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Campinas: Quartel da Seleção Nacional no Mundial do Brasil

06 dezembro, 2013


A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) escolheu Campinas, no estado de São Paulo, como local para a Seleção Nacional estagiar durante o campeonato do mundo 2014 - Portugal está no Grupo G, com Alemanha, Estados Unidos e Gana –, no Brasil. A equipa comandada por Paulo Bento ficará alojada no hotel Royal Palm Plaza Resort e irá trabalhar no Centro de Treinos da Associação Atlética Ponte Preta e no Estádio Moisés Lucarelli (com treinos abertos).

Sendo Portugal a quinta seleção que mais distâncias vai percorrer entre os jogos da fase de grupos, os responsáveis da FPF visitaram 27 locais designados e aprovados pela FIFA e levaram em conta a proximidade ao Aeroporto Internacional de Viracopos, conseguindo, assim, reduzir ao mínimo as deslocações por via terrestre. O Hotel Palm fica a cerca de 10 quilómetros do aeroporto, permitindo que o tempo total das viagens para os estádios onde se disputamos jogos da fase de grupos seja menor do que se a seleção estivesse numa cidade mais próxima do local da partida, mas tivesse de fazer uma longa (por vezes mais de uma hora) deslocação de autocarro.

Por outro lado, o local foi escolhido também por questões como temperatura e humidade, aspectos que influenciam sempre o rendimento dos atletas.

Por menos de 125 euros, é impossível pernoitar no The Palm, o luxuoso hotel de Campinas que receberá a Seleção Nacional durante o Mundial do Brasil. O preço relativamente elevado das diárias adequa-se, porém, aos equipamentos oferecidos: uma área de lazer completa com quatro piscinas (três climatizadas e uma aquecida com hidromassagem ao ar livre), ginásio polidesportivo coberto e climatizado, quatro campos de ténis, saunas, sala de jogos, centro de fitness, cinema, biblioteca e sala de TV e playground aquático. Já os quartos possuem TV LCD de 32 polegadas, DVD, acesso a internet wi-fi e a cabo e proteção acústica.

A unidade hoteleira contratada, não obstante as condições já existentes, também será alvo de pontuais alterações, a pensar sobretudo nos jogadores portugueses. Tais investimentos serão suportados, em condições especiais, pelas verbas atribuídas pela FIFA a cada seleção participante no campeonato do mundo.

Algumas fotos deste Royal Palm Plaza Resort de Campinas, Brasil



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Adversários de Portugal no Mundial 2014: Alemanha, Gana e EUA

02 dezembro, 2013


A seleção da Alemanha comandada por Joachim Low, que ocupa o segundo lugar no ranking FIFA, é uma das mais fortes do mundo, pela qualidade dos seus jogadores no presente, mas também pelo peso da história: a Alemanha foi três vezes campeã mundial (1954, 1974 e 1990), quatro vezes vice-campeã mundial (1966, 1982, 1986 e 2002) e ainda terceira classificada nos dois últimos Campeonatos do Mundo.

É uma seleção que conta com a base do Bayern Munique (Neuer, Lahm, Boateng, Schweinsteiger, Kroos, Muller e Goetze), actual campeão europeu, e do Borussia Dortmund (Hummels, Schmelzer, Gundogan, Reus), vice-campeão europeu. Isto para além de ter outras grandes estrelas no estrangeiro, com destaque para Ozil. A lesão de Khedira é a maior dor de cabeça do técnico. Na qualificação, somou nove vitórias em dez jogos, tendo apenas um empate com a Suécia.

O histórico dos confrontos é claramente favorável aos germânicos: nove vitórias, cinco empates e três derrotas contra a Seleção Portuguesa, que venceu no Euro 2012 e Euro 2008 e no Mundial 2006. No Euro 2000, foi Portugal a sorrir.

Numa seleção recheada de talentos e juventude, há um jogador que, ainda assim, se destaca dos demais: Mezut Ozil. Nascido em Gelsenkirchen e filho de pais de origem turca, o médio ofensivo do Arsenal estreou-se na Mannschaftem 2009 e no ano seguinte foi uma das figuras no Mundial, transferindo-se de imediato para o Real Madrid. Aos 25 anos, está a atingir o ponto mais alto da carreira, é o estratega da equipa e um jogador capaz de decidir um jogo num lance de génio. Soma 57 internacionalizações e 17 golos.


Actual 24º classificado no ranking da FIFA, e potência continental, com quatro títulos, o Gana – de Atsu e Addy – será o último adversário de Portugal no Grupo G, naquele que será o primeiro confronto entre as duas seleções. A participar pela terceira vez – consecutiva – num Campeonato do Mundo, o Gana foi uma das grandes sensações na África do Sul em 2010,onde atingiu os quartos de final, superando os 16 avos de final que alcançara no Alemanha 2006.

