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24 dezembro, 2013

Ranking: Clubes e treinadores mais bem posicionados do Mundo


O Benfica foi dos clubes que mais viram o seu plantel valorizar-se no ano de 2013. Os encarnados, que em 2012 ocupavam a 19ª posição do ranking elaborado pela empresa Pluri Consultoria, estão agora no 15º posto, apresentando uma avaliação de 248,3 milhões de euros. Significa isto uma variação positiva de 39,4 por cento, valor mais expressivo entre os 20 clubes mais valiosos.

Os encarnados ultrapassaram assim também o FC Porto, que no ano passado estava em 18ª e caiu agora duas posições, para 20º, com o plantel avaliado em 201,2 milhões de euros. Para a evolução do Benfica muito contribuiu, naturalmente, o facto de a equipa ter estado a lutar pela conquista do campeonato nacional até à última jornada e ter ido também a duas finais: Taça de Portugal e Liga Europa.

Apesar de não ter vencido nenhuma competição, a boa campanha europeia fez-se notar na valorização do plantel, que a referida empresa também vai atualizando de acordo com vários critérios estatísticos e econométricos, para chegar ao valor de mercado dos atletas.

De resto, o Sporting caiu nesta avaliação de 37º para 46º (110,3 milhões de euros). No topo da tabela segue o FC Barcelona, com um plantel avaliado em 600,1 milhões de euros.


O valor até já era do domínio público, mas o que talvez nem o próprio Jorge Jesus soubesse é que os quatro milhões de euros que aufere no Benfica o colocam a um curtíssimo passo do top 10 de treinadores mais bem pagos do mundo.

Actualmente, o técnico benfiquista ocupa a 11ª posição do ranking divulgado pela empresa Pluri Consultoria, mas está a apenas 165 mil euros de Manuel Pellegrini, treinador do endinheirado Manchester City. À vista na lista apresentada salta também o facto de Jesus ganhar mais do que várias estrelas da profissão, nomes consagrados e alguns deles com currículos invejáveis. Por exemplo, de Vicente del Bosque, actual selecionador espanhol, campeão da Europa e do mundo; ou de Rafa Benítez (Nápoles), que ainda na última época venceu a Liga Europa ao Benfica, na altura pelo Chelsea.

Há ainda outros nomes, como o de Roberto Mancini, com três “scudettos”, duas Taças e duas Supertaças italianas e um campeonato inglês, entre outros, mas também “históricos” como Claudio Ranieri ficam para trás. O actual técnico do AS Mónaco ganha menos um milhão de euros por ano do que Jorge Jesus, que também está acima de Laurent Blanc, o responsável técnico do Paris Saint-Germain, com quem ainda agora se cruzou na Liga dos Campeões. Mesmo ao serviço de um clube abastado, o antigo internacional francês fica-se pela 18ª posição.

O salário de Jesus torna-o em simultâneo no segundo português mais bem remunerado do mundo, apenas atrás, claro, de José Mourinho, que deixou o topo da tabela para a vice-liderança, com os pouco mais de dez milhões de euros brutos auferidos no Chelsea. A olhar só para baixo está Pep Guardiola, que leva o Bayern de Munique a desembolsar, pelos seus serviços, qualquer coisa como 17 milhões de euros. A Pluri Consultoria esclarece que os valores não são oficiais e também não incluem eventuais prémios por rendimento que os treinadores possam amealhar.

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19 dezembro, 2013

Clubes com melhores médias de pontos por Jogo na Europa


Duas equipas portuguesas estão nesta meia época decorrida no top 10 com melhor relação de pontos por jogo. Se o espectro da análise for alargado às 20 equipas da Europa então há lugar para mais uma, passando o FC Porto (20ª melhor) a juntar-se a Benfica e Sporting, respectivamente nona e décima formações que mais rentabilizam os pontos somados em encontros oficiais na temporada 2013/2014.

Com 16 vitórias e quatro empates nas 24 partidas oficiais, o Benfica apresenta uma média de 2,26 pontos por jogo, ligeiramente superior aos 2,176 pontos/jogo do Sporting, cuja ausência das competições europeias lhes proporcionou menos seis jogos do que o rival de Lisboa e menos sete do que o FC Porto, que também jogou a Supertaça nacional. Os campeões portugueses são, deste trio, quem possui a relação mais baixa de pontos por encontro, tendo como contrapartida o argumento de maior solidez defensiva – em média, sofrem 0,67 golos por partida.

Em termos absolutos, o Atlético de Madrid vê espelhado neste ranking a fabulosa época que está a efectuar, sob o comando técnico de Diego Simeone. Leva a melhor sobre o poderoso e campeão europeu Bayern de Munique, que somou ao passeio que está a dar na Bundesliga o triunfo no Mundial de clubes, e sobre o Barcelona, com quem discute a liderança da liga espanhola palmo a palmo e que receberá no próximo dia 12 de janeiro.

Entre os outros dados dignos de registo, destaque para a veia goleadora do Manchester City: 2,93 golos por encontro conferem aos comandados de Manuel Pellegrini a primazia neste item. Já a AS Roma, que tem a seu favor o facto de só ter jogado para o campeonato italiano, não só não conheceu o sabor da derrota como sofreu uns ínfimos 0,41 golos por jogo.


Top 20 das Ligas principais da Europa 2013/2014

Atlético de Madrid, 2,593 pontos
Bayern Munique, 2,586 pontos
FC Barcelona 2,481 pontos
Real Madrid, 2,44 pontos
AS Roma, 2,412 pontos
Paris SG, 2,333 pontos
Manchester City, 2,321 pontos
8º Juventus, 2,32 pontos
Benfica, 2,26 pontos
10º Sporting, 2,176 pontos
11º Bayer Leverkusen, 2,154 pontos
12º Arsenal, 2,103 pontos
13º Nápoles, 2,087 pontos
14º Fiorentina, 2,080 pontos
15º Borussia Dortmund, 2,074 pontos
16º Manchester United, 2,069 pontos
17º Tottenham 2,067 pontos
18º AS Mónaco, 2,05 pontos
19º Chelsea, 2,034 pontos
20º FC Porto, 2 pontos

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09 setembro, 2013

Páginas WEB: Qual a melhor do futebol de Champions?


O site oficial do Bayern Munique (www.fcbayern.telekom.de) foi considerado como o melhor entre todos os clubes que integram a actual fase de grupos da Liga dos Campeões 2013/2014. Os analistas da empresa espanhola DI (Departamento de Internet) – especializada em “consultoria web, desenho internet, marketing online e desenvolvimento web” – atribuíram uma classificação de 96 pontos (num máximo de 100 pontos) ao site oficial dos campeões europeus. Nos lugares seguintes ficaram as páginas web do Arsenal (95 pontos) e do Atlético Madrid (94).

O Benfica ocupa a 8ª posição,com 79 pontos.“O site do Benfica tem indiscutivelmente uma pontuação muito alta no que diz respeito ao chamado ‘look & feel’ e uma orientação muito direcionada ao utilizador. É uma web excelente em muitos sentidos. Se melhorar as URL e o chamado ‘responsive design’ (design adaptável) a outros dispositivos, como telemóveis ou ‘tablets’, o Benfica entrará facilmente no Top 4/5.”, isto segundo palavras de Àlex Morell um dos autores deste estudo.

A página oficial do FC Porto, por outro lado, ficou no 25º posto, com 54 pontos, ligeiramente à frente do Real Madrid (51). “O site oficial do FC Porto tem um menu lateral demasiado extenso e não dá importância relativa a cada secção”, diz ainda Morell. “A navegação é algo complicada e a informação é pouco hierarquizada. É uma página com uma orientação pouco direcionada ao utilizador.”

A análise dos 32 sites oficiais foi feita tendo em conta 13 variáveis de diferente importância relativa. Entre os pontos em exame incluíram-se o tipo de linguagem/redação utilizado, a acessibilidade, a estruturação, a simplicidade e intuição da navegação no site, o chamado look & feel”, a imagem, o “layout” das páginas e o recurso a elementos multimédia, entre outros. Cada um destes pontos teve um peso diferente na pontuação final atribuída pelos analistas.

A empresa DI realiza este estudo anual desde 2011. O Manchester City e o FC Barcelona ficaram em primeiro lugar nas edições de 2011/2012 e de 2012/2013, respectivamente. Entre as “surpresas positivas” de 2013/2014, a DI destaca a renovação das páginas do Bayern Munique e da Juventus e o facto de a pontuação média ter subido para 70,7 pontos (apenas cinco clubes tiveram pontuação abaixo dos 50 pontos). No polo oposto, a DI manifesta a surpresa pelo facto de a equipa mais valiosa do mundo (Real Madrid) e o finalista vencido da Champions de 2013 (Borússia Dortmund) ocuparem a cauda do pelotão.

