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Campinas: Quartel da Seleção Nacional no Mundial do Brasil

06 dezembro, 2013


A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) escolheu Campinas, no estado de São Paulo, como local para a Seleção Nacional estagiar durante o campeonato do mundo 2014 - Portugal está no Grupo G, com Alemanha, Estados Unidos e Gana –, no Brasil. A equipa comandada por Paulo Bento ficará alojada no hotel Royal Palm Plaza Resort e irá trabalhar no Centro de Treinos da Associação Atlética Ponte Preta e no Estádio Moisés Lucarelli (com treinos abertos).

Sendo Portugal a quinta seleção que mais distâncias vai percorrer entre os jogos da fase de grupos, os responsáveis da FPF visitaram 27 locais designados e aprovados pela FIFA e levaram em conta a proximidade ao Aeroporto Internacional de Viracopos, conseguindo, assim, reduzir ao mínimo as deslocações por via terrestre. O Hotel Palm fica a cerca de 10 quilómetros do aeroporto, permitindo que o tempo total das viagens para os estádios onde se disputamos jogos da fase de grupos seja menor do que se a seleção estivesse numa cidade mais próxima do local da partida, mas tivesse de fazer uma longa (por vezes mais de uma hora) deslocação de autocarro.

Por outro lado, o local foi escolhido também por questões como temperatura e humidade, aspectos que influenciam sempre o rendimento dos atletas.

Por menos de 125 euros, é impossível pernoitar no The Palm, o luxuoso hotel de Campinas que receberá a Seleção Nacional durante o Mundial do Brasil. O preço relativamente elevado das diárias adequa-se, porém, aos equipamentos oferecidos: uma área de lazer completa com quatro piscinas (três climatizadas e uma aquecida com hidromassagem ao ar livre), ginásio polidesportivo coberto e climatizado, quatro campos de ténis, saunas, sala de jogos, centro de fitness, cinema, biblioteca e sala de TV e playground aquático. Já os quartos possuem TV LCD de 32 polegadas, DVD, acesso a internet wi-fi e a cabo e proteção acústica.

A unidade hoteleira contratada, não obstante as condições já existentes, também será alvo de pontuais alterações, a pensar sobretudo nos jogadores portugueses. Tais investimentos serão suportados, em condições especiais, pelas verbas atribuídas pela FIFA a cada seleção participante no campeonato do mundo.

Algumas fotos deste Royal Palm Plaza Resort de Campinas, Brasil



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Adversários de Portugal no Mundial 2014: Alemanha, Gana e EUA

02 dezembro, 2013


A seleção da Alemanha comandada por Joachim Low, que ocupa o segundo lugar no ranking FIFA, é uma das mais fortes do mundo, pela qualidade dos seus jogadores no presente, mas também pelo peso da história: a Alemanha foi três vezes campeã mundial (1954, 1974 e 1990), quatro vezes vice-campeã mundial (1966, 1982, 1986 e 2002) e ainda terceira classificada nos dois últimos Campeonatos do Mundo.

É uma seleção que conta com a base do Bayern Munique (Neuer, Lahm, Boateng, Schweinsteiger, Kroos, Muller e Goetze), actual campeão europeu, e do Borussia Dortmund (Hummels, Schmelzer, Gundogan, Reus), vice-campeão europeu. Isto para além de ter outras grandes estrelas no estrangeiro, com destaque para Ozil. A lesão de Khedira é a maior dor de cabeça do técnico. Na qualificação, somou nove vitórias em dez jogos, tendo apenas um empate com a Suécia.

O histórico dos confrontos é claramente favorável aos germânicos: nove vitórias, cinco empates e três derrotas contra a Seleção Portuguesa, que venceu no Euro 2012 e Euro 2008 e no Mundial 2006. No Euro 2000, foi Portugal a sorrir.

Numa seleção recheada de talentos e juventude, há um jogador que, ainda assim, se destaca dos demais: Mezut Ozil. Nascido em Gelsenkirchen e filho de pais de origem turca, o médio ofensivo do Arsenal estreou-se na Mannschaftem 2009 e no ano seguinte foi uma das figuras no Mundial, transferindo-se de imediato para o Real Madrid. Aos 25 anos, está a atingir o ponto mais alto da carreira, é o estratega da equipa e um jogador capaz de decidir um jogo num lance de génio. Soma 57 internacionalizações e 17 golos.


Actual 24º classificado no ranking da FIFA, e potência continental, com quatro títulos, o Gana – de Atsu e Addy – será o último adversário de Portugal no Grupo G, naquele que será o primeiro confronto entre as duas seleções. A participar pela terceira vez – consecutiva – num Campeonato do Mundo, o Gana foi uma das grandes sensações na África do Sul em 2010,onde atingiu os quartos de final, superando os 16 avos de final que alcançara no Alemanha 2006.

No último Campeonato do Mundo, as estrelas negras foram eliminadas pelo Uruguai nos penáltis, depois de Gyan ter falhado um penálti perto do fim do prolongamento. Jogadores como Essien (Chelsea), Muntari (AC Milan), Asamoah (Juventus) e os avançados Andre Ayew (Marselha) e Gyan (Al-Ain), para além do polémico e talentoso Kevin-Prince Boateng (Schalke), destacam-se, mas a defesa é um ponto fraco a explorar.

Após dois anos de ausência por opção pessoal, Kevin-Prince Boateng voltou à seleção ganesa, alinhando no segundo jogo do play-off contra o Egipto e marcando um golo. Possante fisicamente, o médio do Schalke é o jogador mais criativo e o responsável por municiar o ataque. Tenta marcar com remates fortes.


Portugal e EUA apenas se defrontaram uma vez em jogos oficiais. Foi precisamente no Mundial da Coreia/Japão em 2002 e a Seleção Nacional, que contava com Paulo Bento no meio-campo, foi derrotada por 3-2, resultado determinante para o adeus prematuro de Portugal. Deste modo, esta será uma oportunidade para que esse desaire seja vingado, perante uma equipa que participa no sétimo Campeonato do Mundo consecutivo.

Liderados por Jurgen Klinsmann, este ano os Estados Unidos venceram o título continental (CONCACAF), somando seis triunfos noutros tantos jogos. Depois de ter recebido algumas críticas pelos novos métodos de trabalho, o técnico alemão tem conseguido renovar a seleção, contando com a experiência dos atacantes Donovan e Dempsey ou do médio Michael Bradley.

Com 154 internacionalizações, Donovan é o melhor marcador dos Estados Unidos, com 57 golos, Aos 31 anos, traz mobilidade ao ataque e o experiente jogador do LA Galaxy (na Europa, passou por Everton, Bayern e Bayer Leverkusen) costuma jogar nas costas do possante Altidore, aparecendo nos espaços para marcar.

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Calendário de Jogos Mundial FIFA 2014.

30 novembro, 2013


O sorteio do Campeonato do Mundo 2014, no Brasil, ditou que Portugal vai integrar o Grupo G, cujo cabeça de série é a Alemanha e que integra ainda as equipas dos Estados Unidos da América e do Gana. E embora estas últimas não sejam seleções de topo, a verdade é que estão entre as melhores, se não são mesmo as melhores, dos seus continentes na actualidade.

