu Real Madrid e Bayern de Munique, acaba de se associar ao Manchester United como o novo parceiro oficial de apostas e jogo online do clube inglês, num acordo para os próximos três anos e que vai permitir incrementar a presença da bwin no Reino Unido e em muitos outros países, reforçando a sua posição na Europa como marca líder de apostas desportivas.

O patrocínio com o Manchester United inclui, entre outros direitos, a presença da bwin nas actividades promocionais do clube, a integração da marca bwin na página oficial do Manchester United e a criação de jogos para redes sociais com ambas as marcas, publicidade perimetral durante os jogos em casa e utilização dos jogadores em campanhas de marketing à imagem do que acontece em Espanha com o Real Madrid.


Congratulando-se com o acordo, Norbert Teufelberger, co-presidente-executivo da bwin.party disse:

"O Manchester United é um dos maiores nomes do desporto mundial, com uma base enorme de adeptos a nível planetário e abrangendo centenas de milhões de pessoas. Nós compartilhamos a paixão pelo futebol, que sempre foi o coração da nossa estratégia de desenvolvimento da marca a longo prazo.

"Como operador líder na Europa de apostas desportivas online, o futebol é fundamental para o nosso sucesso a longo prazo, perfazendo cerca de metade do total das nossas ofertas desportivas, e com receitas que atingiram os 261 milhões de euros em 2011, isto apenas no segmento apostas desportivas de futebol.

"Para além de apoiar o nosso negócio de jogos com dinheiro real, o acordo com o Manchester United complementa também a nossa recente entrada para oferta no segmento de jogos sociais. O Manchester United tem 569 milhões de seguidores fora do continente europeu, proporcionando-nos uma grande oportunidade de oferecer em parceria produtos projectados e inovadores em países que ainda não são permitidas apostas desportivas online em dinheiro real".


Richard Arnold, director Comercial do Manchester United, disse:

"A empresa Bwin tem uma reputação estabelecida e muito respeitável na indústria de jogos e apostas online na Europa e o Manchester United tem o prazer de trazer esse modelo não apenas para os 75 mil adeptos que visitam o Estádio Old Trafford a cada semana, mas também para a nossa enorme audiência global.

"Tal como o Manchester United, a bwin é também líder no seu mercado. Eles oferecem uma melhor experiência de apostas desportivas com um conteúdo envolvente, utilizando as mais recentes tecnologias e trazendo algo novo para o mercado do Reino Unido. Isto, juntamente com a experiência comercial aquirida no futebol, foi a razão para escolher a bwin e estamos ansiosos para que seja uma parceria de grande sucesso."

O acto oficial de apresentação teve lugar no Estádio de Old Trafford, e contou com a presença de Sir Alex Ferguson e dos jogadores Rio Ferdinand, Nemanja Vidic e Wayne Rooney.

Para celebrar este acordo, a bwin oferece aos fãs do Manchester United a possibilidade de ganharem dois passes de época para os 19 jogos em casa na Premier League, assim como camisolas autografadas e plafond para jogar na bwin.

Vídeo do acordo patrocinio entre a Bwin e Manchester United



Fonte: Bwin + Manchester United

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Portugal vai regular actividade da moeda electrónica

01 agosto, 2012


Até há alguns meses, Portugal estava entre um lote de países da UE, que não tinham normas adequadas com as leis do Mercado Interno, no que respeita às actividades no domínio da moeda electrónica.

Esta actividade da moeda electrónica tem também uma relação muito próxima com a indústria de jogos online, que disponibiliza vários meios de pagamentos através deste formato. Portanto, uma extensão no âmbito da aplicação das regras, garante certamente uma cobertura mais significativa da indústria de jogos de azar, assim como a inclusão dos crimes fiscais (relacionados com impostos directos e indirectos)) como novos delitos subjacentes ao crime de lavagem de dinheiro e branqueamento de capitais.

Entretanto, o Conselho de Ministros aprovou uma proposta de lei para regular o acesso à actividade das instituições de moeda electrónica e da prestação de serviços de emissão de moeda electrónica, no âmbito da transposição de uma directiva comunitária relativa a esta matéria, segundo foi revelado em comunicado.

Com a regulação do acesso à actividade das instituições de moeda electrónica, criam-se assim “normas que estabeleçam a instituição de exclusividade para o exercício desta actividade, o controlo da idoneidade, experiência profissional, disponibilidade e ausência de conflitos de interesse”.

O projecto de lei prevê ainda “a intervenção correctiva, administração provisória, dissolução e liquidação das instituições, bem como a definição das consequências jurídicas da práctica de ilícitos”.

Comunicado (aviso) da UE antes de Portugal aprovar o projecto de lei

Mercado interno: A Comissão intervém para garantir a aplicação das regras da UE no que diz respeito às atividades no domínio da moeda eletrónica

A Bélgica, a Espanha, a França, o Chipre, a Polónia e Portugal foram convidados a notificar à Comissão Europeia, no prazo de dois meses, as medidas que estão a adoptar para actualizar a sua legislação nacional em conformidade com a mais recente directiva relativa à moeda electrónica. A referida directiva tem por objectivo facilitar a entrada no mercado, bem como o acesso à actividade de emissão de moeda electrónica e o seu exercício. Estas regras, nomeadamente na sua dimensão prudencial, são adaptadas às especificidades das actividades e mercados no domínio da moeda eletrónica (2009/110/CE).

A moeda eletrónica constitui o equivalente digital ao numerário, e é armazenada num dispositivo electrónico ou de forma remota, num servidor. Um tipo corrente de moeda electrónica é o «porta-moedas electrónico», em que os utilizadores armazenam montantes relativamente pequenos de dinheiro no seu cartão de pagamento ou noutro cartão inteligente que utilizam para efectuar pequenos pagamentos. É também possível recorrer a telemóveis ou contas de pagamento na internet para armazenar (e utilizar) dinheiro electrónico.

O prazo para a aplicação das regras em causa terminou em 30 de abril de 2011. O pedido da Comissão assume a forma de um parecer fundamentado. Se as autoridades nacionais não notificarem as medidas de aplicação necessárias no prazo de dois meses, a Comissão pode interpor uma acção contra os Estados-Membros junto do Tribunal de Justiça da União Europeia e pode solicitar-lhe a imposição de sanções financeiras.

Qual o objetivo da regulamentação da UE em causa?

A diretiva tem os seguintes objetivos, a nível europeu:

- permitir a concepção de novos serviços de moeda electrónica, inovadores e seguros,

- permitir o acesso de novas empresas ao mercado,

- promover uma concorrência real e efectiva entre todos os actores do mercado.

Daí sairão beneficiados os consumidores, as empresas e a economia europeia em geral.

A directiva centra-se na modernização regras da UE em matéria de moeda electrónica, procurando nomeadamente tornar o regime prudencial aplicável às instituições de moeda electrónica consentâneo com os requisitos aplicáveis às instituições de pagamento no âmbito da Directiva Serviços de Pagamento (2007/64/CE).

De que forma os Estados-Membros não cumprem a regulamentação?

Ao passo que a maioria dos Estados-Membros já aplicam plenamente a diretiva, nestes seis Estados-Membros - Bélgica, Espanha, França, Chipre, Polónia e Portugal - algumas das disposições da directiva não foram ainda aplicadas, e o processo de transposição é muito lento.

De que modo as empresas são prejudicadas por esse facto?

Se a directiva não for inteiramente aplicada em todos os Estados-Membros, as empresas não podem colher os benefícios de um quadro jurídico claro, destinado a reforçar o mercado interno e a assegurar, ao mesmo tempo, um nível adequado de supervisão prudencial.

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