A classificação, como se vê, não tem correspondência com a qualidade futebolística ou capacidade económica das equipas, lê-se no documento da DI.

1- Bayern Munique 96 pontos
2- Arsenal 95
3- Atlético Madrid 94
4- FC Barcelona 89
5- Manchester City 89

6- Paris SG 88
7- Juventus 83
8- Benfica 79 pontos
9- Manchester United 77
10- Real Sociedad 77

11- Chelsea 74
12- FC Copenhaga 74
13- Nápoles 73
14- Schalke 73
15- Shakhtar Donetsk 72

16- Ajax 70
17- Zenit S. Petersburgo 70
18- Bayer Leverkusen 69
19- AC Milan 68
20- Olympiacos 60

21- Steaua Bucareste 59
22- CSKA Moscovo 58
23- Celtic 56
24- Viktoria Plzen 56
25- FC Porto 54 pontos

26- Real Madrid 51
27- Galatasaray 50
28- Basileia 46
29- Borússia Dortmund 46
30- Olympique Marselha 46

31- Anderlecht 36
32- Áustria Viena 36 pontos

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25 junho, 2013

Novos equipamentos do FC Porto 2013-2014


Para finalizar a apresentação das camisolas dos três grandes clubes de futebol de Portugal, o FC Porto. Com um peso de apenas 150 gramas, a nova camisola dos campeões nacionais é a mais leve da história do clube e 23% menos pesada do que a última, informou a Nike. O primeiro equipamento principal faz lembrar a conquista de Sevilha, em 2003, mas é também idêntico ao da época 2004/2005, que não correu tão bem. Como se vê na imagem, o equipamento principal tem mais listas – e mais estreitas – do que o habitual. A inspiração dos autores foi a comemoração dos 120 anos do FC Porto. O dourado na gola e nas mangas pretende assinalar o sucesso do clube ao longo dos anos.

Já o alternativo rompe com a tendência dos últimos anos: nem amarelo, nem roxo, nem branco, e muito menos laranja. Também será azul, numa mistura da cor tradicional com o azul-bebé, que pode não ser suficiente para todos os jogos em que a primeira camisola seja proibida. Também esta tem detalhes dourados. Para driblar esse mais que possível problema, o clube lançou uma terceira camisola, esta de cor branca e com detalhes finos em dourado e azul.

Fotos do novos equipamento do FC Porto 2013-2014


Apresentação em vídeo



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03 junho, 2013

Calendário da Liga Portuguesa 2013-2014 - Todas as jornadas


O sorteio da Liga Portuguesa de Futebol determinou que o campeão nacional vai receber o Benfica na última jornada. Depois de uma época em que o FC Porto deu um passo decisivo para conquista do título na penúltima jornada precisamente ao vencer o Benfica, por 2-1, quis agora o sorteio que o clássico entre os dois grandes candidatos ao título fosse na derradeira jornada, e novamente no Dragão. Ou seja, a primeira volta encerrará com o Benfica-FC Porto no Estádio da Luz, mas a Liga terá como primeiro clássico o Sporting-Benfica, na 3ªjornada, a 1de setembro, e depois vem o FC Porto-Sporting, na 8ª jornada, a 27 de outubro. A última jornada do campeonato conta também com um dérbi minhoto, com o V. Guimarães a receber o Braga no encerramento do campeonato, enquanto o Sporting termina a participação na Liga com uma recepção ao Estoril.

A jornada inaugural tem a particularidade de FC Porto e Benfica jogarem fora, respectivamente em Setúbal e no Funchal, com o Marítimo, enquanto o Sporting recebe o recém-promovido Arouca e há um imprevisível e interessante Paços de Ferreira-Braga.

Um clássico logo à 3ª jornada ficou a dever-se a uma mudança nas regras das chamadas condicionantes ao sorteio. Ao contrário do que aconteceu em épocas anteriores, os grandes passam a ter a possibilidade de se defrontarem a partir da 3ª jornada. No sorteio que se realizou, FC Porto, Benfica, Sporting e Braga só não podiam jogar entre si nas duas primeiras jornadas, enquanto nas épocas anteriores, para os grandes, vigorava um impedimento para as cinco primeiras jornadas. Convém acrescentar que FC Porto, Benfica, Sporting e Braga não podiam jogar entre si em jornadas adjacentes, evitando assim a disputa de clássicos em rondas consecutivas.

Na II Liga, foi também introduzida uma alteração nas referidas condicionantes. Uma vez que, esta temporada, o número de equipas B participantes é ímpar(devido à despromoção do V. Guimarães B), quatro equipas B vão defrontar-se entre si nas últimas quatro jornadas, ficando uma equipa de fora desta condicionante, defrontando uma equipa não B.

Calendário de Jogos da Liga Portuguesa Zon/Sagres 2013/2014

Jornada 1: 18/08/2013 (Jornada 16: 19/01/2014)

Marítimo - Benfica
Vitória de Setúbal - FC Porto
Paços de Ferreira - Braga
Estoril - Nacional
Vitória Guimarães - Olhanense
Belenenses - Rio Ave
Sporting - Arouca
Gil Vicente - Académica

Jornada 2: 25/08/2013 (Jornada 17: 02/02/2014)

Académica - Sporting
Benfica - Gil Vicente
Porto - Marítimo
Arouca - Estoril
Rio Ave - Vitória de Setúbal
Olhanense - Paços de Ferreira
Nacional - Vitória Guimarães
Braga - Belenenses

Jornada 3: 01/09/2013 (Jornada 18: 09/02/2014)

Sporting - Benfica
Arouca - Rio Ave
Paços de Ferreira - FC Porto
Marítimo - Olhanense
Estoril - Académica
Vitória Guimarães - Vitória de Setúbal
Belenenses - Nacional
Gil Vicente - Braga

Jornada 4: 15/09/2013 (Jornada 19: 16/02/2014)

Olhanense - Sporting
Académica - Belenenses
Vitória de Setúbal - Marítimo
Porto - Gil Vicente
Nacional - Arouca
Benfica - Paços de Ferreira
Braga - Estoril
Rio Ave - Vitória Guimarães

Jornada 5: 22/09/2013 (Jornada 20: 23/02/2014)

Vitória Guimarães - Benfica
Estoril - FC Porto
Arouca - Braga
Belenenses - Marítimo
Sporting - Rio Ave
Gil Vicente - Olhanense
Nacional - Académica
Paços de Ferreira - Vitória de Setúbal

Jornada 6: 29/09/2013 (Jornada 21: 02/03/2014)

Porto - Vitória Guimarães
Rio Ave - Nacional
Benfica - Belenenses
Braga - Sporting
Vitória de Setúbal - Gil Vicente
Académica - Arouca
Marítimo - Paços de Ferreira
Olhanense - Estoril

Jornada 7: 06/10/2013 (Jornada 22: 09/03/2014)

Arouca - FC Porto
Académica - Rio Ave
Estoril - Benfica
Vitória Guimarães - Marítimo
Nacional - Braga
Belenenses - Olhanense
Sporting - Vitória de Setúbal
Gil Vicente - Paços de Ferreira

Jornada 8: 27/10/2013 (Jornada 23: 16/03/2014)

FC Porto - Sporting
Benfica - Nacional
Vitória de Setúbal - Belenenses
Paços de Ferreira - Vitória Guimarães
Olhanense - Arouca
Braga - Académica
Marítimo - Estoril
Rio Ave - Gil Vicente

Jornada 9: 03/11/2013 (Jornada 24: 23/03/2014)

Belenenses - FC Porto
Sporting - Marítimo
Académica - Benfica
Nacional - Olhanense
Braga - Rio Ave
Arouca - Paços de Ferreira
Estoril - Vitória de Setúbal
Gil Vicente - Vitória Guimarães

Jornada 10: 24/11/2013 (Jornada 25: 30/03/2014)

Vitória Guimarães - Sporting
Benfica - Braga
Porto - Nacional
Paços de Ferreira - Belenenses
Vitória de Setúbal - Arouca
Olhanense - Académica
Rio Ave - Estoril
Marítimo - Gil Vicente

Jornada 11: 01/12/2013 (Jornada 26: 06/04/2014)

Sporting - Paços de Ferreira
Rio Ave - Benfica
Arouca - Marítimo
Académica - FC Porto
Estoril - Vitória Guimarães
Belenenses - Gil Vicente
Braga - Olhanense
Nacional - Vitória de Setúbal

Jornada 12: 08/12/2013 (Jornada 27: 13/04/2014)