Todas elas se qualificaram com relativa facilidade e isso reflete-se nas posições que ocupam no ranking FIFA: Alemanha 2º lugar, Estados Unidos da América 14º lugar, Gana 24º lugar. Portugal é 5º classificado no ranking, o que demonstra a força e equilíbrio do Grupo G. Aliás, atribuindo pontos a cada uma das posições e somando todas, chegamos ao número 45.

Todos os restantes grupos somam mais pontos e o único que se aproxima é o D – já apelidado de grupo da morte por incluir três ex-campeões mundiais –, cujas seleções somam 57 pontos: Uruguai (6º), Itália (7º), Inglaterra (13º) e Costa Rica (31º).

A situação da equipa comandada por Paulo Bento não é propriamente nova. Também no Euro 2012 Portugal integrava o grupo mais forte. Mas nem isso e uma derrota (1-0) na estreia com a Alemanha – novamente o primeiro adversário – impediu a qualificação para os quartos de final. Contudo, convém recordar que, ao contrário do Gana, que a Seleção Nacional nunca defrontou, Alemanha e EUA não nos deixam muito boas recordações este século.

Com os alemães, Portugal conta derrotas no Mundial 2006, Euro 2008 e Euro 2012, enquanto diante dos norte-americanos ainda está bem presente o desaire, por 3-2, na estreia no Mundial 2002. Um jogo que, de resto, foi decisivo na eliminação, logo na primeira fase, da equipa então orientada por António Oliveira e da qual fazia parte Paulo Bento.

Apesar de este não ser um grupo fácil, Portugal nem se pode queixar do sorteio, que teve alguns aspectos positivos, se a equipa passar a fase de grupos: Brasil, Espanha, Itália, Uruguai e Inglaterra, todas ex-campeãs mundiais, além da Holanda, finalista em 2010, só poderão ser adversárias de Portugal numa hipotética meia-final ou final.

Mas há mais: se assegurar a qualificação para os oitavos de final, Portugal irá enfrentar uma equipa do Grupo H, considerado um dos mais acessíveis por integrar Bélgica, Rússia, Coreia do Sul e Argélia. Já nos quartos de final, a Argentina e a Suíça são as duas únicas seleções do top 10 do ranking FIFA que podem eventualmente defrontar Portugal. No entanto, para que se verifique um embate Cristiano Ronaldo/Messi, será necessário que a equipa das Quinas e a Alviceleste não se qualifiquem na mesma posição nos respectivos grupos. Refira-se que há ainda outra ex-campeã mundial que pode surgir no caminho nos quartos de final: a França, que integra o Grupo E com Suíça, Equador e Honduras.

Portugal estreia-se a 16 de junho de 2014 em Salvador da Bahia, frente à Alemanha, viajando até Manaus, dia 22 de junho, para enfrentar os EUA antes de fechar a fase de grupos em Brasília, frente ao Gana, a 26 de junho. Em linha recta, Portugal teria de percorrer cerca de 4100 quilómetros entre as três cidades, não contando com viagens para o local do estágio em Campinas (São Paulo). Portugal jogará às 13h00 (locais) em Salvador e Brasília e às 15h00 em Manaus. Nas duas primeiras cidades, em junho, os termómetros podem passar os 30º graus, mas em Manaus podem chegar perto dos 40º e com mais de 80% de humidade.

O sorteio preliminar ditou que a Itália seria a selecção europeia colocada no pote 2 e é caso para dizer que saiu a fava aos transalpinos. Além do Uruguai, actual campeão sul-americano, a Squadra Azzurra vai defrontar ainda a Inglaterra, pelo que pelo menos um ex-campeão do mundo ficará logo pelo caminho.

O jogo de abertura do Mundial será referente ao Grupo A, com um Brasil X Croácia, que têm ainda de discutir o apuramento com México e Camarões. Mas o maior jogo da primeira jornada tem lugar no Grupo B, com um Espanha x Holanda, uma repetição da última final, ganha pelos espanhóis. Este grupo conta ainda com o Chile, que promete lutar pelo apuramento, e a Austrália. Certo é que todos vão tentar evitar enfrentar o país organizador logo nos oitavos de final.

Das seleções orientadas por portugueses, a Grécia de Fernando Santos ficou no Grupo C, um dos mais equilibrados, com Colômbia, Costa do Marfim e Japão. Quanto ao Irão, de Carlos Queiroz, integra o Grupo F, onde apenas a Argentina é clara favorita. Bósnia, a única estreante em Mundiais, e Nigéria têm valor, mas estão longe de serem super equipas.

Grupos Mundial 2014 no Brasil

Grupo A: Brasil, Croácia, México e Camarões.
Grupo B: Espanha, Holanda, Chile e Austrália.
Grupo C: Colômbia, Grécia, Costa do Marfim e Japão.
Grupo D: Uruguai, Costa Rica, Inglaterra e Itália.
Grupo E: Suíça, Equador, França e Honduras.
Grupo F: Argentina, Bósnia e Herzegovina, Irão e Nigéria.
Grupo G: Alemanha, Portugal, Gana e Estados Unidos.
Grupo H: Bélgica, Argélia, Rússia e Coreia do Sul.

Calendário e jogos (hora de Portugal Continental)

12 de Junho de 2014
Grupo A: Brasil - Croácia, 21h00, São Paulo

13 de Junho de 2014
Grupo A: México - Camarões, 17h00, Natal
Grupo B: Espanha - Holanda, 20h00, Salvador
Grupo B: Chile - Austrália, 23h00, Cuibá

14 de Junho de 2014
Grupo C: Colômbia - Grécia, 17h00, Belo Horizonte
Grupo D: Uruguai - Costa Rica, 20h00, Fortaleza
Grupo D: Inglaterra - Itália, 23h00, Manaus

15 de Junho de 2014
Grupo C: Costa do Marfim - Japão, 02h00, Recife
Grupo E: Suíça - Equador, 17h00, Brasília
Grupo E: França - Honduras, 20h00, Porto Alegre
Grupo F: Argentina - Bósnia e Herzegovina, 23h00 , Rio de Janeiro

16 de Junho de 2014
Grupo G: Alemanha - Portugal, 17h00, Salvador
Grupo F: Irão - Nigéria, 20h00, Curitiba
Grupo G: Gana - Estados Unidos, 23h00, Natal

17 de Junho de 2014
Grupo H: Bélgica - Argélia, 17h00, Belo Horizonte
Grupo A: Brasil - México, 20h00, Fortaleza
Grupo H: Rússia - Coreia do Sul, 23h00, Cuiabá

18 de Junho de 2014
Grupo B: Austrália - Holanda, 17h00, Porto Alegre
Grupo B: Espanha - Chile, 21h00, Rio de Janeiro
Grupo A: Camarões - Croácia. 23h00, Manaus

19 de Junho de 2014
Grupo C: Colômbia - Costa do Marfim, 17h00, Brasília
Grupo D: Uruguai - Inglaterra, 20h00, São Paulo
Grupo C: Japão - Grécia, 23h00, Natal

20 de Junho de 2014
Grupo D: Itália - Costa Rica, 17h00, Recife
Grupo E: Suíça - França, 20h00, Salvador
Grupo E: Honduras - Equador, 23h00, Curitiba

21 de Junho de 2014
Grupo F: Argentina - Irão, 17h00, Belo Horizonte
Grupo G: Alemanha - Gana, 20h00, Fortaleza
Grupo F: Nigéria - Bósnia e Herzegovina, 23h00, Cuiabá