No último Campeonato do Mundo, as estrelas negras foram eliminadas pelo Uruguai nos penáltis, depois de Gyan ter falhado um penálti perto do fim do prolongamento. Jogadores como Essien (Chelsea), Muntari (AC Milan), Asamoah (Juventus) e os avançados Andre Ayew (Marselha) e Gyan (Al-Ain), para além do polémico e talentoso Kevin-Prince Boateng (Schalke), destacam-se, mas a defesa é um ponto fraco a explorar.

Após dois anos de ausência por opção pessoal, Kevin-Prince Boateng voltou à seleção ganesa, alinhando no segundo jogo do play-off contra o Egipto e marcando um golo. Possante fisicamente, o médio do Schalke é o jogador mais criativo e o responsável por municiar o ataque. Tenta marcar com remates fortes.


Portugal e EUA apenas se defrontaram uma vez em jogos oficiais. Foi precisamente no Mundial da Coreia/Japão em 2002 e a Seleção Nacional, que contava com Paulo Bento no meio-campo, foi derrotada por 3-2, resultado determinante para o adeus prematuro de Portugal. Deste modo, esta será uma oportunidade para que esse desaire seja vingado, perante uma equipa que participa no sétimo Campeonato do Mundo consecutivo.

Liderados por Jurgen Klinsmann, este ano os Estados Unidos venceram o título continental (CONCACAF), somando seis triunfos noutros tantos jogos. Depois de ter recebido algumas críticas pelos novos métodos de trabalho, o técnico alemão tem conseguido renovar a seleção, contando com a experiência dos atacantes Donovan e Dempsey ou do médio Michael Bradley.

Com 154 internacionalizações, Donovan é o melhor marcador dos Estados Unidos, com 57 golos, Aos 31 anos, traz mobilidade ao ataque e o experiente jogador do LA Galaxy (na Europa, passou por Everton, Bayern e Bayer Leverkusen) costuma jogar nas costas do possante Altidore, aparecendo nos espaços para marcar.

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Calendário de Jogos Mundial FIFA 2014.

30 novembro, 2013


O sorteio do Campeonato do Mundo 2014, no Brasil, ditou que Portugal vai integrar o Grupo G, cujo cabeça de série é a Alemanha e que integra ainda as equipas dos Estados Unidos da América e do Gana. E embora estas últimas não sejam seleções de topo, a verdade é que estão entre as melhores, se não são mesmo as melhores, dos seus continentes na actualidade.

Todas elas se qualificaram com relativa facilidade e isso reflete-se nas posições que ocupam no ranking FIFA: Alemanha 2º lugar, Estados Unidos da América 14º lugar, Gana 24º lugar. Portugal é 5º classificado no ranking, o que demonstra a força e equilíbrio do Grupo G. Aliás, atribuindo pontos a cada uma das posições e somando todas, chegamos ao número 45.

Todos os restantes grupos somam mais pontos e o único que se aproxima é o D – já apelidado de grupo da morte por incluir três ex-campeões mundiais –, cujas seleções somam 57 pontos: Uruguai (6º), Itália (7º), Inglaterra (13º) e Costa Rica (31º).

A situação da equipa comandada por Paulo Bento não é propriamente nova. Também no Euro 2012 Portugal integrava o grupo mais forte. Mas nem isso e uma derrota (1-0) na estreia com a Alemanha – novamente o primeiro adversário – impediu a qualificação para os quartos de final. Contudo, convém recordar que, ao contrário do Gana, que a Seleção Nacional nunca defrontou, Alemanha e EUA não nos deixam muito boas recordações este século.

Com os alemães, Portugal conta derrotas no Mundial 2006, Euro 2008 e Euro 2012, enquanto diante dos norte-americanos ainda está bem presente o desaire, por 3-2, na estreia no Mundial 2002. Um jogo que, de resto, foi decisivo na eliminação, logo na primeira fase, da equipa então orientada por António Oliveira e da qual fazia parte Paulo Bento.

Apesar de este não ser um grupo fácil, Portugal nem se pode queixar do sorteio, que teve alguns aspectos positivos, se a equipa passar a fase de grupos: Brasil, Espanha, Itália, Uruguai e Inglaterra, todas ex-campeãs mundiais, além da Holanda, finalista em 2010, só poderão ser adversárias de Portugal numa hipotética meia-final ou final.

Mas há mais: se assegurar a qualificação para os oitavos de final, Portugal irá enfrentar uma equipa do Grupo H, considerado um dos mais acessíveis por integrar Bélgica, Rússia, Coreia do Sul e Argélia. Já nos quartos de final, a Argentina e a Suíça são as duas únicas seleções do top 10 do ranking FIFA que podem eventualmente defrontar Portugal. No entanto, para que se verifique um embate Cristiano Ronaldo/Messi, será necessário que a equipa das Quinas e a Alviceleste não se qualifiquem na mesma posição nos respectivos grupos. Refira-se que há ainda outra ex-campeã mundial que pode surgir no caminho nos quartos de final: a França, que integra o Grupo E com Suíça, Equador e Honduras.

