Liga Italiana 2013-2014: Quem trava a Juventus?

30 julho, 2013


Nova época, a mesma favorita. Bicampeã, a Juventus volta a partir como a grande candidata à conquista do scudetto da Serie A. Este ano, todavia, terá pela frente um sério concorrente: o renovado Nápoles.

O presidente Aurelio De Laurentis não teve outra alternativa que não vender Cavani, mas aproveitou os 63 milhões de euros provenientes dos cofres do Paris SG para rechear o plantel com nomes sonantes.

Começando por Pepe Reina para a baliza, passando por Raúl Albiol para a defesa e Callejón e Higuaín para o ataque napolitano, a revolução atingiu também o banco: para o comando técnico chegou Rafa Benítez, considerado pelo próprio presidente como “o melhor reforço da equipa” – afirmação facilmente sustentável atendendo ao seu palmarés, onde constam, entre vários outros títulos de monta, uma Liga dos Campeões e duas Ligas Europa – a última das quais conquistada na época agora finda, pelo Chelsea ao Benfica.

A campeã Juventus, todavia, também não hesitou na hora de dotar o seu plantel com mais soluções, tendo em conta não só a revalidação do título mas também a afirmação europeia, onde tem ficado aquém do esperado. O reforço mais sonante dá pelo nome de Carlos Tévez: aos 29 anos, o argentino ex-Manchester City vai estrear-se na Liga italiana e oferece a Antonio Conte garantias de experiência de Champions League. Também para o ataque chegou outro nome de peso: Llorente, campeão europeu e mundial pela Espanha.

Num patamar mais abaixo, além dos rivais de Milão surgem a Fiorentina, que contratou Mario Gomez ao Bayern de Munique; a Roma, reforçada com o médio holandês Strootman e o avançado marfinense Gervinho; e a Lázio que apostou na melhoria do meio-campo, com as chegadas de Biglia (ex-Anderlecht) e Felipe Anderson (ex-Santos).

Rivais de Milão continuam em crise sem fim à vista. Candidatos crónicos, os dois rivais de Milão voltam a partir um passo atrás dos principais favoritos. O AC Milan decidiu dar nova oportunidade ao técnico Massimiliano Allegri, mas recusou abrir os cordões à bolsa – a contratação mais “sonante” foi o médio Poli, ex-Sampdória. Já o Inter de Milão, nono classificado em 2012/2013, “reforçou-se” bem mas no comando técnico, assegurando os serviços de Walter Mazzarri, ex-Nápoles. O plantel, todavia, não dará para muito mais do que lutar por um lugar europeu.

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