22 de Junho de 2014
Grupo H: Bélgica - Rússia, 17h00, Rio de Janeiro
Grupo H: Coreia do Sul - Argélia, 20h00, Porto Alegre
Grupo G: Estados Unidos - Portugal, 23h00, Manaus

23 de Junho de 2014
Grupo B: Austrália - Espanha, 17h00, Curitiba
Grupo B: Holanda - Chile, 17h00, São Paulo
Grupo A: Camarões - Brasil, 21h00, em Brasília
Grupo A: Croácia - México, 21h00, Recife

24 de Junho de 2014
Grupo D: Itália - Uruguai, 17h00, Natal
Grupo D: Costa Rica - Inglaterra, 17h00, Belo Horizonte
Grupo C: Japão - Colômbia, 21h00, Cuiabá
Grupo C: Grécia - Costa do Marfim, 21h00, Fortaleza

25 de Junho de 2014
Grupo F: Nigéria - Argentina, 17h00, Porto Alegre
Grupo F: Bósnia e Herzegovina - Irão, 17h00, Salvador
Grupo E: Honduras - Suíça, 21h00, Manaus
Grupo E: Equador - França, 21h00, Rio de Janeiro

26 de Junho de 2014
Grupo G: Estados Unidos - Alemanha, 17h00, Recife
Grupo G: Portugal - Gana, 17h00, Brasília
Grupo H: Coreia do Sul - Bélgica, 21h00, São Paulo
Grupo H: Argélia - Rússia, 21h00, Curitiba

Oitavos-de-final
28 de Junho de 2014
49: 1 Grupo A - 2 Grupo B, 17h00, Belo Horizonte
50: 1 Grupo C - 2 Grupo D, 21h00, Rio de Janeiro

29 de Junho de 2014
51: 1 Grupo B - 2 Grupo A, 17h00, Fortaleza
52: 1 Grupo E - 2 Grupo C, 21h00, Recife

30 de Junho de 2014
53: 1 Grupo E - 2 Grupo F, 17h00, Brasília
54: 1 Grupo G - 2 Grupo H, 21h00, Porto Alegre

1 de Julho de 2014
55: 1 Grupo F - 2 Grupo E, 17h00, São Paulo
56: 1 Grupo H - 2 Grupo G, 21h00, Salvador

Quartos-de-final
4 de Julho de 2014
58: Vencedor jogo 53 - Vencedor jogo 54, 17h00, Rio de Janeiro
57: Vencedor jogo 49 - Vencedor jogo 50, 21h00, Fortaleza

5 de Julho de 2014
60: Vencedor jogo 55 - Vencedor jogo 56, 17h00, Brasília
59: Vencedor jogo 51 - Vencedor jogo 52, 21h00, Salvador

Meias-finais
8 de Julho de 2014
61: Vencedor jogo 57 - Vencedor jogo 58, 21h00, Belo Horizonte

9 de Julho de 2014
62: Vencedor jogo 59 - Vencedor jogo 60, 21h00, São Paulo

Jogo de atribuição do terceiro lugar
12 de Julho de 2014
63: Vencido jogo 61 - Vencido jogo 62, 17h00, Brasília

Final
13 de Julho de 2014
64: Vencedor jogo 61 - Vencedor jogo 62, 20h00, Rio de Janeiro

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Oito campeões mundiais no Brasil 2014 é inédito!

13 novembro, 2013


Determinados a oferecerem ao planeta o melhor Mundial de sempre, os brasileiros já esfregam as mãos de contentes por poderem receber nos seus relvados as melhores equipas e os melhores jogadores do mundo, com raras excepções. Encerradas as dúvidas sobre as participações de selecções como Portugal, França, Uruguai e até México (que não escaparam aos play-offs), os adeptos não escondem o entusiasmo pela participação inédita de oito campeões mundiais no torneio do próximo ano, pois a Espanha, vencedora do título em 2010, juntou-se a um grupo restrito que não “admitia” novas entradas desde a França, em 1998.

Das seis seleções que lideram o ranking da FIFA em Mundiais, cinco são assumidamente candidatas ao título em 2014: Brasil, Argentina, Alemanha, Espanha e Itália. Confiante no estatuto de anfitrião, o escrete quer repetir a caminhada triunfal na Taça das Confederações, enquanto espanhóis, alemães e italianos têm um passado recente em competições internacionais que as transformam em alvos a abater. Já a Argentina aposta tudo no talento de Messi, num ataque de luxo e na motivação natural de poder silenciar o maior rival na sua própria casa.

Porém, o Mundial 2014 está bem longe de se resumir a estas cinco equipas. Com uma costa repleta de praias paradisíacas e águas límpidas, o Brasil conseguiu atrair mais tubarões para a grande festa do futebol. Das 20 melhores equipas do ranking de Mundiais apenas Suécia, Polónia, Hungria, República Checa e Áustria ficaram de fora – mas todas estão longe do potencial que tiveram no passado – de uma competição que promete parar o planeta durante os dias 12 de junho a 13 de julho de 2014 e que tem todos os ingredientes para se tornar inesquecível.

Campeão sul-americano e quarto classificado do último Mundial, o Uruguai já sonha em repetir o mítico “Maracanazo” de 1950, enquanto Holanda e França, de forma mais tímida, apostam na tradição para lutar pelo acesso às fases mais adiantadas da competição. Já Portugal e Inglaterra surgem como potenciais “outsiders”, enquanto Bélgica e Colômbia recolhem um forte apoio dos adeptos neutrais a nível mundial pelo excelente nível exibicional apresentado durante a fase de qualificação.

Presente em apenas cinco dos 19 campeonatos do mundo disputados, Portugal habituou-se a surpreender o planeta com alguns resultados de excelência. Aliás, nem as deprimentes e fracas participações nos Mundiais de 1986 e 2002 impedem a Selecção Nacional de ocupar um brilhante sétimo lugar no ranking das selecções com melhor média de pontos conquistada em campeonatos do mundo.

Portugal (com uma média de 1,70 pontos nos 23 jogos disputados) consegue, de resto, superar três campeões mundiais: Inglaterra (1,64), França (1,59) e Uruguai (1,40).

Uma boa participação da equipa comandada por Paulo Bento no próximo ano pode até valer uma subida neste ranking, mas esse cenário afigura-se complicado pela força das selecções que estão à frente de Portugal: Espanha (1,71), Argentina (1,77) e Holanda (1,77), sendo esta última a única à frente da Selecção nacional que nunca venceu um Mundial, embora tenha já disputado três finais.

Sem surpresa, o penta-campeão Brasil – única equipa que esteve presente em todos os Mundiais – lidera a lista com uma média de 2,23 pontos. Alemanha (2,01) e Itália (1,91) completam o pódio e mostram o porquê de terem três e quatro títulos, respectivamente, na maior competição de todas.

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Selecção Portuguesa: desde 2000 a picar o ponto em fases finais

11 novembro, 2013


Até ao ano 2000, Portugal tinha falhado 22 dos 26 grandes torneios de seleções realizados até então, entre Europeus e Mundiais. No Brasil, a Seleção portuguesa somará a oitava presença consecutiva, o que equivale a dizer que em 14 anos conseguirá o dobro das presenças que contou ao longo de sete décadas de grandes provas internacionais.