Portugal estreia-se a 16 de junho de 2014 em Salvador da Bahia, frente à Alemanha, viajando até Manaus, dia 22 de junho, para enfrentar os EUA antes de fechar a fase de grupos em Brasília, frente ao Gana, a 26 de junho. Em linha recta, Portugal teria de percorrer cerca de 4100 quilómetros entre as três cidades, não contando com viagens para o local do estágio em Campinas (São Paulo). Portugal jogará às 13h00 (locais) em Salvador e Brasília e às 15h00 em Manaus. Nas duas primeiras cidades, em junho, os termómetros podem passar os 30º graus, mas em Manaus podem chegar perto dos 40º e com mais de 80% de humidade.

O sorteio preliminar ditou que a Itália seria a selecção europeia colocada no pote 2 e é caso para dizer que saiu a fava aos transalpinos. Além do Uruguai, actual campeão sul-americano, a Squadra Azzurra vai defrontar ainda a Inglaterra, pelo que pelo menos um ex-campeão do mundo ficará logo pelo caminho.

O jogo de abertura do Mundial será referente ao Grupo A, com um Brasil X Croácia, que têm ainda de discutir o apuramento com México e Camarões. Mas o maior jogo da primeira jornada tem lugar no Grupo B, com um Espanha x Holanda, uma repetição da última final, ganha pelos espanhóis. Este grupo conta ainda com o Chile, que promete lutar pelo apuramento, e a Austrália. Certo é que todos vão tentar evitar enfrentar o país organizador logo nos oitavos de final.

Das seleções orientadas por portugueses, a Grécia de Fernando Santos ficou no Grupo C, um dos mais equilibrados, com Colômbia, Costa do Marfim e Japão. Quanto ao Irão, de Carlos Queiroz, integra o Grupo F, onde apenas a Argentina é clara favorita. Bósnia, a única estreante em Mundiais, e Nigéria têm valor, mas estão longe de serem super equipas.

Grupos Mundial 2014 no Brasil

Grupo A: Brasil, Croácia, México e Camarões.
Grupo B: Espanha, Holanda, Chile e Austrália.
Grupo C: Colômbia, Grécia, Costa do Marfim e Japão.
Grupo D: Uruguai, Costa Rica, Inglaterra e Itália.
Grupo E: Suíça, Equador, França e Honduras.
Grupo F: Argentina, Bósnia e Herzegovina, Irão e Nigéria.
Grupo G: Alemanha, Portugal, Gana e Estados Unidos.
Grupo H: Bélgica, Argélia, Rússia e Coreia do Sul.

Calendário e jogos (hora de Portugal Continental)

12 de Junho de 2014
Grupo A: Brasil - Croácia, 21h00, São Paulo

13 de Junho de 2014
Grupo A: México - Camarões, 17h00, Natal
Grupo B: Espanha - Holanda, 20h00, Salvador
Grupo B: Chile - Austrália, 23h00, Cuibá

14 de Junho de 2014
Grupo C: Colômbia - Grécia, 17h00, Belo Horizonte
Grupo D: Uruguai - Costa Rica, 20h00, Fortaleza
Grupo D: Inglaterra - Itália, 23h00, Manaus

15 de Junho de 2014
Grupo C: Costa do Marfim - Japão, 02h00, Recife
Grupo E: Suíça - Equador, 17h00, Brasília
Grupo E: França - Honduras, 20h00, Porto Alegre
Grupo F: Argentina - Bósnia e Herzegovina, 23h00 , Rio de Janeiro

16 de Junho de 2014
Grupo G: Alemanha - Portugal, 17h00, Salvador
Grupo F: Irão - Nigéria, 20h00, Curitiba
Grupo G: Gana - Estados Unidos, 23h00, Natal

17 de Junho de 2014
Grupo H: Bélgica - Argélia, 17h00, Belo Horizonte
Grupo A: Brasil - México, 20h00, Fortaleza
Grupo H: Rússia - Coreia do Sul, 23h00, Cuiabá

18 de Junho de 2014
Grupo B: Austrália - Holanda, 17h00, Porto Alegre
Grupo B: Espanha - Chile, 21h00, Rio de Janeiro
Grupo A: Camarões - Croácia. 23h00, Manaus

19 de Junho de 2014
Grupo C: Colômbia - Costa do Marfim, 17h00, Brasília
Grupo D: Uruguai - Inglaterra, 20h00, São Paulo
Grupo C: Japão - Grécia, 23h00, Natal