FC Porto - Braga
Benfica - Arouca
Gil Vicente - Sporting
Paços de Ferreira - Estoril
Vitória Guimarães - Belenenses
Vitória de Setúbal - Académica
Marítimo - Nacional
Olhanense - Rio Ave

Jornada 13: 15/12/2013 (Jornada 28: 19/04/2014)

Sporting - Belenenses
Olhanense - Benfica
Rio Ave - FC Porto
Arouca - Vitória Guimarães
Académica - Marítimo
Estoril - Gil Vicente
Braga - Vitória de Setúbal
Nacional - Paços de Ferreira

Jornada 14: 20/12/2013 (Jornada 29: 04/05/2014)

Vitória de Setúbal - Benfica
Paços de Ferreira - Rio Ave
Porto - Olhanense
Gil Vicente - Arouca
Vitória Guimarães - Académica
Belenenses - Estoril
Sporting - Nacional
Marítimo - Braga

Jornada 15: 12/01/2014 (Jornada 30: 11/05/2014)

Benfica - FC Porto
Arouca - Belenenses
Académica - Paços de Ferreira
Estoril - Sporting
Nacional - Gil Vicente
Rio Ave - Marítimo
Olhanense - Vitória de Setúbal
Braga - Vitória Guimarães

Links

Calendário completo da Liga Portuguesa 2013-2014
Calendário completo da Liga de Honra/Segunda Liga 2013-2014
Calendário completo da Taça da Liga 2013-2014

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08 maio, 2013

Os números dos clubes portugueses no Facebook


Numa pesquisa que fiz à comunicação dos clubes da Liga Portuguesa permitiu compreender que todos os participantes no campeonato profissional fizeram uso da Facebook para estabelecer contacto com o seus simpatizantes, sócios e adeptos. Entre apostas mais exaustivas ou, pelo contrário, menos intensas, na generalidade os clubes portugueses conseguem marcar presença junto do seu público-alvo através desta comunidade virtual. Neste parâmetro, os chamados “três grandes”, Benfica, Sporting e FC Porto surgem muito à frente dos restantes clubes, contando com muitos mais seguidores no Facebook.

O número de seguidores não é, no entanto, ilustrativo de um eventual sucesso ou fracasso das campanhas de marketing. Na verdade, a quantidade de amigos está em grande parte directamente relacionada com o número de simpatizantes ou sócios que o clube reúne na vida real e que, de certo modo, acabam por se “transferir” para as comunidades virtuais, nomeadamente os mais jovens, por constituírem a grande fatia de utilizadores do Facebook. Mas um bom plano de marketing pode contribuir para o aumento do número de seguidores.

O Benfica, FC Porto e Sporting acumulam seguidores no Facebook um pouco por todo o mundo. Por exemplo, a meio da semana passada, a página oficial do Benfica no Facebook somava mais de 831 mil gostos - “likes” de utilizadores registados em Portugal, um número muito superior aos de FC Porto (502 mil) ou Sporting (409 mil). Em termos globais, no entanto, o fosso não é tão acentuado, já que a maior parte dos fãs do FC Porto que utilizam aquela rede social vive no estrangeiro (585 mil).

Há poucos dias, o Benfica tinha um total de 1,33 milhões de “likes” (38% oriundos do estrangeiro), enquanto o Porto somava 1,09 milhões (54% fora do país) e o Sporting 590 mil (31% no estrangeiro).
O Real Madrid, curiosamente, tem quase tantos fãs em Portugal quanto o Sporting. Outros colossos europeus,como Barcelona, Manchester United, AC Milan e Chelsea, têm mais de 100 mil adeptos em Portugal.


De acordo com os dados mais recentes da plataforma Socialbakers, a população online de Portugal ronda os seis milhões. Cerca de 4,7 milhões são utilizadores do Facebook. Apesar destes números impressionantes, o top 20 dos clubes mais populares entre os utilizadores desta rede social no nosso país integra unicamente seis clubes portugueses: os três grandes, mais Académica (15º, com 33 mil “likes”), Vitória de Guimarães (18º,22 mil) e Sporting de Braga (19º, 21 mil).

Nos países mais importantes do mundo lusófono, o FC Porto domina claramente no Brasil, com quase 44 mil “likes” – mais do que a soma dos fãs de Benfica (27 mil) e do Sporting (15 mil) residentes naquele país. Na África de expressão portuguesa, no entanto, o Benfica bate a concorrência, em particular em Cabo Verde e em Angola. O mesmo clube domina quase por completo nos países – como os Estados Unidos, Canadá, França, Alemanha, Suíça, Luxemburgo e África do Sul – onde residem as maiores comunidades de emigrantes portugueses. A Venezuela é a única excepção, com o FC Porto (6296 fãs) a ter, de novo, mais adeptos do que Benfica (4294) e Sporting (1326) juntos.

A presença de jogadores de determinada nacionalidade no plantel das equipas portuguesas tem uma influência directa na popularidade desses clubes no estrangeiro. O Beira-Mar, por exemplo, continua a ter mais adeptos no Facebook residentes na Malásia (7548) do que em Portugal (6509). O Sporting é relativamente popular no Peru e na Índia, um fenómeno que estará relacionado com a contratação de jogadores como André Carrillo, Alberto Rodriguez ou Sunil Chhetri. O Benfica tem quase dez mil “likes” na Argentina. O FC Porto, por outro lado, tem 83 563 fãs na Colômbia – mais do que em França (82 848) ou qualquer outro país onde reside uma importante comunidade portuguesa – e quase 14 mil no México.

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06 julho, 2012

Novos equipamentos do FC Porto 2012-2013


Para concluir a colecção dos novos equipamentos dos três grandes do futebol português, o FC Porto, que também foi o último a revelar as suas camisolas para a temporada 2012/2013. As alterações são significativas principalmente no equipamento principal. A Nike, fornecedora do campeão nacional, diz a camisola azul e branca recupera elementos dos primeiros anos do clube e durante a época de 1987, ano em que venceram a Taça dos Campeões Europeus pela primeira vez.

A nova colecção retoma uma imagem usada em temporada anterior, recuperando as três listas, com a central em branco, mas com algumas novidades. Entre os toques actuais incluem-se punhos em azul marinho que contrastam com o azul royal do clube. Outra das novidades é o equipamento alternativo. O FC Porto vai usar uma camisola que tem como base principal a cor roxa e inclui faixas horizontais combinando dois tons de roxo e preto nos punhos das mangas.

Como curiosidade, os novos equipamentos do Porto são feitos a partir de poliéster reciclado, um material de ultima geração, e que faz deles os equipamentos mais ecológicos da historia da Nike. Cada equipamento (camisola e calção) é produzido a partir de 13 garrafas de plástico recicladas.

Fotos dos novos equipamentos do FC Porto 2012/2013






Novos equipamentos de treino FC Porto 2012/2013



Vídeo dos novos equipamentos do FC Porto 2012/2013



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15 junho, 2012

Liga Portuguesa: FC Porto campeão 2011/2012


A Liga Portuguesa 2011/2012 foi uma das mais disputadas da última década com três equipas na luta pelo título, mas também igualmente recheada de casos que mancharam a imagem da competição fora de fronteiras. A Liga Zon Sagres acompanhou em bom rigor a tendência recente do país, e fez vitímas entre os clubes mais deficitários.

No plano desportivo, o FC Porto mesmo longe do fulgor do tempo de Villas-Boas conseguiu ser mais regular na última etapa do campeonato e conseguiu revalidar o título, o seu 26º no total e sexto em sete temporadas, e amargar sobremaneira os adeptos benfiquistas que ainda hoje não acreditam como perderam a Liga em praticamente duas semanas e meia. Pelo meio da rivalidade de portistas e benfiquistas, o Braga teve também a sua oportunidade de ouro desperdiçada precisamente frente aos dois maiores candidatos, enquanto a Académica terminou a época de forma memorável ao conquistar a primeira Taça de Portugal em 73 anos.

Enquanto presidente do FC Porto, Pinto da Costa conquistou o seu 19º campeonato em 30 anos à frente do clube, numa campanha em que sofreu apenas uma derrota e somou mais seis pontos do que o rival Benfica. Após um bom início, que incluiu a conquista da Supertaça, o Porto chegou ao final de Janeiro a cinco pontos do líder Benfica, no seguimento da única derrota da época, frente ao Gil Vicente (3-0). Sem encontrar substituto à altura do prolífico ponta-de-lança Radamel Falcao, o regresso do experiente médio Lucho González, antigo capitão de equipa e campeão nas quatro épocas passadas no Porto, de 2006 a 2009, revelou-se crucial na segunda parte da temporada.