O registo ilustra o salto competitivo do nosso futebol, colocando-o num patamar a que, desde o Euro 2000, só outras quatro seleções da UEFA pertencem: Espanha, França, Itália e Alemanha. O grupo dos cinco que não falham um apuramento volta a reunir-se no Brasil, sendo que Portugal tem dois trunfos a apresentar entre esta elite.

Primeiro, a curiosidade de ser, a par da Espanha, uma das seleções que não se ficou pela fase de grupos por mais do que uma vez neste século. Depois, o facto de ser, entre o quinteto, o país com menor base de recrutamento, o único que tem mais de 300 habitantes por cada futebolista federado (na Alemanha o rácio é de 1-22).

Com três meias-finais e uma final pelo caminho, Portugal tem, no novo século, outros registos impressionantes: Luís Figo como Bola de Ouro para a France Football em 2000 e Melhor do Mundo para a FIFA em 2001; Cristiano Ronaldo a vencer a nova versão da Bola de Ouro em 2008; José Mourinho a reclamar o troféu de Melhor Treinador do Mundo em 2010 e a acumular distinções individuais da UEFA; o FC Porto a somar quatro títulos internacionais e Braga, Benfica e Sporting em finais europeias.

Factos relevantes a que se podiam somar outros de menor importância, mas que concorrem para que o período pós-2000 dificilmente possa deixar de ser considerado como a idade de ouro do futebol português. Um epíteto que só poderá ser engrandecido com a conquista de um título pela Selecção nacional, já que entre três meias-finais e uma final só falta mesmo levantar uma taça.

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Liga das Nações - Competição UEFA de seleções?

26 setembro, 2013


Surgiu na imprensa europeia há poucas semanas a hipótese da UEFA criar uma Liga das Nações, um pouco na linha da Liga dos Campeões. Arrojada esta ideia, ainda não passa disso mesmo, um esboço, uma equação, mas que não duvido que seja levada a sério não fosse o actual presidente Michel Platini o tal que revolucionou o modelo do Campeonato da Europa em 2020 com os jogos a serem disputados em várias cidades de países do continente.

A nova competição de seleções, iria ser disputada por todas as 54 seleções associadas, e com os jogos a realizarem-se nas datas actualmente reservadas para os encontros particulares. Isto, num formato com várias divisões, possivelmente nove de seis seleções cada. O Comité Executivo irá agora examinar o projecto com maior detalhe antes de tomar qualquer decisão. Segundo as notícias, a principal motivação para a criação da nova competição é dinamizar, a partir de 2018, as competições entre seleções num modelo ainda em laboratório, mas que começa por dividir os países por escalões de acordo com o seu ranking.

E se isto tiver continuidade, ou seja, sair da gaveta, Portugal surgiria na I Divisão, ao lado de Espanha, Alemanha, Holanda, Itália e Inglaterra. Estas equipas defrontar-se-iam entre si, evitando partidas entre adversários com grandes diferenças de qualidade, e o último classificado de cada edição seria trocado pelo primeiro do escalão imediatamente abaixo.

Os direitos televisivos e de marketing da Liga das Nações, segundo o projecto que está a ser delineado, garantirão à UEFA o pacote financeiro necessário para que cada seleção participante, através da respectiva federação, embolse prémios pecuniários significativos, estando destinada ao vencedor uns largos milhões.

Refira-se que, de qualquer forma, a nova competição não deverá alterar as qualificações para os Campeonatos da Europa cujas fases finais, a partir de 2016, serão disputados por 24 seleções.

Os grupos para uma Liga das Nações de acordo com o ranking

I Divisão: Espanha, Alemanha, Holanda, Itália, Inglaterra e Portugal

II Divisão: França, Rússia, Grécia, Croácia, Suécia, e Bósnia-Herzegovina

III Divisão: Ucrânia, Dinamarca, Suíça, Bélgica, Hungria e República Checa

IV Divisão: República da Irlanda, Sérvia, Noruega, Eslováquia, Turquia e Israel

V Divisão: Eslovénia, Áustria, Roménia, Montenegro, Polónia e Finlândia

VI Divisão: Escócia, Arménia, Bulgária, Letónia, Estónia e Bielorrússia

VII Divisão: País de Gales, Irlanda do Norte, Albânia, Islândia, Lituânia e Macedónia

VIII Divisão: Geórgia, Moldávia, Azerbaijão, Luxemburgo, Chipre e Cazaquistão

IX Divisão: Liechenstein, Ilhas Feroé, Malta, Andorra, San Marino e Gibraltar

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Quantos jogadores federados de futebol existem em Portugal?

25 julho, 2013


Todos nós sabemos que a base de recrutamento da selecção portuguesa de futebol está cada vez mais limitada pela falta de aposta dos jogadores jovens a nível dos principais clubes nacionais. Neste momento, Paulo Bento, como qualquer português com conhecimentos sobre futebol conseguiria fazer uma convocatória, mas teria dificuldades em encontrar substitutos aos tradicionais 15 ou 16 nomes.

Mas afinal quantos jogadores federados existem em Portugal? Esta foi uma resposta que fui pesquisar ao site da F.P.F., e num universo de 10 milhões de cidadãos em território nacional apenas 153.647 atletas (amadores/profissionais/camadas jovens) praticaram a modalidade de futebol na temporada 2012/2013. As grandes cidades, como Lisboa, Porto, Braga, Aveiro e Leiria dominam a tabela de praticantes atingindo os cincos dígitos contrastando com o interior dos país onde casos como Bragança e Portalegre não atraem muito mais de dois mil praticantes para a modalidade de futebol. Quero salientar que nestes 153.647 praticantes, estão incluídos os jogadores de futebol de todos os escalões masculinos, femininos, como também o futsal.

Hoje embora tenhamos melhores condições estruturais para a prática do futebol ou de qualquer outra modalidade, a exemplo o elevado número de campos relvados ou sintéticos por distrito, sofremos com o problema da natalidade - número de nascimentos cada vez mais em decréscimo e com o elevado desinteresse ou absentismo da nossa população jovem.

Mais tarde, por volta dos 40 anos é vê-los a encher os ginásios. Particularmente conheci muitas pessoas (M/F) nos meus tempos de estudos que nas aulas de educação física fugiam ou arranjam sempre desculpas para não fazer as aulas, e hoje é vê-los a dar forte e feio em qualquer ginásio ou espaço público. Ok, mais vale tarde que nunca!

Associação de futebol distrital VS Número de praticantes federados

Angra do Heroísmo (Açores) - 2302 federados
Aveiro - 13352
Beja - 2464
Braga - 15166
Bragança - 1864
Castelo Branco - 2547
Coimbra - 6777
Évora - 3222
Algarve - 5806
Ilha da Madeira - 3184
Guarda - 2361
Horta (Açores) - 1427
Leiria - 10194
Lisboa - 24642
Ponta Delgada (Açores) - 3178
Portalegre - 2072
Porto - 23989
Santarém - 6798
Setúbal - 9201
Viana Castelo - 4627
Vila Real - 2873
Viseu - 5601

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UEFA: Jogadores portugueses aprendem sobre perigo da viciação de resultados

05 julho, 2013


A mensagem transmitida da UEFA foi clara: "Se for descoberto o vosso envolvimento (jogadores) na viciação de resultados, serão banidos do futebol para sempre." A luta da UEFA contra a corrupção no futebol continua, com sessões informativas a seleções e clubes. A equipa portuguesa de sub-19 foi uma das que ouviu recentemente os alertas para os perigos no envolvimento neste tipo de redes mafiosas no desporto.