20 de Junho de 2014
Grupo D: Itália - Costa Rica, 17h00, Recife
Grupo E: Suíça - França, 20h00, Salvador
Grupo E: Honduras - Equador, 23h00, Curitiba

21 de Junho de 2014
Grupo F: Argentina - Irão, 17h00, Belo Horizonte
Grupo G: Alemanha - Gana, 20h00, Fortaleza
Grupo F: Nigéria - Bósnia e Herzegovina, 23h00, Cuiabá

22 de Junho de 2014
Grupo H: Bélgica - Rússia, 17h00, Rio de Janeiro
Grupo H: Coreia do Sul - Argélia, 20h00, Porto Alegre
Grupo G: Estados Unidos - Portugal, 23h00, Manaus

23 de Junho de 2014
Grupo B: Austrália - Espanha, 17h00, Curitiba
Grupo B: Holanda - Chile, 17h00, São Paulo
Grupo A: Camarões - Brasil, 21h00, em Brasília
Grupo A: Croácia - México, 21h00, Recife

24 de Junho de 2014
Grupo D: Itália - Uruguai, 17h00, Natal
Grupo D: Costa Rica - Inglaterra, 17h00, Belo Horizonte
Grupo C: Japão - Colômbia, 21h00, Cuiabá
Grupo C: Grécia - Costa do Marfim, 21h00, Fortaleza

25 de Junho de 2014
Grupo F: Nigéria - Argentina, 17h00, Porto Alegre
Grupo F: Bósnia e Herzegovina - Irão, 17h00, Salvador
Grupo E: Honduras - Suíça, 21h00, Manaus
Grupo E: Equador - França, 21h00, Rio de Janeiro

26 de Junho de 2014
Grupo G: Estados Unidos - Alemanha, 17h00, Recife
Grupo G: Portugal - Gana, 17h00, Brasília
Grupo H: Coreia do Sul - Bélgica, 21h00, São Paulo
Grupo H: Argélia - Rússia, 21h00, Curitiba

Oitavos-de-final
28 de Junho de 2014
49: 1 Grupo A - 2 Grupo B, 17h00, Belo Horizonte
50: 1 Grupo C - 2 Grupo D, 21h00, Rio de Janeiro

29 de Junho de 2014
51: 1 Grupo B - 2 Grupo A, 17h00, Fortaleza
52: 1 Grupo E - 2 Grupo C, 21h00, Recife

30 de Junho de 2014
53: 1 Grupo E - 2 Grupo F, 17h00, Brasília
54: 1 Grupo G - 2 Grupo H, 21h00, Porto Alegre

1 de Julho de 2014
55: 1 Grupo F - 2 Grupo E, 17h00, São Paulo
56: 1 Grupo H - 2 Grupo G, 21h00, Salvador

Quartos-de-final
4 de Julho de 2014
58: Vencedor jogo 53 - Vencedor jogo 54, 17h00, Rio de Janeiro
57: Vencedor jogo 49 - Vencedor jogo 50, 21h00, Fortaleza

5 de Julho de 2014
60: Vencedor jogo 55 - Vencedor jogo 56, 17h00, Brasília
59: Vencedor jogo 51 - Vencedor jogo 52, 21h00, Salvador

Meias-finais
8 de Julho de 2014
61: Vencedor jogo 57 - Vencedor jogo 58, 21h00, Belo Horizonte

9 de Julho de 2014
62: Vencedor jogo 59 - Vencedor jogo 60, 21h00, São Paulo

Jogo de atribuição do terceiro lugar
12 de Julho de 2014
63: Vencido jogo 61 - Vencido jogo 62, 17h00, Brasília

Final
13 de Julho de 2014
64: Vencedor jogo 61 - Vencedor jogo 62, 20h00, Rio de Janeiro

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FIFA aumenta prémios no Mundial 2014

18 novembro, 2013



A FIFA anunciou um aumento significativo nos prémios que pagará aos participantes na fase final do Mundial 2014 no Brasil, que sofreram um aumento na ordem dos 37% comparativamente aquilo que o organismo mundial pagou na competição realizada em 2010 na África do Sul.

Associado ao título de campeão mundial surge agora o incentivo adicional de 25,7 milhões de euros, que é quanto o organismo mundial destina ao vencedor. O finalista vencido vai embolsar 18,4 milhões de euros, partes de um bolo total a distribuir pelas 32 seleções finalistas que, de acordo com o anunciado pela FIFA, ascende a 263,5 milhões de euros.

A mera presença na fase final garante um encaixe significativo que, no mínimo, se cifra em 6,9 milhões de euros – 5,9 milhões como prémio de presença a que se somam mais 1,1 milhões sob o conceito de gastos de participação.