A Liga 2011-12 ficou marcada pela competitividade. A disputa pelo título entre Porto, Benfica e Braga manteve-se ao longo de várias jornadas. Para qualquer um dos candidatos era decisivo não perder pontos e esperar um deslize dos adversários. No final, o Porto foi o mais forte e sagrou-se Bicampeão Nacional. Os dragões assumiram a dianteira da classificação logo à segunda jornada e só a perderam à sexta, para o Benfica.

Os encarnados mantiveram-se na liderança da prova durante 15 rondas. À 21ª, o Porto aproveitou um desaire das águias e voltou ao primeiro lugar. No entanto, a equipa orientada por Vítor Pereira viria a ser arredada da frente à jornada 24, pelo Braga. O conjunto bracarense subiu ao primeiro lugar depois de 13 triunfos seguidos, alcançando o melhor registo vitorioso desta época, com a conquista de 39 pontos em 39 possíveis. Foram quatro meses a ganhar.


À 25ª jornada, o Porto recuperou a liderança. Os portistas tinham mais um ponto que o Benfica e dois que o Braga, ou seja, entre os três primeiros classificados havia uma diferença de apenas dois pontos. Qualquer uma das equipas podia arrecadar o troféu de Campeão. O Porto acabou por vencer os últimos cinco jogos e conquistar o seu 26º título.

Foram 55 jogos que o Porto esteve sem perder no campeonato. Após 703 dias sobre o último desaire, a 28 de Fevereiro de 2010 [3-0 fora frente ao Sporting], os "dragões" sucumbiram por 3-1 no terreno do Gil Vicente e ficaram somente a um jogo de igualar o recorde de Portugal, pertencente ao Benfica, com 56.  Num percurso que abrangeu triunfos fora frente ao Benfica e Sp. Braga, os jogadores comandados de Vítor Pereira perderam apenas quatro pontos nos últimos 13 jogos e conquistaram o título a duas jornadas do fim.


Quanto ao Sporting, o início de temporada prometia fortes esperanças com as contratações de verão, mas o seu desenrolar foi preocupante, com uma queda brusca no rendimento, e o precose afastamento na luta pelo título com Domingos Paciência a perder o comando do grupo. Chegou Sá Pinto e os Leões reencontraram-se. Com um esquema compacto, a equipa alcançou às meias-finais da Liga Europa - deixando para trás o milionário Manchester City - e até chegou a sonhar com um lugar na Liga dos Campeões. A "mancha" ficou na derrota na final da Taça de Portugal frente à Acadêmica.


O futebol português presenciou um episódio triste, envolvendo a União de Leiria, que entrou em campo contra o Feirense, mas com apenas oito jogadores - sendo seis deles emprestados. O motivo, foi a rescisão em bloco dos jogadores da equipa após cinco meses de salários atrasados.

Classificação final da Liga Portuguesa 2011/2012, pode ser vista neste site.

Subiram: Estoril e Moreirense
Desceram: Feirense e União de Leiria

Por fim, deixo o resultado da sondagem que esteve em aberto no Aposta X sobre quem iria ser campeão nacional. Obrigado a todos que ajudaram.


Lugares europeus
FC Porto – fase de grupos da UEFA Champions League
Benfica – fase de grupos da UEFA Champions League
Braga – "play-off" da UEFA Champions League
Académica – fase de grupos da UEFA Europa League
Sporting – "play-off" da UEFA Europa League
Marítimo – terceira pré-eliminatória da UEFA Europa League

Melhores golos da Liga Portuguesa 2011/2012



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06 janeiro, 2012

Ranking dos 100 melhores clubes do Mundo IFFHS


Para alguns descabido de realidade, para outros motivo de orgulho, o polémico ranking da Federação de História e Estatística do Futebol (IFFHS) notificou os seus leitores com a tabela dos 400 melhores clubes de futebol do mundo durante a época desportiva compreendida entre Janeiro e Dezembro do ano de 2011.

Na liderança, sem surpresas surge o Barcelona, seguido do eterno rival Real Madrid. Na terceira posição aparece a primeira equipa sul-americana, os argentinos do Vélez Sarsfield, muito por mérito de terem conquistado o campeonato argentino. Mais estranho, surge o Manchester City em quinto lugar, equipa que "apenas" venceu a Taça de Inglaterra. Já o Santos, com a conquista da Taça Libertadores ficou-se apenas pelo sexto lugar, muito por culpa de um fraco desempenho no Brasileirão.

Quanto às equipas portuguesas, estas podem ficar orgulhosas de constarem no Top 10. O Benfica na oitava posição, depois de um segundo lugar na Liga Portuguesa, uma Taça da Liga e uma meia-final na Liga Europa. O FC Porto, vem logo atrás (nono lugar) apesar de terem vencido a Liga Portuguesa e a Liga Europa. O Braga em 35ª e o Sporting em 36ª são as restantes equipas no Top 50.

Nesta tabela dos 100 melhores não aparecem por exemplo clubes de nomeada, como o Borussia Dortmund (106ª), a Juventus (127ª), a Roma (128ª), Boca Juniors (150ª), Corinthians (157ª), ou São Paulo (160ª),

A Lista da IFFHS é composta por 400 clubes de todas as confederações continentais e da FIFA, e o ranking tem em conta todos os resultados das ligas e taças nacionais e competicões de clubes das seis confederações continentais e da FIFA.

Ranking dos 100 melhores Clubes do Mundo

1. FC Barcelona 367,0 pontos
2. Real Madrid 312,0
3. Vélez Sarsfield 271,0
4. Manchester United 270,0
5. Manchester City 239,0
6. Santos 238,0
7. Universidad de Chile 235,5
8. SL Benfica 235,0
9. FC Porto 231,0
10. Universidad Católica 230,0
11. Schalke 229,0
12. Bayern Munique 229,0
13. Libertad Asunción 220,5
14. Paris Saint-Germain 220,0
15. Liga Deportiva Universitaria 218,5
16. Inter de Milão 209,0
17. Arsenal 208,0
18. PSV Eindhoven 207,0
19. Twente 204,0
20. Stoke City 202,0
21. Standard de Liège 198,0
22. Dinamo Kiev 196,5
23. AC Milan 194,0
24. Cerro Porteño 194,0
25. Lille 191,0
26. Atlético de Madrid 190,0
27. Vasco da Gama 184,0
28. Fulham 184,0
29. Tottenham 179,0
30. Chelsea 177,0
31. Viktoria Plzen 173,5
32. Internacional Porto Alegre 172,0
33. Celtic 170,0
34. Villarreal 170,0
35. SC Braga 169,5
36. Sporting CP 169,0
37. Nápoles 168,0
38. PAOK Salónica 166,0
39. Lyon 166,0
40. Independiente 162,0
41. Monterrey 162,0
42. Zenit St. Petersburgo 161,0
43. Ajax 160,0
44. Jeonbuk Hyundai 159,0
45. Anderlecht 159,0
46. Bayer Leverkusen 159,0
47. APOEL Nicósia 158,0
48. Marselha 158,0
49. Peñarol 158,0
50. Suwon Samsung 157,5
51. Club Brugge 157,0
52. Rubin Kazan 157,0
53. Valencia 155,0
54. Basileia 154,0
55. Shakhtar Donetsk 153,5
56. Lazio 152,0
57. CSKA Moscovo 151,0
58. Udinese 150,0
59. Wisła Cracóvia 150,0
60. Cruzeiro 149,0
61. Metalist Kharkiv 148,5
62. Rennes 148,0
63. Once Caldas 147,0
64. Fluminense 146,0
65. Red Bull Salzburg 145,0
66. FC Copenhaga 144,0
67. Estudiantes de La Plata 143,0
68. Godoy Cruz 143,0
69. Hannover 142,0
70. Grêmio de Porto Alegre 142,0
71. Junior Barranquilla 141,5
72. Besiktas 141,5
73. AZ Alkmaar 139,5
74. Enyimba da Nigeria 139,0
75. Athletic Bilbao 138,0
76. Maccabi Haifa 138,0
77. Atlético Monarcas 138,0
78. Austria de Viena 137,0
79. Wydad Casablanca 137,0
80. BATE Borisov 136,0
81. Maghreb de Marrocos 134,5
82. Espérance de Tunis 134,5
83. Spartak Moscovo 133,5
84. Sevilha 132,0
85. Steaua de Bucareste 131,5
86. Lokomotiv Moscovo 131,0
87. Maribor 130,0
88. Emelec Guayaquil 129,0
89. Tolima 129,0
90. Olimpia Asunción 129,0
91. Legia Varsóvia 128,5
92. Glasgow Rangers 127,0
93. Flamengo 126,0
94. Hapoel Tel-Aviv 126,0
95. Dinamo Zagreb 126,0
96. Sparta Praga 125,0
97. Vaslui 124,5
98. Nasaf Qarshi Uzbequistão 124,0
99. Liverpool 124,0
100. Genk 123,5

...

restantes clubes portugueses

226. Nacional da Madeira 81,5
346. Académica de Coimbra 65,0

Podem conferir todo o ranking Top 400 IFFHS no respectivo site.