Liderada pelo coordenador de informação da UEFA, Graham Peaker. "A UEFA tem uma política de tolerância zero em relação à viciação de resultados e todos os jogos de futebol devem ser disputados num espírito de respeito e imparcialidade, com o desfecho determinado apenas pelo mérito das equipas participantes, e o resultado incerto até ao apito final."

As ligações entre viciação de resultados e crime organizado foram enfatizadas, com Peaker a destacar que o dinheiro envolvido é oriundo de actividades criminais e representa uma forma de lavagem de dinheiro. A UEFA monitoriza todos os jogos das suas competições, mais as partidas de primeira e segunda divisão, bem como das taças nacionais, das suas 54 federações-membro. "Trata-se de um total de cerca de 32.000 jogos por ano", explicou Peaker. "Um só jogo que seja manipulado já é demais."

Seguiu-se uma explicação sobre como funciona o Sistema de Detecção de Fraudes Desportivas (BFDS) da UEFA, bem como uma explicação dos mercados na Europa e na Ásia. A UEFA está em contacto permanente com empresas de apostas desportivas certificadas para monitorizar padrões irregulares. Para além disso, trabalha em conjunto com a FIFA e os agentes de integridade de cada federação, de modo a investigar possíveis delitos e, se necessário, abrir processos disciplinares e até mesmo criminais. "A viciação de resultados é fraude", apontou Peaker.

Para ilustrar a quantidade de dinheiro envolvido, Peaker apresentou alguns exemplos esclarecedores: estima-se que foram apostados mais de mil milhões de euros na final da edição 2012/2013 da Liga dos Campeões, só na Ásia, e mais do quíntuplo desse valor é apostado legalmente no desporto, a nível mundial, todos os anos. Foi explicado porque é que os jogos são viciados – problemas financeiros de jogadores, treinadores, clubes ou árbitros – e como, no seguimento de apostas volumosas nos mercados asiáticos, jogadores importantes são instruídos para actuarem de uma determinada forma, para que a sua equipa perca. "Quando um resultado é combinado, existe sempre alguém no relvado que está envolvido", disse Peaker.

A UEFA é extremamente activa na luta contra a viciação de resultados, investigando quaisquer jogos ou jogadores que suscitem dúvidas. "Qualquer jogador considerado culpado será castigado – é uma proibição vitalícia", recordou Peaker. "É duro mas tem de ser feito". Enquanto palestras do género ajudam a aumentar a consciencialização, a UEFA também criou uma linha de apoio telefónico e uma plataforma de denúncia para ser contactada anonimamente e de forma confidencial, e trabalha em proximidade com autoridades estatais para sancionar os prevaricadores. Jogadores e árbitros já foram banidos a título definitivo, enquanto clubes foram excluídos das competições da UEFA.

"Porque é que vos avisamos?", perguntou Peaker às pessoas presentes. "Queremos proteger-vos; vocês são as estrelas do futuro e queremos que façam parte do jogo. A viciação de resultados é uma ameaça para a integridade e popularidade do futebol, e se forem abordados, devem informar a UEFA ou a vossa federação. Os viciadores de jogos são pessoas perigosas."

"Se alguém vos pedir para manipularem um jogo: reconheçam o que está a acontecer, rejeitem a hipótese imediatamente e denunciem-na. Não se envolvam no crime organizado. Se alguém for considerado culpado, recebe um cartão vermelho no futebol para a vida. Queremos proteger-vos e à modalidade."

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Previsão para Campeão do EURO 2012 é...

17 maio, 2012


Quando se fala em favoritos no Campeonato da Europa de futebol podemos dizer que o UEFA EURO, ao contrário do Mundial, é sustentado num variado leque de selecções candidatas. Em treze edições do torneio no velho continente, 9 países lá levantaram a taça Henri Delaunay. A Alemanha, com 3 troféus é líder da tabela, seguido da Espanha e França com duas conquistas. Depois outras seis selecções com 1 troféu cada, entre elas a Itália, Holanda, e as surpreendentes União Soviética (Rússia), Checoslováquia (República Checa), Dinamarca e Grécia.

No Euro 2012, que vai decorrer na Polónia/Ucrânia não será difícil prever numa primeira linha quem serão as selecções favoritas. A Espanha à cabeça reúne consenso global, mas na minha modesta opinião não irá repetir o êxito do EURO 2008 e Mundial 2010. Depois temos a Alemanha, Holanda e França. Numa segunda linha, aparece Itália, Inglaterra e Portugal.

Quanto à minha previsão para selecção surpresa, estou com um feeling que a anfitriã Polónia poderá ser a sensação da prova. Os polacos apesar de estarem inseridos num grupo equilibrado, podem confiar no talento e eficácia de Blaszczykowski e Lewandowski (33 golos), ambos titulares na frente de ataque do vibrante Borussia Dortmund.

Os meus palpites EURO 2012

* a negro as equipas apuradas e vencedoras

Grupo A

Rússia
Polónia
Grécia
República Checa

Grupo B

Alemanha
Portugal
Holanda
Dinamarca

Grupo C

Espanha
Itália
Croácia
República da Irlanda

Grupo D

França
Inglaterra
Ucrânia
Suécia

Quartos de Final

Polónia - Alemanha
Portugal - Rússia
Espanha -Inglaterra
França - Itália

Meias finais

Portugal - Espanha
Alemanha - França

Final

Espanha - França

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Estádios e Calendário do Euro 2012 Ucrânia e Polónia

14 maio, 2012


Com o Campeonato da Europa de futebol prestes a arrancar, vamos conhecer os oitos estádios que fazem parte do torneio da UEFA e respectivo calendário de jogos.

* Clique nas fotos para resolução maior

Começando a viagem pelo fim, apresento o Estádio onde todas as selecções ambicionam marcar presença no dia 1 de julho, dia da final. O Estádio Olímpico de Kiev, com capacidade para 65720 pessoas, vai receber três jogos na fase de grupos (Ucrânia X Suécia; Inglaterra X Suécia e França X Suécia).


O Arena Lviv, na Ucrânia, com capacidade para 34915 pessoas e mais pequeno do torneio vai receber receber dois jogos de Portugal na fase de grupos frente a Alemanha e Dinamarca. Pela fotografia parece-me muito semelhante ao Estádio Municipal de Aveiro.


Em Kharkiv (Ucrânia), está o Estádio Metalist, com capacidade para 38500 pessoas que vai acolher o último jogo de Portugal na fase de grupos frente à Holanda. Além deste jogo, jogar-se-á o Holanda X Dinamarca e o Holanda X Alemanha.


Finalizando a viagem pelos estádios da Ucrânia, o Donbass Arena, propriedade do Shakhtar Donetsk, tem capacidade para 50055 espectadores e teve um custo de 320 milhões de euros. Este estádio vai receber o França X Inglaterra; Ucrânia X França e o Inglaterra X Ucrânia. Além destes jogos na fase de grupos será também palco de um jogo dos quartos de final e meias-finais.