A partir da primeira fase, os bónus vão, naturalmente aumentando: 6,6 milhões para as seleções que ficarem pelos oitavos de final; 10,3 milhões para as oito equipas que chegarem aos quartos de final; 14,7 milhões para o quarto classificado e, por fim, 16,2 milhões para o ocupante do degrau mais baixo do pódio.

Além destas verbas a atribuir às seleções participantes no campeonato do mundo, a FIFA tem ainda destinados 51,5 milhões de euros a atribuir aos clubes por intermédio das federações nacionais para pagar as diárias dos futebolistas. Cada jogador equivale a 2.180 euros/dia que a FIFA paga ao clube (ou clubes) detentor do seu passe nos dois anos anteriores ao Mundial. Para este cálculo são contabilizadas as duas semanas do estágio final que antecedem o jogo de abertura e os dias de permanência em prova, até ao dia após a eliminação da respetiva seleção.

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Oito campeões mundiais no Brasil 2014 é inédito!

13 novembro, 2013


Determinados a oferecerem ao planeta o melhor Mundial de sempre, os brasileiros já esfregam as mãos de contentes por poderem receber nos seus relvados as melhores equipas e os melhores jogadores do mundo, com raras excepções. Encerradas as dúvidas sobre as participações de selecções como Portugal, França, Uruguai e até México (que não escaparam aos play-offs), os adeptos não escondem o entusiasmo pela participação inédita de oito campeões mundiais no torneio do próximo ano, pois a Espanha, vencedora do título em 2010, juntou-se a um grupo restrito que não “admitia” novas entradas desde a França, em 1998.

Das seis seleções que lideram o ranking da FIFA em Mundiais, cinco são assumidamente candidatas ao título em 2014: Brasil, Argentina, Alemanha, Espanha e Itália. Confiante no estatuto de anfitrião, o escrete quer repetir a caminhada triunfal na Taça das Confederações, enquanto espanhóis, alemães e italianos têm um passado recente em competições internacionais que as transformam em alvos a abater. Já a Argentina aposta tudo no talento de Messi, num ataque de luxo e na motivação natural de poder silenciar o maior rival na sua própria casa.

Porém, o Mundial 2014 está bem longe de se resumir a estas cinco equipas. Com uma costa repleta de praias paradisíacas e águas límpidas, o Brasil conseguiu atrair mais tubarões para a grande festa do futebol. Das 20 melhores equipas do ranking de Mundiais apenas Suécia, Polónia, Hungria, República Checa e Áustria ficaram de fora – mas todas estão longe do potencial que tiveram no passado – de uma competição que promete parar o planeta durante os dias 12 de junho a 13 de julho de 2014 e que tem todos os ingredientes para se tornar inesquecível.

Campeão sul-americano e quarto classificado do último Mundial, o Uruguai já sonha em repetir o mítico “Maracanazo” de 1950, enquanto Holanda e França, de forma mais tímida, apostam na tradição para lutar pelo acesso às fases mais adiantadas da competição. Já Portugal e Inglaterra surgem como potenciais “outsiders”, enquanto Bélgica e Colômbia recolhem um forte apoio dos adeptos neutrais a nível mundial pelo excelente nível exibicional apresentado durante a fase de qualificação.

Presente em apenas cinco dos 19 campeonatos do mundo disputados, Portugal habituou-se a surpreender o planeta com alguns resultados de excelência. Aliás, nem as deprimentes e fracas participações nos Mundiais de 1986 e 2002 impedem a Selecção Nacional de ocupar um brilhante sétimo lugar no ranking das selecções com melhor média de pontos conquistada em campeonatos do mundo.

Portugal (com uma média de 1,70 pontos nos 23 jogos disputados) consegue, de resto, superar três campeões mundiais: Inglaterra (1,64), França (1,59) e Uruguai (1,40).

Uma boa participação da equipa comandada por Paulo Bento no próximo ano pode até valer uma subida neste ranking, mas esse cenário afigura-se complicado pela força das selecções que estão à frente de Portugal: Espanha (1,71), Argentina (1,77) e Holanda (1,77), sendo esta última a única à frente da Selecção nacional que nunca venceu um Mundial, embora tenha já disputado três finais.

Sem surpresa, o penta-campeão Brasil – única equipa que esteve presente em todos os Mundiais – lidera a lista com uma média de 2,23 pontos. Alemanha (2,01) e Itália (1,91) completam o pódio e mostram o porquê de terem três e quatro títulos, respectivamente, na maior competição de todas.

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Selecção Portuguesa: desde 2000 a picar o ponto em fases finais

11 novembro, 2013


Até ao ano 2000, Portugal tinha falhado 22 dos 26 grandes torneios de seleções realizados até então, entre Europeus e Mundiais. No Brasil, a Seleção portuguesa somará a oitava presença consecutiva, o que equivale a dizer que em 14 anos conseguirá o dobro das presenças que contou ao longo de sete décadas de grandes provas internacionais.