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05 agosto, 2011

Sorteio da Liga dos Campeões e Liga Europa favorável aos clubes portugueses


O passado recente das equipas portuguesas nas competições europeias foi excepcional, com o primeiro lugar no ranking na época 2010/2011, e consequente subida ao sexto posto da hierarquia da UEFA (5 últimas temporadas), mais a garantia de três equipas na Champions League em 2011/12 (uma na pré-eliminatória e duas na fase de grupos), mas não existe tempo para dormir à sobra da bananeira. É preciso continuidade e evitar facilidades principalmente contra algumas equipas mais fracas como ditou o sorteio da Liga dos Campeões e Liga Europa 2011/2012.

O ideal será afastarmo-nos dos russos e ucranianos e tentar ultrapassar a França, actual quinta classificada no ranking de clubes UEFA. Como já perdermos duas equipas (Nacional da Madeira e Vitória de Guimarães) das seis que entraram nas provas europeias, será importante ressalvar que os futuros pontos conquistados serão dividos pelo total de equipas (6).

Os quatro clubes portugueses habituais sobreviventes nesta altura na fase de grupos, FC Porto, Benfica, Sporting e Braga não se podem queixar da sua sorte no sorteio dos grupos das duas competições. Na minha opinião, todas elas são favoritas para chegar à fase do mata-mata (Fevereiro/Março), no que proporciona boas possibilidades para somar pontos.

O FC Porto, actual campeão nacional e da Liga Europa é o único cabeça-de-série não pertencente às quatro principais ligas da europa (Inglaterra, Espanha, Alemanha e Itália), e ficaram inseridos no grupo dos ucranianos do Shakhtar Donetsk, russos do Zenit São Petesburgo e cipriotas do APOEL Nicósia. Não há dúvidas quem é o grande favorito, e em condições normais o Porto vencerá o grupo G. O APOEL está longe de ser uma ameaça - Zenit e Shakhtar são obstáculos complicados, principlamente a actuar nos seus estádios.

O Zenit, do ex-portista Bruno Alves está actualmente na luta pelo título russo (é líder, com mais dois pontos que Dinamo e CSKA), tem a seu favor a maior rodagem da sua equipa, já que que a Liga Russa está na segunda volta. O Shakhtar Donetsk, por sua vez, contam com uma equipa forte - em tese, surgem como principais candidatos ao segundo lugar do grupo - e já aprontaram na última época, terminando a fase de grupos a frente do Arsenal e alcançando os quartos de final da LC, caindo aos pés do campeão Barcelona.

O Benfica, por sua vez, ao mesmo tempo que terá pela frente o poderoso Manchester United, não deverá ter muitas dificuldades diante de Basileia da Suíça e Otelul Galati da Roménia e, se tudo correr dentro da normalidade, os encarnados devem ficar com a segunda posição do grupo B. Pesa contra a equipa da Luz, contudo, o facto de na última temporada, também num grupo em que era favorito - encarou o Schalke 04 em crise, um Lyon longe da equipa que dominara o futebol francês e um Hapoel Tel-Aviv que não metia medo algum - a equipa de Jorge Jesus ter quase ficado fora até da Liga Europa.

Pelo menos a perspectiva do presente Benfica em relação ao ano passado é bem melhor - mesmo sem a eficiência e grande regularidade de Fábio Coentrão, vendido ao Real Madrid. O vice-campeão português mostrou na pré-temporada, nas pré-eliminatórias da Liga dos Campeões e no início da própria Liga Portuguesa - mais coesão e regularidade. Na frente, o espanhol Nolito encaixou que nem uma luva. No meio-campo, Pablo Aimar e Nico Gaitán ganharam dois colegas para o sector que prometem uma boa disputa pela titularidade: Alex Witsel, que foi decisivo contra o Twente, e Bruno Cesar. Jorge Jesus parece ter encontrado a sua equipa ideal, sinal que não foi visível durante parte da época 2010/2011. Parece mais ciente do grupo que tem.

* Calendário completo da Liga dos Campeões 2011/2012

Na Liga Europa, Sporting e Braga também não têm muitas desculpas para não avançarem para a fase seguinte, depois de apuramentos difíceis ante Nordsjaelland e Young Boys, respectivamente. Os leões terão pela frente Lazio, Zurich e Vaslui. São favoritos, juntamente com os italianos. No entanto, o péssimo início de época, ligaram o alarme em Alvalade. Os vários reforços ainda estão à procura do melhor entrosamento, e Domingos Paciência ainda não encontrou um onze tipo.

Em Braga, Leonardo Jardim também tenta encontrar a formação ideal, mas tem conseguido melhores resultados que os de Domingos no Sporting. O clube perdeu Pizzi para o Atlético de Madrid, mas Hélder Barbosa, tem brilhado a grande altura. Na Liga Europa, enfrentará o Club Brugge, Birmingham e Maribor. Em tese, o grupo mais "complexo" dos quatro clubes portugueses. Ingleses e belgas são complicados, mas longe de assustarem. Apesar de terem eliminado o Nacional, os Blues da segunda divisão inglesa só melindram no seu ambiente, tal como provou frente ao Nacional. O Brugge, por sua vez, é emblemas de referência da Bélgica, mas actualmente vive momentos bem mais modestos.

* Calendário completo da Liga Europas 2011/2012

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18 junho, 2011

Vítor Pereira: Que esperar do novo treinador do FC Porto?


O sucesso do FC Porto na época 2010/2011, teve um impacto tão surpreendente no futebol português e europeu, quanto a saída de André Villas-Boas para o Chelsea um mês depois de ter levantado a Taça da Liga Europa. Se alguém esperava este cenário? Sim, mas não agora e da maneira como se procedeu. Acreditava-se que Villas-Boas fizesse o segundo ano no FC Porto, com o sonho de repetir (porque não) o trajecto desportivo de José Mourinho, e fechar o ciclo no dragões.

O precipitado adeus de Villas-Boas deixou marcas nos adeptos, que na sua grande maioria, consideram-no um traidor. A principal revolta está, por assim dizer, na forma como a saída se veio a verificar. Há pouco tempo, Villas-Boas tinha um novo vínculo com o Porto e insistira no discurso que estava no cargo de seus sonhos. Além disso, o próprio AVB "mandou" umas indirectas a Mourinho pela forma como este saiu do clube e pela maneira arrogante como individualizou o mérito da sua conquista na Champions em 2004.

Rei-morto, Rei-posto, os portistas não precisaram procurar muito para encontrar um substituto. O nome de Vítor Pereira, adjunto até então de Villas-Boas avançou para o suceder no banco do dragão. Vítor Pereira, não é definitvamente um nome muito conhecido pela maioria dos adeptos do futebol, passando apenas por clubes pequenos como a Sanjoanense, Espinho, Santa Clara, e dirigiu uma das equipas da formação do próprio FC Porto. Fez um trabalho razoável no Santa Clara, chegando por duas vezes à última jornada da Liga de Honra com hipóteses de subir, mas sem conseguir o objectivo.


Não sendo um treinador de primeira linha, pesa a favor de Vítor Pereira ser português e bastante conhecedor do material humano que vai dirigir. É conhecido pelo seu enorme apelo táctico, juntando a componente do estudo do jogo. É também um técnico "da casa", por assim dizer, tanto no ponto de vista de formação técnica como de coração (é portista assumido).

Outro factor relevante, é o facto de ter chegado, enfim, ao cargo que esperava desde que foi anunciado como adjunto de André Villas-Boas, em 2010. Na ocasião, rejeitou convites para treinar a Académica (foi Jorge Costa) e Paços de Ferreira. Conhece bem a equipa que terá em mãos, embora não demonstre ter o mesmo estilo enérgico de José Mourinho ou Villas-Boas, mas, como foi dito, além de conhecedor de futebol, é da escola portista.

Por sua vez, Vítor Pereira é um treinador que não tem ainda qualquer experiência na primeira Liga - e apesar de mais jovem, Villas-Boas já tinha feito um bom trabalho na Académica e acomulado uma grande "bagagem" como adjunto de Mourinho. Vítor Pereira, quer queira ou não, estará na sombra do ex-treinador portista e terá constante avaliação dos adeptos na capacidade de repetir as conquistas nacionais, não podendo também descurar a Liga dos Campeões.