Passando agora em revista os quatro estádios da Polónia, o Estádio Nacional de Varsóvia, com capacidade para 50 mil pessoas, é o principal palco dos polacos e receberá na fase de grupos os jogos: Polónia X Grécia; Polónia X Rússia e Grécia X Rússia. Um jogo dos quartos de final e outro das meias finais encerram a participação deste recinto.


Com capacidade para 40818 espectadores, a Arena Gdansk é um dos estádios mais bonitos deste UEFA Euro 2012. Este será o recinto dos jogos: Espanha X Itália; República da Irlanda X Espanha e Croácia X Espanha. Será ainda palco de um jogo dos quartos de final.


O Estádio Municipal de Wroclaw com capacidade para 40610 espectadores, irá receber três jogos da fase de grupos: Rússia X República Checa; Grécia X República Checa e o Polónia X República Checa.


O Estádio Municipal de Poznan, com capacidade para 42004 pessoas vai receber três jogos do Grupo C. Os confrontos: República da Irlanda X Croácia; Itália X Croácia e o República da Irlanda X Itália.


Calendário de jogos do UEFA EURO 2012 Polónia/Ucrânia

* Transmissão de jogos em sinal aberto (RTP1, SIC, TVI)

Grupo A

1ª jornada (sexta-feira, 08 junho)
Polónia X Grécia (17h, RTP 1), Varsóvia.
Rússia X República Checa (19h45, Sport TV HD), Wroclaw.

2ª jornada (terça-feira, 12 junho)
Grécia X República Checa (17h, Sport TV HD), Wroclaw.
Polónia X Rússia (19h45, SIC), Varsóvia.

3ª jornada (sábado, 16 junho)
Grécia X Rússia (19h45, Sport TV HD), Varsóvia.
República Checa X Polónia (19h45, TVI), Wroclaw.

Grupo B

1ª jornada (sábado, 9 junho)
Holanda X Dinamarca (17:00, Sport TV HD), Kharkiv.
Alemanha X Portugal (19:45, RTP 1), Lviv.

2ª jornada (quarta-feira, 13 junho)
Dinamarca X Portugal (17h, SIC), Lviv.
Holanda X Alemanha (19h45, Sport TV HD), Kharkiv.

3ª jornada (domingo, 17 junho)
Portugal X Holanda (19h45, TVI), Kharkiv.
Dinamarca X Alemanha (19h45, Sport TV HD), Lviv.

Grupo C

1ª jornada (domingo, 10 junho)
Espanha X Itália (17h, SIC), Gdansk.
República da Irlanda X Croácia (19h45, Sport TV HD), Poznan.

2ª jornada (quinta-feira, 14 junho)
Itália X Croácia (17h, Sport TV HD), Poznan.
Espanha X República da Irlanda (19h45, TVI), Gdansk.

3ª jornada (segunda-feira, 18 junho)
Croácia X Espanha (19h45, Sport TV HD), Gdansk.
Itália X República da Irlanda (19h45, RTP 1), Poznan.

Grupo D

1ª jornada (segunda-feira, 11 junho)
França X Inglaterra (17h, TVI), Donetsk.
Ucrânia X Suécia (19h45, Sport TV HD), Kiev.

2ª jornada (sexta-feira, 15 junho)
Suécia X Inglaterra (17h, RTP 1), Kiev.
Ucrânia X França (19h45, Sport TV HD), Donetsk.

3ª jornada (terça-feira, 19 junho)
Suécia X França (19h45, SIC), Kiev.
Inglaterra X Ucrânia (19h45, Sport TV HD), Donetsk.

Quartos de Final 

Quinta-feira, 21 junho
Jogo 25/ 1.º Grupo A X 2.º Grupo B (19h45), Varsóvia.

Sexta-feira, 22 junho
Jogo 26/ 1.º Grupo B X 2.º Grupo A (19h45), Gdansk.

Sábado, 23 junho
Jogo 27/ 1.º Grupo C X 2.º Grupo D (19h45), Donetsk.

Domingo, 24 junho
Jogo 28/ 1.º Grupo D X 2.º Grupo C (18h45), Kiev.

Meias-Finais

Quarta-feira, 27 junho
Jogo 29/ Vencedor jogo 25 X Vencedor jogo 27 (19h45), Donetsk.

Quinta-feira, 28 junho
Jogo 30/ Vencedor jogo 26 X Vencedor jogo 28 (19h45), Varsóvia.

Final

Domingo, 1 julho
Vencedor jogo 29 X Vencedor jogo 30 (19h45, RTP 1), Kiev

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Autocarro Oficial da Selecção Portuguesa no Euro 2012

30 abril, 2012


É com a frase/slogan: "Aqui batem 10 milhões de corações." que a selecção portuguesa de futebol irá percorrer as cidades do campeonato da Europa 2012 a decorrer na Ucrânia e Polónia. O autocarro já foi apresentado pela Kia Motors, fornecedor dos Bus para todas as equipas participantes na competição da UEFA.

A Hyundai-Kia entregou as chaves da frota de veículos que irá transportar jogadores, árbitros e convidados durante o UEFA EURO 2012, incluindo os 16 autocarros das selecções.


* Clique nas fotos para resolução maior

No total, são 366 os veículos Hyundai e mais de 350 da sua marca irmã, Kia, a serem utilizados na Polónia e na Ucrânia

A frota do UEFA EURO 2012 inclui modelos Hyundai Equus, Genesis, ix55, Santa Fe, ix35, i40, Sonata, Elantra e i30 de nova geração, bem como mais de 200 carrinhas H1. A Kia irá disponibilizar o seu novíssimo Cee'd, o Rio e o Sportage, modelos que se encontram entre os carros mais vendidos na Europa, para além dos seus veículos do segmento D, Sedans, Cadenza e Optima Hybrid, que ainda não foram introduzidos no mercado europeu.

A Hyundai-Kia é a patrocinadora automóvel oficial do EURO 2012, tendo vindo a patrocinar o Campeonato da Europa desde a edição de 2000. A empresa irá patrocinar, igualmente, o Campeonato do Mundo de 2014, 2018 e 2022.

Podem consultar as frases das 16 selecções participantes acedendo ao seguinte site.

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Novos equipamentos de Portugal 2012

25 janeiro, 2012


Apenas um mercado tão pequeno como o português pode justificar o lançamento de novos equipamentos apenas de dois em dois anos enquanto as restantes selecções europeias e mundiais top 10 ranking FIFA mudam de kits anualmente. Feita advertência, diversos sites furaram o segredo da F.P.F. e da Nike, patrocinadora da selecção portuguesa, e divulgaram aquelas que serão as novas camisolas de Portugal no Campeonato da Europa de Futebol 2012, na Ucrânia/Polónia.


Pelo que nos é revelado, o design é pura simplicidade e recorda um pouco o equipamento de Portugal nos tempos de Eusébio e companhia no Mundial de 1966, na Inglaterra. A camisola alternativa, aquela que mais detalhes são conhecidos até ao momento terá apresentação oficial pela Federação Portuguesa de Futebol na última semana de fevereiro. Já o equipamento principal, especula-se que será na primeira semana de abril.