O registo ilustra o salto competitivo do nosso futebol, colocando-o num patamar a que, desde o Euro 2000, só outras quatro seleções da UEFA pertencem: Espanha, França, Itália e Alemanha. O grupo dos cinco que não falham um apuramento volta a reunir-se no Brasil, sendo que Portugal tem dois trunfos a apresentar entre esta elite.

Primeiro, a curiosidade de ser, a par da Espanha, uma das seleções que não se ficou pela fase de grupos por mais do que uma vez neste século. Depois, o facto de ser, entre o quinteto, o país com menor base de recrutamento, o único que tem mais de 300 habitantes por cada futebolista federado (na Alemanha o rácio é de 1-22).

Com três meias-finais e uma final pelo caminho, Portugal tem, no novo século, outros registos impressionantes: Luís Figo como Bola de Ouro para a France Football em 2000 e Melhor do Mundo para a FIFA em 2001; Cristiano Ronaldo a vencer a nova versão da Bola de Ouro em 2008; José Mourinho a reclamar o troféu de Melhor Treinador do Mundo em 2010 e a acumular distinções individuais da UEFA; o FC Porto a somar quatro títulos internacionais e Braga, Benfica e Sporting em finais europeias.

Factos relevantes a que se podiam somar outros de menor importância, mas que concorrem para que o período pós-2000 dificilmente possa deixar de ser considerado como a idade de ouro do futebol português. Um epíteto que só poderá ser engrandecido com a conquista de um título pela Selecção nacional, já que entre três meias-finais e uma final só falta mesmo levantar uma taça.

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Bélgica - A seleção outsider das casas de apostas

04 outubro, 2013


Custa-me dizer isto mas acho muito sinceramente que a maior candidata a ocupar o lugar de Portugal como principal outsider nas próximas competições internacionais será a Bélgica. O potencial é visível mesmo não tendo uma figura de primeira linha mundial, mas são todos muito semelhantes no seu valor global, que já é acima da média. Esta Bélgica ficou apurada para o Mundial com grande superioridade – oito vitórias e dois empates em 10 jogos num grupo onde também estavam Croácia, Sérvia, País de Gales e Escócia.

Os Diabos Vermelhos foram apontados tantas vezes como os outsiders a ter em conta que já deixaram de o ser: as casas de apostas colocam-nos no quinto lugar de candidatos a vencer o Mundial, apenas atrás de Brasil, Argentina, Alemanha e Espanha. Em média, cada euro apostado no triunfo belga multiplica-se por 14 euros. Em julho de 2010, na ressaca de um campeonato na Àfrica do Sul onde nem sequer estiveram, rendia 500 euros; há apenas um ano, ainda pagava mais de 150 euros.

Mas, ao contrário do que sucedeu em outros países que produziram gerações de ouro nos últimos anos, a Bélgica não precisou de procurar muito para chegar aos craques do momento. Olhando para os 25 convocados por Marc Wilmots para a dupla jornada de encerramento da fase de qualificação, percebe-se que quase metade deles transferiram-se para clubes estrangeiros ainda antes de completarem 20 anos. Portanto, mais do que de uma mina de ouro, o futebol belga está a recolher os frutos da geração Erasmus, o programa universitário que permite aos jovens enriquecerem-se com estudos no estrangeiro.

Os dados estão aí para prová-lo: Hazard foi para os franceses do Lille com 15 anos, Vermaelen e Vertonghen para os holandeses do Ajax com 15 e 16 anos, respetivamente, e Zakaria Bakkali, o craque do futuro, está no PSV Eindhoven desde os nove anos! A lei laboral do país é que será um problema incontornável, pelo menos enquanto não for mudada: na Bélgica, estão proibidos os contratos profissionais com menores de 17 anos, quando na maior parte dos países podem ser rubricados a partir dos 16 anos.

Seja no estrangeiro ou no próprio país, a verdade é que o valor de mercado estimado da seleção belga está ao nível das melhoras da Europa, apenas claramente superada por Espanha e Alemanha. Os dados são do sítio especializado em transferências Transfermarkt.de e mostram que a última convocatória da Bélgica valia 354 milhões de euros, com uma desvantagem marginal em relação à França e à Itália.

Para se ter uma ideia, basta dizer que a equipa às ordens de Marc Wilmots vale mais 35 milhões do que a de Portugal, apesar de Cristiano Ronaldo, avaliado em 100 milhões de euros. A diferença é que nos Diabos Vermelhos há 17 futebolistas avaliados em mais de 10 milhões de euros, enquanto que na equipa de Paulo Bento há apenas oito.