Além disso, as próprias incertezas do actual mercado de transferências podem crescer com a saída de Villas-Boas. E as duas primeiras são Falcao e João Moutinho, ambos na mira do novo treinador do Chelsea - que também deseja Hulk. Fernando é ainda dúvida, tal como Rolando, que já desejou publicamente sair para nova aventura. Se André Villas-Boas tivese ficado, a garantia da continuidade do trabalho que trouxe o sucesso (inclusive europeu) era claramente maior, bem como a confiança justificada para que estes jogadores permanecessem.

Agora sem André Villas-Boas, a força negocial de Pinto da Costa terá que ser decisiva na tentativa de resistir à pressão da venda de jogadores. Caso seja mantida a base da equipa, é provável que Vítor Pereira não altere a forma de jogar de Villas-Boas, e, tal como o antecessor, encontre aos poucos forma de dar a sua cunha pessoal à equipa. Veremos em próximos capitulos como este novo cenário será encarado e como Vítor Pereira vai reagir ao maior desafio da sua vida profissional.

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13 junho, 2011

Novos equipamentos do FC Porto 2011/2012


Muito bem, para os adeptos do FC Porto que estavam ansiosos por conhecer os novos equipamentos para a época 2011/2012, o clube actual campeão nacional apresentou a nova roupagem numa cerimónia ao sol na margem de Vila Nova de Gaia com vista para o Rio Douro e Porto.

* clique nas fotos para ver em tamanho maior.


A camisola principal, apresenta as habituais riscas azuis verticais num estilo mais largo do que a camisola do ano anterior. O branco ganha mais espaço nas mangas, embora respeite o estilo original dos dragões. Quanto à publicidade, a Meo substituiu a TMN no equipamento principal, e na secundária inverteu-se as posições.

Os novos equipamentos são ecologicos, aerodinâmicos e regulam activamente e temperatura corporal dos jogadores no terreno de jogo. Pela primeira vez foi apresentado um complemento inovador de roupa de treino e casual, além das roupas que estarão nos jogos. Todas as diferentes gamas estão à disposição do público.


Já a camisola alternativa dos dragões, é uma homenagem, à primeira conquista da Taça dos Campeões Europeus de 1986/87, frente ao Bayern Munique na Áustria. A cor púrpura - símbolo da cidade de Viena, palco da final - surge entre um padrão de tonalidade azul escura. O colarinho é redondo.



Vídeo de apresentação dos equipamento do FC Porto 2011/2012


Podem consultar os equipamentos dos principais clubes europeus, neste post. Como já referi anteriormente, os três grandes de Portugal terão postagens individuais.

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19 maio, 2011

FC Porto vencedor da Liga Europa 2010/2011. Portugal vence ranking da UEFA


Se algum adepto do FC Porto sonhava, 12 meses depois, vencer a Liga Portuguesa e Liga Europa, além da Supertaça e Taça de Portugal, os meus parabéns é um grande optimista. Poucos clubes no Mundo podem gabar-se de permitir oscilações desportivas de um ano para o outro e vencer tão categoricamente como fez o Porto versão 2010/2011.

Com André Villas-Boas no comando, foram 27 vitórias e três empates nos 30 jogos disputados na Liga Portuguesa, mais o brilharete de conseguir o recorde europeu de 37 golos na vitoriosa campanha na Liga Europa concluída em Dublin. Alguns avançam já a possibilidade, deste Porto, repetir a dose europeia de José Mourinho (2002/2004), em vencer dois anos seguidos competições europeias. Para a próxima temporada, falamos da Liga dos Campeões. Será assim? Certamente, e tal como abrir este post, haverá optimistas.

Na Dublin Arena, apesar de ter sido um jogo morno, o Porto não chegou a ser seriamente ameaçado pelo Braga. Na primeira parte, os bracarenses conseguiram impor o seu jogo, dificultando o rival com uma marcação bastante forte que arrefeceu o sector de criação portista. Domingos Paciência viveu, por assim dizer, dois momentos. Acertou ao surpreender e mandar para o palco do jogo dois médios defensivos (Custódio foi titular com Vandinho, rendendo Leandro Salino), que pudessem anular a criatividade de João Moutinho e principalmente Freddy Guarin. Mas falhou ao arriscar Rodriguez no centro defensivo, visto que o peruano, como se viu, esteve longe de seu melhor.

Durante 43 minutos, a mudança de Domingos no meio-campo deu certo. Guarin até nem esteve mal, visto que mesmo fortemente marcado, tentou movimentar-se e, de alguma forma, “libertou” espaços para Hulk comandar as acções portistas descaindo pela direita. O brasileiro fez a vida difícil a Sílvio –embora sem encontrar Falcão, bem acompanhado pela defesa do Braga. Os minhotos pouco avançavam, é verdade, mas como conseguiram conter o ímpeto portista, e ganharam o meio-campo. O homem da ligação seria Hugo Viana, mas este, não esteve bem na ligação ao ataque.
Aos poucos, porém, Guarin começava a encontrar espaços vazios, caindo mais na ala direita, e numa dessas situações, após um passe errado de Rodriguez, cruzou a bola para a cabeça de Falcão, sem o acompanhamento de Paulão. Golo do título. Para aqueles que pensaram que o jogo iria abrir, puro engano. As duas equipas conheciam-se bem. De um lado, o Braga sabia que não adiantava abrir-se e mudar o sistema de jogo. Do outro, o Porto também sabia que o Braga não iria alterar e por isso preocupou-se essencialmente em manter o domínio do jogo.

Não foi, uma exibição “à Porto”. Mas foi a actuação de uma equipa que, mesmo quando não estava bem, adaptou-se às suas dificuldades e às impostas pelo arsenalistas para tomar conta de um jogo, em que os nervos, naturalmente, ficam mais aflorados, como é o caso de uma final europeia. O Braga, por sua vez, fez o que pode. Defendeu bem, como foi seu apanágio, e teve apenas uma (e fatal) falha. Domingos Paciência ainda mexeu na segunda parte, ao substituir Rodriguez e lançar Kaká e Mossoró. Este último, acabou por ter nos pés a única oportunidade de ouro para empatar, mas permitiu a defesa a Helton. Alan, de quem se esperava muito, esteve completamente ausente. E Lima, na frente, não teve uma única possibilidade de visar a baliza do Porto.

Após o final, muito se falou que foi um jogo fraco, abaixo do esperado. De facto, a partida não foi emocionante. Porém, se faltou brilho, é inegável que o jogo em si foi motivo de orgulho para Portugal.

Independentemente desta final "portuguesa" ter sido conquistada mais “força” do que “na técnica”, pode-se concluir que o processo europeu portista foi concluído com êxito. Mais do que nos números (além dos 37 golos, foram 12 vitórias, dois empates e apenas duas derrotas). Foi bem destacado a segurança de Fernando, a visão de Moutinho, o grande momento de Guarin e os golos de Falcão e Hulk – sem esquecer a regularidade de Varela.

Os resultados de Villas-Boas, por sua vez, já superam os de José Mourinho no comando dos dragões, tanto pelos obtidos na Liga Portuguesa como pela série de conquistas na mesma época. Sinais, naturalmente, que só espelham mais ainda a confiança portista para a época 2011/2012. E após uma série tão avassaladora de títulos – agora inclusive europeus –, e a regularidade acima da média apresentada em 2010/11, fica a dúvida, dentro e fora de portas: quem pode travar o FC Porto?

Apesar da derrota, o Sporting de Braga despede-se da temporada com o orgulho inabalado. Durante quase a primeira parte inteira, a equipa, embora dominada, soube neutralizar um rival muito superior. Errou uma vez e acabou sem o título. O Braga, fez o que pode e dentro de suas opções e da sua conhecida forma de jogar, foi guerreiro e fez uma bom jogo.

Não se pode esquecer o que este Braga, como “equipa”, mostrou. Foi mais "colectivo", por exemplo, do que Benfica, Dínamo de Kiev e Liverpool. Todos bem superiores sob vertente técnica, mas que como grupo, não mostraram em campo e sucumbiram à organização bracarense.

O saldo da aventura bracarense é altamente positivo. Foi vice-campeão da Liga Europa, estreou-se na Champions League com vitórias contra equipas tradicionais, como Celtic, Sevilha e Arsenal, além da certeza de que voltará à Liga Europa em 2011/12, ainda que sem grande parte dos que estiveram na Irlanda.