Mais fotos dos novos equipamentos da Selecção de Portugal 2012









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Bósnia passaporte de Portugal para o Euro 2012

15 setembro, 2011


A Selecção não tem alternativa que não seja afastar a Bósnia no play-off se quiser estar no Campeonato da Europa Polónia/Ucrânia. Tudo menos que isso é uma antecipação dos progonósticos que alguram que o futuro do futebol português está a prazo para metas como fases finais em grandes competições. Eu ainda há pouco tempo, falei que esse cenário poderia colocar-se depois do Mundial do Brasil em 2014, com a reforma dos consagrados e a ausência a curto/médio prazo de soluções fortes. Portanto, pese o respeito que esta Bósnia nos merece, está na mão dos jogadores e técnicos evitar maiores surpresas.

Em 2009, a Bósnia então no play-off para o Mundial 2010, dificultou muito a a nossa tarefa, numa selecção portuguesa que contava ainda com Simão Sabrosa, Deco, Paulo Ferreira e Tiago. Para estes dois jogos, Portugal já terá Fábio Coentrão e Pepe, que configurá de novo a defesa da equipa. Do lado da Bósnia, as figuras importantes são as mesmas. O médio criativo Pjanic, contratado pela Roma ao Lyon por 11 milhões de euros, Misimovic, um esquerdino que fez uma dupla de sucesso com Edin Dzeko no Wolfsburgo. O actual craque do Manchester City quase dispensa apresentações. No total, soma 20 golos nas 30 vezes que vestiu a camisola da selecção principal.

No habitual 4-5-1 do seleccionador Safet Susic, Dzeko joga normalmente sozinho na frente, apoiado por Muslimovic ou Vedad Ibisevic, e sempre com Pjanic a "mandar" no meio-campo. A defesa é sem dúvida a parte fraca desta Bósnia-Herzegovina, que no Grupo D, somou 20 pontos, marcou um total de 17 golos e esteve a minutos da qualificação directa para o Euro 2012. Esteve a vencer em França, mas a selecção gaulesa empatou nos minutos finais e garantiu o apuramento.

Até enfrentar a Dinamarca, Paulo Bento contabilizava dez jogos à frente da selecção portuguesa, com oito vitórias (4-0 sobre a Espanha), um empate e apenas uma derrota - frente à Argentina de Messi. Mais: na fase de grupos para o Euro 2012, Paulo Bento venceu as cinco partidas que disputou, tirando Portugal dos últimos lugares e levando a selecção, a depender, na última jornada, de apenas um empate para garantir o passaporte para a Polónia/Ucrânia 2012. Ao todo, Pulo Bento garantiu 83,3% de aproveitamento, o melhor rendimento de um treinador na selecção nacional. Depois, a derrota diante dos dinamarqueses que acabou por nos valer um play-off.

De facto, Portugal teve uma noite péssima na Dinamarca - a pior desde que Paulo Bento assumiu o cargo. Choveram críticas e pedidos de demissão de vários quadrantes. A verdade, é que a amnésia é prato forte de alguns. Em pouco mais de um ano, Paulo Bento ganhou a confiança dos portugueses e do grupo de trabalho, encarou situações anómalas pelo caminho - caso Ricardo Carvalho - e tem agora o derradeiro teste da sua carreira. A 15 de Novembro na Luz, saberemos quem tem razão.

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Portugal entrou no carrossel espanhol e Adeus Mundial

30 junho, 2010


Na mitíca Cidade do Cabo, Portugal acabou por ir na onda e digamos sem grande estilo. A Espanha era melhor e confirmou o prognóstico desde o apito inicial. Bem cedo entrámos no carrossel liderado por Xavi e Iniesta, quanto a mim, a melhor dupla de organização/construção de jogo de sempre do futebol mundial.

Estes dois artistas, são capazes de fazer corar de vergonha qualquer clube ou selecção mundial. Ontem fomos nós, e amanhã serão Paraguai, Argentina ou Brasil. Não tenham dúvidas, a bola é deles e ponto final!


A nossa derrota com a Espanha, por 1-0, não é escandalosa, nem perto disso. Mas a forma como Carlos Queiroz montou a estratégia para este mundial 2010, permite muitas observações. Eu vejo a selecção nacional há muito tempo, e o estilo de jogo que Portugal apresentou jamais poderá equiparar-se a outra nossa selecção nacional. Jogámos à moda da Grécia por favor! Desde o desafio com a Costa do Marfim que o filme foi sempre o mesmo. Aquilo que nos distinguia das demais selecções adversárias, era o gosto pela posse de bola, a técnica, as oportunidades de golo! Aliás, Portugal desde o Euro 1996, era rotulada pela imprensa mundial como os brasileiros da europa ou como a equipa que jogava sem balizas! Foi assim, que a Selecção conseguiu conquistar o respeito a admiração de milhões de fans pelo mundo. Depois anos mais tarde, conseguimos juntar esse talento com resultados/finalização o que nos deixou pertissímo de grandes conquistas internacionais.


Fomos para Àfrica do Sul, eludidos em mais uma grande prestação, mas acabámos por sair completamente descaracterizados em relação ao que sempre apresentámos, uma selecção que premiava o espectáculo, que se batia de igual com qualquer adversário.

O grito de revolta de Deco e Cristiano Ronaldo ainda se fez ouvir, Carlos Queiroz fez orelhas moucas, optando pela táctica mais aburda que já se viu. Colocou vários jogadores fora das suas posições de origem. Pepe, Deco, Ricardo Costa, Cristiano Ronaldo. Resultado: um dos melhores do mundo fez um mundial tão Insípido e medíocre. Porque? Olha perguntem ao Queiroz!

Os melhores de Portugal

1: Fábio Coentrão, Eduardo, Raul Meireles, Tiago, Ricardo Carvalho e Bruno Alves. O resto do grupo e começando por Cristiano Ronaldo foi para esquecer.

Fotos do jogo Portugal 0-1 Espanha














Vídeo

Portugal 0-1 Espanha
David Villa


Descontro de Cristiano Ronaldo (cuspidela)


Fora de jogo de Villa


O Aposta X, coloca para Download em versão HDTV 720p (PT-PT) o jogo Portugal 0-1 Espanha, para puder disfrutar em DVD ou no próprio computador.

Em baixo, estão 3 links, os quais terá de fazer o download de cada parte. Feito, extraia-os um a um os ficheiros (winrar), e feito o processo ficará em apenas 1. Depois pode usar o Gom Player para ver em PC, ou gravar para um DVD e assistir no seu sofá.

Parte 1
Parte 2
Parte 3

Fotos: AP

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Portugal vs Espanha: Odds das Casas de apostas

29 junho, 2010


O Mundial 2010 já entrou na fase mais tensa e dramática do apelidado mata-mata, como Scolari gostava de dizer e Portugal terá o seu grande teste, hoje, frente à selecção de Espanha a contar para os oitavos de final.

A nossa história recente nos confrontos com os espanhóis ditam um grande equilíbrio. Nas primeira metade do século passado, a vitória tendia maioritariamente para os "nuestros hermanos", e foi nesse período que determinou a nossa décalage no balanço de resultados. Apesar desse facto, Portugal nunca perdeu em fases finais de competições internacionais com Espanha, e podemos recordar dois momentos: o empate a uma bola no Euro 84, e mais recentemente a vitória memorável de Portugal no estádio de Alvalade que nos conduziu aos quartos de final e consequente eliminação da "Roja" do Euro 2004.