Existiu uma explosão de imigrantes nos últimos 10-12 anos o que acabou por ser uma bênção para o futebol belga. Há grandes comunidades de africanos, em especial de magrebinos, nas grandes cidades. Antes, os clubes não estavam tão preparados para receber jogadores oriundos de outros países e culturas, mas agora percebem que são uma mais-valia.

Em 2002, Robert Waseige conduziu uma seleção que apenas tinha dois futebolistas negros – os irmãos Mbo e Emile Mpenza. Agora, a realidade é completamente diferente: Benteke nasceu no Congo, Kompany e Lukaku são descendentes de congoleses, Fellaini e Bakkali de origens marroquinas, Dembelé é filho de um maliano, os antepassados de Witsel são da ilha de Martinica, Mirallas é meio espanhol. Todos futebolistas com talento inato a quem foram dadas as oportunidades certas.

Fuga de talentos belgas para o estrangeiro

Thibaut Courtois para o Chelsea/Atlético de Madrid, aos 19 anos
Koen Casteels para o Hoffenheim, aos 19 anos
Toby Alderweireld para o Ajax, aos 15 anos
Thomas Vermaelen para o Ajax, aos 15 anos
Jan Vertonghen para o Ajax, aos 16 anos
Moussa Dembélé para o Willem II, aos 18 anos
Nacer Chadli para o Maastricht, aos 16 anos
Eden Hazard para o Lille, aos 14 anos
Dries Mertens para o Apeldoorn, aos 19 anos
Zakaria Bakkali para o PSV, aos 9 anos
Kevin Mirallas para oLille, aos 17 anos
Romelu Lukaku para o Chelsea, aos 18 anos

Valor das seleções europeias pela transfermarkt.de

1- Espanha: 532 milhões de euros
2- Alemanha: 469 de euros
3- França: 373 de euros
4- Itália: 363 de euros
5- Bélgica: 354 de euros
6- Portugal: 319 de euros
7- Inglaterra: 316 de euros
8- Holanda: 206 de euros
9- Rússia: 202 de euros
10- Croácia: 195 de euros

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Estádio Maracanã: Adeus e até já!

08 dezembro, 2010


Por mais que seja por uma boa causa, como vai ser o Mundial 2014, no Brasil, o Rio de Janeiro vive neste momento a tristeza de ver as memórias únicas das velhinhas bancadas do mitíco estádio Maracanã irem abaixo. Desde Flamengo, Fluminense, Vasco da Gama, Botafogo e Selecção do Brasil, todos eles viveram páginas de ouro naquele recinto.


Agora segue-se a renovação daquele que já foi o maior estádio do mundo (172 mil 772 pessoas), e que irá abrir portas em 2013 para a Taça das Confederações. O estádio que vai acolher a final do mundial 2014, terá capacidade para 76 mil lugares.

Novo Estádio do Maracanã


Obras do Novo Estádio do Maracanã


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Mundial 2022: Estádios do Catar

03 dezembro, 2010


No início, parecia um delírio, algo mesmo fantasioso. O Catar, emirado com pouco mais de 11 mil km² (mais pequeno que o Alentejo ou Algarve) e 1,6 milhão de habitantes, concorrer para sediar o Campeonato do Mundo de futebol de 2022. Com pouca, ou nenhuma expressão no futebol, a Federação do país apostou em projectos ambiciosos e embaixadores de renome, como Zidane, para vencer o cepticismo dos analistas da Fifa e conseguir ser o primeiro país do Médio-Oriente a ter um Mundial.

À partida, o dinheiro não seria o problema. Mesmo diante do cenário turbulento na economia mundial nos últimos anos, a candidatura do Catar manteve-se firme. Estima-se que serão gastos 40 mil milhões de dólares, incluindo 25 mil milhões num sistema de metropolinato que chegará a todos os estádios e 11 mil milhões num novo aeroporto para construir. No total serão sete novos estádios e renovação de outros cinco.

Os contras da candidatura, foram: as altas temperaturas nos meses de junho e julho, quando o termómetro passa facilmente os 40º graus. “A candidatura do Catar é uma miragem no deserto”, vaticinou a CNN, em maio. Problema? Não para o sonho dos organizadores. Estádios climatizados (ar condicionado), com temperaturas ideais para a practica do jogo, como nunca houve num Mundial.

O que parecia impossível – ou, pelo menos, improvável – aconteceu. O Catar foi confirmado para sediar o Mundial 2022. No projecto, os estádios construídos terão um legado, não só para o país, como para outras nações em desenvolvimento. Alguns estádios serão modulares – e partes destes estádios serão doados para a construção de novos estádios em países emergentes, de acordo com a indicação da Fifa.