Os clubes portugueses presentes nas competições europeias, esta temporada, despediram-se com resultados históricos. Não só pelo título da Liga Europa conquistado pelo FC Porto, mas também pelos números. Portugal chegou ao sexto lugar do ranking da UEFA e esta época, já garantiu o posto de melhor representação da Europa, mesmo que o Manchester United vença a Liga dos Campeões. Com 18,800 pontos, Portugal já não pode ser mais ultrapassado pela Inglaterra, que tem 18,357 pontos.

Além disso, os clubes portugueses recuperaram uma vaga na fase de grupos da Champions League, e terão agora três equipas na edição 2012/13. Se o FC Porto tivesse ganho ao Villarreal na segunda mão da meias-finais, Portugal podia entrar na época 2011/12 com o quinto lugar, visto que a temporada 2006/07 francesa (país que vem logo a frente no ranking geral) vai tirar bastante pontuação aos gauleses. Caberá, portanto, a FC Porto e Benfica, na Liga dos Campeões, e Sporting, Braga, Vitória de Guimarães e Nacional, na Liga Europa, defender os pontos portugueses na próxima temporada.

Para o fim, deixo o resultado da sondagem do Aposta X, sobre quem venceria a Liga Europa. Desde já obrigado a todos que participaram.

Vídeo



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17 maio, 2011

FC Porto - Braga: Antevisão da final da Liga Europa 2010/2011


A história escreve-se e faz-se todos os dias, porém, esta quinta feira, 18 de Maio de 2011, promete ficar ligado ao dia em que duas equipas portuguesas deixaram a europa e o mundo ligados à televisão para assistir à final da Liga Europa, antiga Taça UEFA.

Na República da irlanda, no Estádio AVIVA ou Dublin Arena, FC Porto e Sp. de Braga, fazem daquela que será a oitava final entre equipas de mesmo país nesta segunda competição maior do futebol europeu, e que determinará a sétima conquista portuguesa em competições da UEFA. Será, ainda, a primeira vez que um país fora das quatro principais ligas do Velho Continente (Inglaterra, Itália, Espanha e Alemanha) que terão tal previlégio.

Portugal, diga-se, já havia sido o quinto país a ter três dos quatro semi-finalistas de uma competição europeia - feito também igualado por equipas alemães, inglesas, italianas e espanholas. Aliás, curiosamente, até às meias-finais da actual Liga Europa, nunca dois clubes portugueses tinham-se enfrentado em competições europeias.

A chegada do Porto à final, talvez, fosse esperada, depois da campanha feita pelos Dragões ao longo da temporada, com dois títulos assegurados (Supertaça e Liga Portuguesa) e mais dois ainda em disputa (além da Liga Europa, o Porto decide a Taça de Portugal com o Vitória de Guimarães). No entanto, o adversário esperado para a final era mesmo o rival Benfica, e muito se falou, aliás, sobre a possibilidade do grande clássico português acontecer em Dublin.

Equipas prováveis

No FC Porto, a previsão é que não existam grandes novidades. A maior dúvida está mesmo no terceiro homem da linha de frente portista. Silvestre Varela é o favorito, mas as boas prestações de James Rodriguez colocaram um ponto de interrogação na cabeça de André Villas Boas. Em relação à partida contra o Marítimo, que fechou a Liga Portuguesa, as novidades são os regressos de Fernando, João Moutinho, Hulk e Helton, que foram poupados para o duelo final.

No Braga, o defesa Rodriguez era a grande dúvida, mas recuperou para jogar ao lado de Paulão. O lateral direito Miguel Garcia e o atacante Paulo César também estão se recuperando de lesão, mas não devem ficar de fora.

FC Porto: Helton; Sapunaru, Otamendi, Rolando e Alvaro Pereira; Fernando, Freddy Guarin e João Moutinho; Silvestre Varela (James Rodriguez), Hulk e Falcão. Técnico: André Villas Boas.

Braga: Artur Moraes; Miguel Garcia, Paulão, Rodriguez e Sílvio; Vandinho, Salino e Hugo Viana; Alan, Paulo César e Lima. Técnico: Domingos Paciência.

Os finalistas da Liga Europa 2010/2011

FC Porto


Campeão nacional de fresco, finalista da Taça de Portugal, vencedor da Supertaça com autoridade. O Porto teve uma época vitoriosa, reflexo da preparação da equipa desde o final da temporada anterior. Soube conduzir as competições que disputou – deixou a Taça da Liga para segundo plano e ficou fora da fase final, é verdade, mas não comprometeu – e garantiu um desempenho extremamente seguro na Liga Portuguesa, capaz de não deixar o foco europeu fugir.

O Porto não encontrou dificuldades na primeira fase da Liga Europa, com cinco vitórias e um empate, além da terceira melhor campanha até então (atrás de Zenit e CSKA Moscovo). Apesar disso, os Dragões foram implacáveis na fase a eliminar. Enfrentaram a boa equipa do Sevilha e o próprio CSKA. Mas as vitórias, aliadas à tranquilidade obtida na Liga Portuguesa, fortaleceram o grupo, que daí em diante, passou a massacrar: Nos quatro jogos seguintes, ante Spartak Moscovo e Villarreal, foram 17 golos.

Os sectores de criação e ataque do Porto explicam muito do sucesso. O grande momento de João Moutinho, Freddy Guarin, Hulk e, principalmente, Falcão, vem sendo determinante. O primeiro, na distribuição das jogadas e os outros três, no objectivo de finalizar. Guarin, Hulk e Falcão marcaram, juntos, 26 dos 36 golos portistas na Liga Europa. A média, de 2,5 golos/jogo, merece destaque.

Os portistas têm vários factores a seu favor contra o Braga. Além de ser uma equipa tecnicamente e mesmo colectivamente superior aos minhotos, o Porto tem, ainda, o peso de uma camisola duas vezes vencedora da Champions League e o facto de conhecer bem a equipa bracarense, contra quem já venceram duas vezes este ano. (3-2 no Dragão e um 0-2 no Municipal de Braga).

É bem verdade que a média de golos sofridos pelo Porto, este ano, é baixa (0,73). No entanto, nos últimos 10 jogos, a equipa apenas não sofreu golos nas vitórias sobre o Marítimo e Vitória de Setúbal. Nos oito anteriores, foram 15 golos sofridos – quase dois por jogo.


Muito do sucesso do actual FC Porto passa também pelas mãos de André Villas Boas. O jovem técnico português, de 34 anos, instituiu o seu estilo de jogo, acertou no posicionamento dos jogadores cruciais (em especial, Belluschi e Guarín) e, com um estilo ofensivo, valorizou a velocidade da ligação entre meio-campo e ataque, fez do Porto a grande potencia portuguesa do ano – e uma das principais equipas europeias do momento.


Hulk foi o nome da temporada, mas quando o assunto é Liga Europa, os holofotes estão todos em Falcao. O avançado colombiano marcou 16 golos na actual edição, tornando-se o maior goleador de sempre de uma época desportiva (competição europeia/ano), ultrapassando Jurgen Klinsmann.

Históricamente, o FC Porto já disputou duas finais contra o Braga, na Taça de Portugal. Em 1977 e 1998, e nos dois casos, a vitória foi dos actuais campeões nacionais. Em 77, Fernando Gomes garantiu o troféu na vitória por 1-0 dos Dragões. Já em 1998, venceram por 3-1.


SP Braga

A grande sensação do futebol europeu em 2010/11 está a um jogo de conquistar a Europa do futebol. Levando em consideração o palmarés do próprio clube, que nunca venceu uma Liga Portuguesa, o Braga está perto do que pode ser um feito histórico.

Ou melhor: já fez história, ao chegar pela primeira vez a uma grande final internacional. Uma aventura iniciada com uma inesperada goleada sobre o Celtic, na Champions, e que teve, como penúltimo passo o golo de Custódio, ante o Benfica, que selou o feito inédito do clube do Minho.

A temporada bracarense começou empolgante, com os triunfos contra Celtic e (o mais inesperado) Sevilha. Na Liga dos Campeões, apesar do início desastroso, com as pesadas derrotas frente a Arsenal e Shakthar Donetsk, o Braga reagiu, conseguiu três vitórias e chegou a sonhar com um posto nos oitavos de final.

A experiência europeia mexeu com o clube, que, com a cabeça no sonho europeu, não acertava passo na Liga Portuguesa. Na Liga Europa, após uma suada classificação ante o Lech Poznan, os Arsenalistas voltaram a surpreender, ao despachar o Liverpool em Anfield e o Dynamo Kiev. No duelo nacional contra o Benfica, o Braga mostrou força, nivelando-se, nos dois confrontos, frente aos encarnados, conseguindo o apuramento final em Braga.

A força defensiva é a principal "arma" do Braga. Já o era quando chegou a vice-campeão nacional, no ano passado, e continuou na presente época. Nos oito jogos disputados na Liga Europa, foram apenas quatro golos sofridos, e todos fora de casa.