E para quem não sabe, Portugal tem melhor histórico em campeonatos do mundo, que o nosso opositor espanhol. O país dos colossos Real Madrid e Barcelona nunca venceu a FIFA World Cup. O melhor que Espanha conseguiu foi um quinto lugar em 2002 e um sexto lugar em 1994. Por seu lado, Portugal foi o quarto classificado em 2006 e terceiro em 1966.


Para o jogo desta noite (19:30), na Cidade do Cabo, Portugal beneficia unicamente de já ter actuado no Estádio Green Point. Acho que ainda não se esqueceram dos 7-0 (*) à Coreia do Norte, pois não?

* (link com o post do Aposta X)

Mas vamos ser claros, e sem puxar o coração à razão, a Espanha é neste momento a melhor equipa da europa, candidata ao título, e as casas de apostas não tiveram dúvidas em atribuir todo o favoritismo ao nosso rival. Mas também acredito, que caso consigamos ultrapassar este difícil obstáculo (como espero) teremos todas as possibilidades de fazer melhor quem em 2006.

Regressando ao tema Apostas, as principais casas determinaram os seguintes valores (odds) por cada euro apostado:

Clicando no nome das casas de apostas, abrirá um link para as respectivas.

Bwin

Vitória de Portugal: 3,90 euros
Empate: 3,20 euros
Vitória do Espanha: 1,95 euros

BetClic

Vitória de Portugal: 4,00
Empate: 3,10
Vitória do Espanha: 2,00

Bet365

Vitória de Portugal: 4,33
Empate: 3,20
Vitória do Espanha: 2,00

Sportingbet

Vitória de Portugal: 3,75
Empate: 3,10
Vitória do Espanha: 2,00

Unibet

Vitória de Portugal: 4,25
Empate: 3,15
Vitória do Espanha: 2,00

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Portugal 0-0 Brasil - Espanha é o que nos espera nos Oitavos de Final

26 junho, 2010


Terminou num sempre tristonho 0-0, o esperado embate entre Portugal e Brasil, resultado que permite à Selecção nacional seguir para os oitavos de final, onde vão defrontar a campeã da europa - Espanha.

Terminada a fase de grupos, Portugal somou uma única vitória (7-0 à Coreia do Norte) e dois nulos frente a Costa do Marfim e Brasil. A equipa das Quinas conseguiu a marca de 19 jogos sem derrotas (a última 6-2 com este mesmo opositor), tendo sofrido somente três golos durante este período.


No belissímo estádio de Durban, apesar da actuação segura da defesa e do meio-campo, ficou claro que o resultado só não foi melhor porque faltou um pouco mais de ousadia à equipa treinada por Carlos Queiroz, nem tanto pelo esquema táctico no início do jogo, mas por não ter aproveitado as poucas, mas boas oportunidades que surgiram. Aliás, mais uma vez, Queiroz surpreendeu, mexendo no esquema e na constituição da equipa. Não foi tão eficiente na mudança dos jogadores como na goleada sobre a Coreia do Norte, mas, pode-se dizer, acertou nas suas pretenções de qualificação.

Com um esquema de 4-3-3 adaptado para uma forma mais defensiva, Carlos Queiroz deixou os avançados Liedson e Hugo Almeida no banco. Fez entrar Danny e Duda e tirou Simão, jogando, na verdade, num 4-5-1. Manteve Tiago e Raul Meireles no meio, mas deixou Cristiano Ronaldo sozinho no ataque à sua sorte.

Todos pensavam que Queiroz fosse apostar nas limitações do lado esquerdo do Brasil, devido aos espaços que deixava Michel Bastos (para mim a parte mais fraca da defesa) nas suas constantes subidas. Curiosamente, CQ fez entrar a sua terceira opção para lateral direito: o defesa central Ricardo Costa (que como sabemos, de lateral não tem nada!). Ou seja: nada de aventuras, apenas teria função de contenção. No lado esquerdo, Duda voltou a fazer uma partida mediana, e aí coube a Fábio Coentrão, a grande revelação do Mundial na posição, subir à frente quando necessário.


Na primeira parte, Portugal passou por algumas complicações, mas podemos aprovar a exibição de Ricardo Carvalho e Bruno Alves que foram bastante seguros e Eduardo (excelente mundial) na baliza calou de vez os critícos, especialmente após a grande defesa no remate de Nilmar. Pepe, outra surpresa na equipa de Queiroz, mostrou estar visivelmente sem ritmo para substituir Pedro Mendes (que acabou entrando no seu lugar na segunda parte).

Na segunda parte, porém, a selecção portuguesa cresceu e teve o seu melhor período. O meio-campo e a defesa portuguesa anularam de vez qualquer tentativa ofensiva de um Brasil sem nenhuma imaginação, deixando claro que o plano de Queiroz dava resultado. Preencher o meio-campo e impedir a penetração da equipa canarinha. Além disso, Simão (entrou no lugar de Duda) e Danny empurram a nossa equipa mais para a frente, e até Cristiano Ronaldo, que esteve muito apagado no primeiro tempo, apareceu, ainda que claramente necessitando de um outro companheiro para o ataque. Mesmo assim, a grande oportunidade do jogo pertenceu a Raúl Meireles, que beneficiando de um ressalto de bola na àrea brasileira, no frente-a-frente com Júlio César não conseguiu marcar.

O nulo no marcador bastou para levar Portugal à segunda fase pela quarta vez na história dos mundiais, e deixou uma boa impressão sobre a capacidade defensiva da equipa nacional. A fase de grupos também revelou que Raul Meireles e Tiago, entendem-se muito bem no miolo do terreno e que conseguem travar,subir e criar lances para os jogadores mais adiantados. Mas o grande nome é Fábio Coentrão, apesar de Cristiano Ronaldo ter sido eleito pela FIFA o melhor em campo nas três partidas realizadas até o momento.

Da mesma forma, porém, mostrou que Carlos Queiroz não precisa ser tão cauteloso/defensivo. Conta com um CR7, que mesmo sem brilhar plenamente pela selecção, consegue criar lances perigosos e assustar as defesas rivais, e até por isso, não pode deixá-lo sozinho na frente. Também não é justo colocá-lo fixo numa ponta do campo - geralmente, Cristiano Ronaldo tem descaído pela esquerda, justamente um dos sectores mais congestionados do nosso ataque. A questão não Ronaldo jogar no centro, mas não ficar sozinho na frente.


Em conclusão, contra o Brasil , bastava um empate, contra a Espanha só a vitória vai interessar (a não ser que acreditem nos penáltis durante 120 minutos!). E será uma partida bem mais complexa, tendo em vista o poderoso meio-campo dos "nuestros hermanos" e o ataque Torres-Villa. Após este jogo com os brasileiros, é difícil não crer que Queiroz voltará a congestionar o meio-campo e confiar na até agora impenetrável defesa. Tudo bem. No entanto, precisará de mais alguém com Cristiano Ronaldo na frente. Dar mais liberdade a Coentrão, fazer regressar Simão ou tentar Deco, colocar Miguel ou Paulo Ferreira na direita.

                                Em Copacabana no Rio de Janeiro, durante o Portugal vs Brasil

Vídeo

Portugal 0-0 Brasil


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