Com a confirmação do Mundial, com 12 anos de antecedência, algumas questões precisam ser resolvidas. A primeira delas: fortalecer o futebol local. O Catar nunca se classificou para um Mundial, e mesmo no seu centro geográfico, é uma equipa fraca. A partir do início de janeiro, o país recebe a Taça da Ásia das Nações, e agora, o selecionador francês Bruno Metsu terá sobre si ainda mais pressão. Os maiores feitos do futebol do Catar foram os títulos na Taça do Golfo em 1992 e 2004.



O principal estádio do projecto do Mundial 2022 é o Iconic Lusail, projetado para receber a partida de abertura e a final. Com capacidade para 86 mil pessoas, levará quatro anos para ser construído, devendo estar pronto em 2019. O estádio terá um ultramoderno sistema de ar condicionado para atletas e espectadores para diminuir a temperatura em pelo menos 20 graus, e será cercado pela água.

As distâncias serão curtas, com menos viagens e menor desgaste. O país terá 12 anos para apresentar oportunidades de lazer e entretenimento para quem for visitar o Qatar.

Fotos dos estádios do Mundial 2022 no Catar

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Fotos: Placar

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Mundial 2018: Estádios da Rússia

02 dezembro, 2010


A Rússia, geográficamente o maior país do planeta acolherá o Campeonato do Mundo de 2018. Pela primeira vez na história a competição acontecerá no leste da europa. A escolha foi surpreendente, apesar de na véspera alguns órgãos de Informação avançarem o favoritismo do projecto russo, em detrimento de Portugal/Espanha, Inglaterra e Holanda/Bélgica.

Não existem muitas dúvidas sobre a capacidade financeira do país, ainda mais com o forte apoio do Estado e dos imensos recursos naturais, como o petróleo e do gás natural (Gazprom) que garantem milhões de euros em receitas. A proposta russa inclui a construção de 13 estádios, com investimentos de 641,3 milhões de dólares - fora outros milhões no futebol do país e 2800 milhões de euros em infraestruturas nos próximos anos. Ao todo, serão 13 sedes e 16 estádios, sendo que o principal - e único com cinco estrelas da UEFA - já está pronto: Luzhniki, em Moscovo.

As cidades propostas para receber os jogos são: Yekaterinburgo, Kaliningrado, Kazan, Krasnodar, Moscovo, Nizhny Novgorod, Rostov-na-Donu, Samara, São Petersburgo, Saransk, Sochi, Volgogrado e Yaroslavl. Algumas cidades serão cortadas - entre três ou cinco. Destas, sete não tem clubes na primeira divisão russa.

Recentemente o calendário dos campeonatos nacionais russos foi adequado ao modelo utilizado em toda Europa. A Premier Liga russa de 2010 foi a última que iniciou-se no primeiro semestre e terminou no segundo. A próxima época terá três voltas, para que se seja disputada entre a época 2011/2012. Depois, os 16 clubes da divisão da principal divisão voltam ao modelo tradicional a duas voltas.

Financiados por grandes companhias - petrolíferas e de exploração de gás normalmente -, os clubes russos têm ganho cada vez mais projecção internacional. Os títulos na Taça Uefa de 2004/05 (CSKA Moscovo) e 2007/08 (Zenit) são provas disso.

A selecção, aos poucos, tem recuperado o seu papel de destaque. A década de 1990 foi praticamente perdida. Após esse período, a federação russa demorou muito tempo a reencontrar o caminho. Em 2007, com a chegada do técnico holandês Guus Hiddink, conseguiu unir o talento dos jogadores e fazer uma boa equipa.

Fora do campo, nomes como Vitaly Mutko, actual ministro do Desporto e ex-presidente da federação russa, Evgeni Giner, presidente do CSKA Moscovo e um dos principais líderes do futebol na Rússia, Aleksandr Dyukov, presidente do Zenit e com ligações à Gazprom, vão passar a ser mais falados no panorama desportivo mundial. Fora, é claro, Roman Abramovich.

Para quem não sabe, Abramovich, mesmo sendo presidente do Chelsea, segue colaborando financeiramente com a Federação Russa. Ele é o responsável pela construção de um moderno centro de estágios para a selecção nos arredores de Moscovo. Também era ele, que pagava os salários astronómicos de Hiddink.

Entre os pontos negativos que foram levantados sobre a candidatura russa, a principal questão sempre foi o sector dos transportes. O país é sofre com a escassez de voos internacionais e a capacidade de seus aeroportos é baixa. Boa parte dos milhões investidos serão destinados a obras de logística.

Sobre a distância entre as cidades, todas praticamente estão na parte europeia da Rússia. Para os menos identificados com geografia, o país localiza-se tanto na Europa como na Ásia. Apenas Yekaterinburgo fica mais a leste.

Fotos dos Estádios do Mundial 2018 (Rússia)

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Fotos: Placar

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