A eficiência do jovem lateral-esquerdo Sílvio, dos defesas- centrais Rodriguez e Paulão, e do experiente médio defensivo Vandinho, ajudaram a equipa comandada por Domingos Paciência a alcançar o status actual.

Apesar da derrota na última jornada do campeonato (Sporting), que custou o terceiro lugar no Campeonato, o Braga é, talvez, o mais motivado dos finalistas, devido à inédita hipótese de levantar o troféu e de todo o ambiente criado com o desenrolar da aventura bracarense na Europa. Além da confiança em segurar o ataque portista, outra aposta bracarense está na irregularidade defensiva do Porto nos últimos jogos. Os contra-ataques arsenalistas, comandados pela velocidade de jogadores como Alan e Paulo César, além da criatividade de Hugo Viana, podem surpreender.

Se a defesa bracarense mostrou grande qualidade ao longo da época, o ataque não é um ponto forte dos arsenalistas. Algo que, contra uma equipa que dá poucas chances ao adversário como é o Porto, a perda de oportunidades, não deverá ser perdoado. A média de golos na temporada é baixa: apenas 1,6, em 64 jogos. Nos 18 jogos europeus, o Braga marcou apenas 20 golos (menos de metade do Porto, que fez menos quatro jogos). Hugo Viana é aquele de quem mais se espera um lance diferente, mas há o risco de que possa haver uma dependência excessiva do meio de ataque.


Se o dedo de André Villas Boas é bastante claro nos Dragões, Domingos Paciência não fica atrás. O antigo avançado do Porto, que está de saída do Minho (vai para o Sporting), conseguiu fazer do seu Braga uma equipa muito bem trabalhada tacticamente, com atletas que, se não primam pela técnica, compensam com enorme obediência táctica.

O Braga, mesmo que não ganhe a Liga Europa, vai ser o clube português que mais encheu os cofres este ano. Os arsenalistas já conseguiram mais de 13 milhões de euros em receitas, e têm outros 2 milhões de euros, referentes À participação na final. Só para comparação, o Porto chegará, no máximo, a 6,3 milhões de euros de receitas. Nos dados, não estão em consideração as receitas televisivas e bilheteira.

Que seja uma grande final, e se possível com muitos golos.

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Fotos: AP

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08 abril, 2011

FC Porto: A história do campeão 2010/2011


Tal como tinha previsto, e não foi muito díficil, o FC Porto confirmou o que todos já esperavam desde, aproximadamente a sexta jornada da Liga Portuguesa, vencer o título nacional 2010/11. O que não estava nos planos de ninguém foi matemática ditar uma possível festa em pleno Estádio da Luz, que ao contrário do Benfica no ano passado, os portistas não desperdicaram ficando agora a uma distância de 7 títulos dos benfiquistas.

Com uma campanha imparável sem derrotas, com 23 vitórias e somente dois empates, na qual os comandados de André Villas-Boas contam, ainda, com o melhor marcador da competição (Hulk, com 21 golos) e o terceiro goleador (Falcão, 11 golos). Têm o ataque mais produtivo (58 golos) e a defesa menos batida (apenas 9 golos sofridos). O maior vencedor português dos últimos 20 anos - período no qual conquistou 14 títulos nacionais - retomou o comando do futebol português.

A passagem de testemunho em Portugal, perdida na época passada após a espectacular temporada do Benfica, chegou após o clube contar com alguns factores importantes, tais como excelente planeamento, e desempenho dentro de campo e, naturalmente, a sorte. O Porto soube preparar-se depois da época desastrosa que culminou no terceiro lugar. Foi buscar um treinador jovem (André Villas Boas) identificado com o clube e que já havia trabalhado na equipa (foi auxiliar de José Mourinho e actuou também com Bobby Robson), e que deu sangue e alma nova à equipa.

No mercado de transferências, conseguiu quanto a mim, uma das pedras para o sucesso - João Moutinho, ao concorrente Sporting. Chegou também, um avançado que pudesse ser uma opção a Falcão (Walter); um médio para disputar posição com Guarin que estava em situação delicada (Souza); um defesa para o lugar de Bruno Alves (Otamendi) e um extremo, capaz de disputar posição com Varela ou Hulk, conforme o decorrer da temporada (James Rodrigues). Destes nomes, apenas os brasileiros Walter e Souza não renderam o esperado.

No aspecto táctico, André Villas-Boas teve o mérito de não ter feito grandes modificações. A mais visível no início de época, foi o adiantamento de Belluschi no apoio ao ataque, com João Moutinho a fazer o box-to-box. O argentino atravessou o seu melhor momento de azul e branco, enquanto o ex-capitão do Sporting mostrou o futebol que o destacou em Alvalade.

Avançada a temporada, Villas-Boas apresentou mais uma mudança: aproveitou um ascendente Guarín no lugar de Belluschi, dando-lhe menos responsabilidade defensiva e permitindo que actuasse mais avançado, mantendo a liberdade de desenhar para Moutinho. Mais equilibrado que Belluschi no tocante ao apoio ofensivo, o colombiano mostrou um futebol jamais visto em Portugal. Na frente de ataque, sem invenções: três homens, um mais avançado (Falcão) e dois extremos no apoio (Hulk e Varela). E bateu certo.


André Villas-Boas

Há muitas pessoas que questionam a importância de um treinador numa equipa, mas todos reconhecem que José Mourinho é capaz dos maiores feitos nas suas equipas. Villas-Boas, embora não admita e muito menos goste de responder a perguntas sobre o seu antigo mestre, não esconde que é “seguidor” do Special One. Boa parte do sucesso dos Dragões passa pelo rapaz de apenas 34 anos.

Villas-Boas, é capaz de mudar a alma e a determinação da sua equipa, além de ser um profundo conhecedor técnico e táctico dos recursos humanos que tem em mãos. Já mostrara isso em Coimbra, e confirmou o seu talento no Porto. Soube mexer quando foi necessário, e não mudou a sua forma de actuar independente do rival (fosse Benfica, Besiktas ou Portimonense).

Vibrante no banco, nos treinos e ácido qb nas conferências de imprensa, faz lembrar "Mou" e por isso comparado e tido como possível sucessor. Mesmo tão jovem, é já uma realidade. Não foi à toa, que Villas-Boas foi colocado na mira do Inter de Milão mesmo antes dos italianos apostarem em Leonardo.

Percalços do Benfica culminaram na passagem de testemunho

Todos os campeões precisam de sorte. Com o FC Porto, não foi diferente. E a sorte viu-se logo nas primeiras jornadas. O ainda campeão, Benfica teve um começo de temporada horrível. Somou apenas três pontos em quatro partidas, ficando desde logo com nove pontos de atraso em relação aos azuis e brancos.

A derrota em casa, na primeira jornada, com um golo quase do meio campo, sofrido nos descontos, frente à Académica, mostrou que a temporada não seria um passeio para às Águias. O tropeço ante o Nacional assustou mais ainda. A vitória contra um combalido Marítimo não convenceu. E a derrota em Guimarães, parecia o cúmulo do inacreditável. Foi o pior início benfiquista da história do futebol português.

Depois, o Benfica acordou e conseguiu uma grande série de vitórias. Parecia determinado a “assustar” o Porto. Eis então que apareceu o Braga no caminho, e com um petardo de Mossoró, os Arsenalistas limaram de vez as chances de novo título encarnado, a ponto de Jorge Jesus, abdicar definitivamente de perseguir o líder nos jogos seguintes.

Clássico decisivo

Muito do êxito para a conquista do título portista passou pelo 5-0 aplicado no Dragão sobre o Benfica. O resultado quase destituiu Jorge Jesus e expôs a diferença das duas equipas, não pelo patamar técnico, mas na óptica da motivação e da eficiência. O FC Porto dominou o jogo como quis, e quando teve a oportunidade, raramente perdeu as chances.

Já no Estádio da Luz, no jogo do título, faltou novamente ao Benfica a motivação necessária. E tal qual no Dragão, o Porto foi extremamente eficiente. Ainda que com uma ajudinha de Roberto no lance do primeiro golo, os portistas atacaram o necessário para confirmar a vitória. Comandaram as acções e festejaram o primeiro campeonato de sempre no campo do grande rival para desgosto dos benfiquistas.

Sondagem


Para finalizar, deixo os resultados da sondagem do Aposta X, onde pedimos a vossa opinião sobre quem seria o campeão nacional. Como podem constatar, Porto e Benfica ditam larga margem dos demais concorrentes, com os portistas a vencer com quase 100 votos de diferença sobre os encarnados. A todos, obrigado pela vossa participação.

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